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Debate das Dez ouve blogueiros e nomes citados em pesquisa

Por Nill Júnior

O Debate das Dez do programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú,  escuta hoje às dez horas os nomes citados pela pesquisa Opinião e Blog do Magno com suas impressões sobre os números.

Totonho Valadares,  Alessandro Palmeira,  Zé Negão e Augusto Martins avaliam o quadro apontado pela pesquisa.

Nos estúdios, os blogueiros Júnior Finfa, Itamar França e Mário Martins avaliam os dados e projetam o futuro da sucessão de Afogados da Ingazeira.

Totonho e Sandrinho empatados tecnicamente, segundo a pesquisa : 32,9% x 31%.  Augusto Martins tem 6,8% e Zé Negão,  6%;

Na sondagem espontânea,  José Patriota (PSB), que não é candidato, tem 15%, Totonho tem 13,3%, Sandrinho  12,5%,  Zé Negão 0,8% e Augusto 0,3%. Indecisos 51,5%, enquanto brancos e nulos somam apenas 6,3%;

Num cenário em que os candidatos fossem apenas Totonho e Sandrinho, o ex-prefeito derrotaria o socialista. Teria 39,7% dos votos contra 34,8% do adversário. Como margem de erro é de 4,9%, também configura -se empate técnico.

Outras Notícias

PT não deve se aliar ao PSB, diz Lacerda

O ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato do PSB ao governo de Minas Gerais, Marcio Lacerda, disse na manhã desta sexta-feira (15) que não há possibilidade de o partido dele e o PT caminharem juntos nas eleições deste ano. O político ainda considerou como uma hipótese remota ser vice de Ciro Gomes, ex-governador do Ceará […]

O ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato do PSB ao governo de Minas Gerais, Marcio Lacerda, disse na manhã desta sexta-feira (15) que não há possibilidade de o partido dele e o PT caminharem juntos nas eleições deste ano.

O político ainda considerou como uma hipótese remota ser vice de Ciro Gomes, ex-governador do Ceará que é o nome do PDT ao Palácio do Planalto. Ele participou do evento “Conexão Empresarial”, em Tiradentes, na região Central do Estado.

“Dentro do PSB hoje, a nível nacional só existem duas hipóteses: ou ficar neutro na eleição presidencial ou se aliar ao PDT. Não vejo hoje outra hipótese na mesa”, disse Lacerda sobre uma aliança com os petistas.

A pressão para que essa composição ocorra é liderada, principalmente, por caciques pesebistas de  Pernambuco, onde as duas siglas devem caminhar juntar. “O PSB não deve se juntar ao PT. Em política nada é definitivo, mas se a decisão fosse hoje o PSB não estaria com PT”, declarou o ex-prefeito.

Lacerda ainda disse que está firme em sua pré-campanha ao comando do Estado e que tem uma série de atividades, como viagens, agendadas para as próximas semanas.

Dessa forma, avaliou que neste momento não pensa na possibilidade de ser vice de Ciro.

“Se, eventualmente, esse assunto de candidatura a vice surgir, aí minha equipe e apoiadores vão sentar e conversar com a direção nacional do PSB. Mas essa é uma hipótese remota hoje”, garantiu.

Em coletiva de imprensa, Ciro disse que quem está conduzido esse processo de construção de vice é o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

“O Marcio é candidato a governador em Minas Gerais, é um velho e querido amigo, foi um grande prefeito, e é de um partido que eu gostaria muito de ter na minha aliança. Seria um privilégio carregar na minha chapa um mineiro ou uma mineira ligada à produção”, avaliou

O pré-candidato do PSB ainda comentou sobre o fato de o ex-presidente Lula, que está preso desde 7 de abril no âmbito da operação Lava Jato, ser candidato ao Planalto.

“O Lula não será oficialmente candidato e não poderá disputar, do ponto de vista legal à Presidência. O PT deve ter o (ex-prefeito de São Paulo) Fernando Haddad como candidato”, avaliou. Ciro Nogueira não quis comentar sobre a situação do PT porque quando fez análises anteriores foi “agredido por amigos e isso dói”.

Amupe abre inscrições para Seminário de Encerramento de Mandato e Transição 2024

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) abriu inscrições para o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição 2024. O evento, que é voltado para secretários, técnicos e controladores municipais, acontecerá no dia 21 de agosto, das 08h30 às 13h, na sede da Amupe,  na Av. Recife, 6205 – Jardim São Paulo, Recife/PE. Para garantir a […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) abriu inscrições para o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição 2024. O evento, que é voltado para secretários, técnicos e controladores municipais, acontecerá no dia 21 de agosto, das 08h30 às 13h, na sede da Amupe,  na Av. Recife, 6205 – Jardim São Paulo, Recife/PE. Para garantir a participação no evento, é preciso clicar neste link e preencher o formulário de inscrição.

O encontro abordará sobre fim de um mandato das atuais gestões municipais e o processo de transição para a próxima administração. Todo o processo deve ser conduzido de maneira organizada e transparente para garantir a continuidade dos serviços públicos e a confiança da população. O seminário abordará as melhores práticas para um encerramento de mandato eficiente e ético, proporcionando aos gestores ferramentas essenciais para uma transição sem complicações.

Serviço:

Data: 21/08/2024

Horário: Das 08h30 às 13h

Local: Sede da Amupe – Av. Recife, 6205 – Jardim São Paulo, Recife/PE

Inscrição: https://forms.gle/fHd33AT61rJxF3jN8 

Raquel Lyra: “eu não vou declarar apoio a Presidente da República”

A candidata a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), retomou, nesta quarta-feira (12), as atividades de campanha. Através de uma live no Instragram, Raquel agradeceu o carinho e a força que tem recebido do povo de Pernambuco. Na transmissão ao vivo, a ex-gestora de Caruaru também destacou que firma posição de independência frente à disputa […]

A candidata a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), retomou, nesta quarta-feira (12), as atividades de campanha.

Através de uma live no Instragram, Raquel agradeceu o carinho e a força que tem recebido do povo de Pernambuco. Na transmissão ao vivo, a ex-gestora de Caruaru também destacou que firma posição de independência frente à disputa presidencial e que o debate precisa ser sobre Pernambuco.

“Eu não  vou declarar apoio a Presidência da República ”, declarou a candidata.

“Eu vou trabalhar, incansavelmente, por Pernambuco. Vou debater não só os problemas, mas, sobretudo, falar sobre soluções para o nosso estado”, afirmou Raquel.

“Eu não estou aqui para construir muros, eu estou aqui para construir pontes, pontes de Pernambuco para o futuro, pontes entre as regiões do nosso estado, pontes que vão nos levar do momento em que a gente vive hoje para um momento onde a gente quer chegar”, finalizou Raquel.

TCE-PE aprova com ressalvas prestação de contas de 2021 de Siqueirinha 

Por André Luis Primeira mão Na manhã desta quinta-feira (10), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) emitiu seu julgamento sobre o processo de Prestação de Contas de Gestão da Câmara Municipal de Arcoverde, referente ao exercício financeiro de 2021.  O Conselheiro Substituto Luiz Arcoverde Filho atuou como relator, analisando os interessados […]

Por André Luis

Primeira mão

Na manhã desta quinta-feira (10), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) emitiu seu julgamento sobre o processo de Prestação de Contas de Gestão da Câmara Municipal de Arcoverde, referente ao exercício financeiro de 2021. 

O Conselheiro Substituto Luiz Arcoverde Filho atuou como relator, analisando os interessados no processo: Wevertton Barros de Siqueira (Siqueirinha), Luiza Margarida de Jesus, Orlani Limeira Silva, Jose Antunes Paz Filho e Miguelito Rodrigues de Almeida Junior. 

Os interessados contaram com a representação dos advogados Gabriel Henrique Xavier Landim de Farias (OAB: 47980PE) e Hitalo Alexandre Silva de Oliveira Galindo (OAB: 40762PE).

A deliberação foi unânime e trouxe um parecer favorável, com ressalvas, em relação às contas do presidente da Câmara, Wevertton Barros de Siqueira (Siqueirinha) e da vice-presidente há época, Luiza Margarida de Jesus, referentes ao exercício financeiro de 2021.

Os gestores responsáveis pelas contas julgadas deverão adotar as medidas corretivas necessárias para endereçar as ressalvas destacadas pela Câmara e garantir a conformidade das práticas financeiras no próximo exercício.

Odebrecht pagou US$ 3,39 bi em caixa 2 entre 2006 e 2014, diz delator ao TSE

Estadão O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu […]

Estadão

O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu no âmbito da ação que investiga abuso de poder político e econômico na campanha presidencial de 2014 e pode gerar a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.

O departamento da Odebrecht chamado por Mascarenhas de “trepa moloque”, uma referência ao fato de que, por ele, só passava recursos ilegais, era responsável não apenas por repasses de recursos ilícitos para campanhas eleitorais como pagamentos de resgates de funcionários da empreiteira sequestrados em países atingidos por conflitos armados ou grande violência urbana.

No depoimento, o ex-executivo detalhou os pagamentos com recursos ilegais da empresa. Na planilha apresentada, segundo relatos, constava as seguintes quantias: em 2006 – U$ 60 milhões; 2007 – U$ 80 milhões; 2008 – U$ 120 milhões; 2009 – U$ 260 milhões; 2010 – U$ 420 milhões; 2011 – U$ 520 milhões; 2012 – U$ 730 milhões; 2013 – U$ 750 milhões e 2014 – U$ 450 milhões.

Os pagamentos eram feitos em hotéis onde ficavam hospedados os intermediários.

Segundo Mascarenhas, com a avanço das investigações da Operação Lava Jato, o setor de propina teve que migrar para a República Dominicana. A cota em que era armazenado os recursos ficaria fora do País e quando era necessário fazer algum pagamento, sempre era em espécie. De acordo com ele, em razão de as regras serem mais rígidas nos Estados Unidos, as transações em solo norte-americano eram evitadas.

Ao falar sobre a operacionalização do setor, Mascarenhas detalhou as tratativas realizadas com o maqueteiro de campanha presidencial do PT em 2014, João Santana, e com sua mulher Mônica Moura. Segundo ele, Mônica só aparecia em períodos próximos às eleições. Ela estaria entre os cinco maiores recebedores de pagamentos do setor. Segundo ele, apenas em 2014 pagou U$ 16 milhões para Santana.

O ex-executivo não soube detalhar, contudo, as datas dos pagamentos ao casal, mas afirmou que tem um servidor na Suíça em que estão listados todos os repasses. Do total, 60% dos recursos teriam sidos passados no Brasil e o restante no exterior. Todos os pagamentos feitos eram em real, mas calculados com base no dólar, que era o valor acertado.

No depoimento, Mascarenhas disse ainda que sabia que o pagamento para Santana era feito em razão de ele estar fazendo a campanha “dela”. Questionado na audiência quem era “ela”, o ex-executivo respondeu que “com certeza era a presidente Dilma Rousseff” porque todo mundo sabia para quem Santana estava trabalhando.

Mascarenhas também lembrou que a relação com Santana não se restringiu à campanha no Brasil. Questionado pelo advogado da chapa de Dilma, respondeu que pagou ao marqueteiro e a Mônica pelas campanhas de El Salvador, Angola, Venezuela, Republica Dominicana e Panamá.

Planilhas. O ex-executivo também disse que a relação com integrantes do primeiro escalão do governo era feita por Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa que leva o seu nome. Ao dar mais detalhes sobre as planilhas de repasses de recursos para o PT, Mascarenhas afirmou que a que levava o nome ‘Italiano’ era uma referencia ao ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci e que o ‘Pós-Itália’, era uma menção ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo ele, a conta-corrente “italiano” continham pagamentos realizados mesmo após a saída de Palocci das negociações e do governo. A alegação apresentada por Mascarenhas foi a de que uma vez que a conta foi criada pelo ex-ministro, ele poderia movimentar os valores até ele se esgotarem.

PMDB. No depoimento, Mascarenhas afirmou que na negociação em torno do PMDB não surgiu o nome do presidente Michel Temer, mas que sabia das tratativas de Marcelo Odebrecht em relação aos repasses de R$ 6 milhões, em caixa 2, para a campanha de Paulo Skaf (PMDB) para o governo de São Paulo, em 2014. A informação do desembolso ao peemedebista chegou a ele por meio do marqueteiro da campanha de Skaf, Duda Mendonça, que teria ligado para combinar o pagamento. Marcelo Odebrecht também teria falado sobre a doação com Hilberto.