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Flores: prefeitura organiza feira orgânica

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Flores, no Sertão do Pajeú promove nesta próxima sexta-feira (15), mais uma edição da Feira de Orgânicos que, vem acontecendo todas as segundas-feiras; dia de feira livre no município. A iniciativa é fruto do apoio e investimento que a gestão municipal tem garantindo ao produtor rural, através do Programa Plantando o Futuro que; reúne ações para incentivar o desenvolvimento local, com a promoção de uma alimentação saudável.

O objetivo do programa é estabelecer um ciclo de desenvolvimento sustentável, através de um processo de mapeamento e de diagnóstico das propriedades rurais, com oferta de cursos de formação e, a produção local será já está sendo priorizada nas compras da Prefeitura, com fornecimento para a alimentação escolar; por exemplo.

Com o programa, os agricultores de Flores contam gratuitamente com o trator e fornecimento de canos, carrinho de mão, telas e todo material necessário para a instalação da estufa. O trator já está sendo utilizado de maneira comunitária para o preparo e conservação de solos.

Desta vez, o programa vai fortalecer o suporte à Feira de Produtos Orgânicos do município. Barracas foram confeccionadas para o incentivo e a comercialização dos produtos vai acontecer todas as sextas-feiras, na Praça Dr. Santana Filho, centro comercial urbano do município, às 6h.

Outras Notícias

Quixaba: Prefeitura inaugura novo Centro Administrativo 

A cidade de Quixaba, situada no Sertão do Pajeú, celebrou neste sábado (13) a inauguração do novo Centro Administrativo Plácido Pereira Nunes, uma obra moderna que representa um marco para o município. A cerimônia contou com a presença do padre Luís Marques Ferreira, popularmente conhecido como Pe. Luizinho, que realizou a bênção do edifício durante […]

A cidade de Quixaba, situada no Sertão do Pajeú, celebrou neste sábado (13) a inauguração do novo Centro Administrativo Plácido Pereira Nunes, uma obra moderna que representa um marco para o município. A cerimônia contou com a presença do padre Luís Marques Ferreira, popularmente conhecido como Pe. Luizinho, que realizou a bênção do edifício durante o evento.

O Centro Administrativo, erguido pela gestão municipal às margens da PE-329, na Avenida São Sebastião, foi destacado como o mais moderno do estado de Pernambuco. O prefeito de Quixaba, José Pereira Nunes, também conhecido como Zé Pretinho, convidou o padre Luizinho para conduzir a cerimônia de bênção, que enfatizou a importância do novo prédio para a cidade.

Ao usar água benta, o religioso ressaltou a significativa contribuição do Centro Administrativo para o desenvolvimento local e parabenizou a gestão municipal pelos esforços em proporcionar melhorias à população quixabense. Padre Luizinho, familiarizado com a região, relembrou desafios superados pela comunidade e elogiou os avanços alcançados sob a administração de Zé Pretinho.

Durante o evento, a Banda Filarmônica João Alexandre Bezerra, regida pelo maestro Cláudio Vitorino, apresentou-se, executando o Hino Nacional durante o hasteamento das bandeiras. Autoridades locais, regionais e estaduais estiveram presentes, e a banda recebeu aplausos calorosos da multidão presente.

O Centro Administrativo Plácido Pereira Nunes destaca-se não apenas por sua infraestrutura moderna, mas também por representar um compromisso da gestão municipal em promover o desenvolvimento e a qualidade de vida em Quixaba. O prédio está localizado estrategicamente na entrada da cidade, proporcionando fácil acesso à população e simbolizando um novo capítulo na história do município. Com informações e fotos do Blog do Aryel Aquino.

Chesf: ato contra demissão de dirigente do Sindurb-PE acontece nesta segunda

Nesta segunda-feira (17), servidores da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) fazem um ato de protesto contra a demissão de um dirigente do Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco (Sindurb-PE) pela participação em um ato contra a privatização da estatal. A demissão ocorreu na última quarta-feira (12). Segundo informações do Sindurb, Gerson Francisco dos Santos Junior foi desligado após a instauração […]

Nesta segunda-feira (17), servidores da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) fazem um ato de protesto contra a demissão de um dirigente do Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco (Sindurb-PE) pela participação em um ato contra a privatização da estatal. A demissão ocorreu na última quarta-feira (12).

Segundo informações do Sindurb, Gerson Francisco dos Santos Junior foi desligado após a instauração de um Processo de Sindicância para apurar sua conduta. Segundo a direção da empresa, ele protestou contra o processo de venda do setor elétrico, ao lado de vários outros funcionários, na festa de aniversário da Chesf, o que teria ferido as normas internas da companhia.

O deputado federal Danilo Cabral, presidente da Frente Parlamentar Nacional em Defesa da Chesf, condenou a demissão. “Nossa luta contra a privatização da Chesf não vai se intimidar com medidas autoritárias da direção da empresa”, afirmou.

Para o dirigente sindical da Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste (Frune), Fernando Neves, a decisão arbitrária e sem justificativa legal dos dirigentes da empresa, é uma clara tentativa de intimidação aos trabalhadores e trabalhadoras da Chesf. “É inadmissível essa postura autoritária e abusiva por parte da empresa. Não podemos tolerar uma postura totalmente absurda e ilegal como essa”, disse, ressaltando que medidas serão tomadas para reverter a decisão.

O dirigente explica que a CLT, em seu artigo 543, prevê estabilidade no emprego para os trabalhadores que ocupam cargos de representação sindical, desde o registro da candidatura até um ano após o mandato. A única ressalva para demissão seria em caso de “falta grave devidamente apurada nos termos da Consolidação”, segundo o inciso terceiro.

O protesto será realizado às 7h em frente à sede da Chesf.

SJE: TRE indefere pedido do União Brasil para suspender a decisão que cassou vereadores

O desembargador Fernando Braga Damasceno negou mandado de segurança com pedido liminar, impetrado por Doido de Zé Vicente, Luiz de Raimundo, Patrícia de Bacana, Prato de Papa, Tadeu do Hospital e Tiinho pela sentença da juíza Tayná Prado, que, reconhecendo a “pratica de fraude à cota de gênero nas eleições proporcionais de 2024 no município […]

O desembargador Fernando Braga Damasceno negou mandado de segurança com pedido liminar, impetrado por Doido de Zé Vicente, Luiz de Raimundo, Patrícia de Bacana, Prato de Papa, Tadeu do Hospital e Tiinho pela sentença da juíza Tayná Prado, que, reconhecendo a “pratica de fraude à cota de gênero nas eleições proporcionais de 2024 no município de São José do Egito”, cassou o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários – DRAP do partido União Brasil, assim como os diplomas de todos os candidatos vinculados ao partido.

Discordam do imediato cumprimento da sentença, e defendem.o esgotamento dos recursos.

Mas, diz o desembargador, o art. 257, §2º, do Código Eleitoral, prescreve que, para sentenças da espécie – proferida na aludida AIJE –, ou seja, que impõem cassação de registro/diploma ou a perda de mandato eletivo, “o recurso eventualmente interposto possui EFEITO SUSPENSIVO OPE LEGIS”, incidindo nesse aspecto violação a seu direito líquido e certo, que emerge, portanto, do aludido preceito. Defendem então que “o ato ora impugnado viola o direito líquido e certo dos Impetrantes no que concerne à necessidade de manutenção do diploma destes até que haja o julgamento definitivo do processo.

 “Não se afigura admissível a impetração de mandado de segurança para atacar decisões judiciais das quais caibam recurso com efeito suspensivo, seja quando o efeito for inerente ao recurso, seja quando houver a possibilidade de sua atribuição por autorização legal. Precedentes. A perda de mandato eletivo no âmbito de processo de desfiliação partidária opera-se de forma imediata, consoante arts. 10, da Resolução TSE n.º 22.610/2007 e art. 257, § 1º, do Código Eleitoral. Ausência de teratologia ou manifesta ilegalidade”, concluiu.

Clique aqui e veja a decisão.

Arcoverde: em reunião com Sindicato, vereadores criticam projeto confuso do piso

Folha das Cidades No dia seguinte à sessão ordinária da Casa James Pacheco que adiou a votação do Projeto de Lei que reajustava o Piso Nacional dos Professores da Educação Básica devido a falhas, vereadores se reuniram, com o Sindicato da categoria. Participaram Weverton Siqueira, o Siqueirinha (PSB), presidente da Casa, Rodrigo Roa (Avante), Célia […]

Folha das Cidades

No dia seguinte à sessão ordinária da Casa James Pacheco que adiou a votação do Projeto de Lei que reajustava o Piso Nacional dos Professores da Educação Básica devido a falhas, vereadores se reuniram, com o Sindicato da categoria.

Participaram Weverton Siqueira, o Siqueirinha (PSB), presidente da Casa, Rodrigo Roa (Avante), Célia Galindo (PSB) e Zirleide Monteiro (PTB), que pediu vistas. O encontro foi com os representantes do SINTEMA, o sindicato dos servidores municipais.

Na pauta da reunião as propostas de emendas ao projeto que visam dar mais clareza e garantias de que o reajuste de 33,24% seja extensivo a todas as faixas do Plano de Cargos e Carreiras do Magistério. Pelo projeto inicial, não havia clareza quanto a isso, apenas o reajuste do Piso Nacional de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,63. Logo após a reunião, os parlamentares e integrantes do sindicato levaram à Secretaria de Gabinete do prefeito as propostas de modificação.

Para marcar o encontro, os quatro vereadores gravaram um vídeo conjunto e estão veiculando em suas redes sociais. Nele, o presidente da casa legislativa, Siqueirinha (PSB), diz que o projeto enviado pelo prefeito Wellington Maciel foi um “mau exemplo” e de como se governa de costas para o povo, afirmando que o projeto é inaceitável.

A vereadora Zirleide Monteiro (PTB) diz que o projeto do prefeito “é uma farsa” já que não dá o reajuste de 33,24% a todas as faixas de professores do Plano de Cargos e Carreiras, ressaltando que vários professores ficariam sem aumento.

Já Célia Galindo, vereadora do PSB, lembra que o prefeito atrasou quase um mês para enviar a proposta combinada com os professores para a Câmara e que, mesmo assim, mandou a lei sem todos os detalhes escritos sobre o reajuste, afirmando que confia na escrita e não nas palavras, ao referir-se a lei corrigida.

Pro fim, o vereador Rodrigo Roa (Avante), criticou o projeto enviado pelo prefeito Wellington dizendo que ele trata os professores como se fossem “professores de primeira, segunda e terceira categoria” aonde uns recebem alguma coisa, outros recebem pouco e outros não iriam receber nada com o projeto enviado.