Dormentes: Petebista assume mandato definitivamente após morte de gestor
Por Nill Júnior
Josimara quando assumiu interinamente observada por Geomarco Coelho em uma das últimas imagens do gestor dia 16. Morte tornou posse definitiva
Josimara quando assumiu interinamente observada por Geomarco Coelho em uma das últimas imagens do gestor dia 16. Morte tornou posse definitiva
A Câmara de Vereadores de Dormentes formalizou a posse definitiva da prefeita Josimara Cavalcante (PTB), depois da morte do prefeito Geomarco coelho, que não resistiu a uma cirurgia cardíaca e morreu na última quinta (21).
A vice havia assumido interinamente no último dia 16. Naquela oportunidade, o ato de transmissão do cargo, foi realizado no gabinete do Prefeito Geomarco Coelho, que havia pedido licença à Câmara para a cirurgia.
O Decreto Legislativo 006/2017 havia sido assinado e autorizado oficializando a transmissão de cargo. A expectativa era de que Geomarco ficaria entre 30 a 45 dias afastado do cargo, mas ele acabou não resistindo. Era o terceiro mandato do gestor.
Nesta segunda-feira (17), foi realizada em Recife a 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite de Pernambuco (CIB-PE), evento fundamental para a discussão e deliberação das políticas públicas de saúde e assistência social no estado. A governadora Raquel Lyra e sua equipe de governo participaram da mesa de discussões. A secretária municipal de Desenvolvimento Social […]
Nesta segunda-feira (17), foi realizada em Recife a 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite de Pernambuco (CIB-PE), evento fundamental para a discussão e deliberação das políticas públicas de saúde e assistência social no estado. A governadora Raquel Lyra e sua equipe de governo participaram da mesa de discussões.
A secretária municipal de Desenvolvimento Social e Mulher, Ítala Jamábia, esteve presente no evento e ressaltou a importância desse momento para o município de Tabira, em especial, por uma razão significativa: a Cozinha Comunitária de Tabira, estará reabrindo nesta quarta-feira (19).
“Essa reunião é um marco importante para a nossa atuação, especialmente para a nossa Tabira, que verá a reabertura da nossa Cozinha Comunitária. A reabertura representa uma grande vitória para as famílias que dependem dessa importante ação social e um reflexo direto das políticas estaduais que estão sendo reforçadas para garantir mais dignidade e qualidade de vida para nossa população”, afirmou a secretária.
“A Cozinha Comunitária de Tabira, como outras iniciativas da área de segurança alimentar, visa atender famílias em situação de vulnerabilidade social e proporcionar refeições nutritivas para aqueles que mais precisam”, destacou a assessoria em nota.
Paulinho Leite e Harry Estigado deram sequência a programação Paulinho Leite fez o povo arrastar o pé na oitava noite, dia 25 de junho, do São João de Arcoverde! Mesmo após um dia de muitas programações juninas pela cidade como Caminhada do Forró e os polos Bodega Da Poesia e Raízes do Coco, o público não […]
Geraldinho Lins teve que dizer que estava bem vivo em vídeo antes do show
Paulinho Leite e Harry Estigado deram sequência a programação
Paulinho Leite fez o povo arrastar o pé na oitava noite, dia 25 de junho, do São João de Arcoverde! Mesmo após um dia de muitas programações juninas pela cidade como Caminhada do Forró e os polos Bodega Da Poesia e Raízes do Coco, o público não se cansou e marcou presença no Palco Multicultural.
“Tenho 50 anos de carreira. Se eu morresse hoje, morreria feliz”, disse o mestre Cícero Gomes do Samba de Coco Trupé de Arcoverde, ao receber placa de homenagem a comemorações dos 100 anos de surgimento do Samba de Coco das mãos de Paulinho Leite. “Em nome da prefeitura, queremos agradecer pela sua contribuição à arte, à cultura e à história de Arcoverde e do Estado, falou Leite.
A segunda atração a se apresentar foi cantor e compositor Geraldinho Lins. O serra talhadense, já morou em Carurau, onde conheceu o Trio Nordestino e pegou gosto pelo ritmo, selando uma paixão que está distribuída em mais de 200 canções de sua autoria. No show, o xote, o baião e o forró dominaram o espetáculo e a platéia mesmo de baixo de chuva não arredou o pé.
O detalhe é que chegou a Arcoverde um boato de que o artista não se apresentaria por ter sofrido um acidente. O boato se espalhou tão rapidamente nas redes sociais que Geraldinho teve que gravar um vídeo negando que algo errado tenha acontecido.
O swing de Harry Estigado fechou a noite. Como já era de se esperar a juventude compareceu e cantou com a banda, que é arcoverdense e vem fazendo o maior sucesso pelo nordeste inteiro. A apresentação exibiu uma grande estrutura técnica de aparelhagem e luz!
Amanhã (26), no pólos diurnos o clima junino continua a partir das 15h com Luiz Henrique e Forró do Brogodó, na Bogeda e, às 16h Coco Raízes de Arcoverde. No palco Multicultural, a festa começa mais cedo, às 20h, com Carlos & Fábio; 22h, Wagner Carvalho e Coco das Irmãs Lopes e 00h, Magníficos.
Volume armazenado vai reforçar o abastecimento de cidades do Agreste A Barragem de Pedro Moura Jr., o maior reservatório para abastecimento humano localizado no município de Belo Jardim, no Agreste, voltou a acumular água, após três anos em colapso. Com as últimas chuvas registradas na região, a barragem, que faz parte do Sistema Adutor do […]
Volume armazenado vai reforçar o abastecimento de cidades do Agreste
A Barragem de Pedro Moura Jr., o maior reservatório para abastecimento humano localizado no município de Belo Jardim, no Agreste, voltou a acumular água, após três anos em colapso. Com as últimas chuvas registradas na região, a barragem, que faz parte do Sistema Adutor do Ipojuca, passou a armazenar 10% da sua capacidade de acumulação, um volume de 3,5 milhões de metros cúbicos de água.
Diante da boa notícia, os técnicos da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) já estão estudando a possibilidade de retomar a operação da barragem e assim reforçar o abastecimento de água para 160 mil pessoas nas cidades de Belo Jardim, Sanharó, Tacaimbó e São Bento do Una.
Além do registro da chuva, a Compesa também comemora a finalização da obra de ampliação da Barragem de Pedro Moura Jr., realizada durante o período de seca extrema. Com recursos do Orçamento Geral da União, o Governo do Estado autorizou a companhia investir R$ 5 milhões para ampliar a capacidade de armazenamento do reservatório.
Agora, a barragem poderá reter 35 milhões de metros cúbicos de água, um aumento de 11 % da capacidade máxima anterior, que era de 30,7 milhões.
“Essa obra demonstra a importância em investir em obras nos momentos difíceis de seca para colher os frutos durante o inverno e assim atender às necessidades da população”, afirma o presidente da Compesa, Roberto Tavares, lembrando que as cidades de Belo Jardim, Sanharó, Tacaimbó e São Bento do Una também estão sendo atendidas pela Transposição do Rio São Francisco, por meio da interligação das Adutoras do Moxotó e do Agreste, comprovando o trabalho de planejamento do Estado para garantir alternativas sustentáveis de abastecimento para o Agreste.
A obra de ampliação da Barragem Pedro Moura Jr. também é uma das iniciativas do Governo do Estado para garantir a sustentabilidade hídrica de cidades do Agreste Pernambuco, uma região que detém o maior déficit hídrico do país. “Elevamos a altura do vertedouro em 1,50 metro e conseguimos ampliar o nível de armazenamento”, explica o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Gilvandro Tito.
Questionado se o processo que investiga o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, que teve movimentações bancárias consideradas suspeitas pelo Coaf, afeta de alguma forma o governo de Jair Bolsonaro, Moro lembrou do compromisso assumido pelo atual governo no combate à corrupção. O ministro citou ainda que as nomeações foram baseadas em capacitação […]
Questionado se o processo que investiga o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, que teve movimentações bancárias consideradas suspeitas pelo Coaf, afeta de alguma forma o governo de Jair Bolsonaro, Moro lembrou do compromisso assumido pelo atual governo no combate à corrupção. O ministro citou ainda que as nomeações foram baseadas em capacitação técnica, e não em indicações políticas para cargos públicos.
No debate, o ministro afirmou ainda que casos de corrupção em grande escala tiram a confiabilidade de um país, e enfatizou que a falta de impunidade no Brasil era recorrente, mas que o panorama mudou recentemente.
Durante uma hora, Sergio Moro participou de um painel no evento sobre corrupção e o uso de tecnologia. Além dele, o secretário de Política Industrial da Índia, Ramesh Abhishes, a presidente da Transparência Internacional, Delia Ferreira Rubio, e o chefe do Facebook para Ameaças Perturbadoras, David Agranovich, também estavam presentes.
Por Cláudio Soares* A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional. Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de […]
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional.
Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de nepotismo, o efeito prático é o enfraquecimento de um dos princípios mais básicos da administração pública, a impessoalidade.
A justificativa jurídica é conhecida. Cargos de natureza política pressupõem confiança pessoal e afinidade com o chefe do Executivo. No entanto, essa distinção técnica não apaga a percepção social de privilégio e favorecimento familiar. Ao autorizar a nomeação de parentes sob o manto da “confiança política”, o Supremo acaba por institucionalizar uma prática que a sociedade há muito condena, o uso do poder público para beneficiar laços de sangue.
O Brasil tem uma história marcada pelo patrimonialismo – a confusão entre o que pertence ao Estado e o que pertence à família do governante. A decisão do STF, ao abrir espaço para a repetição desse vício, sinaliza tolerância com um comportamento que mina a credibilidade da gestão pública e desestimula o mérito.
Imagine a cena. Uma reunião de governo em que o prefeito preside a mesa. À direita, a filha-secretária defende seu projeto com firmeza – “pai, é melhor fazer assim!”. À esquerda, a esposa-secretária discorda – “amor, acho que isso não vai dar certo!”. E, do outro lado, o filho, secretário de Saúde, retruca: “não, mãe, quem decide sou eu!”. A caricatura ilustra o risco de transformar o poder público em um verdadeiro “negócio de família”.
A aberração, que poderia ser apenas caricatural, torna-se plausível, em uma reunião de gabinete, o prefeito, cercado pela filha secretária, pela esposa assessora e pelo filho secretário de Saúde, toma decisões que afetam toda a população. Nesse ambiente, o debate técnico se dilui, e o interesse público se mistura à dinâmica familiar – o que jamais deveria ocorrer em um Estado republicano.
O país precisa avançar na consolidação de instituições que se sustentem pela transparência e pela competência, não pelo sobrenome de quem ocupa o cargo. Ao relativizar o nepotismo, o STF não apenas fragiliza a ética pública, mas também contribui para a desconfiança que corrói as relações entre governo e sociedade.
Mais do que lei, a administração pública exige moralidade. E é precisamente esse valor que a mais alta corte do país deveria proteger, não flexibilizar e instituir um retrocesso disfarçado de legalidade.
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