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Posse de Dilma terá presença de pelo menos 13 chefes de governo

Por Nill Júnior

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A cerimônia de posse da presidente reeleita  Dilma Rousseff, que será realizada nesta quinta-feira (1º), em Brasília, contará com a presença de, ao menos, 27 chefes ou vice-chefes governo. Segundo o Palácio do Itamaraty, até o momento, confirmaram participação na solenidade 13 chefes de governo e 14 vice-chefes.

Os 13 que confirmaram presença são José Mujica (Urugai), Tabaré Vasquez (presidente eleito do Uruguai),  Evo Morales (Bolívia), Horacio Cartes (Paraguai), Nicolás Maduro (Venezuela),Michelle Bachelet (Chile), Luis Guillermo Solís (Costa Rica) Stefan Löfven (Suécia), Abdelilah Benkirane (Marrocos), John Dramani Mahama (Gana), José Mário Vaz (Guiné-Bissau), Vicente Ehate Tomi (Guiné Equatorial) e Ivar Asjes (Países Baixos).

Também estarão presentes 14 vices, entre os quais o dos Estados Unidos, Joe Biden; da China, Li Yuanchao; da Rússia, Alexander Torshin; do Peru, Marisol Espinoza; da Colômbia, Angelino Garzón; e da Argentina, Amado Boudou. A presidente argentinaCristina Kirchner suspendeu a viagem ao Brasil para a posse da colega brasileira em razão de uma fratura no tornozelo esquerdo.

Ela sofreu a fratura na última sexta-feira (26), enquanto descansava em sua residência de Río Gallegos, localizada 2,8 mil quilômetros ao sul de Buenos Aires. Devido ao problema no tornozelo, Cristina também suspendeu uma viagem que faria ao Vaticano em janeiro para se reunir com o papa Francisco.

O Itamaraty ressalvou que a lista de confirmação das autoridades estrangeiras poderá sofrer alterações até o horário da cerimônia, marcada para se iniciar às 14h45 desta quinta.

Em 2011, ano em que Dilma foi empossada pela primeira vez, 19 países mandaram presidente ou primeiro-ministro, fora outros ministros e embaixadores. Na ocasião, a cerimônia teve a presença da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e do ex-presidente da Venezuela Hugo Chavez, que morreu em 2013.

Outras Notícias

Nova crise institucional se instala em Brasília. Criticado, Gilmar Mendes nega querer blindar STF

No comentário desta sexta-feira (5), Nill Júnior analisa a decisão polêmica do ministro Gilmar Mendes, que mudou as regras para pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. A medida gerou forte reação no Congresso, que acusa o STF de invadir prerrogativas do Legislativo. Nill destaca que o tema é sensível: de um lado, havia banalização […]

No comentário desta sexta-feira (5), Nill Júnior analisa a decisão polêmica do ministro Gilmar Mendes, que mudou as regras para pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. A medida gerou forte reação no Congresso, que acusa o STF de invadir prerrogativas do Legislativo.

Nill destaca que o tema é sensível: de um lado, havia banalização dos pedidos de impeachment movidos por motivações ideológicas; de outro, o Congresso tenta pressionar ministros que fiscalizam emendas, corrupção e atos antidemocráticos. Um embate que revela fragilidades e excessos dos dois lados da Praça dos Três Poderes.

A discussão agora vai ao plenário do STF, e o resultado deve redefinir o equilíbrio institucional entre Supremo e Congresso — justamente em um momento em que o país convive com o pior Parlamento de sua história.

 

Sebastião Oliveira justifica porque votará a favor de Temer: “para prefeitos, melhor momento em 12 anos”

O Deputado Federal Sebastião Oliveira (PR), que se licenciou da Secretaria de Transportes do estado, revelou ao jornalista Magno Martins porque votará pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer. Havia receio de que Oliveira se abstivesse, mas o Deputado resolveu assumir o voto em defesa do peemedebista.  “Primeiro porque sou um deputado municipalista. […]

O Deputado Federal Sebastião Oliveira (PR), que se licenciou da Secretaria de Transportes do estado, revelou ao jornalista Magno Martins porque votará pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer.

Havia receio de que Oliveira se abstivesse, mas o Deputado resolveu assumir o voto em defesa do peemedebista.

 “Primeiro porque sou um deputado municipalista. Meus prefeitos todos atestam que nunca houve últimos  nos 12 anos um momento melhor nos repasses dos recursos federais para Prefeituras. Segundo pela estabilidade política e econômica para o país. E terceiro, porque os investimentos na área de transporte do Governo Federal tem sido vultosos para Pernambuco”, disse.

Perguntado se o governo leva vantagem e tem a denúncia arquivada pelo Congresso, Oliveira disse que sim. “Sim, acho que sim até com boa facilidade. O governo quer virar essa página e votar a pauta que o Brasil precisa que é a pauta das reformas”.

Em abril do ano passado, Sebastião afastou-se da Secretaria de Transportes de Pernambuco e se absteve na votação do Impeachment da presidente Dilma Roussef.

No voto, Sebastião lembrou que, em 2014, votou em Marina e no ex-governador Eduardo Campos e disse que, em respeito ao PR, iria se abster.

Ouça abaixo a justificativa de Sebastião para não aceitar a denúncia contra Temer:

Raquel Lyra mantém gerentes de educação e saúde nos cargos por mais dois meses

Decreto diz que governo precisa de mais tempo para substituir estes comissionados, nomeados ainda na gestão Paulo Câmara. A governadora Raquel Lyra (PSDB) vai manter nos cargos por mais dois meses, até o final de março, os gerentes regionais de educação e de saúde nomeados na gestão Paulo Câmara (PSB). Um decreto publicado no Diário […]

Decreto diz que governo precisa de mais tempo para substituir estes comissionados, nomeados ainda na gestão Paulo Câmara.

A governadora Raquel Lyra (PSDB) vai manter nos cargos por mais dois meses, até o final de março, os gerentes regionais de educação e de saúde nomeados na gestão Paulo Câmara (PSB). Um decreto publicado no Diário Oficial desta quinta (26) informa que o governo precisa de mais prazo para escolher os substitutos para essas funções.

Quando exonerou os trabalhadores em cargos comissionados, logo após tomar posse, a governadora já havia decidido manter esses gerentes nos cargos por um mês, para evitar interrupção nos serviços de saúde e educação. O primeiro prazo estabelecido estava perto do fim.

A exoneração dos comissionados e a exigência de que servidores cedidos a outros órgãos se reapresentassem causou polêmica e dúvidas. As informações são do G1.

Raquel Lyra nega perseguição política e afirma que Polícia Civil agiu dentro da legalidade

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, comentou as denúncias de que a Polícia Civil teria sido utilizada para uma suposta perseguição política. Em declaração divulgada em vídeo, a chefe do Executivo estadual afirmou que a atuação da corporação ocorreu dentro dos parâmetros legais e teve como base uma denúncia considerada grave. Segundo Raquel Lyra, a […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, comentou as denúncias de que a Polícia Civil teria sido utilizada para uma suposta perseguição política. Em declaração divulgada em vídeo, a chefe do Executivo estadual afirmou que a atuação da corporação ocorreu dentro dos parâmetros legais e teve como base uma denúncia considerada grave.

Segundo Raquel Lyra, a polícia recebeu uma denúncia de corrupção e adotou os procedimentos previstos em lei. A governadora destacou que o governo estadual respeita a legislação e atua para garantir transparência e autonomia das instituições.

“A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção e fez o seu papel de investigação dentro da legalidade”, afirmou. Na fala, a governadora ressaltou ainda que, no entendimento da gestão, ninguém está acima da lei e que o combate à corrupção deve ser permanente.

Raquel Lyra concluiu dizendo que a apuração conduzida pela Polícia Civil teve como objetivo investigar os fatos denunciados, reforçando que a atuação da corporação seguiu os trâmites legais.

Opinião: caso Yasmin levanta debate sobre maioridade penal e papel da imprensa

A morte da pequena Yasmin Pereira,  de apenas 6 anos, choca a região. Os requintes de crueldade e os detalhes do caso indicam que a menina sofreu violência sexual e física. No sepultamento,  um familiar pediu justiça e puxou uma reflexão sobre a redução da maioridade penal. De fato,  para crimes hediondos,  é necessário discutir […]

A morte da pequena Yasmin Pereira,  de apenas 6 anos, choca a região.

Os requintes de crueldade e os detalhes do caso indicam que a menina sofreu violência sexual e física.

No sepultamento,  um familiar pediu justiça e puxou uma reflexão sobre a redução da maioridade penal. De fato,  para crimes hediondos,  é necessário discutir se não seria o momento de avaliar a redução da maioridade penal,  assim como é na hora de exercer o direito de voto.

Outra reflexão tem relação com o papel da imprensa nessas coberturas. Imagens de adolescentes circularam as redes sociais. Pelo que a polícia divulgou até agora, dos três adolescentes foram soltos e um é investigado.

A divulgação das imagens entretanto tem gerado a presença de pessoas de moto rondando as casas dos que tiveram autoria descartada. Veja o comentário de hoje: