‘É um show de besteiras’, diz General Santos Cruz sobre gestão Bolsonaro
Por Nill Júnior
Época
Uma semana após sua demissão da Secretaria de Governo da Presidência da República, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou o governo de Jair Bolsonaro por perder tempo com “bobagens” quando deveria priorizar questões relevantes para o país.
“Tem de aproveitar essa oportunidade para tirar a fumaça da frente para o público enxergar as coisas boas, e não uma fofocagem desgraçada. Se você fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante. É um show de besteiras. Isso tira o foco daquilo que é importante. Tem muita besteira. Tem muita coisa importante que acaba não aparecendo porque todo dia tem uma bobagem ou outra para distrair a população, tirando a atenção das coisas importantes. Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco. Todo mundo tem de tomar consciência de que é preciso parar com bobagem”, disse Santos Cruz.
Antes de sua saída, Santos Cruz foi criticado de forma contundente por Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro, filho do presidente. Sem mencionar nomes, ele comentou os ataques recebidos nas redes sociais.
“Não é porque você tem liberdade e mecanismos de expressão, Twitter, Facebook, que você pode dizer o que bem entende, criando situações que atrapalham o governo ou ofendem a pessoa. Você discordar de métodos de trabalho é normal, até publicamente. Discordâncias são normais, de modo de pensar, modo de administrar, modo de fazer política, de fazer coordenação. Mas, atacar as pessoas em sua intimidade, isso acaba virando uma guerra de baixarias” afirmou o general.
Do Globoesporte.com, com fotos de Cláudio Gomes Começou neste domingo a luta direta pelas duas vagas na Primeira Divisão do Campeonato Pernambucano 2017. Em jogos válidos pelos confrontos de ida das semifinais da Série A2, ninguém saiu vencedor, mas ambos os duelos terminaram na igualdade no placar. Jogando em casa, no estádio Vianão, o Afogados […]
Afogados e Timbaúba empataram em 1 a 1. Flamengo e Cabense, 0 a 0
Do Globoesporte.com, com fotos de Cláudio Gomes
Começou neste domingo a luta direta pelas duas vagas na Primeira Divisão do Campeonato Pernambucano 2017. Em jogos válidos pelos confrontos de ida das semifinais da Série A2, ninguém saiu vencedor, mas ambos os duelos terminaram na igualdade no placar.
Jogando em casa, no estádio Vianão, o Afogados da Ingazeira recebeu o Timbaúba e empatou em 1 a 1. Após um primeiro tempo apagado, as equipes conseguiram balançar as redes na segunda etapa, com Genildo abrindo placar para a Coruja, e Juninho empatando para os Amarelos.
Com esse resultado, os visitantes tem a vantagem do empate sem gols no jogo da volta. Quem vencer por qualquer placar consegue o acesso. Empate com placar a partir de 2 a 2 dá Afogados.
Em Arcoverde, no estádio Áureo Bradley, o Flamengo não fez valer o mando de campo e empatou em 0 a 0 com a Cabense. Com esse resultado, o Tigre do Sertão precisa vencer ou empatar com gols (1 a 1, 2 a 2…) para emergir à elite do Pernambucano. Já o Azulão precisa vencer por qualquer placar. Se persistir o 0 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis.
Pedro Manta não gostou: o técnico da Coruja, Pedro Manta, não ficou satisfeito com o resultado de empate com o Timbaúba. “Foi um jogo difícil. Não fizemos um bom jogo. Ficamos abaixo em relação aos jogos passados, não tivemos a mesma dinâmica, a mesma movimentação. Timbaúba teve uma proposta de jogo, jogando um pouquinho fechado, e jogou no nosso erro”.
O Afogados volta a enfrentar os Amarelos nesta quarta-feira, às 20h, no estádio Ferreira Lima. O treinador espera conseguir o resultado positivo, apesar dos dois times terem possibilidade de avançar à próxima fase, mas vai focar sua equipe para a decisão.
“O adversário é difícil, mas a possibilidade está aberta para os dois, então não tem nada definido. Nossa equipe está concentrada, descansando, para que possamos, lá em Timbaúba, buscar o resultado positivo, mas para isso, trabalho, muito sacrifício, muita ralação dentro do jogo para sair com nosso objetivo atingido”.
O Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) deste ano financiará ao todo 22 projetos no território da CNBB Nordeste 2. As iniciativas, contempladas com recursos da Coleta da Solidariedade feita por fiéis de todo o Brasil no Domingo de Ramos, receberão um aporte total de quase R$ 610 mil. Na terça-feira (19), em reunião extraordinária, o […]
O Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) deste ano financiará ao todo 22 projetos no território da CNBB Nordeste 2. As iniciativas, contempladas com recursos da Coleta da Solidariedade feita por fiéis de todo o Brasil no Domingo de Ramos, receberão um aporte total de quase R$ 610 mil.
Na terça-feira (19), em reunião extraordinária, o Conselho Gestor do FNS aprovou os quatro últimos projetos que serão desenvolvidos no Regional. Duas das propostas contempladas são do estado de Pernambuco: a “Escola da Cidadania e Políticas Públicas: formação para a vida”, em Afogados da Ingazeira, que receberá R$ 22.320; e o projeto “CEBS: Cristãos Leigos Comprometidos com Enfrentamento às Causas da Fome”, que terá um investimento de R$ 17.800.
De acordo com o Portal da Transparência do FNS, os outros aprovados são do Rio Grande do Norte: o projeto “Plantando Receitas e Semeando Sabores”, da cidade de Natal, que receberá R$ 18 mil; e o “Alimentação Saudável”, do município de Extremoz, que conseguiu o aporte de R$ 20 mil.
Foto: Marcos Brandão/Senado Federal O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou nesta quarta-feira (25) que rejeitou o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido havia sido apresentado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em caráter pessoal, e será arquivado. Pacheco explicou que submeteu a denúncia de […]
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou nesta quarta-feira (25) que rejeitou o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido havia sido apresentado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em caráter pessoal, e será arquivado.
Pacheco explicou que submeteu a denúncia de Bolsonaro contra Moraes à Advocacia do Senado, que emitiu um parecer técnico considerando a peça sem adequação legal. Além do aspecto jurídico, Pacheco justificou a decisão citando a preservação da independência entre os Poderes, e disse acreditar que ela é uma chance para que as crises institucionais sejam deixadas para trás.
“Há também o lado político de uma oportunidade dada para que possamos restabelecer as boas relações entre os Poderes. Quero crer que esta decisão possa constituir um marco de pacificação e união nacional, que tanto pedimos, e é fundamental para o bem-estar da população e para a possibilidade de progresso e ordem no nosso país”.
Pacheco comunicou a rejeição do pedido num pronunciamento à imprensa. Ele estava acompanhado pelo vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
“Sem justa causa”
Segundo a Advocacia do Senado, a denúncia apresentada contra Alexandre de Moraes não conseguiu demonstrar que o ministro tenha cometido atos descritos pela lei como crimes de responsabilidade (Lei 1.079, de 1950). Dessa forma, o documento apresenta “manifesta ausência de tipicidade e de justa causa”, de acordo com o parecer.
Pacheco disse que acolheu a recomendação porque considerou o documento “bem fundamentado” e concorda com as ponderações
“O Estado democrático de direito exige que só se instaure processo dessa natureza quando exista justa causa. Não é o caso. Cumpro a Constituição e a lei. Um pedido de impeachment sem adequação deve ser rejeitado”.
A Advocacia destaca que o pedido de impeachment se baseia no mérito de atos e decisões de Moraes, o que não é suportado em nenhuma das hipóteses de impeachment de magistrados.
“Não cabe ao Senado Federal ser instância revisional de ato jurisdicional. Não se pode pretender punir alguém por exercer as funções do cargo que ocupa, por mais que seja legítimo discordar de tal atuação e adotar os meios de impugnação disponíveis no âmbito processual”, recomenda.
Por fim, o parecer também cita os possíveis desdobramentos institucionais do caso, aconselhando contra o avanço de um processo que não cumpre os requisitos legais.
“A continuidade do processo de impeachment acarretaria desbalanceamento dos mecanismos de freios e contrapesos destinados a propiciar segurança jurídica e estabilidade ao regime democrático”, alerta a Advocacia.
O pedido de impeachment contra Moraes foi protocolado digitalmente pela Presidência da República na sexta-feira passada (20). O documento é assinado apenas pelo presidente Bolsonaro, sem a chancela da Advocacia-Geral da União (AGU).
A peça tem 102 páginas: 17 são reservadas ao pedido de impeachment e o restante inclui arquivos anexados com despachos do ministro Alexandre de Moraes e cópias de documentos pessoais do presidente da República. Segundo Bolsonaro, o ministro “procede de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro das funções”.
Apoio
Depois do anúncio, senadores manifestaram apoio à decisão de Pacheco. Pelas redes sociais, o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), parabenizou o presidente do Senado.
“É uma vitória das nossas instituições democráticas, que não cedem aos flertes autoritários de Bolsonaro”, escreveu.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) considerou a decisão “sensata” e classificou o pedido de impeachment como “uma manobra” de Bolsonaro para “desestabilizar as instituições brasileiras”.
“É lamentável termos um presidente que luta por um país conflagrado”, concluiu. As informações são da Agência Senado.
Pessoas que utilizam cadeira de rodas já podem se inscrever no programa PE Conduz, da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) de Pernambuco, que nos dias 10, 11 e 13 de abril levará cadeirantes para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Brejo da Madre de Deus. A SDSCJ […]
Pessoas que utilizam cadeira de rodas já podem se inscrever no programa PE Conduz, da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) de Pernambuco, que nos dias 10, 11 e 13 de abril levará cadeirantes para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Brejo da Madre de Deus.
A SDSCJ informa que estão abertas 144 vagas, sendo 72 para pessoas com deficiência que usam cadeira de rodas e 72 para acompanhantes. As viagens e o acesso à Paixão de Cristo serão gratuitos. A ação beneficiará cadeirantes do grande Recife e das regiões do entorno dos municípios de Caruaru, Garanhuns e Arcoverde onde o PE Conduz possui polos.
Segundo a Secretaria, em cada dia da ação, haverá seis vans à disposição, totalizando 24 vagas para pessoas com deficiência e 24 para seus acompanhantes. As inscrições devem ser feitas pelo telefone 0800.281.0312.
Para o público que vai à Nova Jerusalém por conta própria, a Sociedade de Teatral de Fazenda Nova, responsável pela realização do espetáculo da Paixão de Cristo, disponibiliza cadeiras de rodas para pessoas idosas ou com dificuldade de locomoção. Também nesse caso, a condução da cadeira deve ser feita por um acompanhante.
Este ano, o ator convidado para fazer o papel de Jesus na Paixão de Cristo é Gabriel Braga Nunes. Ao seu lado estarão Christine Fernandes, como Maria; Luciano Szafir, interpretando Herodes, o ator Sérgio Marone, como Pilatos, a influenciadora digital Thaynara OG, no papel de Herodíades, e a atriz pernambucana Marina Pacheco no papel de Madalena.
Os ingressos para a temporada 2022 já podem ser comprados pelo site oficial www.novajerusalem.com.br. As entradas custam R$ 200,00 inteira e R$ 100,00 meia. Nas compras feitas pelo site, o valor pode ser parcelado em até 12 vezes nos cartões de créditos.
Do UOL O humorista Agildo Ribeiro morreu, aos 86 anos, em sua casa no Leblon, zona sul do Rio. Um dos grandes nomes do humor televisivo no país, o comediante teve uma longa carreira, que começou no teatro ainda nos anos 1950, passou pelo rádio e alcançou o auge na TV, onde foi um dos […]
O humorista Agildo Ribeiro morreu, aos 86 anos, em sua casa no Leblon, zona sul do Rio. Um dos grandes nomes do humor televisivo no país, o comediante teve uma longa carreira, que começou no teatro ainda nos anos 1950, passou pelo rádio e alcançou o auge na TV, onde foi um dos primeiros contratados da TV Globo e esteve à frente de programas como “Satiricom” (1973) e “Planeta dos Homens” (1976).
Agildo sofria de um grave problema vascular e, após uma queda recente, vinha apresentando dificuldades para se manter em pé por muito tempo. A morte foi confirmada pela assessoria da TV Globo na manhã deste sábado (28).
Trajetória – Nascido no Rio de Janeiro em 1932, ele trabalhou no teatro, cinema e TV. Seu mais recente trabalho foi uma participação no “Tá no Ar: A TV a TV'” da Globo este ano.
Conhecido como o “Capitão do Riso”, o humorista começou sua carreira na rádio e ficou mais conhecido com seus inesquecíveis personagens da TV em “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A…Gildo!” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo (1994) e “Zorra Total”, onde interpretou vários personagens e fez muitas imitações.
Na Globo, ele participou de shows e humorísticos desde os anos 1960, como “Chico City” (1973), “Satiricom” (1973) e o novo “Zorra” (2015).
O comediante trabalhou também na Band em “Agildo no País das Maravilhas” (1987), no SBT em “Não Pergunta que eu Respondo” e na extinta Manchete na novela “Mandacaru” (1997).
No cinema participou mais de 30 filmes, entre eles, “Crime no Sacopã” (1964), “Homem do Ano” (2003) e “Casa da Mãe Joana” (2008).
Em março, ele marcou presença no Prêmio de Humor, no Rio de Janeiro, organizado por Fábio Porchat, e foi o homenageado da noite.
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