Convite para Convenção do PMDB esquece Nicinha Brandino
Por Nill Júnior
Cadê a pré-candidata que era pra estar aqui? Dinca prova que vai jogar tudo para mostrar que a candidata é Nicinha, mas quem vai sair na foto é ele
Dinca argumentou que quem tem que aparecer é ele por ser presidente do partido que convida para a convenção, e não a esposa que ainda é pré-candidata.
Por Anchieta Santos
Já circula nas redes sociais e na imprensa o convite do PMDB para a Convenção que vai homologar a candidatura de Nicinha de Dinca no dia 30 de julho na escola Pedro Pires em Tabira.
No convite alguns detalhes chamam a atenção. O nome da candidata a Prefeita, não aparece. Dinca que não é candidato a nada, está lá em uma possante foto, todo sorridente.
Para completar a coligação citada no convite apresenta dois partidos contados como apoiadores da reeleição do Prefeito Sebastião Dias, o PP e a REDE.
Alertado sobre os partidos pela produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Dinca explicou: “O PP eu tive a garantia do Deputado Fernando Monteiro que até esta terça-feira mudaria o comando em Tabira e a REDE eu pensei que Sandro Ferreira tinha assumido comando, mas ele preferiu continuar no PV”.
Até então o PP tem a Presidência da primeira dama Ieda Melo e a REDE é presidida pelo ex-árbitro de futebol da Federação Brasiliense José Caldas.
O que diz Dinca: o ex-prefeito manteve contato com o blog após a reprodução da nota argumentando que aparece no convite porque é o Presidente do PMDB. “Sou eu que tenho que convidar, não ela, que é pré-candidata”. Segundo Brandino, tão logo seja formalizada, será ela a aparecer na foto.
Direção estadual do PSD promete que partido não sai de perto de Sebastião Dias: a ameaça do PSB foi de que se o PRB for proibido de coligar na majoritária reunindo Zé de Bira e Edgley Freitas em Tabira, partidos da Frente Popular de Pernambuco que formam na coligação que apoia o Prefeito Sebastião Dias, sofreriam retaliações.
O PSD foi o primeiro partido citado. De imediato o Presidente da sigla Flávio Marques manteve contato com o Presidente e Secretario Estadual André de Paula e este teria assegurado que deu a palavra de a sigla ir para onde Flávio quiser.
Gestor pediu apoio a Gilson Neto para projeto do Complexo Turístico Cristo Redentor, Portal e Festa da Rapadura A visita do prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas, ao Ministério do Turismo superou todas as expectativas, segundo npta ao blog. O Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, juntamente com o presidente da EMBRATUR, […]
Gestor pediu apoio a Gilson Neto para projeto do Complexo Turístico Cristo Redentor, Portal e Festa da Rapadura
A visita do prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas, ao Ministério do Turismo superou todas as expectativas, segundo npta ao blog.
O Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, juntamente com o presidente da EMBRATUR, Carlos Brito receberam o prefeito da Capital da Rapadura que apresentou diversas solicitações visando valorizar o turismo do município.
Gilson Neto e todo seu staff escutaram solicitações do gestor. Ficaram curiosos pot exemplo com a origem do nome Irlando Parabólicas. O ministro prometeu colocar a estrutura do ministério a disposição da Capital da Rapadura.
Irlando entregou ao ministro o projeto do Complexo Turístico Cristo Redentor, um novo equipamento turístico que será a atração do estado, atraindo o turismo religioso e de lazer, para o Sertão do Pajeú. O projeto já tem o apoio e contra partida da Secretaria de Turismo do Estado.
O Cristo terá 30 metros de altura e será instalado na Serra do Cruzeiro, ponto mais alto da cidade. O complexo contará com toda estrutura necessária para atender os turistas e visitantes vindos dos mais diversos destinos.
Após a apresentação, o ministro acenou positivamente e se dispôs a participar do projeto colocando recursos do ministério para que esse complexo possa se tornar realidade o mais rápido, para isso Santa Cruz receberá uma visita técnica do ministério.
Outra solicitação feita ao ministro foi de um novo Portal da cidade, que represente a marca de Capital da Rapadura. O presidente da EMBRATUR, Carlos Brito, sinalizou positivamente e agendou junto com o ministro uma visita a Santa Cruz da Baixa Verde.
O prefeito também solicitou apoio para a Feira da Rapadura, assim que for possível realizá-la novamente. O Ministério do Turismo prometeu estar presente na feira.
“A visita ao ministro foi extremamente positiva, além de nos receber de forma extraordinária, ele já apontou com apoio em todos os projetos apresentados. Vamos agora trabalhar para que tudo possa sair do papel e virar realidade”, disse Irlando.
O prefeito presenteou o Ministro com um kit contendo rapaduras de diversostipos, fabricada nos mais variados engenhos da cidade.
“Hoje recebi aqui o prefeito de Santa Cruz da baixa Verde, a Capital da Rapadura, Irlando Parabólicas, veio nos trazer alguns projetos importantes para impulsionar o turismo da cidade e da região. Quero aqui afirmar nosso compromisso com a cidade. O nordeste é ponto fundamental para nós e para o nosso presidente Bolsonaro. Vamos a partir de agora, trabalhar para ajudar a nossa querida Santa Cruz”, falou Gilson Neto.
A presidente do Iphan, Larissa Peixoto, estava também presente à reunião, prometeu valorizar a história do município no cenário nacional. Participaram também da reunião Hercy Ayres, Chefe de Gabinete do Ministro, Mário Pilar, Assessor do Ministro e Silvio Nascimento, Diretor de Marketing da EMBRATUR.
Por Valdo Cruz O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – interrogado nesta terça-feira (10) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) – se apresentou de forma totalmente diferente daquela que todos estão acostumados a presenciar. Nada dos arroubos, nada dos ataques, nada dos desafios e xingamentos frequentes nas falas do ex-presidente da República. Bolsonaro se […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – interrogado nesta terça-feira (10) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) – se apresentou de forma totalmente diferente daquela que todos estão acostumados a presenciar.
Nada dos arroubos, nada dos ataques, nada dos desafios e xingamentos frequentes nas falas do ex-presidente da República.
Bolsonaro se esforçou para ser pacato, transpareceu humildade, e fez até questão de pedir desculpas a Alexandre de Moraes.
Ele também atribuiu à sua retórica e a desabafos as acusações que fez a ministros do STF de que teriam recebido de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões para tomarem medidas que poderiam beneficiar Lula e o prejudicar.
As palavras que ele mais usou foram “desabafo”, “retórica”, “meu comportamento”, para justificar seus ataques às urnas eletrônicas, em uma reunião com embaixadores, e suas acusações de que a eleição foi fraudada.
Não chegou a admitir que propôs uma minuta do golpe, só reconheceu que chegou a discutir saídas constitucionais com os comandantes das Forças Armadas, mas concluiu, em suas palavras, que não havia o que fazer e afirmou que decidiu “entubar” a eleição do presidente Lula.
Durante o interrogatório, fugiu das perguntas sobre o conteúdo da minuta do golpe, e pelas regras do interrogatório, não poderia ser contraditado em suas afirmações.
Como lembrou Alexandre de Moraes, esse era o momento do réu, no qual ele pode até mentir e em que não poderia receber réplicas.
Ao contrário do que disse Mauro Cid, afirmou que não havia pedido de prisão de ninguém na minuta e não falou se mandou enxugar o texto.
Em sua versão, inclusive, ele nem discutiu a assinatura da minuta. E disse: “Nada foi assinado, não foi dado pontapé inicial de nada”, num esforço para dizer que não houve golpe. Mas o STF está avaliando se houve uma tentativa de golpe.
Sobre ataques às urnas eletrônicas, citou declarações de Flávio Dino, que perdeu uma eleição para o governo do Maranhão, quando teria dito que teria havido fraude.
Bolsonaro também citou reunião com Luiz Fux para discutir a implementação do voto impresso em 2017, que estava aprovada pelo Legislativo, mas que o STF veio a decretar como inconstitucional por violar o segredo do voto.
Além de fugir das respostas sobre a minuta do golpe e se ele tinha enxugado o texto, o ex-presidente da República tentou atribuir a alguma mágoa do então comandante da Aeronáutica, brigadeiro Baptista Júnior, o fato de ele ter dito que Bolsonaro chegou a receber uma ameaça de prisão.
“O general Freire Gomes desmentiu isso”, afirmou o ex-presidente da República.
O tom adotado por Jair Bolsonaro foi uma recomendação de seus advogados, que o aconselharam a evitar confrontos, o que poderia piorar a situação do ex-presidente.
Com isso, Bolsonaro não adotou o modo “tiro, porrada e bomba”, que é o predileto de seus apoiadores. Preferiu ouvir os seus advogados.
Blog do Camarotti A defesa do presidente Michel Temer levou um susto ao receber 84 perguntas da Polícia Federal sobre o áudio de uma conversa de Temer com o empresário Joesley Batista, dono da JBS. Temer tem 24 horas para prestar os esclarecimentos, mas o ministro Luiz Edson Fachin já disse que o presidente não […]
A defesa do presidente Michel Temer levou um susto ao receber 84 perguntas da Polícia Federal sobre o áudio de uma conversa de Temer com o empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Temer tem 24 horas para prestar os esclarecimentos, mas o ministro Luiz Edson Fachin já disse que o presidente não é obrigado a responder aos questionamentos.
As perguntas fazem parte do inquérito aberto para investigar o presidente em razão do que os delatores da JBS informaram ao Ministério Público Federal. O presidente passou a ser investigado pelos crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.
Desde que se tornaram conhecidas as delações da JBS, Temer tem feito pronunciamentos à imprensa, concedido entrevistas e divulgado notas para rebater todas as acusações. Ele tem dito, por exemplo, que não atuou para beneficiar a empresa junto ao governo.
No Congresso Nacional, parlamentares da oposição e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentaram pedidos de impeachment do presidente nas últimas semanas, mas Temer já afirmou que não vai renunciar ao mandato.
Soube-se, somente agora, que, na noite de 17 de maio, quando estourou a crise política, o presidente pensou seriamente em deixar o governo.
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, deve prestar esclarecimentos ao Senado sobre os indícios de irregularidades na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) pelo Ministério da Educação. A Comissão Diretora da Casa aprovou nesta quinta-feira (7) um requerimento de informações sobre o assunto. O pedido é do […]
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, deve prestar esclarecimentos ao Senado sobre os indícios de irregularidades na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) pelo Ministério da Educação.
A Comissão Diretora da Casa aprovou nesta quinta-feira (7) um requerimento de informações sobre o assunto.
O pedido é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele solicita que Wagner Rosário explique quais os indícios de irregularidades encontrados na pasta após as denúncias que levaram à demissão do então ministro Milton Ribeiro. Em áudios divulgados pela imprensa, Ribeiro afirma priorizar prefeitos ligados a pastores evangélicos na destinação de verbas públicas.
A Comissão Diretora aprovou um total de 59 requerimentos de informações. Em uma rede social, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, comentou o resultado do encontro.
“Reuni-me com integrantes da Mesa Diretora do Senado Federal para deliberarmos sobre temas legislativos e administrativos relativos ao funcionamento da Casa. Estamos empenhados em buscar soluções para os diversos desafios que o país enfrenta e aprimorarmos o trabalho no Parlamento para que o combate à fome, à miséria, ao desemprego e ao aumento do custo de vida seja feito com maior eficácia”, escreveu.
Um requerimento do senador Jaques Wagner (PT-BA) cobra do Ministério das Relações Exteriores esclarecimentos sobre a decisão da pasta de não endossar uma resolução da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o coronavírus.
Segundo o parlamentar, apenas 14 países em todo o mundo não apoiaram explicitamente a medida. Sugerida pelo governo do México em 2020, a resolução recomenda igualdade no acesso a testes, suprimentos, medicamentos e vacinas.
Os senadores aprovaram ainda um requerimento de informações da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA). Ela pede explicações à Agência Nacional de Mineração sobre autorizações de pesquisa, lavra e permissão para exploração de ouro na Amazônia. Segundo a parlamentar, desde 2019 foram concedidas mais de 80 autorizações de mineração na região — 45 delas apenas em 2021.
Resoluções
A comissão aprovou ainda três projetos de resolução. O PRS 12/2019, da senadora Leila Barros (PDT-DF), cria a Medalha de Mérito Educacional Darcy Ribeiro e o Prêmio de Eficiência Educacional Florestan Fernandes, para incentivar a educação nacional.
A Medalha Darcy Ribeiro deve ser concedida anualmente a um educador de cada estado e do Distrito Federal na semana de 15 de outubro, Dia do Professor. O Prêmio Florestan Fernandes vai para dez práticas ou projetos educacionais de destaque na semana do dia 28 de abril, Dia Mundial da Educação.
Os senadores também aprovaram a criação da Frente Parlamentar do Matopiba (PRS 32/2019). Sugerido pelo senador Roberto Rocha (PTB-MA), o grupo deve promover debates sobre o bioma Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
A Comissão Diretora também aprovou o PRN 2/2019, que estabelece um calendário para eleição de presidente e vice-presidentes da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Segundo a proposição do senador Telmário Mota (Pros-RR), a escolha deve se dar até a última terça-feira de março do primeiro e do terceiro ano de cada legislatura.
Tramitação conjunta
A Comissão Diretora acatou ainda dois requerimentos para a tramitação conjunta de projetos de lei que tratam de temas semelhantes. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) sugere o apensamento do PL 6.046/2019 e do PLS 304/2015, ambos sobre impactos ambientais, verticalização, coberturas vegetais e terraço verde.
O senador Lasier Martins (Podemos-RS) pede a tramitação conjunta do PL 1.485/2020 e do PL 3.582/2020. As matérias aumentam penas para crimes de estelionato, falsidade ideológica e corrupção ativa praticados contra recursos que deveriam ser usados na saúde e no enfrentamento a calamidades.
Passagens aéreas
Depois da reunião, o terceiro-secretário da Comissão Diretora, senador Rogério Carvalho (PT-SE), conversou com jornalistas. Ele disse que um dos temas debatidos pelos parlamentares durante o encontro foi o “abusivo preço” das passagens aéreas. Segundo empresas que negociam bilhetes em plataformas digitais, as tarifas médias subiram até 40% em março em relação ao mês anterior.
— O presidente do Senado [Rodrigo Pacheco] deve se manifestar sobre esse assunto, que tem atingido todos os brasileiros nos deslocamentos. Inclusive nós, senadores. De fato, é preciso ter uma solução no Brasil. Está insuportável viajar de avião e cumprir nossas obrigações em função desses abusivos preços praticados — afirmou Carvalho. As informações são da Agência Senado
A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes, com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações. A primeira, a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a […]
A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes, com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações.
A primeira, a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a mais adequada para levar a candidata do Solidariedade a buscar uma virada de pleito. Mas, se era a estratégia mais correta, porque não pegou em Pernambuco?
Alguns fatores podem ser invocados. Não são poucos os que avaliam que a campanha de Raquel Lyra, do ponto de vista do marketing, foi mais eficiente do que a campanha da candidata do Solidariedade. Essa semana o blog trouxe um exemplo: o do adesivo de Bolsonaro em sua camisa no ato de Petrolina, explorado por apoiadores de Marília Arraes.
Raquel foi atacada por fazer discurso em Petrolina com um adesivo colado por um bolsonarista. No vídeo e imagens que circularam as redes, ficou claro que ela não percebeu o momento em que o adesivo foi colocado. Seguiu discursando sem notar.
Apoiadores de Marília compartilharam a notícia de que Raquel estava discursando e assumindo seu apoio a Bolsonaro. A campanha de marketing de Raquel tinha pouco tempo pra reagir. Viu e reviu as imagens e percebeu um senhor fantasiado de Papa no meio da multidão.
Foi o gatilho pra que o vídeo rebatesse com bom humor, um elemento que ajuda quando aparece em campanha, a acusação de que Raquel era bolsonarista. Gonzaga Patriota com adesivo de Lula pertinho da candidata foi a cereja do bolo. “O bolsonarista, o lulista, até o Papa: todo mundo quer colar em Raquel”.
Outra peça que vem sendo elogiada foi a que mostra eleitores de Lula e Bolsonaro dizendo votar em Raquel. A campanha soube explorar bem que o debate é sobre Pernambuco, apresentando nomes do PT e bolsonaristas em torno do mesmo projeto. A presença de prefeitos socialistas sem o apoio foral do PSB também tem sido observado.
Raquel manteve a estratégia no tom que deu aos debates. Compareceu a todos e parecia ter respostas a todos os temas, mesmo quando confrontada com sua neutralidade, invocando o debate para Pernambuco. Apesar de dar a impressão de ter sido treinada para as falas, não titubeou. Marília ao contrário tem aparecido aparentando mais insegurança. No debate da Guararapes, por exemplo, recorria a cola para as perguntas.
Se uma campanha vai bem, sinal de que a outra vai mal. Marília tem uma rejeição maior que a de Raquel (36% x 23%). Alguns fatores: a decisão de já ligar o modo ataque no impacto da morte do marido de Raquel, Fernando Lucena; de não esperar uma dia por solidariedade como queria a campanha tucana, a exploração cansativa de um episódio da FUNASE que não sensibilizou a opinião pública e tem se mostrado cansativo, a aparente rejeição do vice, Sebastião Oliveira, muito explorada. Enfim, mesmo com Lula, a campanha aparentemente não empolgou. Conseguir isso a quatro dias do pleito parece uma missão quase impossível, que só acha guarita no imponderável da política, quando as urnas forem abertas. Mas a essa altura, Raquel aparenta estar com a condução para o Palácio bastante pavimentada.
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