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Frente Popular de Tuparetama acusa apoiadores de Sávio de promoverem baderna na porta da casa de Deva Pessoa

Por André Luis

 

Em nota e vídeo enviados ao blog, a Frente Popular de Tuparetama, acusou apoiadores de Sávio Torres de promoverem baderna e afronta, na porta da casa do candidato a prefeito pela oposição, Deva Pessoa (PSB).

Segundo a nota, Deva não estava em casa, mas seus pais, inclusive idosos é que sofreram as consequências. Leia abaixo a íntegra da nota:

Em um ato de total desrespeito, apoiadores do Prefeito de Tuparetama, comemorando o seu deferimento de candidatura, se dirigiram na noite de ontem a Rua João Martins, onde reside Deva Pessoa e seus pais, para afrontar o candidato adversário.

Lá na residência, se encontravam os dois senhores de 86 e 76 anos, seus pais, idosos, enfermos, um inclusive com alzheimer. Deva estava ausente em reunião e soube do ocorrido ao chegar.

“A gente tem procurado fazer o correto, combater o bom combate, porém aqui é histórico a omissão  de alguns poderes,  inclusive da Policia Militar que nada fez, mesmo depois de ligações telefônicas do advogado. Sabiam que não me encontrariam, pois, inclusive, o veículo fiat Uno, recentemente ‘arrombado’ na porta de minha casa, não se encontrava”.

A afronta a duas pessoas idosas demonstra a falta de respeito, a covardia e a política baixa. “O povo de Tuparetama terá a oportunidade de “falar” através do voto em 15 de novembro, se deseja mudar, principalmente de atitudes ou permanecer nesse quadro melancólico de ditadura monárquica , estagnação, opressão e atraso pela qual o município passa hoje. Fato jamais vista em sua história política recente.

Frente Popular de Tuparetama

Outras Notícias

Juiz mantém prisão de assessor do ministro do Turismo

G1 MG O juiz da 26ª Zona Eleitoral em Belo Horizonte, Renan Carreira Machado, negou a revogação da prisão temporária dos três detidos na segunda fase da Operação Sufrágio Ostentação, que investiga supostas candidaturas de laranjas do PSL em Minas Gerais. Os presos são ligados ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL). Um dos […]

G1 MG

O juiz da 26ª Zona Eleitoral em Belo Horizonte, Renan Carreira Machado, negou a revogação da prisão temporária dos três detidos na segunda fase da Operação Sufrágio Ostentação, que investiga supostas candidaturas de laranjas do PSL em Minas Gerais. Os presos são ligados ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL).

Um dos detidos nesta quinta-feira (27) é o assessor especial do ministro, Mateus Von Rondon, que estava em Brasília.

Também foram presos, em Minas Gerais, um dos coordenadores da campanha de Álvaro Antônio à Câmara dos Deputados em 2018, Roberto Silva Soares, e um ex-assessor do ministro na Câmara dos Deputados, Haissander Souza de Paula.

Desde fevereiro, a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Eleitoral investigam o PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, pelo uso de candidatas de fachada para desvio de recursos do fundo eleitoral. Promotores veem indícios de fraude em caso de mulheres que receberam volume considerável de dinheiro, mas tiveram poucos votos. A suspeita é que elas não fizeram campanha e combinaram a devolução de recursos ao partido.

A empresa do assessor Mateus Von Rondon aparece na prestação de contas de quatro candidatas a deputada estadual e federal suspeitas de terem sido usadas como laranjas pelo PSL de Minas.

Ao todo, Lilian Bernardino, Naftali Tamar, Débora Gomes e Camila Fernandes declararam ter pago quantia de R$ 32 mil à empresa de Von Rondon. De acordo com a PF, ao que tudo indica, a empresa foi criada só para esta finalidade, pois foi fechada logo após o fim das eleições.

De acordo com as investigações da PF, Roberto Silva Soares é suspeito de negociar devoluções de quantias pelas candidatas suspeitas. Ele é o atual primeiro-secretário do diretório do PSL em Minas.

Inmet põe cidades do Sertão do Pajeú sob alerta para chuvas intensas

O avanço das instabilidades climáticas no Nordeste acende o sinal de alerta para a segurança da população sertaneja. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) elevou, na manhã desta segunda-feira, o grau de severidade para o Sertão de Pernambuco, colocando 51 municípios sob alerta laranja. A atenção é redobrada para o Sertão do Pajeú. Região de […]

O avanço das instabilidades climáticas no Nordeste acende o sinal de alerta para a segurança da população sertaneja. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) elevou, na manhã desta segunda-feira, o grau de severidade para o Sertão de Pernambuco, colocando 51 municípios sob alerta laranja.

A atenção é redobrada para o Sertão do Pajeú. Região de forte tradição política e cultural, o Pajeú concentra dez das cidades em situação de maior risco, onde o acúmulo de água pode chegar a 100mm por dia, com ventos intensos. O cenário exige vigilância das defesas civis locais para garantir a proteção, especialmente de comunidades em áreas vulneráveis, diante da força das águas.

Cidades do Sertão do Pajeú em alerta laranja:

Afogados da Ingazeira; Calumbi; Carnaíba; Flores; Iguaracy; Quixaba; Santa Cruz da Baixa Verde; Serra Talhada; Solidão; Triunfo.

Panorama estadual

Enquanto o coração do Sertão enfrenta o nível de “Perigo”, o restante do estado, incluindo a Região Metropolitana do Recife, as Zonas da Mata e o Agreste, permanece sob alerta amarelo (Perigo Potencial). No Sertão do Pajeú, a previsão é de chuvas de até 60mm por hora, o que pode causar alagamentos e cortes de energia.

A orientação é que os moradores evitem enfrentar o mau tempo e busquem abrigo seguro. Em caso de emergência, a Defesa Civil deve ser acionada imediatamente.

Filho de Tabira radicado em Afogados pode ser eleito prefeito de cidade em Rondônia neste domingo

Em Pimenta Bueno desde 1983, o pernambucano de Tabira, e que foi radicado por anos em Afogados da Ingazeira,  Sertão de Pajeú,  Beto Alcântara (PCdoB), 66 anos, pode ser eleito prefeito do município de Rondônia neste domingo. A cidade tem pouco maisde  36 mil  habitantes, sendo o 10º município mais populoso do estado. Ex- secretário de […]

Beto Alcântara (direita) disputa mandato pelo PCdoB

Em Pimenta Bueno desde 1983, o pernambucano de Tabira, e que foi radicado por anos em Afogados da Ingazeira,  Sertão de Pajeú,  Beto Alcântara (PCdoB), 66 anos, pode ser eleito prefeito do município de Rondônia neste domingo. A cidade tem pouco maisde  36 mil  habitantes, sendo o 10º município mais populoso do estado.

Ex- secretário de Obras, Beto foi candidato a prefeito de Pimenta Bueno em 2016, mas perdeu para a prefeita Juliana Roque (PSB), que foi cassada dois anos depois. Agora quer ser eleito no pleito suplementar definido pela Justiça Eleitoral.

Em setembro, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Rondônia, afastou dos cargos a prefeita e o vice Luiz Henrique Sanches Lima (PSB). A cidade é gerida pelo presidente da câmara de vereadores Paulo Adail (MDB).

Tanto Juliana, quanto Luiz Henrique, respondem processo de abuso de poder econômico, praticado nas eleições de 2016, pela contratação de quatro ‘formiguinhas’ como são chamados por lá cabos eleitorais contratados e o recebimento de uma doação ilegal no valor de R$ 6 mil na mesma época.

Beto conta sua origem sertaneja em vídeo nas rede socias

Pela chapa “A melhor proposta”, Beto Alcântara não aceitou apoio de grupos políticos tradicionais. “A nossa candidatura é do povo de Pimenta Bueno”, disse Beto que tem Elias Lopes (PCdoB) como vice. “Queremos uma Pimenta Bueno de Oportunidades para todos, inspirado na fé e na esperança em dias melhores”.

Seu principal adversário é o delegado de Polícia Civil, Arismar Araújo, que em novembro anunciou através de sua rede social o afastamento do seu cargo como delegado da Policia Civil para disputar a eleição suplementar para o cargo de  prefeito do município de Pimenta Bueno. Arismar disputará á eleição pelo Partido Social Liberal (PSL).

Nomeação de Bendine é vista com desconfiança por aliados do Planalto

Do Correio Braziliense A presidente Dilma Rousseff contrariou — mais uma vez — as expectativas, tomou uma decisão isolada e aumentou a desconfiança sobre os rumos da maior empresa brasileira. Ao nomear Aldemir Bendine, que deixa o comando do Banco do Brasil (BB), para a presidência da Petrobras, Dilma desagradou a todos: sua equipe econômica, […]

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Do Correio Braziliense

A presidente Dilma Rousseff contrariou — mais uma vez — as expectativas, tomou uma decisão isolada e aumentou a desconfiança sobre os rumos da maior empresa brasileira. Ao nomear Aldemir Bendine, que deixa o comando do Banco do Brasil (BB), para a presidência da Petrobras, Dilma desagradou a todos: sua equipe econômica, o próprio partido, o PT, a oposição e o mercado financeiro. As ações da petroleira tiveram mais um dia de derretimento na Bolsa de Valores de São Paulo, recuaram quase 7%, a R$ 9,12, e o dólar atingiu a maior cotação em 10 anos, superando os R$ 2,77. Ao divulgar os nomes da nova diretoria antes do fechamento do pregão, o Planalto ainda contrariou regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que abriu mais uma investigação contra a estatal.

Fontes disseram que Dilma nem sequer ouviu o seu mentor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendia os nomes de Nildemar Secches, ex-presidente da Perdigão, e de Antonio Maciel Neto, presidente do grupo Caoa, que trabalhou na Petrobras por 10 anos antes de comandar empresas de grande porte como Ford e Suzano. Mesmo reunida com os ministros petistas, a presidente não deixou vazar o encontro que teve a portas fechadas com Bendine, embora todos soubessem das reuniões anteriores com Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES), e Murilo Ferreira, presidente da Vale, também cotados para substituir Graça Foster.

Contra o nome de Bendine, pesa o fato de ele estar sob investigação do Ministério Público (veja na página 9). Nos bastidores, comenta-se que ele fez uma autodefesa eficiente, alegou ser o nome adequado para o cargo, pela experiência em gestão de crise e pela sua ligação com o setor bancário, o que pode ajudá-lo a limpar o nome da Petrobras no sistema financeiro. Bendine leva no currículo a liderança, à frente do BB, do processo de redução dos juros em 2009, uma decisão da própria Dilma.

Pressões

A escolha de um nome alinhado ao PT também busca blindar o governo do escândalo de corrupção que atinge a estatal. Um ministro chegou a afirmar que a presidente decidiu por Bendine pela capacidade dele de suportar pressões. Para contrabalançar, o governo pretende abrir o Conselho de Administração para nomes de mercado, tarefa que será liderada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O atual conselho ainda tem a cara do mandato anterior, com os ex-ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento, Coutinho, do BNDES, e o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann.

Além de Aldemir Bendine, o conselho nomeou ontem a nova diretoria da Petrobras. Ivan Monteiro era vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB e assume a Diretoria de Finanças da petroleira. Os outros quatro diretores — Solange da Silva Guedes, Jorge Celestino Ramos, Hugo Repsold Júnior, Roberto Moro — escolhidos interinamente, são do corpo técnico da petroleira. Como eram gerentes-executivos, tiveram relação direta com ex-diretores investigados pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. A exceção é o diretor de Abastecimento, Jorge Celestino Ramos, que estava na BR Distribuidora e chegou à controladora há menos de um ano.

Desfile também teve protestos. Petistas “desfilaram” gritando Fora Temer

O desfile de Sete de Setembro deste ano em Afogados da Ingazeira também foi marcado por protestos. O candidato a prefeito pela coligação União Pelo Povo, Emídio Vasconcelos, junto com um grupo de candidatos (as) a vereadores (as), militantes e simpatizantes levou para as ruas do município uma faixa onde se lia: “Luto e luta […]

Grupo de petistas furou o bloqueio e
Grupo de petistas furou o bloqueio e “desfilou” no final do Sete de Setembro

O desfile de Sete de Setembro deste ano em Afogados da Ingazeira também foi marcado por protestos. O candidato a prefeito pela coligação União Pelo Povo, Emídio Vasconcelos, junto com um grupo de candidatos (as) a vereadores (as), militantes e simpatizantes levou para as ruas do município uma faixa onde se lia: “Luto e luta pela democracia”.

Segundo Emídio, que foi um dos organizadores do protesto, a faixa foi uma maneira de mostrar que Afogados tem um grupo de resistência contra o golpe dado na ex-presidente Dilma Rousseff, “precisamos mostrar que Afogados tem um grupo de resistência, um grupo que defende Dilma, Lula o PT e acima de tudo a democracia”, disse segundo nota.

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Além do ato do grupo de Emídio, outras faixas levadas por estudantes durante o desfile, também tinham cunho de protesto, pediam escolas, segurança, hospitais, respeito, valorização dos professores, soldados, médicos e enfermeiros, serviços públicos de qualidade e o fim da corrupção, segundo nota de sua assessoria ao blog.

Noutra, um pedido de melhores condições na educação, segurança e saúde. Em mais uma, a cobrança por defesa da escola pública clamava por dignidade e valorização dos professores.

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A guarda municipal de Afogados da Ingazeira, também levou para a Avenida Rio Branco uma faixa onde pedia o fim da extinção da categoria.

Pelo que o blog apurou, as faixas de protesto não foram registradas pela equipe que conduzia o Desfile ligada à Secretaria de Educação. O grupo de preto, do PT, também tinha intenção de chamar o prefeito José Patriota de “golpista”, parando em frente ao palanque das autoridades. O Prefeito saiu antes do local.