Evandro Valadares busca mais recursos do FNDE para a Educação de SJE
Por André Luis
A capital da poesia já concluiu seu PAR (Plano de Ações Articuladas) para os próximos 4 anos, isso credencia o município a partir do próximo mês de maio, à registrar novos projetos junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
Em conversa com o diretor de gestão, articulação e projetos educacionais, Leandro José Franco Damy, Evandro Valadares, soube de diversas irregularidades levantadas pelo sistema do FNDE em execução de obras e convênios com o Ministério da Educação, deixadas pela gestão passada, imediatamente o prefeito se colocou a disposição do órgão para resolver todas as pendencias anteriores ao seu governo, assim o município não sofrerá penalidades e além de continuar recebendo os repasses de verbas federais, possa buscar mais recursos junto ao FNDE.
Doriel Barros visitou mais de 30 municípios desde o dia 16 de agosto, início da campanha eleitoral Com o objetivo de aumentar o número de prefeitos, prefeitas, vereadores e vereadoras do PT e do campo progressista nas eleições deste ano, o deputado estadual e presidente do PT, Doriel Barros, cumpriu intensas agendas políticas ao longo […]
Doriel Barros visitou mais de 30 municípios desde o dia 16 de agosto, início da campanha eleitoral
Com o objetivo de aumentar o número de prefeitos, prefeitas, vereadores e vereadoras do PT e do campo progressista nas eleições deste ano, o deputado estadual e presidente do PT, Doriel Barros, cumpriu intensas agendas políticas ao longo de todo o atual período eleitoral. O parlamentar esteve em mais de 30 municípios desde o início da campanha.
Para Doriel, que defende o nome do presidente Lula nos quatro cantos do Estado, o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras sairá fortalecido do processo eleitoral de 2024. “Tenho certeza que o resultado eleitoral para o PT em Pernambuco será muito bom com a vitória de prefeitos, prefeitas, vereadores e vereadoras que irão fortalecer o nosso partido ainda mais”, afirma o presidente do PT.
“Eu não tenho dúvidas de que o PT sairá maior ao fim de mais esse processo eleitoral. O eleitor reconhece o governo de excelência do presidente Lula e, tenho certeza, essa aprovação será refletida nas urnas no próximo domingo”, ressalta Doriel.
Atuando de sexta a domingo com os mais diversos tipos de atendimentos o GSVT, Grupo de Socorristas Voluntários faz em Tabira um trabalho reconhecido pela população, mas não recebe a mesma atenção do poder público. “Praticamente pagamos para ser voluntários. Tiramos do bolso dinheiro para combustível. Nossa sede é alugada”, disse Jota Campos Presidente do […]
Atuando de sexta a domingo com os mais diversos tipos de atendimentos o GSVT, Grupo de Socorristas Voluntários faz em Tabira um trabalho reconhecido pela população, mas não recebe a mesma atenção do poder público.
“Praticamente pagamos para ser voluntários. Tiramos do bolso dinheiro para combustível. Nossa sede é alugada”, disse Jota Campos Presidente do Grupo durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
Ao lado da Tesoureira Geocastra Silva e do Conselheiro Fiscal Junior Terra, Jota destacou os sete meses de atuação com cerca de 70 procedimentos na cidade e zona rural. Muitos foram os testemunhos da população reconhecendo a atuação do GSVT.
Uma Kombi comprada em uma loja de ferro velho e melhorada pelo Grupo, é o meio de transporte. Entre quase 20 integrantes, o Grupo conta com sete mulheres. Mesmo sendo de Tabira, o Grupo de Socorristas Voluntários tem integrantes de Itapetim, Afogados, Água Branca e Triunfo.
Eles atuam ajudados por pequenas doações e pedem que a população tabirense se integre mais na ajuda ao trabalho voluntário. Dia 05 de maio um bingo de um bode será promovido pelos voluntários.
Por André Luis O prefeito de Ouro Velho, no Cariri parabaibano, Augusto Valadares, anunciou em suas redes sociais neste sábado (3/12), que as reuniões e audiência públicas que discutiram o Plano Diretor da cidade foram finalizadas. “Por não ser uma obra, ou serviço, muitos não sabem da sua importância, porém, será um grande instrumento de […]
O prefeito de Ouro Velho, no Cariri parabaibano, Augusto Valadares, anunciou em suas redes sociais neste sábado (3/12), que as reuniões e audiência públicas que discutiram o Plano Diretor da cidade foram finalizadas.
“Por não ser uma obra, ou serviço, muitos não sabem da sua importância, porém, será um grande instrumento de crescimento urbano de Ouro Velho nos próximos 10 anos”, destacou Valadares.
Ainda segundo o prefeito, serão criados novos espaços públicos, novas regras de crescimento de indústrias, comércios e loteamentos, construções e outras atividades.
Augusto Valadares garantiu ainda que em breve deverá estar anunciando novidades para o município.
Emancipação – Ouro Velho está nos preparativos para a festa dos 62 anos de emancipação da cidade.
Por meio das redes sociais, já foram anunciadas, até agora, quatro atrações que estarão se apresentando no Estádio Municipal da Cidade no dia 18 de janeiro, são elas: Taty Girl, Tayrone, Vitor Fernandes e Zé Cantor.
A deputada e presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Teresa Leitão fez um alerta ao governador Paulo Câmara na tarde desta terça-feira (16/2), para que o governo inicie o mais breve possível um diálogo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepe) a respeito do reajuste do piso salarial profissional do magistério. Teresa […]
A deputada e presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Teresa Leitão fez um alerta ao governador Paulo Câmara na tarde desta terça-feira (16/2), para que o governo inicie o mais breve possível um diálogo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepe) a respeito do reajuste do piso salarial profissional do magistério.
Teresa lembrou que o mesmo deveria ser reajustado no mês de janeiro último, conforme prevê a Lei 11. 738/2008 (Lei do Piso), com um percentual de 11, 36%, retroativos a janeiro, conforme anúncio feito pelo MEC. Atualmente, o piso da categoria está fixado em R$ 2.135,64.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepe) encaminhou ofício ao governo do Estado no último dia 12 de janeiro para tratar da questão, mas segundo informações repassadas à deputada, até o momento não houve qualquer resposta. “Os critérios previstos na Lei do Piso são de pleno conhecimento e deveriam ser de total controle de todos os administradores públicos, prefeitos e governadores. Em Pernambuco, a Lei é descumprida há três anos e essa prática motivou uma grande greve dos trabalhadores em educação em 2015”, lembrou Teresa.
A deputada acrescentou que os trabalhadores em educação se reúnem em assembleia nesta quarta-feira (17/2) e que poderá haver uma reação da categoria, já que até o momento o governador não posicionou ou autorizou seu secretariado a iniciar qualquer negociação. “Um governo que diz que implantou uma forma de gestão de perseguição de metas atualizada e eficiente, não incluir o reajuste do piso como rotina, fica difícil acreditar que a promessa de dobrar os salários dos professores e pagar um piso de 4 mil reais até o final dessa gestão, não vai passar de promessas de campanha”, registrou.
Para finalizar, Teresa esclareceu ainda que antes do anúncio do reajuste (que leva em consideração não só o INPC, mas a perspectiva de arrecadação dos recursos que compõem a cesta do FUNDEB), os governadores fizeram um movimento junto ao MEC para tentar reduzir o percentual aplicado no piso, mas que o Ministério comprovou a viabilidade do reajuste. “O ministro Aluísio Mercadante provou que o reajuste é viável, considerando inclusive que o repasse que a União está fazendo é superior ao que o FUNDEB arrecada nos estados e municípios”, finalizou.
por Luiz Cláudio Brito* As polícias pernambucanas prenderam cerca de 15 mil pessoas nos primeiros sete meses desse ano, 10% delas acusadas de homicídio. Vou repetir: 15 mil prisões de janeiro a julho de 2017. Nunca se prendeu tanto em Pernambuco. E mesmo assim a população continua clamando, com toda razão, por mais policiamento e […]
As polícias pernambucanas prenderam cerca de 15 mil pessoas nos primeiros sete meses desse ano, 10% delas acusadas de homicídio. Vou repetir: 15 mil prisões de janeiro a julho de 2017.
Nunca se prendeu tanto em Pernambuco. E mesmo assim a população continua clamando, com toda razão, por mais policiamento e segurança. Ainda mais quando nos deparamos com casos emblemáticos, como o do jornalista atingido por uma bala disparada por bandidos em fuga na cidade de Caruaru ou nos traficantes que atearam fogo a um carro com dois rivais dentro dele no bairro de Boa Viagem, no Recife. Ambos neste final de semana.
Todos sabemos que chegamos às atuais taxas de criminalidade em função da crise econômica que enfrentamos. O emprego sumiu e a violência explodiu no Brasil inteiro. Em Pernambuco não foi diferente. Como policial, não ouso dizer como conduzir a economia. Mas é da minha competência e da minha obrigação apontar os problemas que impedem a transformação dos esforços empreendidos pelas corporações policiais brasileiras em efetiva segurança para o cidadão.
Vou citar dois casos reais: No dia 20 de agosto passado, três pessoas foram detidas, em Serra Talhada, durante abordagem da Polícia Militar, portando toucas ninjas, colete balístico e até vídeos com exibição de armas idênticas às utilizadas no ataque a um carro-forte ocorrido apenas dois dias antes. Os policiais chegaram a eles após informações de que teriam envolvimento com outros participantes desse crime. Não apenas isso: os três indivíduos possuíam antecedentes criminais por assalto, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Na audiência de custódia, todos foram liberados.
Em julho, um jovem foi preso em flagrante após um assalto a ônibus. Durante a audiência de custódia realizada na 18ª Vara Criminal da Capital, ele confessou ter praticado nada menos que oito assaltos desse tipo. Foi liberado para responder em liberdade. Depois de solto, praticou outros nove assaltos a coletivos. Acabou preso pela polícia posteriormente quando, enfim, seu mandado de prisão preventiva foi expedido pela Justiça. Mas a essa altura já contabilizava 17 crimes. Até onde se sabe.
As audiências de custódia foram implantadas no Brasil em fevereiro de 2015, por proposta do Conselho Nacional de Justiça. O CNJ construiu o modelo a partir do Pacto de São José da Costa Rica, um tratado celebrado em 22 de novembro de 1969. Ou seja, implementamos uma etapa do nosso processo legal com quase 50 anos de atraso ao tratado que a inspirou, totalmente defasado em relação à realidade do Brasil e do mundo. Há décadas, havia uma preocupação, na América Latina, em relação à proteção dos presos políticos, contexto diferente do atual. Segundo pesquisa do CNJ, nossas polícias colocam Pernambuco entre os estados com menos casos de agressões, maus tratos ou tortura contra presos apresentados em audiências de custódia. As notificações não chegam a 1%.
O Pacto de São José da Costa Rica também desconheceu diferenças estruturais de cada país — a exemplo dos sistemas carcerários, ressocialização, escolaridade, índice e padrão de criminalidade. Um tratado totalmente em conflito com legislações mais modernas. O Estatuto do Desarmamento brasileiro (Lei 10826, de 22 de dezembro de 2003), por exemplo, classifica como crime inafiançável o flagrante por porte de armas de uso exclusivo das forças armadas, como fuzis. Pelo tratado, não é feita a diferenciação entre os tipos de armamentos. Se for réu primário e tenha cometido um crime considerado de menor gravidade ou potencial ofensivo, um indivíduo portando armamento de guerra pode retornar às ruas e responder em liberdade.
O gráfico mostra que a partir de 2013, com a crise econômica, as vagas de emprego (curva em amarelo) foram sendo reduzidas e o número de homicídios (curva branca) cresceu na mesma proporção.
Digo mais: a resolução que criou as audiências de custódia desconhece a realidade do próprio Poder Judiciário. Em muitas cidades do interior do Brasil não há juízes plantonistas. Isso obriga nossos policiais a conduzirem esses presos por muitos quilômetros até um município que possua plantão. Para fazer uma escolta, a PMPE emprega, geralmente, o dobro de homens em relação aos presos. Se são dois presos, 4 policiais são destinados à missão. Uma audiência pode demorar, a depender da fila de espera, um dia para ser concluída. Nessas 24 horas, os policiais ficam indisponíveis para o trabalho de segurança nas ruas.
Neste momento, a Secretaria de Defesa Social, a Defensoria Pública, o Ministério Público de Pernambuco e o Tribunal de Justiça de Pernambuco estão tentando desenvolver uma logística que diminua esse problema. Hoje a Polícia Militar de Pernambuco tem uma perda de 20% da sua capacidade de policiamento em função das escoltas para realização de audiências de custódia.
Dá para melhorar? Claro que dá. O Rio Grande do Sul, por exemplo, libera apenas 14% dos presos em flagrante.
Os policiais pernambucanos estão fazendo sua parte. O Governo do Estado também está, através de um investimento de R$ 290 milhões num plano de segurança que vai colocar mais 4.500 policiais nas ruas (uma turma com 1.500 deles se forma agora em setembro), que adquiriu 1.000 novas viaturas, que criou novos batalhões e companhias independentes pelo interior, que criou o BOPE Pernambuco, que adquiriu mais e melhores armamentos e equipamentos de proteção para os policiais.
Os recursos humanos, mesmo considerando os reforços, não são infinitos. Temos uma tropa motivada, que se arrisca diariamente para defender a sociedade contra uma criminalidade fortemente armada, capitalizada, enraizada e capaz de qualquer atrocidade para manter a rentabilidade do seu “negócio”. E a sensação de “enxugar gelo” é nefasta para nossos policiais. Dos Crimes Violentos Letais Intencionais de Pernambuco, termo técnico pelo qual nos referimos aos homicídios, cerca de 60% têm motivação na guerra do tráfico de drogas e extermínio. São os mesmos criminosos praticando centenas de assassinatos, entrando e saindo do sistema penal.
Quanto à pergunta posta no título deste artigo, só posso garantir que o único que não tem culpa alguma nisso tudo é o cidadão. Esse deseja imensamente que as instituições se articulem e se movimentem no sentido de garantir proteção, ordem, tranquilidade e bem-estar social a todos.
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