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Em Tabira se a eleição fosse hoje a vice-prefeita Genedy e o médico Alan Xavier garantem que não votariam mais no prefeito Sebastião Dias

Por Nill Júnior

SAMSUNG CSC

por Anchieta Santos

O bombardeio da vice-prefeita Genedy Brito e o médico Alan Xavier contra a administração do Prefeito Sebastião Dias continua. Nesta quinta (31) a dupla esteve no Programa Cidade Alerta da Cidade FM. Genedy deixou claro que só cobrou participação no governo porque o compromisso foi assumido e esquecido pelo gestor.

Questionada se a insatisfação de Sebastião se deu porque ela havia anunciado em pleno discurso de posse que disputaria a sucessão municipal, Genedy rebateu dizendo que tem gravado onde disse apenas: “Fui a 1ª mulher presidente da Câmara de vereadores, a 1ª mulher vice-prefeita, quem sabe se não serei a 1ª mulher prefeita de Tabira?” – a você acha que alguém distorceu suas palavras para gerar o conflito. Ratificou a permanência no grupo, só que em Sebastião não vota nunca mais.

Em um ano e 07 meses de governo ela disse não ter sido ouvida pra nada. Genedy enfrentou duas dificuldades durante a entrevista. 1º quando um ouvinte sugeriu que como ela não atua como vice, poderia passar o salário para a ADET (Associação dos Deficientes de Tabira) e a 2ª quando questionada se por estar arrependida de ter votado no poeta e a eleição fosse hoje em quem votaria? – Nas duas provocações a vice-prefeita não respondeu a 1ª e a segunda depois de silenciar por alguns minutos admitiu que votaria em Dinca.

Já o Dr. Alan Xavier que foi diretor clinico do hospital e teve a esposa Geneicka Brito como secretária de saúde, disse que a administração escalou uma pessoa com o firme proposito de fiscalizar e podar o trabalho do casal na saúde. Reclamou da falta de solidariedade do gestor a equipe de saúde e garantiu que tudo foi feito para desestabilizar o trabalho. Xavier acusou o próprio governo de boicotar o trabalho da saúde. Também mostrou-se arrependido de ter votado no atual prefeito. Ao final lamentou a situação do Hospital que mesmo tendo sido reformado não oferece o atendimento que a população merece.

Tanto Dr. Alan como Genedy deixaram nas entrelinhas a possibilidade de no futuro disputarem a prefeitura de Tabira.

Outras Notícias

Jornalista é roubado dentro de ônibus da Progresso na Rodoviária de Petrolina

Caso revela insegurança no Terminal Rodoviário de Petrolina e descaso da Progresso para com a segurança no interior dos veículos e com os passageiros, reclama jornalista O jornalista Paulo Emílio Gonçalves Moreira teve seus pertences furtado do interior do ônibus da Progresso que faz a linha Petrolina-Recife momentos antes de embarcar para a capital pernambucana. […]

Caso revela insegurança no Terminal Rodoviário de Petrolina e descaso da Progresso para com a segurança no interior dos veículos e com os passageiros, reclama jornalista

O jornalista Paulo Emílio Gonçalves Moreira teve seus pertences furtado do interior do ônibus da Progresso que faz a linha Petrolina-Recife momentos antes de embarcar para a capital pernambucana. O caso aconteceu por volta 19h45 da segunda-feira (21) quando ele desceu do ônibus para pagar a taxa de excesso de bagagem no guichê da empresa. O crime aconteceu em menos de 5 minutos, revelando a insegurança do terminal e a displicência da companhia de transporte rodoviário para com seus passageiros.

“Cheguei ao terminal, peguei um carregador para me ajudar com as bagagens e me dirigi até a área de embarque. Lá chegando, só tive acesso após mostrar minha passagem, o que foi feito. O veículo chegou poucos minutos depois e fui despachar bagagem. Novamente, mostrei a passagem e a bagagem maior foi colocada na área de carga do ônibus. Para subir no ônibus, tive que mostrar passagem e identidade. Então, subi e coloquei a mochila na parte interna, no bagageiro acima da cadeira. Fui informado então que teria que pagar o excesso de bagagem. Bom, você vê segurança para acessar o terminal; havia um preposto da empresa pedindo documentos e passagem para acessar o ônibus e acredita que está seguro. Fui ao guichê, paguei e quando voltei a mochila havia desaparecido”, disse Paulo Emílio. Na mochila estavam um laptop com informações de trabalho, um HD externo, além de carregadores de celular e do computador, livros, revistas, cabos, bloco de anotações, além de objetos pessoais.

O alarme foi dado e um homem, ao ver o que estava acontecendo, disse ter visto um sujeito trajando uma camisa clara descer do ônibus com a mochila nas costas. O suspeito saiu pelo portão que é utilizado pelos ônibus para deixarem o terminal sem ser incomodado. O jornalista, junto com outras pessoas, ainda percorreu o entorno do terminal, mas não conseguiu localizar o suspeito. O portão está escancarado há messes, segundo as pessoas que trabalham no terminal, devido a um acidente. O reparo nunca foi feito, o que permite o acesso de pessoas não autorizadas à área de embarque e desembarque a qualquer momento.
A Polícia Militar (PM) foi acionada e chegou pouco depois.

“O preposto da empresa disse na frente dos PMs que a empresa não se responsabilizava. Ora, se eu, passageiro, para entrar tive que me identificar, mostrar passagem, documento, como alguém sem isso consegue acessar o interior do veículo? Ele então disse que é ‘muito comum que pessoas subam para ajudar alguém, que isso é costume aqui em Petrolina”. Ora, isso vai contra todas as normas de segurança que a própria empresa tomou para o embarque dos passageiros. Alguém alheio, sem passagem, foi autorizado a entrar no ônibus, o que possibilitou o ocorrido. E se houvesse ocorrido algo mais que furto? Uma agressão ou algo pior?”, questiona o jornalista.

Ao solicitar as imagens da câmera de acesso que ficam na entrada do veículo, a informação recebida foi que isso teria que ser solicitado por meio do SAC e, também, à ouvidoria de empresa para que o caso fosse “avaliado” em Recife. Diante dos questionamentos também sobre as câmeras do terminal, a informação foi de que existe uma câmera na área de desembarque, mas não na de embarque e que as imagens teriam que ser solicitadas à empresa responsável, que estaria localizada em São Paulo. Nenhum funcionário responsável pelo terminal foi localizado no momento da ocorrência.

Ao ser procurada, a empresa informou que não se responsabiliza por objetos no interior dos veículos e que a gravação do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor – que também funciona como ouvidoria – seria disponibiliza em até 72horas. A companhia, porém, não informou se as imagens da câmera do interior do ônibus serão disponibilizadas.

A área em redor do terminal, segundo relatos de populares e transeuntes, vem sendo palco constante de tráfico de drogas, podendo o comércio ilícito ser constatado livremente – sobretudo à noite -, além de diversos usuários de drogas como o crack circularem livremente pelo local sem serem incomodados. Também há relatos de ameaças, até de tentativas de agressão contra as pessoas que utilizam o terminal. O caso foi registrado na Delegacia de Plantão da 213ª Circunscrição (Ouro Preto).

Sertão do Pajeú notifica 132 novos casos de Covid-19 em 24h

Região soma 360 casos ativos da doença Por André Luis Nesta quarta-feira (12), os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de Saúde dos municípios do Pajeú, mostraram a continuidade do aumento de casos na região. Das dezessete cidades do Pajeú, dez registraram novos casos nas últimas 24h. O consolidado dos boletins das dez cidades apontaram um […]

Região soma 360 casos ativos da doença

Por André Luis

Nesta quarta-feira (12), os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de Saúde dos municípios do Pajeú, mostraram a continuidade do aumento de casos na região. Das dezessete cidades do Pajeú, dez registraram novos casos nas últimas 24h.

O consolidado dos boletins das dez cidades apontaram um total de 132 novos casos positivos, 17 casos recuperados e nenhum novo óbito. 

Foram oito novos casos em Afogados da Ingazeira, três em Carnaíba, dois em Iguaracy, um em Ingazeira, dois em Quixaba, quarenta e três em São José do Egito, trinta e cinco em Serra Talhada, trinta e quatro em Tabira, Três em Triunfo e um em Tuparetama.

Apenas Brejinho, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão, não registraram novos casos da doença. Já Calumbi, Flores, Itapetim e Santa Terezinha não divulgaram boletim epidemiológico.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 35.016 casos confirmados, 33.984 recuperados (97,05%), 672 óbitos e 360 casos ativos da doença.

Marília reforça compromisso e investimentos na Saúde e abastecimento de água

Em entrevista à Rádio Cidade FM, de Caruaru, nesta sexta-feira (6), a pré-candidata a Governo de Pernambuco, Marília Arraes, voltou a falar sobre o seu compromisso com a Saúde do estado. Uma das principais propostas de Marília será em relação às UPAS e às UPAE’s.  “Vamos concluir a construção das duas UPAS que o governo […]

Em entrevista à Rádio Cidade FM, de Caruaru, nesta sexta-feira (6), a pré-candidata a Governo de Pernambuco, Marília Arraes, voltou a falar sobre o seu compromisso com a Saúde do estado. Uma das principais propostas de Marília será em relação às UPAS e às UPAE’s. 

“Vamos concluir a construção das duas UPAS que o governo do PSB deixou inacabadas, que são as de Escada e Carpina, e também vamos garantir que a população tenha acesso a marcação de exames laboratoriais e de média complexidades nas UPAE’s. Mais de 50% das pessoas que vão até as UPAE’s não retornam porque não têm acesso aos exames”, afirma Marília. 

A pré-candidata também reforçou o seu compromisso com o fim da fila de cirurgias eletivas em Pernambuco. “Eu me comprometo em zerar essa fila no primeiro ano do meu mandato. Para isso acontecer, é preciso valorizar os profissionais, ter uma boa gestão e muito respeito com a população.”

Marília também falou sobre o descaso do governo de Paulo Câmara e do PSB com as quatro macrorregiões de atendimento à saúde espalhadas pelo estado. “A unidade que seria construída em Petrolina não saiu do papel, a de Serra Talhada está inacabada, a de Caruaru vive lotada, por isso as pessoas são obrigadas a vir para o Recife. Temos o compromisso em concluir o hospital de Serra e construir o de Petrolina com as especialidades em cada unidade.”

Abastecimento de água

Durante a entrevista à Rádio Cidade, Marília falou sobre a falta de vontade política do Governo do Estado em resolver o abastecimento de água para a população. “O estado precisa investir na Compesa. A Compesa é uma empresa que tem como objetivo o desenvolvimento social e não o lucro. O estado precisa ter capacidade de investir na empresa.”

“Assim como Miguel Arraes teve o compromisso de eletrificar todo o estado, nós temos o objetivo de dar a oportunidade das pessoas terem água na torneira de forma digna. Só para ter uma ideia da falta de compromisso do governo, o desperdício de água limpa em Pernambuco é, em média, 52%, enquanto a média nacional é de 38%. Essa realidade não pode mais continuar”, concluiu.

Flávio Marques discute propostas para saúde pública de Tabira

O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), divulgou em suas redes sociais nesta segunda-feira (21) que realizou uma reunião sobre propostas para a área da saúde. A reunião contou com a participação de Dr. Josete Amaral e Dr. João Veras, com o objetivo de discutir ações a serem implementadas em seu futuro governo. “Reunião […]

O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), divulgou em suas redes sociais nesta segunda-feira (21) que realizou uma reunião sobre propostas para a área da saúde.

A reunião contou com a participação de Dr. Josete Amaral e Dr. João Veras, com o objetivo de discutir ações a serem implementadas em seu futuro governo.

“Reunião bastante produtiva, com Dr. Josete Amaral e Dr. João Veras, sobre as propostas no campo da saúde para serem implementadas em nosso futuro governo com o objetivo de assegurar dignidade no atendimento à população”, publicou Flávio Marques.

Região de Serra Talhada registra 72 casos de estupro em dois anos

Por Juliana Lima Apesar da Secretaria Estadual de Defesa Social ter divulgado recentemente que houve redução nos números da violência em Pernambuco, as estatísticas de casos de estupro assustam na região de Serra Talhada. Balanço realizado pelo Farol de Notícias junto à Delegacia de Polícia local mostra que foram registradas 27 ocorrências de violência sexual […]

Por Juliana Lima

Apesar da Secretaria Estadual de Defesa Social ter divulgado recentemente que houve redução nos números da violência em Pernambuco, as estatísticas de casos de estupro assustam na região de Serra Talhada.

Balanço realizado pelo Farol de Notícias junto à Delegacia de Polícia local mostra que foram registradas 27 ocorrências de violência sexual somente na cidade de Serra Talhada nos últimos dois anos, em pleno período da pandemia da Covid-19. Foram 11 boletins registrados em 2020 e 16 boletins em 2021.

Em relação à área atendida pela 21ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, os números são ainda mais preocupantes. Somente em 2020 foram registrados 31 casos na região e em 2021 o número subiu para 41 casos. A Polícia Civil não revelou mais detalhes sobre o andamento das investigações ainda em aberto referentes aos casos de violência sexual em Serra Talhada e municípios da região.

Um dos casos de violência sexual de grande repercussão aconteceu no último mês de dezembro na cidade de Flores. Uma jovem de 29 anos foi vítima de estrupo coletivo ao ser violentada por três homens. Ela denunciou a agressão à polícia e um dos suspeitos foi preso. Os outros dois permanecem foragidos. Os envolvidos filmaram o crime e as imagens se espalharam na internet.

Os casos de violência sexual devem ser denunciados aos órgãos oficiais, a exemplo das delegacias de polícia e do Ministério Público. Se o abuso envolver crianças ou adolescentes, a denúncia também poderá ser feita no Conselho Tutelar ou através do Disque 100. Violência contra mulheres pode ser denunciada através do 180.

LEGISLAÇÃO

De acordo com o Art. 213 do Código Penal Brasileiro, “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Pena – reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos”. 

§ 1o Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor de 18 (dezoito) ou maior de 14 (catorze) anos: Pena – reclusão, de 8 (oito) a 12 (doze) anos.

§ 2o Se da conduta resulta morte: Pena – reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.