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Datafolha: Lula tem 51% entre jovens em 12 capitais; Bolsonaro, 20%

Por André Luis

UOL

Pesquisa Datafolha, contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e divulgada ontem (27), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 51% das intenções de voto entre jovens de 16 a 29 anos de 12 capitais brasileiras na pesquisa estimulada – quando os entrevistados recebem uma lista prévia de pré-candidatos. O presidente Jair Bolsonaro (PL) registrou 20%, ficando em segundo lugar.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é o terceiro colocado, com 12%. O levantamento foi realizado em: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Brasília, Manaus e Belém.

A pesquisa ouviu 935 pessoas, de 16 a 29 anos, entre os dias 20 e 21 de julho. As entrevistas foram feitas por abordagem pessoal. O índice de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05688/2022 e teve custo de R$ 149.000.

Na sequência aparecem André Janones (Avante), com 2%, e a senadora Simone Tebet (MDB), o empresário Pablo Marçal (Pros), a sindicalista Vera Lucia (PSTU), o técnico em mecatrônica Leonardo Péricles (UP) e a professora Sofia Manzano (PCB), todos com 1%.

O ex-deputado José Maria Eymael (DC), o deputado federal Luciano Bivar (União Brasil), o general Santos Cruz (Podemos) e o cientista política Luiz Felipe D’Avila (Novo) não pontuaram. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, todos os pré-candidatos, com exceção de Lula, Bolsonaro e Ciro, estão tecnicamente empatados.

Os entrevistados que disseram que votariam branco, nulo ou em ninguém somaram 8%, e os que não sabem foram 3%.

Pesquisa estimulada – Lula (PT) – 51%; Bolsonaro (PL) – 20%; Ciro Gomes (PDT) – 12%; André Janones (Avante) – 2%; Simone Tebet (MDB) – 1%; Pablo Marçal (Pros) – 1%; Vera Lucia (PSTU): 1%; Leonardo Péricles (UP) – 1%; Sofia Manzano (PCB) – 1%; José Maria Eymael (DC) – 0%; Luciano Bivar (União Brasil) – 0%; General Santos Cruz (Podemos) – 0%; Luiz Felipe D’Avila (Novo) – 0%; Brancos/nulos/nenhum – 8%; Não sabem – 3%.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista prévia de pré-candidatos, Lula lidera com 41%, enquanto Bolsonaro registra 17%. Ciro ficou com 3%.

Lula (PT) – 41%; Bolsonaro (PL) – 17%; Ciro Gomes (PDT) – 3%; Não sabem – 25%; Brancos/nulos/nenhum – 13%; Outros – 2%.

Segundo turno

O Datafolha também fez uma simulação de segundo turno. No embate entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria com 61% dos votos. O atual mandatário ficaria com 27%.

Lula (PT) – 61%; Jair Bolsonaro (PL) – 27%; Nenhum/branco/nulo – 11%; Não sabe – 1%.

Cenário de rejeição

A pesquisa também questionou quais candidatos não seriam escolhidos de jeito nenhum pelos entrevistados. Nesse quesito, Bolsonaro fica à frente de todos os pré-candidatos, com 67% de rejeição. Lula registrou 32%. 

Bolsonaro (PL) – 67%; Lula (PT) – 32%; Ciro Gomes (PDT) – 22%; General Santos Cruz (Podemos) – 10%; Vera Lúcia (PSTU) – 7%; Pablo Marçal (Pros) – 6%; José Maria Eymael (DC) – 6%; Luiz Felipe D’Avila (Novo) – 5%; Simone Tebet (MDB) – 5%; Luciano Bivar (União Brasil) – 4%; André Janones (Avante) – 4%; Sofia Manzano (PCB) – 3%; Rejeita todos/não votaria em nenhum – 1%; Não sabem – 1%; votaria em qualquer um/não rejeita nenhum – 0%. 

Lula e Bolsonaro empatam entre jovens evangélicos

O Datafolha também aponta um empate técnico, no limite da margem, entre Lula e Bolsonaro no eleitorado evangélico jovem. Nessa fatia de eleitores, Bolsonaro tem 36% das intenções de voto, e Lula, 30%. A margem de erro é de três pontos porcentuais para cima ou para baixo.

Sobre o instituto

O Datafolha é um instituto de pesquisas ligado ao jornal Folha de S.Paulo. O instituto só realiza pesquisas eleitorais financiadas por grupos de comunicação. As pesquisas geralmente são feitas abordando entrevistados em pontos de grande fluxo de pessoas em áreas estabelecidas conforme distribuição do eleitorado brasileiro.

*Com Agência Estado

Outras Notícias

Miguel Coelho se filia ao Democratas em ato no Recife

O partido Democratas promoverá, neste sábado (25), evento para a filiação do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Marcado para iniciar às 10h, no Armazém 14, bairro do Recife, o ato político deve reunir 500 lideranças e convidados de todas as regiões do Estado. A solenidade contará com a presença de expoentes do partido, a exemplo […]

O partido Democratas promoverá, neste sábado (25), evento para a filiação do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.

Marcado para iniciar às 10h, no Armazém 14, bairro do Recife, o ato político deve reunir 500 lideranças e convidados de todas as regiões do Estado.

A solenidade contará com a presença de expoentes do partido, a exemplo do presidente do DEM, ACM Neto, do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, além dos prefeitos de Florianópolis, Gean Loureiro, e de Salvador, Bruno Reis.

Os principais líderes do Democratas em Pernambuco também estarão no ato político. Ainda estão confirmados políticos de outros partidos como o MDB, Podemos e PSL.

Segundo o presidente estadual do DEM, Mendonça Filho, o evento terá o objetivo de mostrar a unidade do partido e de apresentar Miguel Coelho como pré-candidato ao Governo de Estado. “Estamos trabalhando num projeto para o futuro de Pernambuco. Precisamos retomar a liderança do nosso Estado e colocar Pernambuco no rumo certo”, destacou Mendonça.

Já para o prefeito Miguel Coelho, a filiação representa um movimento político para mostrar a força política do Democratas na discussão sobre o futuro de Pernambuco. “A presença dos principais nomes nacionais e estaduais nesse ato simboliza a importância estratégica e a prioridade de Pernambuco para o partido. O Democratas teve aqui vários governadores, senadores, deputados e não para de formar novos quadros que engrandecem o Nordeste. Então, mais do que a minha filiação, esse encontro é para mostrar aos pernambucanos que nosso partido quer constituir um caminho para a mudança através de um projeto de desenvolvimento que possa resgatar a esperança no coração de nossa gente”, afirma o novo democrata.

Por conta das ações de controle da pandemia, a estrutura do evento terá restrições de acesso ao público, seguindo todas as normas da Secretaria de Saúde do Estado. Todos os convidados só terão permissão para entrada após credenciamento e comprovação da aplicação da vacina contra a covid-19. O ambiente terá distanciamento entre cadeiras e distribuição de álcool em gel. Todos os convidados terão que usar máscaras obrigatoriamente.

Arcoverde: prefeitura proíbe fogueiras, queima ou comercialização de fogos de artifício

A Prefeitura de Arcoverde torna público nesta quarta-feira (23/06), o Decreto nº 257/2021, assinado pelo prefeito Wellington Maciel, que proíbe o uso de fogos de artifício e similares, e o acendimento de fogueiras, em todo o território do município, e dá outras providências. De acordo com o Decreto, está sendo considerada a sobrecarga dos hospitais locais, […]

A Prefeitura de Arcoverde torna público nesta quarta-feira (23/06), o Decreto nº 257/2021, assinado pelo prefeito Wellington Maciel, que proíbe o uso de fogos de artifício e similares, e o acendimento de fogueiras, em todo o território do município, e dá outras providências.

De acordo com o Decreto, está sendo considerada a sobrecarga dos hospitais locais, em virtude do agravamento da pandemia no município; em face do ciclo junino, esse estado pode ainda se agravar, se houver uso de fogos de artifício e acendimento de fogueiras.

O Decreto também considera que a fumaça das fogueiras pode gerar problemas respiratórios nas pessoas, além das queimaduras que também podem ser geradas pelos fogos de artifício, tudo isso junto pode levar a uma sobrecarga nos hospitais e centro de saúde, que já andam com lotação nos leitos de enfermarias e UTIS, seja no SUS, seja pra quem tem plano de saúde.

Portanto, a partir da presente data, fica proibida a comercialização e utilização de fogos de artifício e similares, e o acendimento de fogueiras em todo o território do município de Arcoverde, enquanto durar o ciclo junino, em espaço público ou privado.

Pernambuco Sem Fome completa dois anos 

O Governo de Pernambuco celebra, nesta segunda-feira (22), os dois anos do Programa Pernambuco Sem Fome, principal política pública do Estado no enfrentamento à insegurança alimentar. Voltada à população em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a iniciativa já apresenta resultados expressivos, como a redução de 25% da insegurança alimentar grave — retirando cerca de 146 mil […]

O Governo de Pernambuco celebra, nesta segunda-feira (22), os dois anos do Programa Pernambuco Sem Fome, principal política pública do Estado no enfrentamento à insegurança alimentar. Voltada à população em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a iniciativa já apresenta resultados expressivos, como a redução de 25% da insegurança alimentar grave — retirando cerca de 146 mil pessoas dessa condição —, a queda de 20% nas internações por desnutrição e o alcance de mais de 20,5 milhões de refeições servidas desde 2023, por meio das cozinhas comunitárias.

“O Pernambuco Sem Fome é a prova de que políticas públicas bem estruturadas transformam vidas. Em dois anos, mostramos que é possível enfrentar a fome por meio de ações integradas e com compromisso social. Nosso objetivo é construir um Pernambuco mais justo, onde cada pessoa possa viver com dignidade. Estamos garantindo comida de qualidade na mesa das famílias, beneficiando especialmente mulheres e crianças, por meio desta política tão importante de combate à fome no nosso Estado”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.

Dados recentes do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2024, Pernambuco registrou uma redução de cerca de 25% na proporção de pessoas em insegurança alimentar grave. No mesmo período, houve também uma queda de 20% nos casos de internações por desnutrição, alcançando o menor índice da série recente e comprovando a efetividade das ações integradas de proteção social.

Para o secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas de Pernambuco, Carlos Braga, os resultados comprovam que o enfrentamento à fome se tornou prioridade política do Estado. “O Governo do Estado faz uma gestão que não deixa ninguém para trás. Os resultados são sentidos pela nossa população mais vulnerável e estamos avançando na garantia da dignidade das famílias pernambucanas”, declarou.

Entre as iniciativas que compõem o programa, o Mães de Pernambuco se consolidou como um dos principais instrumentos de garantia de renda e cuidado às famílias. Voltado a gestantes, mães e responsáveis por crianças de até 6 anos sem renda formal, o programa já beneficiou mais de 135 mil mulheres, com repasse mensal de R$ 300 por família. O investimento ultrapassa R$ 567,5 milhões e contribui para a segurança alimentar, a autonomia feminina e o fortalecimento dos vínculos familiares.

Outro destaque é o Bom Prato, que ampliou significativamente a oferta de refeições gratuitas no Estado. Pernambuco conta hoje com 249 cozinhas comunitárias, geridas pelos municípios com cofinanciamento estadual. Cada unidade recebeu R$ 50 mil para implantação e R$ 20 mil mensais para custeio, garantindo ao menos 200 refeições diárias à população atendida pela assistência social. Somadas às 62 cozinhas solidárias, operadas por organizações da sociedade civil, já foram servidas mais de 20,5 milhões de refeições desde 2023. Um edital em andamento prevê a ampliação da rede para 100 cozinhas solidárias até 2026.

O terceiro eixo que integra o Pernambuco Sem Fome é o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PEAAF), que fortalece a renda de agricultores familiares, povos tradicionais e pescadores artesanais por meio da compra pública direta de alimentos. Inspirado no modelo federal do PAA, o programa estimula a produção agroecológica, movimenta a economia rural e abastece equipamentos públicos com alimentos frescos e de qualidade.

Ao completar dois anos, o Pernambuco Sem Fome reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com políticas públicas integradas e duradouras, voltadas à garantia de renda, segurança alimentar e oportunidades para milhares de famílias em todo o estado.

Ingazeira: chuva não afasta público no encerramento da Festa de Março

Nem a chuva afastou o público na Festa de Março do fim da noite desse sábado para essa madrugada em Ingazeira. A programação começou com o cantor Ênio Gomes.  Depois, Vilões do Forró Tony Baldock subiram ao palco. Priscila Senna foi a maior atração da noite.  Nem com chuva os fãs dela arregaram. Nos bastidores […]

Nem a chuva afastou o público na Festa de Março do fim da noite desse sábado para essa madrugada em Ingazeira.

A programação começou com o cantor Ênio Gomes.  Depois, Vilões do Forró Tony Baldock subiram ao palco.

Priscila Senna foi a maior atração da noite.  Nem com chuva os fãs dela arregaram.

Nos bastidores o prefeito Luciano Torres recebeu o Deputado Federal Carlos Veras, o líder da oposição em Tabira, Flávio Marques, o Diretor de Programação Felipe Marques, integrantes de sua equipe de governo,  o vice Djalma do Minadouro e vereadores.

Governo Lula não retomou nenhuma das 3.700 obras de educação paradas

O governo Lula (PT) ainda não reiniciou nenhuma das 3.783 obras de educação básica paradas em todo país após quase um ano do anúncio de um grande plano para destravar as construções. As informações são do jornal Folha de São Paulo. O MEC (Ministério da Educação), comandado por Camilo Santana, não conseguiu fechar um único […]

O governo Lula (PT) ainda não reiniciou nenhuma das 3.783 obras de educação básica paradas em todo país após quase um ano do anúncio de um grande plano para destravar as construções. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

O MEC (Ministério da Educação), comandado por Camilo Santana, não conseguiu fechar um único termo de compromisso com prefeituras para permitir a retomada.

Reiniciar obras paradas, sobretudo de creches, é uma promessa do presidente desde início do governo. Lula planeja eventos pelo país para inaugurações e o tema é tratado como prioridade no Palácio do Planalto.

Até agora, no entanto, o MEC não deu início a nenhuma obra com recursos federais desde o início do governo. Somente foram finalizadas construções que já estavam em execução.

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) diz, em nota, que a demora se deve porque o processo envolve várias etapas burocráticas, dependendo também de agilidade dos municípios. Afirma também que 46 projetos (1%) já estão prontos para assinatura do novo termo com o governo federal.

Ligado ao Ministério da Educação, o fundo é responsável pelas transferências e repactuações dos contratos.

Nesse modelo, o governo federal financia as construções e os processos de contratação são tocados pelas prefeituras e estados —que só conseguem iniciar os trâmites, como licitações, depois de firmar termos com a União.

Essas quase 4.000 obras paradas, e que continuam abandonadas no governo Lula, estão em 1.664 municípios. Ao todo, 80% delas estão nas regiões Norte e Nordeste. Metade dos esqueletos de construções está em quatro estados: Maranhão, Pará, Bahia e Ceará —que foi governado por Camilo até 2022.