Covid-19: Serra confirma 49 casos. São José do Egito mais um óbito
Por André Luis
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou em seu boletim epidemiológico desta terça-feira (22), a confirmação de 49 novos casos de Covid-19, no município nas últimas 24 horas.
Os novos casos foram diagnosticados através de 23 testes rápidos, 24 resultados de Swab e 2 exames particulares. São 20 pacientes do sexo masculino e 29 do sexo feminino, com idades entre 1 e 68 anos.
O boletim também informou, que o município atingiu a marca dos 5.362 pacientes recuperados da Covid-19.
O município tem 5.493 casos confirmados, 164 em investigação, 24.490 descartados, 44 em isolamento domiciliar, 14 em internamento hospitalar, 58 casos ativos e 73 óbitos.
“A Secretaria de Saúde alerta que a população deve procurar as unidades de saúde imediatamente após surgimento dos primeiros sintomas gripais, evitando casos agravados da Covid-19”, alerta o boletim.
Já a Secretaria de Saúde de São José do Egito, confirmou o 17º óbito por Covid-19 no município. Trata-se de um paciente de 62 anos, que estava internado há vários dias na UTI da UPA/COVID, faleceu na tarde desta terça-feira em virtude de complicações causadas pela covid-19.
Ainda segundo a Secretaria, as unidades de saúde realizaram 25 testes para detecção do novo coronavírus, já foram feitos 4.070 exames até o momento.
Foram confirmados 13 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. “Com isso, 40 pessoas que testaram positivo para o vírus estão em isolamento domiciliar e 3 estão internados na UTI da UPA/COVID. Nossa equipe multidisciplinar segue acompanhando todos os infectados”, informou.
O prefeito do Paulista, Ives Ribeiro, divulgou uma nota em suas redes sociais nesta quinta-feira (18) anunciando sua desistência em concorrer à reeleição em 2024. Segundo a nota, a decisão foi tomada por motivos de orientação médica e apelos de sua família. “Na condição de prefeito da Cidade do Paulista venho a público informar que […]
O prefeito do Paulista, Ives Ribeiro, divulgou uma nota em suas redes sociais nesta quinta-feira (18) anunciando sua desistência em concorrer à reeleição em 2024. Segundo a nota, a decisão foi tomada por motivos de orientação médica e apelos de sua família.
“Na condição de prefeito da Cidade do Paulista venho a público informar que por razões de orientação médica e apelos da minha família não vou mais disputar a reeleição para prefeito do município,” declarou Ribeiro.
De acordo com a nota, o prefeito expressou sua tristeza por ter que tomar essa decisão, mas ressaltou que se sente com a alma leve e a cabeça erguida pelo dever cumprido ao longo de seu mandato. Ele aproveitou a oportunidade para agradecer aos seus colaboradores pelo apoio e parceria na busca pela melhoria da qualidade de vida da população e pelo respeito à coisa pública.
Ribeiro também reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando até o último dia de sua gestão, realizando obras e ações voltadas para o desenvolvimento de Paulista. “Quero reafirmar o compromisso de continuar realizando até o último dia da gestão, obras e ações voltadas para o desenvolvimento da nossa cidade,” afirmou.
Segundo a nota, Ives Ribeiro destacou a importância de seus três mandatos como prefeito de Paulista em sua biografia política e de gestor público. “Os três mandatos de prefeito em Paulista engrandecem a minha biografia política e de gestor público,” escreveu. Ele finalizou a mensagem expressando seu desejo de que o município continue progredindo para o bem-estar dos paulistenses.
A Missa de Sétimo Dia pelos jovens que morreram na última sexta-feira na PE 292, Mariano Emerson e Renato Belo está confirmada para esta quinta-feira, dia 25, às 19h na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. O convite é dos familiares, a partir dos pais José Edson Ferreira e Vânia. Eles faleceram em acidente […]
A Missa de Sétimo Dia pelos jovens que morreram na última sexta-feira na PE 292, Mariano Emerson e Renato Belo está confirmada para esta quinta-feira, dia 25, às 19h na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. O convite é dos familiares, a partir dos pais José Edson Ferreira e Vânia.
Eles faleceram em acidente na curva próxima a Fábrica de roupas Invesa, quando vinham de Iguaraci no sentido de Afogados.
Estado de “Nego Dé”: Flávio Henrique Siqueira do Nascimento, 27 anos, que sobreviveu depois de ser atendido no HR Emília Câmara e foi transferido para o Hospital da Restauração passou por mais uma cirurgia ontem, para tratar uma lesão em uma das pernas. Ele já havia sido operado logo quando deu entrada na unidade para tratar uma hemorragia.
Nesta quarta-feira, dia 08 de maio, a Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promove mais uma Formação de Professores da Rede Municipal de Ensino. A atividade acontece a partir das 18h30, na Escola Alfabeto, localizada na Rua Gumercindo Cavalcanti, s/nº, no bairro do São Cristóvão. Serão enfocados temas como Alfabetização Matemática, Métodos […]
Foto: Secretaria de Educação e Esportes/divulgação
Nesta quarta-feira, dia 08 de maio, a Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promove mais uma Formação de Professores da Rede Municipal de Ensino. A atividade acontece a partir das 18h30, na Escola Alfabeto, localizada na Rua Gumercindo Cavalcanti, s/nº, no bairro do São Cristóvão.
Serão enfocados temas como Alfabetização Matemática, Métodos de Alfabetização, Jogos na Educação Infantil e Aspectos da Psicogênese da Língua Escrita (método sintético e analítico). A Alfabetização Matemática é voltada ao aprendizado tal como manipular, contar, ordenar em sequência, perceber e fazer movimentos coordenados, desenvolver a memória, resolver operações matemáticas com as mãos, que é muito significativo para as crianças.
Já a psicogênese é baseada na apropriação da escrita e se apoia em hipóteses do aprendiz, baseadas em conhecimentos prévios, assimilações e generalizações, dependendo de suas interações sociais e dos usos e funções da escrita e da leitura em seu contexto cultural. O encontro, que acontece sempre na segunda semana de cada mês, terá a participação de 350 professores, coordenadores e técnicos de apoio.
“Este planejamento é vital para monitorar as eventuais dificuldades dos professores, assim como também acompanhar a sistemática das escolas e dos alunos. Identificando as necessidades, estaremos buscando a excelência e o aprimoramento do ensino”, afirmou a secretária de Educação e Esportes do município, Zulmira Cavalcanti.
Os torcedores que forem à Arena Pernambuco acompanhar o confronto entre Estados Unidos e Alemanha, nesta quinta-feira (26), a partir das 13h, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo, terão que se preparar para enfrentar congestionamentos por conta das fortes chuvas. As duas principais vias de acesso ao estádio – as avenidas […]
Os torcedores que forem à Arena Pernambuco acompanhar o confronto entre Estados Unidos e Alemanha, nesta quinta-feira (26), a partir das 13h, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo, terão que se preparar para enfrentar congestionamentos por conta das fortes chuvas. As duas principais vias de acesso ao estádio – as avenidas Recife e Abdias de Carvalho – estão com vários pontos de alagamento, provocando a retenção do trânsito.
Na avenida Abdias de Carvalho, veículos pequenos estão com dificuldades para passar pelos pontos de alagamento. Nesse caso, pior para quem pretende ir de carro até o Parqtel (estacionamento oficial da Copa). No momento, o movimento é tranquilo nas estações do BRT e do metrô.
O pior ponto de retenção era na altura da Faculdade Estácio de Sá-FIR. Nas duas faixas o volume de água era muito grande. Depois da Abdias de Carvalho, o percurso foi mais tranquilo, percorrendo a BR 232 sem maiores problemas. A chegada ao estádio em São Lourenço da Mata aconteceu 1h depois da saída.
O único ponto de retenção foi na saída de Dois Irmãos para entrar em Camaragibe. A essa altura, por volta das 10h, a Rádio Jornal já informava que a avenida Caxangá estava parada, principalmente na altura da Iputinga. Vias alagadas e muito trânsito tiravam a paciência de quem transitava pelo local, seja para se dirigir à Arena Pernambuco ou por outro motivo. No mesmo horário, só que na avenida Recife, os bloqueios por conta da passagem das delegações complicavam ainda mais o caos.
Foto: Pixabay/Reprodução Folhapress O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde. A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos […]
O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde.
A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos estados.
Documentos da Receita Federal sobre a importação dessas máscaras da China registram que o ministério foi o “importador” e “adquirente” dos produtos, com fabricação atribuída à Dongguan HuaGang Communication Technology. Outros documentos sobre o destino dos equipamentos mostram que a pasta foi responsável por distribui-los aos estados.
Foram importadas pelo menos 200 mil máscaras, do tipo KN95, a um custo unitário de US$ 1,70 (R$ 8,99, pela cotação do dólar de quarta-feira, 19).
O total envolvido é de US$ 340 mil (R$ 1,79 milhão). O Ministério da Saúde diz que essas máscaras foram doadas, mas não revela quem foi o doador. O material integrou lotes enviados aos estados para destinação a profissionais de saúde.
A importação, distribuição e falta de garantia sobre a segurança e autenticidade do material envolvem todas as gestões no Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. A importação ocorreu em 12 de abril de 2020, na gestão de Luiz Henrique Mandetta. A distribuição e a falta de certificação sobre a eficácia das máscaras seguiram pelas gestões de Nelson Teich, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.
A suspeita de falsificação e inutilização do material se somam a outras irregularidades na distribuição de máscaras pelo governo Bolsonaro. Em 17 de março, a Folha de S.Paulo revelou que o ministério comprou e distribuiu máscaras chinesas impróprias para uso por profissionais de saúde. O produto, também KN95, contém a expressão “non medical” na embalagem.
A empresa contratada para distribuir o material pertence a um empresário que atua no mercado de relógios de luxo suíços. Ao todo, foram importados 40 milhões de máscaras. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o produto não poderia ser usado em hospitais. Diante disso, os estados passaram a distribuir o material a quem não é profissional de saúde.
O caso passou a ser investigado na CPI da Covid no Senado. Em seu depoimento na quarta-feira (19), Pazuello foi questionado sobre o assunto e admitiu saber da recomendação contrária da Anvisa e não ter agido para resolver o problema.
Já as outras máscaras KN95, sobre as quais recai a suspeita de falsificação, tiveram o uso interditado pela Anvisa em junho, por não proporcionarem proteção adequada a profissionais de saúde.
A decisão seguiu ato similar da FDA (Food and Drug Administration), a “Anvisa” dos EUA. Entre as máscaras estão as fabricadas pela Dongguan HuaGang.
Uma nova resolução, em setembro, reforçou a interdição, estendida a distribuição e comércio. Faltavam critérios mínimos de filtração de partículas. Neste ano, descobriu-se que as amostras usadas para análise das máscaras eram falsificadas.
A FDA informou que circulam falsificações de diversos fabricantes chineses. Como amostras verdadeiras tinham laudos satisfatórios para filtração, a Anvisa revogou a interdição, em nova resolução em março, seguindo deliberação idêntica da FDA.
Mesmo com a nova medida, máscaras seguem estocadas e sem uso nos estados, pois não há uma comprovação sobre falsificação ou autenticidade dos produtos. Durante todo o período de interdição das máscaras, desde junho, não houve um recurso à Anvisa contra a medida, nem do fabricante nem do importador, segundo documentos da própria Anvisa.
Também não houve explicação ao MPF (Ministério Público Federal) sobre a suspeita de falsificação ou sobre a eficácia dos equipamentos. Tampouco houve apresentação de laudos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para atestar a autenticidade e segurança das máscaras. O MPF em Brasília investiga a compra e distribuição do material pelo ministério.
À Folha a Anvisa afirmou, em nota, que a falsificação foi constatada em produtos distribuídos ao mercado, e não somente em amostras; que cabe ao importador garantir segurança e eficácia; e que o uso por profissionais de saúde só está liberado se laudos do fornecedor ou fabricante comprovarem atendimento a normas técnicas das máscaras N95 e PFF2, indicadas para uso hospitalar.
A reportagem questionou o Ministério da Saúde se, como importador, garante a segurança e a eficácia das máscaras e se já descartou a suspeita de falsificação. Não houve resposta da pasta. O ministério também não respondeu para quais estados distribuiu os produtos.
Em nota, a pasta limitou-se a dizer: “As 200 mil máscaras KN95, recebidas em abril de 2020, foram doadas, portanto, não há contrato de compra. As máscaras foram distribuídas antes de qualquer deliberação da Anvisa.” No Rio Grande do Norte, por exemplo, há 23,7 mil máscaras paradas em estoque desde a interdição pela Anvisa. Parte do material chegou a ser enviada a hospitais, para uso por profissionais de saúde, mas acabou sendo recolhida diante da decisão da agência.
Até agora, não houve um atestado de segurança dos equipamentos pelo Ministério da Saúde, segundo gestores do estado.
“As máscaras interditadas continuam em quarentena, sem uso. E não chegou nenhum comunicado da Anvisa”, afirma Ralfo Medeiros, coordenador de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte.
O estado foi um dos primeiros a alertar sobre irregularidades nas máscaras distribuídas pelo Ministério da Saúde. Uma investigação teve início no MPF no estado, transferida depois para a Procuradoria da República no DF. Segundo a Anvisa, se houver dúvida sobre autenticidade dos produtos, é preciso fazer um contato direto com fabricantes “e outros na cadeia de suprimentos”. “Casos de suspeita de irregularidades devem ser encaminhados à agência para apuração. Até o momento não recebemos denúncia de possível falsificação”, afirma a Anvisa.
Conforme a agência reguladora, não houve necessidade de recolhimento das máscaras. “A Anvisa atua pautada por provas e não há provas de irregularidade.” Mesmo assim, segundo a Anvisa, o uso por profissionais de saúde só é possível se laudos comprovarem o atendimento às normas técnicas adotadas para N95 e PFF2.
Uma nota técnica da Anvisa de 8 de abril fez ressalvas ainda sobre máscaras fixadas com elástico ao redor da orelha, como é o caso das KN95, e não atrás da cabeça.
“O governo americano tem alertado que, até o momento, nenhum certificado de conformidade foi expedido para máscaras com tirantes de fixação ao redor da orelha, e que esta característica compromete a vedação necessária para a adequada filtragem, não havendo nenhuma máscara aprovada com essa característica”, afirma o documento.
O MPF, por sua vez, num parecer de 13 de abril, afirmou que máscaras interditadas pela Anvisa “não podem ser utilizados para uso médico/hospitalar, a não ser nos ambientes considerados de baixo risco e que não demandem máscaras cirúrgicas ou N95 e PFF2”.
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