Prefeito de Brejinho aproveitou a ida à capital do país para buscar recursos para o município.
Por André Luis
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento (Republicanos), está em Brasília, onde cumpre agenda desde esta segunda-feira (12).
Gilson participou do Encontro Municipalista na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com os novos parlamenteares eleitos para a legislatura que inicia no próximo ano.
A atividade reuniu prefeitos, prefeitas e membros das associações municipalistas dos estados, que apresentaram o Movimento Municipalista para os deputados e deputadas eleitos.
Antes de embarcar para Brasília, na segunda-feira, Gilson se encontrou com o deputado estadual, Gustavo Gouveia (Solidariedade), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Gouveia foi reeleito. Em Brejinho foi majoritário com 32,52%, ou 1.663 votos.
O prefeito também aproveita a sua ida a capital Federal para buscar recursos para Brejinho. Nesta terça-feira (13), Bento se encontrou com o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos). Silvio foi reeleito. Em Brejinho foi majoritário, obteve 52,52%, ou 2.662 votos.
Cobrar adequações aos agentes públicos e privados cujas atuações têm repercussão no meio ambiente não é o único papel da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia do São Francisco em Pernambuco (FPI/PE). O caráter educativo e o contato próximo com diversos órgãos públicos também fazem a diferença para os municípios, como atestou a prefeita de Petrolândia, […]
Cobrar adequações aos agentes públicos e privados cujas atuações têm repercussão no meio ambiente não é o único papel da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia do São Francisco em Pernambuco (FPI/PE). O caráter educativo e o contato próximo com diversos órgãos públicos também fazem a diferença para os municípios, como atestou a prefeita de Petrolândia, Janielma Souza, em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (17).
A gestora salientou que desde o início da FPI/PE o município vem recebendo pedidos de licenciamentos e alvarás de estabelecimentos que estão buscando se regularizar perante o poder público, o que tem sido positivo para reforçar o trabalho do município. Em seguida, ela entregou à coordenação da FPI/PE um ofício solicitando o apoio dos órgãos participantes para obter a liberação de R$ 14 milhões referentes às obras de ampliação da rede de saneamento de Petrolândia. Os recursos já haviam sido provisionados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), mas foram retidos por causa de contingenciamentos do Governo Federal.
“Essa obra de saneamento é muito importante porque nos permitirá ter 100% de cobertura, evitando o despejo de esgoto no Rio São Francisco. É uma obra que vai trazer ganhos diretos para o meio ambiente, como a proteção do rio, e indiretos para toda a cidade, já que nós queremos desenvolver o turismo em Petrolândia e, para isso, precisamos contar com o Rio São Francisco despoluído”, relatou Janielma Souza.
As manifestações das ruas em julho de 2013 deixaram clara a necessidade urgente de reforma nos sistemas eleitoral e partidário do País. E é sobre esse tema tão caro a todos os brasileiros que a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara dos Deputados vem se debruçando desde que foi instalada, no dia 10 de […]
As manifestações das ruas em julho de 2013 deixaram clara a necessidade urgente de reforma nos sistemas eleitoral e partidário do País. E é sobre esse tema tão caro a todos os brasileiros que a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara dos Deputados vem se debruçando desde que foi instalada, no dia 10 de fevereiro. Encerrada a primeira fase de debates e apresentação de emendas dos deputados, teve início a fase de audiências públicas nos Estados, com o objetivo de garantir a participação popular nos trabalhos.
Com esse objetivo, a comissão já esteve no Ceará, Piauí, Maranhão, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul. O próximo encontro acontecerá exatamente em Pernambuco, na próxima segunda-feira, dia 6 de abril, a partir das 9h, no plenário da Assembleia Legislativa, com a presença do presidente da comissão, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do relator, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI).
Vice-presidente da comissão, o deputado federal pernambucano Tadeu Alencar (PSB) é o responsável pela organização da audiência pública. E com o objetivo de torná-la a mais ampla possível, convidou representantes dos mais variados segmentos da sociedade civil: parlamentares, prefeitos, gestores públicos, juristas, magistrados, procuradores, especialistas em direito constitucional, entidades estudantis, universidades, igrejas, sindicatos e entidades de classe, grupos e ONGs da área de direitos humanos, de combate à corrupção e de defesa da cidadania.
Entre as propostas de mudança que estão sendo discutidas pela Comissão Especial estão o financiamento misto das campanhas – com a vedação de doações feitas por empresas privadas – estímulo aos projetos de lei de iniciativa popular, mudança do sistema eleitoral brasileiro (proporcional, distrital misto/puro ou distritão), fim das coligações proporcionais, fim da reeleição para presidente, governador e prefeito e mandato de cinco anos para todos os cargos (inclusive os senadores).
Há ainda a coincidência das eleições, cláusula de barreira para desestimular a criação exagerada de partidos no País e criação de federações partidárias e uma discussão sobre um novo sistema para a escolha de suplentes de senador. Todos esses pontos deverão estar incluídos no relatório do deputado Marcelo Castro, cuja expectativa é que seja votado ainda neste semestre.
A EPC é a Empresa Pernambuco de Comunicação, que está prestes a completar 8 anos e convoca a sociedade para uma audiência pública em Caruaru. O diretor-presidente da Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC) Gustavo Almeida falou com a Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, sobre as atuais ações em âmbito comunicacional e dos desafios que […]
A EPC é a Empresa Pernambuco de Comunicação, que está prestes a completar 8 anos e convoca a sociedade para uma audiência pública em Caruaru.
O diretor-presidente da Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC) Gustavo Almeida falou com a Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, sobre as atuais ações em âmbito comunicacional e dos desafios que a Empresa enfrenta para se consolidar como uma instituição de referência na comunicação de Pernambuco. A Associação tem um espaço no Conselho Administrativo da EPC.
Mestre em Comunicação, pesquisador e professor universitário, Almeida concedeu entrevista na sede da EPC no Recife, localizada na Avenida Conde da Boa Vista, já que a central da Empresa é em Caruaru, pois a sua geradora está instalada na capital do forró. O diretor também destacou o desafio de fazer comunicação pública perante o cenário nacional de desvalorização da informação.
Ainda no dia 28/08, a EPC vai realizar uma audiência pública em Caruaru a fim de ouvir da população opiniões sobre a Empresa. O evento acontece, na nova sede do grupo, no prédio do Centro Tecnológico do Agreste, bairro do São Francisco, às 14h, é de graça e aberto ao público em geral. Leia aqui a íntegra da entrevista.
O mal estar no ato de oficialização da aliança PT-PSB e lançamento de Teresa Leitão ao Senado com Danilo candidato a governador ficou por conta do candidato a Federal Fernando Ferro. “Aqui estamos como companheiros de um partido político, não como adversários. Temos divergências. Eu tenho divergências sim”. Depois, falou de guerra na Ucrânia, de […]
O mal estar no ato de oficialização da aliança PT-PSB e lançamento de Teresa Leitão ao Senado com Danilo candidato a governador ficou por conta do candidato a Federal Fernando Ferro.
“Aqui estamos como companheiros de um partido político, não como adversários. Temos divergências. Eu tenho divergências sim”. Depois, falou de guerra na Ucrânia, de política econômica e da alta dos preços n governo Bolsonaro.
E sapecou: “Nossa eleição vai ser marcada pelo modelo internacional e por uma história recente no país. Eu sou daqueles que acha que o golpe não e página virada”, referência ao impeachment de Dilma Roussef. “Nós estamos vivendo esse momento porque aliados nossos atrás contribuíram para o golpe que elegeu Bolsonaro”.
Depois disse ser favorável à aliança se o PSB assumisse ter se arrependido de ter sido a favor do que voltou a chamar de golpe. “Tenha dignidade política e assuma essa postura porque nós não vamos defender golpista não”. Ainda criticou o governo Paulo dizendo dentre outras questões que ele “entregou a saúde às Organizações Sociais”.
Disse que espera que haja confiança para eleger um governador que não vai trair o PT. E referindo-se a Danilo, completou: “que não vai se licenciar de Secretário pra caçar nossa companheira Dilma”. Disse não ter condições de apoiar a candidatura nesses termos, se comprometendo com a candidatura de Teresa Leitão ao Senado.
No vídeo é possível ver algumas pessoas aplaudindo Ferro e a cara de descontentamento do presidente do PT Doriel Barros. O PT já afirmou em nota que a posição do candidato a Federal Fernando Ferro “é pessoal e não representa o posicionamento oficial do Partido dos Trabalhadores”. Ainda que os filiados seguirão a orientação de apoio à chapa completa, com Danilo candidato a governador e Teresa candidata ao Senado.
Uol Diante da repercussão de suas declarações sobre a reforma trabalhista, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, recebeu uma ligação do presidente Michel Temer no início da noite desta quinta-feira (08), por volta das 19h. “O presidente me ligou, me orientou a reafirmar que o governo não vai elevar a jornada de oito horas, nem […]
Diante da repercussão de suas declarações sobre a reforma trabalhista, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, recebeu uma ligação do presidente Michel Temer no início da noite desta quinta-feira (08), por volta das 19h.
“O presidente me ligou, me orientou a reafirmar que o governo não vai elevar a jornada de oito horas, nem tirar direitos dos trabalhadores”, disse o ministro.
Nogueira afirmou que o padrão normal e legal continuará sendo o de oito horas diárias e 44 horas semanais, sem alterações para os trabalhadores. O que a reforma permitirá é que as convenções coletivas de categorias tenham a opção de flexibilizar a forma como a jornada será realizada, ou seja, como as horas serão distribuídas na semana: com limites de até 12h por dia e 44 horas mais quatro horas extras por semana.
Na prática, segundo o governo, a medida vai legitimar jornadas já adotadas, como a compensação das horas do sábado em tempo extra em dias úteis e o modelo 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso. Na forma atual, esses acertos podem ser questionados na Justiça, pois não têm validade legal. “Não se trata, portanto, de estabelecer jornada de 12 horas em todos os dias da semana”, frisou Nogueira.
O Palácio do Planalto ficou “muito irritado” com as declarações dadas pelo ministro mais cedo nesta quinta, durante encontro de sindicalistas da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), em Brasília.Para o governo, este tipo de declaração “precisa ser feita com muita cautela”, com a devidas explicações , “para evitar erros de interpretação.”
Você precisa fazer login para comentar.