Ao contrário de aliados, João Campos não critica pesquisa. “Meu pai largou com 3%”
Por Nill Júnior
Do Farol de Notícias
O pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), visitou Serra Talhada, nesta sexta-feira (29), e participou da entrega de 75 veículos doados pelo Ministério da Saúde, para municípios da região, inclusive, para Serra Talhada. Ao lado da prefeita Márcia Conrado, e de prefeitos aliados, Campos acabou insinuando que a sua principal rival, a governadora Raquel Lyra, faz perseguição política.
“Aqui está um time, que não sai de casa para perseguir ninguém, não sai de casa para briga pequena, mas sai de casa para fazer o dever que deve ser feito, para cuidar do povo pequeno, generoso e que precisa. Quando eu estava entrando aqui, um senhor me chamou, olhou nos meus olhos e disse: ‘Seu avô apagou o candeeiro de onde eu morava”. E na hora eu pensei: ‘Meu Deus, a luta vem de muito tempo’, a forma muda, a forma muda. Imagina se o Doutor Arraes tivesse Instagram, fizesse uma live, era outro tempo, não tinha isso”, disse o ex-prefeito do Recife.
Ainda durante o discurso, João Campos disse que a forma de olhar do PSB é diferente, em especial, em defesa dos mais humildes. “Se é para fazer para o grande ou para o pequeno, se é para fazer para o que muito tem, ou para o que pouco tem, a gente vai estender a mão para o que tem pouco. E nós vamos estar ao lado do trabalhador, do homem do campo, das pessoas da periferia sempre. Isso que a gente está fazendo aqui hoje é um compromisso disso”, cravou.
PESQUISA
Durante uma breve coletiva de imprensa, João Campos foi provocado pelo Farol a comentar os números da última pesquisa Datafolha, em que a governadora abre cinco pontos de frente. Porém, o instituto avalia como empate técnico.
“Eu vi lá atrás meu pai (Eduardo Campos) com 3% sair candidato a governador. Ninguém acreditava na vitória dele, ele teve uma grande votação. Eu vi em 2020 muita gente duvidar da nossa vitória. Nós fomos lá e ganhamos as eleições. Então, a gente está muito feliz, animado, disposto e certo de que o que o povo espera é construir futuro e que possa ter representação e trabalho de verdade”.
A candidata a Deputada Estadual Aline Mariano (PSDB) tem agenda cheia nestas sexta e sábado em Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Nos dois atos, estará acompanhada do candidato a Federal Tadeu Alencar (PSB). Nesta sexta, Aline e Tadeu participam de um evento para correligionários na AABB, a partir das 19h.Participarão do evento nomes que dão […]
Aline, ao lado do candidato Paulo Câmara na inauguração de seu Comitê no Recife. Hoje estará em Afogados.
A candidata a Deputada Estadual Aline Mariano (PSDB) tem agenda cheia nestas sexta e sábado em Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Nos dois atos, estará acompanhada do candidato a Federal Tadeu Alencar (PSB).
Nesta sexta, Aline e Tadeu participam de um evento para correligionários na AABB, a partir das 19h.Participarão do evento nomes que dão sustentação à sua campanha e militantes, como o Presidente da Câmara de Vereadores d município, Augusto Martins (PTB).
Tadeu Alencar vem hoje a Afogados acompanhando Aline
Neste sábado, a programação deverá começar às oito da manhã, com concentração nos Correios e caminhada pela feira livre do município. Em seguida, com previsão para as dez da manhã, Aline inaugura o Comitê que fica na Praça Arruda Câmara, ao lado da Catedral.
A inauguração do Comitê 45555 como está sendo chamado será oportunidade para que Aline apresente diretrizes de suas propostas para a região do Pajeú nas áreas de infra-estrutura, Direito da Mulher, Educação e Saúde, segundo informações de sua Assessoria.
Também há previsão de lançamento de uma música de campanha assinada pelo forrozeiro Petrúcio Amorim.
Nesta quinta, houve a inauguração do comitê de Aline na Estrada dos Remédios, 2287, na Madalena, Recife.
Na ocasião estiveram presentes os candidatos da chapa majoritária Paulo Câmara, Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho, além do candidato a federal Felipe Carreras, que faz dobradinha na capital com Aline, e ainda vários suplentes de vereador do Recife e da região metropolitana.
Líder do governo e relator da PEC, Fernando Bezerra Coelho conversa com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O Plenário do Senado aprovou, por 61 votos a favor, 10 contra e 1 abstenção, nesta quinta-feira (2), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 23/2021. A PEC dos Precatórios, como ficou conhecida, abre no Orçamento da […]
Líder do governo e relator da PEC, Fernando Bezerra Coelho conversa com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O Plenário do Senado aprovou, por 61 votos a favor, 10 contra e 1 abstenção, nesta quinta-feira (2), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 23/2021. A PEC dos Precatórios, como ficou conhecida, abre no Orçamento da União de 2022 um espaço fiscal estimado em R$ 106 bilhões para bancar R$ 400 mensais aos beneficiários do Auxílio Brasil — programa de transferência de renda sucessor do Bolsa Família — por meio da mudança da fórmula de cálculo do teto de gastos imposto pela Emenda Constitucional 95, de 2016, e da criação de um subteto para o pagamento de precatórios, as dívidas da União e dos entes federativos oriundas de sentenças judiciais definitivas.
A proposta retorna à Câmara dos Deputados.
Na sessão desta quinta-feira, o relator da PEC, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, fez a leitura da última versão de seu parecer, que incorporou várias sugestões dos senadores. Entre elas, ressaltou a inclusão na Constituição de um dispositivo assegurando que “todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social terá direito a uma renda básica familiar”. A “perenização” desse tipo de programa foi uma das maiores preocupações dos senadores durante a discussão da PEC.
Outra alteração do texto garantiu que até 2026 o espaço fiscal aberto será totalmente vinculado a gastos sociais (programa de transferência de renda, saúde, Previdência Social e assistência social). Senadores expressaram receio de que uma eventual sobra seja utilizada pelo governo para gastos eleitorais.
— Assim, todo o esforço feito pelo Congresso Nacional na busca de recursos estará vinculado às finalidades sociais mais urgentes neste momento de crise — ressaltou o líder do governo.
Bezerra também acolheu proposta da senadora Simone Tebet (MDB-MS), reduzindo de 2036 para 2026 o prazo de vigência do subteto dos precatórios (ou seja, o valor máximo anual que o governo pagará sem parcelamento). Segundo o relator, isso dará “tempo suficiente para o Executivo melhor acompanhar o processo de apuração e formação dos precatórios e seus riscos fiscais, sem criar um passivo de ainda mais difícil execução orçamentária”.
Pouco antes da votação, o líder do governo reconheceu argumentos de Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e de outros senadores e anunciou dois complementos de voto: o acréscimo de um inciso no texto para uma “leitura mais clara de que o encadeamento da vinculação do espaço fiscal aberto estaria atendido” e a supressão de uma frase do artigo 4º, para evitar uma interpretação de que os gastos com saúde poderiam ser excluídos do teto de gastos constitucional.
O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), saudou a inclusão na versão final do texto de emendas criando uma comissão mista para fazer uma auditoria dos precatórios e garantindo prioridade aos precatórios relativos ao pagamento de abono salarial à categoria dos professores.
— Meu partido entende que talvez este não seja o texto ideal. Mas é muito melhor termos uma resposta imediata à fome, e um alto controle [sobre a transparência dos precatórios], em parceria com o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal de Contas da União — afirmou.
Substitutivo
Autores de um substitutivo que propunha outra solução para a criação do espaço fiscal — excluir os precatórios do teto de gastos, excepcionalmente, em 2022 —, Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e José Aníbal (PSDB-SP), declararam apoio à aprovação do texto, mesmo tendo trabalhado por outra fórmula que financiasse o programa de transferência de renda.
— O Brasil terá como resposta do Senado um texto suficiente para atender as exigências de hoje — disse Alessandro.
Todos os senadores que se pronunciaram na sessão declararam apoio ao Auxílio Brasil. Álvaro Dias (Podemos-PR) disse que o Auxílio Brasil deveria atingir 20 milhões de famílias, e não 17 milhões, como previsto. Esperidião Amin (PP-SC) citou estudo segundo o qual dez emendas constitucionais já trataram de precatórios no passado.
Senadores do governo, da oposição e independentes louvaram na tribuna o trabalho de negociação desempenhado pelo líder do governo. Bezerra agradeceu especificamente aos senadores Eduardo Braga, Davi Alcolumbre (DEM-AP), Esperidião Amin, Antonio Anastasia (PSD-MG), Otto Alencar (PSD-BA), Carlos Portinho (PL-RJ), Marcos Rogério (DEM-RO), Carlos Fávaro (PSD-MT), Rogério Carvalho (PT-SE) e Jaques Wagner (PT-BA) pelas contribuições.
Desmembramento
Diversos senadores, como Zenaide Maia (Pros-RN) e Izalci Lucas (PSDB-DF) cobraram do líder do governo e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a obtenção junto à Câmara dos Deputados do compromisso de que será mantido o texto aprovado pelo Senado.
Simone advertiu para o risco de “desmembramento” da PEC na Câmara, que poderia levar à promulgação de uma emenda sem os aprimoramentos feitos pelos senadores.
— Embora a redação possa não ser a ideal, queremos o compromisso: que lá [na Câmara] eles não tirem aquilo que é primordial, que é a vinculação de todo o espaço fiscal única e exclusivamente para a seguridade social. Infelizmente já tivemos situações adversas — cobrou a senadora. As informações são da Agência Senado
A Prefeitura de Salgueiro, abriu um concurso público com 802 vagas (sendo 72 para preenchimento imediato e as demais para cadastro reserva) para candidatos com escolaridade de nível médio/técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.235 até R$ 10.513, a depender do cargo pretendido. Os candidatos serão selecionados através da realização de provas objetivas […]
A Prefeitura de Salgueiro, abriu um concurso público com 802 vagas (sendo 72 para preenchimento imediato e as demais para cadastro reserva) para candidatos com escolaridade de nível médio/técnico e superior.
Os salários variam de R$ 1.235 até R$ 10.513, a depender do cargo pretendido. Os candidatos serão selecionados através da realização de provas objetivas e avaliação de títulos.
No nível superior, h á oportunidades para os cargos de médico e professor da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental.
Já no nível médio/técnico, as vagas são para agente comunitário de saúde e auxiliar de saúde bucal. As inscrições devem ser feitas através do site da banca organizadora até o dia 15 de março e custam de R$ 75 a R$ 130, a depender do cargo pretendido.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou neste sábado, 19 de setembro, que até às 18 horas, foram confirmados mais cinco casos de Covid-19 e quatro curados. São 1.395 casos confirmados, duzentos e sessenta suspeitos, três mil cento e cinquenta e 3.152 descartados. Ainda quarenta e oito óbitos e 1.060 recuperados. De acordo com a repartição […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou neste sábado, 19 de setembro, que até às 18 horas, foram confirmados mais cinco casos de Covid-19 e quatro curados.
São 1.395 casos confirmados, duzentos e sessenta suspeitos, três mil cento e cinquenta e 3.152 descartados. Ainda quarenta e oito óbitos e 1.060 recuperados.
De acordo com a repartição municipal, a taxa de recuperação dos casos confirmados atualmente é de 74,25%, enquanto que a taxa de letalidade está em 3,52%. Estão sendo testadas aproximadamente 100 pessoas por dia. Arcoverde está tendo nos resultados de testagens promovidas, o seu maior número de casos positivos ultimamente.
Vale lembrar, que dentro dos 1.395 confirmados, estão contabilizados os 48 óbitos e 1.060 curados. No total, a cidade tem um paciente na UTI e cinco pacientes internados em enfermaria.
No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, não há paciente de Arcoverde na UTI e dois estão na enfermaria. No Hospital de Campanha há três internados. No Hospital Memorial Arcoverde há um paciente na UTI. Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade, foram abordados 375 carros de fora.
Candidato a governador da Frente Pernambuco de Luta marcou presença em ato pela redução da jornada de trabalho O comunicador Ivan Moraes, candidato a governador da Frente Pernambuco de Luta, anunciou que, num futuro governo seu, não haverá contratações públicas de empresas que praticam a escala 6×1. A afirmação foi feita em ato pela redução […]
Candidato a governador da Frente Pernambuco de Luta marcou presença em ato pela redução da jornada de trabalho
O comunicador Ivan Moraes, candidato a governador da Frente Pernambuco de Luta, anunciou que, num futuro governo seu, não haverá contratações públicas de empresas que praticam a escala 6×1. A afirmação foi feita em ato pela redução da jornada de trabalho realizado nesta semana, em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco.
“Eu desafio a governadora Raquel Lyra. Que tal se o governo do estado não contratar mais empresas que permanecem com a escala 6×1?”, disparou o candidato do PSOL em discurso.
O comunicador informou que a escala 6×1 está deixando de existir em vários lugares do mundo. Mas, no Brasil, o Senado tem sido uma barreira para essa efetivação.
“Depois de muita luta, a Câmara dos deputados já aprovou o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de 44 pra 40 horas semanais. Esse projeto agora está no Senado, e o presidente da casa legislativa está sentado em cima dizendo que não vota até passar o processo eleitoral. Isso é um grande absurdo. A gente precisa continuar na luta”, defendeu Ivan Moraes.
Estiveram presentes no ato, além do candidato a governador, Daniel Valença (PSOL), Ivete Caetano (PT), Jô Cavalcanti (PSOL) e João Paulo (PT), pré-candidatos a deputado estadual; Paulo Rubem Santiago, pré-candidato ao Senado Federal pela Frente Pernambuco de Luta; além de outras lideranças.
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