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Desfile de blindados evidencia fraqueza de um presidente acuado, diz nota da CPI

Por André Luis

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), abriu a reunião desta terça-feira (10) da comissão lendo uma nota oficial em protesto contra o desfile de blindados da Marinha realizado na Esplanada dos Ministérios no mesmo dia que a Câmara vai votar proposta do voto impresso. Conforme o documento, o presidente Jair Bolsonaro imagina demonstrar força, mas evidencia fraqueza de alguém que está acuado por investigações de corrupção e pela incompetência administrativa que provoca mortes, fome e desemprego em meio a uma pandemia sem controle.

“Todo homem público, além de cumprir suas missões constitucionais, deveria ter medo do ridículo, mas Bolsonaro não liga para nenhum desses limites, como fica claro na cena patética de hoje, que mostra apenas uma ameaça de um fraco, que sabe que perdeu”, disse.

Ainda conforme a nota, o chefe do Executivo criou uma encenação, uma coreografia, para mostrar que tem o controle das Forças Armadas e que pode fazer o que quer no país, o  que é “um absurdo inaceitável”.

Omar lembrou que o Brasil vive o maior período democrático de sua história: desde 1985 convivendo com eleições livres, independência dos Poderes e instituições fortes. Ele disse que defender golpe não é aceitável, e defender o fim da democracia exige punição com o rigor da lei.

“Não haverá voto impresso, não haverá qualquer tipo de golpe contra a nossa democracia porque as instituições, com o nosso Congresso à frente, não deixarão que isso aconteça”, afirmou.

Intimidação 

A leitura da nota oficial foi seguida pela manifestação de outros 15 senadores antes de a CPI ouvir o tenente-coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, presidente da ONG Instituto Força Brasil. Para a maioria parlamentares do colegiado, a demonstração da Marinha foi vista como tentativa de intimidação, pois ocorreu no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados deve optar pela rejeição da proposta do voto impresso, defendida por Jair Bolsonaro.

Falando em nome do MDB, o senador Eduardo Braga (AM) destacou que o Brasil é a terceira maior democracia do mundo, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos, e lembrou que o desfile de blindados ocorreu no mesmo dia também que o Senado vai votar revogação da Lei de Segurança Nacional.

— Eu fico com a democracia e com a Constituição que diz que todo poder emana do povo e em nome do povo será exercido. O MDB não poderia deixar de lembrar Ulisses Guimarães e dizer que a Constituição é farol que há de guiar a democracia brasileira – acrescentou.

O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), classificou de patética e uma demonstração de fraqueza do presidente a ação de hoje. Para ele, foi mais patético até que os desfiles militares realizados pelo governo da Coreia do Norte, pois estes ao menos visam a demonstrar poderio bélico para inimigos externos.

— O [desfile] de hoje foi feito para esconder e desviar atenção para o que realmente importa: o balcão de negócios que foi transformado o Ministério da Saúde e os esquemas de corrupção que esta CPI está descobrindo. Mas a resposta vai vir hoje com a rejeição do voto impresso. O brasileiro quer é retomada econômica, vacina no braço e inflação contida. Quero acreditar que as forças armadas são leais ao seu povo e à nação e não a qualquer inquilino de plantão do Palácio do Planalto — opinou.

Os senadores Humberto Costa (PT-PE), Otto Alencar (PSD-BA) Rogério Carvalho (PT-SE) destacaram não ser a primeira vez que o presidente Jair Bolsonaro se utiliza do cargo para tentar intimidar os parlamentares. Só que a estratégia, na opinião deles não vai funcionar, pois o Congresso não vai recuar diante de ameaças. Eles cobraram também uma melhor atuação do governo para melhorar a situação do país.

— Ele deveria se preocupar com a inflação, com as pessoas que perderam a vida na pandemia e em gerar emprego e renda para 15 milhões de desempregados. Mas nada disso o comove. Apenas se preocupa em proteger seu mandato fazendo campanha antecipada — avaliou Otto Alencar.

Defesa

Parlamentares governistas e considerados independentes também se manifestaram sobre o episódio. O senador Marcos Rogério (DEM-RO), por exemplo, disse que desfiles promovidos por forças armadas não o assustam nem o constrangem. Para ele, o que é constrangedor e assustador é o “desfile de corrupção, de roubalheira de dinheiro público saindo do Brasil para financiar obras e serviços em países dominados por ditadores e comunistas, num alinhamento de esquerda”.

— Esse desfile com a chancela do PT me incomoda, me dói e me tira a paz e a paciência porque faltou para os brasileiros. Hoje vivemos o caos em função da pandemia, mas talvez o impacto tivesse sido menor se não tivessem nos roubado tanto. O desfile dos militares nas avenidas não me amedronta. Quem tem medo de militar tem suas razões, mas eu não tenho medo. Tenho medo de quem usa o poder para tirar do povo. Felizmente os brasileiros nas urnas apertaram o botão da mudança — alegou.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse concordar com a defesa da democracia feita pelos colegas oposicionistas, mas não com excessos nas falas de alguns deles. Ele lembrou ainda de sua história no Congresso Nacional e afirmou que aposta na democracia e no Estado de direito para superar momentos de maior tensão.

— Nosso papel como membros do Congresso Nacional é criar e apostar em um ambiente de diálogo — avaliou.

Voto impresso

Jorginho Mello (PL-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS) saíram de defesa do voto auditável como forma de dar mais segurança e transparência à democracia. O representante de Santa Catarina foi além ao dizer que a ação militar foi superdimensionada e que houve um “cavalo de batalha” sem necessidade sobre o tema.

— Desde 1988, a Marinha faz faz esse desfile e agora dizem que isso é um perigo pra democracia. Perigo é meter a mão no baleiro e roubar. Que isso? Vamos trabalhar, vamos fazer outra coisa! Isso é demagogia barata! A roubalheira parou faz tempo e talvez alguns aqui estejam preocupados com isso. Tem muita gente no Congresso com o rabo sujo. É só demagogia e conversa mole. Vamos trabalhar! — afirmou.

Coincidência

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), por sua vez, mostrou-se desconfiado; pois, para ele, nada acontece por acaso. Segundo o representante do Distrito Federal, as forças armadas nunca agem de improviso, e o desfile de hoje já deveria estar agendado faz tempo.

— Sinceramente gostaria muito de saber por que a Câmara agendou exatamente para o mesmo dia, pois podem ter certeza, as forças armadas já tinham agendado isso. E por que também parlamentares no Planalto, como o nosso colega Ciro Nogueira [ministro chefe da Casa Civil e senador licenciado] e a deputada Flávia Arruda [secretária de Governo da Presidência da República], não alertaram para isso com relação à votação do Plenário? Existe alguma coisa no ar que nós temos que descobrir — alegou. As informações são da Agência Senado.

Outras Notícias

Fabrício Ferraz diz que gestão Rorró está um desmantelo em Floresta

Blog do Elvis O deputado estadual Fabrizio Ferraz (Solidariedade) e um grupo de vereadores de oposição protocolaram, nesta quarta-feira (22), um pedido de auditoria fiscal na Prefeitura Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco. O objetivo é para investigar possíveis irregularidades nos repasses da Prefeitura ao Fundo de Previdência Social dos Servidores Municipais (FlorestaPrev). O […]

Blog do Elvis

O deputado estadual Fabrizio Ferraz (Solidariedade) e um grupo de vereadores de oposição protocolaram, nesta quarta-feira (22), um pedido de auditoria fiscal na Prefeitura Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco.

O objetivo é para investigar possíveis irregularidades nos repasses da Prefeitura ao Fundo de Previdência Social dos Servidores Municipais (FlorestaPrev). O pedido foi registrado oficialmente no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

A comitiva também participou de uma reunião no Ministério Público de Contas (MPC), onde apresentou documentos e reforçou a necessidade de transparência e responsabilidade com as contas públicas. De acordo com o deputado, a atual gestão vem cometendo falhas recorrentes nos repasses previdenciários, o que teria resultado em uma dívida de mais de R$ 11,5 milhões em créditos vencidos.

“Fizemos uma denúncia formal e um pedido de auditoria fiscal contra a atual administração. A gestão vem cometendo falhas constantes no repasse para o fundo de Previdência Social, o que resultou em uma dívida de aproximadamente R$ 11,5 milhões”, afirmou Fabrizio Ferraz.

O parlamentar também criticou o uso de recursos públicos para festas e ações promocionais, enquanto servidores municipais estariam sendo prejudicados pela falta de repasses.

“É um absurdo que, enquanto isso, a Prefeitura esteja gastando com festas, eventos e promoções. Os servidores estão sendo prejudicados, além da falta de atenção com saúde, segurança e educação. A minha querida Floresta pode continuar contando comigo. Sigo na luta por uma cidade digna para o nosso povo”, completou.

Os vereadores que acompanharam o deputado destacaram, em nota, que o objetivo da iniciativa é garantir justiça, equilíbrio e respeito ao dinheiro do povo, reforçando o compromisso com a transparência na gestão pública.

No Pajeú, padre processou ex-comerciante bolsonarista por calúnia e difamação

Um caso de calúnia e difamação contra um sacerdote católico no Pajeú chegou ao conhecimento do blog. Segundo informações a que a página teve acesso,  as posições do padre em defesa de minorias e alinhado às posições da Diocese de Afogados da Ingazeira, CNBB e até do Papa Francisco em defesa dos mais pobres,  contra […]

Um caso de calúnia e difamação contra um sacerdote católico no Pajeú chegou ao conhecimento do blog.

Segundo informações a que a página teve acesso,  as posições do padre em defesa de minorias e alinhado às posições da Diocese de Afogados da Ingazeira, CNBB e até do Papa Francisco em defesa dos mais pobres,  contra o negacionismo e políticas que atendam mais ao mercado que aos menos favorecidos irritaram um ex-comerciante bolsonarista de Afogados da Ingazeira.

Em um áudio gravado em uma rede social, ele atacou a igreja, líderes católicos e o sacerdote, que o blog prefere preservar.

“Eu não vou mais seguir religião católica. Porque não posso concordar com o que os católicos fizeram. Não posso concordar com o bispo, com o padre que apoiam um cara que disse que tava com Satanás no corpo, a favor do aborto, da ideologia de gênero, da liberação das drogas”, disse, fazendo referência a mantras usados contra o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva.

Tanto Diocese quanto sacerdotes alinhados à sua posição na defesa de bandeiras do catolicismo fizeram críticas à políticas adotadas pelo atual governo,  mas sem referência ou defesa de candidatos.  Vários documentos foram apresentados pela própria CNBB sobre a defesa de políticas públicas,  e não políticos.

Acusou o sacerdote de ser a favor de “safadezas na igreja católica”, fazendo referência ao fato de que, com apoio, o país irá virar uma Venezuela e ser comunista. “Vamos pagar por todos os católicos que votam em Lula. Se preparem pro pior”.

E segue: “esse padre é bandido, um comunista de mão cheia, um falso profeta. E nós católicos não merecemos o respeito de nossa senhora Aparecida. Se o presidente eleito diz que está com Satanás no corpo o Brasil vai ser governado por Satanás . Vamos pagar junto com esses miseráveis que votaram nele”.

O caso gerou revolta entre cristãos católicos. O sacerdote prestou um Boletim de Ocorrência e entrou com ação por calúnia e difamação nas esferas cível e criminal. Autoridades como o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto tem demostrado indignação e hipotecado apoio.

Paulo Câmara inaugura campus da UPE em Arcoverde

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, recebeu nesta sexta-feira (20), o governador Paulo Câmara que veio inaugurar a sede do Campus da Universidade de Pernambuco (UPE) de Arcoverde. O empreendimento, cujo investimento total foi de mais de R$ 6 milhões, está instalado em uma área de 20 mil metros quadrados (m²) e vai beneficiar toda […]

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, recebeu nesta sexta-feira (20), o governador Paulo Câmara que veio inaugurar a sede do Campus da Universidade de Pernambuco (UPE) de Arcoverde.

O empreendimento, cujo investimento total foi de mais de R$ 6 milhões, está instalado em uma área de 20 mil metros quadrados (m²) e vai beneficiar toda a população da região.

Estiveram presentes na solenidade, o vice-prefeito Wellington Araújo, os deputados federais, João Fernando Coutinho e Gonzaga Patriota; os deputados estaduais Claudiano Martins, Diogo Moraes e João Eudes; os secretários da Casa Civil, Nilton Mota, de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lúcia Melo; vereadores de Arcoverde, Luíza Margarida e Siqueirinha; além de prefeitos da região e dos secretários da Prefeitura de Arcoverde e público em geral.

O novo prédio da UPE dispõe de 20 salas de aula, um laboratório de informática, quatro de odontologia, 12 consultórios odontológicos, uma sala de radiologia, outra de vídeo-conferência, nove salas administrativas e uma biblioteca.

Ainda no âmbito da educação, o governador lançou na ocasião, o edital de licitação para realização de Concurso Público de Provas e Títulos para Docente para professores na categoria de Professor Auxiliar, Professor Assistente e Professor Adjunto, do quadro efetivo de Pessoal da UPE. Ao todo, serão 108 vagas para atuar nos cursos de Educação Superior, em níveis de graduação e pós-graduação.

Na ocasião, ele oficializou a renovação da frota do 3º Batalhão da Polícia Militar de Arcoverde, com a entrega de 26 viaturas este ano. Em seguida, o governador visitou a Escola Noé Nunes Ferraz, onde entregou uma quadra coberta, às obras da Estação Elevatória e da Estação de Captação da Adutora do Moxotó.

Agora a  tarde, Paulo Câmara inaugura o Contorno Viário de Sertânia, localizada no trecho da divisa entre Pernambuco e Paraíba (Pernambuquinho Km-0) e a BR-232 (Cruzeiro do Nordeste), nos segmentos Km 61,4 – Km 68,9.

A nova via, cuja extensão é de 7,5 quilômetros, foi realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e evitará que dois mil caminhões circulem mensalmente pelo centro urbano da cidade. Ao todo, serão beneficiadas diretamente mais de 35 mil pessoas.

Maior cota do FPM de março cai nas contas das prefeituras neste dia 10, diz CNM

As prefeituras brasileiras irão receber nesta segunda (10) o repasse do primeiro decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor creditado é de R$ 5.631.873.840,16, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o […]

As prefeituras brasileiras irão receber nesta segunda (10) o repasse do primeiro decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O valor creditado é de R$ 5.631.873.840,16, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 7.039.842.300,20.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que o primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias 20 a 30 do mês anterior. Esse primeiro decêndio, geralmente, é o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o mês inteiro. De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o primeiro decêndio de março de 2025, comparado ao mesmo decêndio do ano anterior, apresenta crescimento de 0,99%.

A CNM orienta os gestores municipais que sempre mantenham cautela e atenção no uso dos repasses neste ano. O mês de março, tradicionalmente, apresenta os menores volumes mensais de repasse. Por esse motivo, a Confederação elaborou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que propõe o adicional de 1,5% do FPM para o mês de março. A pauta aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

Moro ligou para explicar “frieza” em encontro a Bolsonaro

O juiz Sérgio Moro telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se explicar sobre sua reação ao cumprimentá-lo no Aeroporto Internacional de Brasília, no último dia 30 de março. As imagens do encontro viralizaram na internet devido à “frieza” demonstrada pelo juiz da Operação Lava Jato ao gesto de continência feito pelo pré-candidato à […]

O juiz Sérgio Moro telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se explicar sobre sua reação ao cumprimentá-lo no Aeroporto Internacional de Brasília, no último dia 30 de março. As imagens do encontro viralizaram na internet devido à “frieza” demonstrada pelo juiz da Operação Lava Jato ao gesto de continência feito pelo pré-candidato à Presidência.

Segundo o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, poucos dias depois do episódio, Bolsonaro foi surpreendido pela ligação de Moro quando participava de um evento em Parnaíba (PI). Moro afirmou ao deputado que não teve a intenção de ofendê-lo e que não queria que o gesto tivesse sido explorado politicamente. A informação foi confirmada pelas duas partes ao jornal.

“De fato, contatei o sr. deputado a fim de esclarecer, em vista da repercussão do episódio no aeroporto, que não era minha intenção ofendê-lo ou que o ocorrido fosse explorado politicamente. Somente isso”, disse o juiz à Gazeta do Povo, por meio da sua assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná.

Bolsonaro confirmou a conversa, que, de acordo com ele, durou dez minutos, mas evitou dar detalhes sobre o diálogo. O encontro se deu no aeroporto de Brasília no dia em que Sérgio Moro participou de uma audiência na comissão especial da Câmara que discute o Código de Processo Penal (CPP). A presença do juiz transformou o colegiado em palco de disputa política entre os parlamentares do PT e de outros partidos.

Críticos do parlamentar fizeram uma montagem ao final do vídeo, com direito a pagode do Raça Negra como trilha sonora. “Você jogou fora o amor que eu te dei, o sonho que sonhei. Isso não se faz. Você jogou fora a minha ilusão”, disse o trecho destacado da música “É tarde demais”, sucesso do grupo nos anos 90.