Estrada de Ibitiranga: aumenta número de acidentes na via
Por Nill Júnior
Enquanto a obra da Estrada de Ibitiranga está parada, os acidentes continuam acontecendo na via.
Hoje a tarde, um Fiat Estrada placas KHV7093 perdeu o controle próximo ao Distrito de Ibitiranga. Segundo informações apuradas pelo blog, Joelmo Silva, o Tim, da comunidade do Alto Vermelho, mais um passageiro e uma criança estavam no veículo.
Ninguém se feriu gravemente. Tim sofreu apenas escoriações nas pernas e braços. O SAMU prestou os primeiros socorros e as vítimas estão fora de perigo.
O acidente é mais um a chamar atenção para o perigo de guiar na estrada de chão que aguarda o recapeamento. O motorista deve redobrar a atenção.
Em janeiro, um acidente por pouco não tirou a vida de um casal de jovens que voltava da festa que estava acontecendo naquela comunidade. Em outubro, um gol placas CBM 3344 capotou próximo à oficina de Lalau. Maria José da Silva, 44 anos, conhecida por Dada, morreu na hora.
No município goiano, filhos foram mortos pelo pai para atingir a mãe Da Agência Brasil Em meio aos mais diversos tipos de violência contra a mulher registrados todos os dias no Brasil, um caso no interior de Goiás trouxe à tona uma modalidade pouco conhecida ou, pelo menos, pouco comentada: a chamada violência vicária, que […]
No município goiano, filhos foram mortos pelo pai para atingir a mãe
Da Agência Brasil
Em meio aos mais diversos tipos de violência contra a mulher registrados todos os dias no Brasil, um caso no interior de Goiás trouxe à tona uma modalidade pouco conhecida ou, pelo menos, pouco comentada: a chamada violência vicária, que ocorre quando um homem machuca ou mata pessoas íntimas de uma mulher com o objetivo de puni-la ou de atingi-la psicologicamente.
Na última quarta-feira (11), o secretário de Governo da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, atirou contra os dois filhos na residência onde morava e, em seguida, tirou a própria vida. Um dos meninos, de 12 anos, morreu antes que pudesse ser socorrido. O irmão mais novo, de 8 anos, foi levado ao hospital em estado gravíssimo, mas morreu horas depois.
Em entrevista à Agência Brasil, a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Estela Bezerra, descreveu o conceito de violência vicária como uma situação em que o agressor ofende e cria situações de dor e até morte para atingir pessoas que têm relação de afeto com a vítima, principalmente filhos, mas também mães e mesmo animais de estimação.
“Na maioria das vezes, são utilizados crianças e adolescentes, filhos daquela mãe, porque são o maior vínculo afetivo que ela tem. Para poder penalizar a mãe – que foi exatamente o caso em Itumbiara, em que o pai matou os dois filhos para atingir a mãe. É como se ela recebesse a maior penalidade que uma pessoa pode receber, que é ter um filho executado”, explicou.
Estela lembrou que, no caso de Itumbiara e na grande maioria dos demais casos, o agressor constrói ainda uma narrativa em que se coloca como vítima e responsabiliza a companheira pelo ocorrido. Antes de atirar contra si mesmo, Thales Machado postou, nas redes socias, uma carta em que cita uma suposta traição por parte da esposa e uma crise conjugal.
“Ele executa os filhos e constrói, antes de morrer, por meio de narrativas, a responsabilização da esposa. E ainda coloca sobre ela a responsabilidade da morte, da execução que ele cometeu, porque estava sendo rejeitado e o relacionamento amoroso já não correspondia ao que ela desejava para a vida dela”, detalhou a secretária.
“O mais grave dessa situação é que há manipulação. O assassino e também suicida construiu uma narrativa para culpabilizar a vítima que, neste caso, é a mulher. Ela teve os filhos assassinados, teve a imagem dela e a história dela expostas e a responsabilidade, na tragédia, pela narrativa social e pelo machismo, sobrecai nela”, disse. “Esse tipo de violência tenta penalizar a mulher e responsabilizá-la pelo crime cometido. E o crime cometido é escolha de quem mata. Quem mata escolheu matar. Não é responsabilidade da mulher”, completou.
Segundo Estela, casos de violência vicária são muito comuns no Brasil, mas pouco falados.
“Esse tipo de violência é sistemático, acontece no dia a dia. Vai de situações sutis até situações mais explícitas, como essa em que o homem executa os próprios filhos”.
Ela citou outro caso recente de violência vicária registrado no país, em que um servidor da Controladoria-Geral da União (CGU) agride o filho e a ex-companheira.
“Na cena em que vemos um servidor da CGU atacar uma criança e a mulher, ele ataca primeiro a criança. A mulher tenta proteger a criança e ele ataca também a mulher. Ele bate na criança e na mulher. Quando a mulher se livra, ele ataca a criança novamente. Então, atacar o filho, a mãe e até os animais domésticos ou maltratá-los é uma coisa cotidiana, que acontece em situações de violência doméstica.”
“Há uma cultura muito machista presente no Brasil e no mundo. Há uma assimetria de gênero muito forte, potencializada em várias áreas, na representação política, na economia, onde mulheres recebem menos do que homens, mesmo sendo mais qualificadas. E a maior expressão dessa assimetria se dá no instrumento de violência, um instrumento de manutenção da mulher num lugar de subalternidade, de medo, que não permite a liberdade”, completou.
Sociedade civil
Ao comentar o caso em Itumbiara, o Instituto Maria da Penha, organização não governamental (ONG) que atua no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres, confirmou que casos de violência vicária não são exceção. “É uma forma de violência de gênero que atinge mulheres por meio de crianças e adolescentes. Quando filhos e filhas são usados como instrumentos de controle, punição ou chantagem”.
“Não estamos falando de conflito familiar. Estamos falando de violência. E de violação grave de direitos humanos. Por muito tempo, essa prática foi naturalizada, invisibilizada ou tratada como disputa privada. O resultado é o sofrimento silencioso de mulheres e o impacto profundo no desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes.”
Para a ONG, avançar no debate é fundamental. “O Brasil reconheceu oficialmente [por meio de resolução conjunta do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher] a violência vicária como violência de gênero e estabeleceu diretrizes para a atuação do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, reforçando a necessidade de prevenção, proteção e resposta interinstitucional”.
“Nomear a violência é o primeiro passo para enfrentá-la. Informação de qualidade também é uma forma de proteção. O Instituto Maria da Penha atua para fortalecer políticas públicas, qualificar o debate e contribuir para que nenhuma forma de violência seja tratada como invisível. A informação precisa circular para proteger vínculos, infâncias e direitos.”
A entidade alerta para as seguintes formas em que a violência vicária pode se manifestar:
ameaças envolvendo os filhos;
afastamento forçado da convivência;
manipulação emocional;
falsas acusações;
sequestro ou retenção ilegal de crianças.
Defensoria pública
Ao se posicionar sobre o caso em Itumbiara, a Defensoria Pública Estadual de Goiás (DPE-GO) publicou nota em que reforça que atos de abuso, violência e feminicídio são crimes e que a prática de ferir os filhos para atingir a mãe tem nome: violência vicária. “Ela não tem culpa. Ponto final”.
“Em novembro de 2024, a DPE-GO promoveu a campanha Ela Não tem Culpa – 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, em que buscou refletir sobre a constante culpabilização e julgamento das mulheres, mesmo quando elas são vítimas”, destacou o órgão.
“A DPE-GO reforça que a responsabilidade é sempre de quem comete a violência. Independentemente do comportamento, da roupa ou da voz de quem está do outro lado. E expor a mulher vítima de violência pode configurar crime. Refletir sobre a culpabilização da mulher é o primeiro passo para romper com desigualdades de gênero que perpetuam ciclos de violência.”
A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (ABRAÇO – BRASIL) vem, por meio desta nota, manifestar seu total repúdio ao ato criminoso e covarde, incêndio praticado contra a Rádio Comunitária Vale FM. Nesta sexta-feira 07 de junho, localizada na cidade de Buíque, Pernambuco. A Vale FM é dirigida pelo radialista Ricardo Resende. Após perícia da Policia […]
A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (ABRAÇO – BRASIL) vem, por meio desta nota, manifestar seu total repúdio ao ato criminoso e covarde, incêndio praticado contra a Rádio Comunitária Vale FM. Nesta sexta-feira 07 de junho, localizada na cidade de Buíque, Pernambuco.
A Vale FM é dirigida pelo radialista Ricardo Resende. Após perícia da Policia Científica ficou configurado como “incêndio criminoso, nada do que existia em suas dependências sobrou porque foi consumido pelas chamas que na velocidade do vento destruiu tudo”, lamentou o dirigente da RadCom Ricardo Resende.
Até quando as rádios comunitárias que lutam pela democratização da comunicação neste país sofrerão perseguições por simplesmente exercer o direito que nos é garantido pelo artigo quinto da constituição federal?
O quanto perdemos em democracia, espaço, cultura, informação e acesso da população, quando crimes desta natureza, fecham mesmo que temporariamente uma rádio comunitária do povo.
Acreditamos na agilidade da justiça em solucionar o crime e nos solidarizamos com a direção da rádio comunitária Vale FM que breve através dos microfones estará lutando, transmitindo e resistindo sempre…
A boa notícia vem de Serra Talhada. A Clínica de hemodiálise de Serra Talhada iniciou os atendimentos hoje. Já foram regulados quatro pacientes que estão internados. Outra informação é que começaram a ser transferidos os pacientes atendidos na clínica de Arcoverde e que são da região do Pajeú. As vagas serão liberadas de forma gradativa […]
A boa notícia vem de Serra Talhada. A Clínica de hemodiálise de Serra Talhada iniciou os atendimentos hoje.
Já foram regulados quatro pacientes que estão internados. Outra informação é que começaram a ser transferidos os pacientes atendidos na clínica de Arcoverde e que são da região do Pajeú.
As vagas serão liberadas de forma gradativa pela clínica de Serra. Essa semana serão regulados mais 20 pacientes, totalizando 24 vagas.
A notícia é uma luz no fim do túnel para pacientes de hemodiálise de Serra Talhada e região, que todas as semanas são obrigados a buscar os municípios de Salgueiro, Arcoverde ou Garanhuns, para tratamento.
O Instituto de Terapia Renal Alice Torres Pereira de Carvalho foi entregue em dezembro de 2021, com habilitação em agosto desse ano. A unidade é uma antiga reivindicação da região e promete funcionar com 27 máquinas instaladas e três de reserva.
De acordo com o superintendente do Instituto Renal, Clóvis Carvalho, 24 máquinas estarão disponíveis para o tratamento de pacientes renais crônicos, sem outras doenças contagiosas, onde cerca de 144 pacientes serão atendidos.
Duas máquinas ficarão para pacientes contaminados com HIV, Hepatite B, Hepatite C, entre outras, e uma outra máquina servirá para outras ocasiões. “Por exemplo, um paciente vem de São Paulo passar 15 dias em Serra Talhada, basta só a clínica de lá entrar em contato conosco, para o paciente ficar realizando o procedimento aqui”, explicou Carvalho.
Quatro cidades do Sertão pernambucano, que comemoram 89 anos de emancipação política nesta segunda (11), foram lembradas na Reunião Plenária. Os aniversários de Cabrobó, Custódia e Arcoverde foram registrados pelo deputado Júlio Cavalcanti (PTB), e o de Araripina, pela deputada Roberta Arraes (PSB). “Venho parabenizar cada uma dessas cidades que, com suas peculiaridades, fazem Pernambuco […]
Quatro cidades do Sertão pernambucano, que comemoram 89 anos de emancipação política nesta segunda (11), foram lembradas na Reunião Plenária.
Os aniversários de Cabrobó, Custódia e Arcoverde foram registrados pelo deputado Júlio Cavalcanti (PTB), e o de Araripina, pela deputada Roberta Arraes (PSB).
“Venho parabenizar cada uma dessas cidades que, com suas peculiaridades, fazem Pernambuco se desenvolver por inteiro”, declarou Cavalcanti sobre Cabrobó (região do São Francisco), Custódia e Arcoverde, ambas na região do Moxotó. Com diferentes origens, todos esses locais foram elevados a municípios pela Lei Estadual nº 1931, em 1928.
Outra localidade criada por essa mesma lei foi Araripina, no Sertão do Araripe. “Araripina tem a maior mina de gipsita do Brasil e o polo de caprinocultura, além do desenvolvimento trazido pelas recentes usinas eólicas”, salientou Roberta Arraes. “Porém, o município não se destaca só por conta do desenvolvimento econômico, mas também pelo seu povo de fé, cheio de hospitalidade e solidariedade”, acrescentou a deputada.
O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da […]
O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da referida comunidade.
“Estou apenas cumprindo minha obrigação, é dever meu, como gestor público, oferecer o de melhor e dar condições aos trabalhadores da saúde ara desempenharem um melhor atendimento aos moradores dessa comunidade e das comunidades adjacentes que precisarem do atendimento nessa Unidade”, destacou o prefeito.
A Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, passou por uma ampla recuperação, reforma e ampliação durante vários meses de serviços. A Unidade Básica atende aos moradores da comunidade do Riacho do Gado e de comunidades vizinhas, tornando-se assim umas das maiores da rede pública de saúde do município.
“Ao assumir a pasta tivemos a preocupação de expandir o atendimento. Conseguimos ampliar o número da equipe da atenção básica e pleiteamos, junto ao Ministério da Saúde, a construção de mais três unidades. A UBS do bairro Vitorino Gomes, Florentino Leite e Fátima. Também já se encontra em fase de conclusão a UBS do bairro Dercílio de Brito Galvão”, concluiu o secretário de Saúde Alan Dias.
Allan informou à população que a partir do dia 16, segunda-feira, a odontóloga Nely Sampaio assumiria os trabalhos no consultório odontológico do posto para atender a todos.
Estiveram presentes várias autoridades, como os agentes de saúde da comunidade, representantes do Conselho de saúde, conselho tutelar, vereadores Aristóteles Monteiro, Nely Sampaio e José Carlos Menezes (Didi).
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