Com maior oferta de leitos, ocupação nas unidades do Pajeú cai a 85,5%.
Por Nill Júnior
Entretanto, número de pacientes internados é maior: 93 contra 90 da semana passada.
O Hospital Eduardo Campos, que detém 70 leitos de UTI, depois de mais dez instalados, está agora com 78% de ocupação.
São 70 leitos disponíveis e 55 ocupados, oferta momentânea de quinze leitos. Isso ocorre por cinco vagas abertas – altas e óbitos – mais os dez novos disponibilizados. A informação foi confirmada pela Diretora Patrícia Queiroz ao blog.
Com dez leitos, a UTI do Hospital Agamenon Magalhães está com todos lotados, ou seja, 100% de ocupação, segundo seu Diretor João Antonio.
E a UTI do Hospital Regional Emília Câmara, com 30 leitos disponíveis tem 28 ocupados, ou 93% de ocupação, como confirma o seu Diretor Sebastião Duque.
Se somamos os leitos, são 110 disponíveis, com 93 ocupados e 17 disponíveis . Ocupação regional de 84,5% e disponibilidade de 15,5% dos leitos.
Vale registrar, quando a região chegou a 100% de ocupação, havia 90 leitos disponíveis, três a menos que a ocupação de hoje. Em resumo, há maior oferta, assim como há ocupação maior em relação à semana passada.
O Presidente João de Maria continua sua estratégia para ser reeleito presidente da Câmara de São José do Egito. E não tem tido nenhuma preocupação com a repercussão disso. Depois de articular a ida dos seus apoiadores para um imóvel no litoral, em lugar incerto e não sabido, numa estratégia apelidada de “sequestro”, por manter […]
O Presidente João de Maria continua sua estratégia para ser reeleito presidente da Câmara de São José do Egito. E não tem tido nenhuma preocupação com a repercussão disso.
Depois de articular a ida dos seus apoiadores para um imóvel no litoral, em lugar incerto e não sabido, numa estratégia apelidada de “sequestro”, por manter os pares incomunicáveis, como em um cativeiro, ele agora editou duas medidas que evitam a necessidade de que o voto seja presencial.
Na Portaria 004/202, ele definiu que, em virtude da pandemia de Covid-19, ficam instituídas sessões semipresenciais. Os vereadores poderão participar da sessão presencial ou virtualmente. Com isso, os mantidos em “cativeiro legislativo”, poderão votar desse local sem necessidade de serem interpelados. A medida visa evitar viradas de votos até o dia da eleição.
E a única Câmara da qual se tem conhecimento no Brasil a aditar essa medida nesse período. Mesmo a última variante da Covid que teve um recente aumento de casos, arrefeceu.
Ele também decidiu via ofício marcar a sessão extraordinária que será marcada pela definição das regras e diretrizes da eleição para quinta, 15 de dezembro, às 16h. “É fazer o povo de besta. Imagine a cena. cada um em um celular, na beira da piscina, dando seu voto sem precisar vir. Arrumaram uma forma de, mesmo sequestrados, participarem da votação alegando a pandemia”, disse o vereador Vicente de Vevéi, do PSB.
A Coluna do Domingão destacou que em São José do Egito, a negociação chegou a outro nível. Na terra que se orgulha de seus poetas e cantadores, a decência política vai se deteriorando a cada debate. Foi na cidade que a população começou a cunhar a expressão “sequestrado” para adaptá -la à política. Na Capital da Poesia, “sequestrados” é como são chamados os vereadores governistas que se alinharam à reeleição de João de Maria.
Isso porque para evitar cooptação de pessoas próximas ao prefeito Evandro Valadares – João de Maria faz oposição à sua gestão por exemplo engavetando um projeto de reforma da previdência – os vereadores são obrigados a uma “reclusão voluntária”. São levados para um imóvel no litoral e ficam quase incomunicáveis. Até o telefone que toca é vistoriado.
Daí a comparação com sequestrados, como se estivessem em um cativeiro, incomunicáveis com a sociedade. “São obrigados a só aparecer na cidade no dia da votação”, revelou o vereador Vicente de Vevéi, que não comunga da prática e a taxa de um tapa na cara da população da cidade.
Imagine o que, além do cativeiro mobiliado com café, almoço e janta deve ter sido oferecido para que se submetessem a essa condição, impedidos até da despedida ao colega Flávio Jucá, morto de infarto há uma semana.
Por André Luis Nesta segunda-feira (12), os novos conselheiros do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), Eduardo Porto e Rodrigo Novaes tomam posse. O evento está marcado para às 10h na Escola Judicial de Pernambuco (Esmape), na Rua Desembargador Otílio Neiva Coêlho, s/n, Ilha Joana Bezerra, Recife. A indicação de Eduardo Porto para a vaga […]
Nesta segunda-feira (12), os novos conselheiros do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), Eduardo Porto e Rodrigo Novaes tomam posse.
O evento está marcado para às 10h na Escola Judicial de Pernambuco (Esmape), na Rua Desembargador Otílio Neiva Coêlho, s/n, Ilha Joana Bezerra, Recife.
A indicação de Eduardo Porto para a vaga foi da Assembleia Legislativa, que o referendou para o cargo no dia 16 de maio. Ele foi indicado para a vaga aberta pela aposentadoria do conselheiro Carlos Porto Barros.
Já Rodrigo Novaes foi indicado para a vaga que estava sendo ocupada pela ex-vice-presidente do TCE, conselheira Teresa Duere, que completará 75 anos em julho e decidiu antecipar um pouco a aposentadoria para facilitar o processo no Legislativo, por causa do recesso parlamentar.
A nomeação de Novaes, que estava em seu quarto mandato como deputado estadual, foi assinada pela governadora Raquel Lyra (PSDB), no dia 25 de maio.
A governadora Raquel Lyra confirmou presença no ato desta segunda-feira.
Não adiantaram as garantias da organização de uma vaquejada em Jabitacá, município de Iguaracy, de que não haveria público e que as normas sanitárias seriam respeitadas. As vaquejadas estão permitidas, mas sem presença de público. Mas, como já era esperado, a III Vaquejada de Jabitacá, realizada no Parque União, foi um show de desrespeito da […]
Não adiantaram as garantias da organização de uma vaquejada em Jabitacá, município de Iguaracy, de que não haveria público e que as normas sanitárias seriam respeitadas.
As vaquejadas estão permitidas, mas sem presença de público. Mas, como já era esperado, a III Vaquejada de Jabitacá, realizada no Parque União, foi um show de desrespeito da madrugada do sábado para o domingo. Nas redes sociais, centenas de pessoas aglomeradas e nenhum respeito a qualquer medida sanitária.
A prefeitura de Iguaracy havia informado ter a garantia da organização de que não haveria presença de público. Pediu apoio da PM, mas novamente foi enganada pela organização, assim como ocorreu em um Bolão semana passada.
Nesse caso, nem adianta informar que “não havia como controlar”, pois o parque é fechado. Para participar, a organização tem que permitir o acesso.
No canal de divulgação de vaquejadas no YouTube, pessoas ligadas à organização convidavam no chat, dizendo que estava liberada a entrada.
No bolão de vaquejada que também viralizou, a desculpa era de que o local era aberto. Mas houve mídia nas redes sociais, provado pela presença de pessoas até de outras cidades.
Entre proibir eventos desse tipo no município e confiar na promessa, a prefeitura preferiu a segunda opção. Em vão. Mais uma vez, Iguaracy é notícia nas redes sociais pelo mal exemplo de descumprimento de medidas sanitárias em meio a uma pandemia que ainda não acabou.
“A festa é do tamanho que a gente pode”. Assim definiu o prefeito eleito Zeinha para anunciar as atrações de hoje, sábado, dia 08 em Jabitacá e amanhã (9) em Iguaracy. Em Jabitacá os partidários de Zeinha se encontram às 17h no Status Clube e farão a festa ao som das Bandas Forró dos Top”z […]
“A festa é do tamanho que a gente pode”. Assim definiu o prefeito eleito Zeinha para anunciar as atrações de hoje, sábado, dia 08 em Jabitacá e amanhã (9) em Iguaracy.
Em Jabitacá os partidários de Zeinha se encontram às 17h no Status Clube e farão a festa ao som das Bandas Forró dos Top”z e Forró Blecaute.
Amanhã na cidade de Iguaraci na Praça Antônio Rabelo, as atrações serão Forró dos Top’z e Lindomar Souza.
A vitória de de Zeinha contra Dessoles em Iguaraci foi uma das mais comentadas no Pajeú. Virou candidato aos 46 do segundo tempo depois da desistência de Pedro Alves. E venceu um prefeito de três mandatos que não era mal avaliado.
Com o parecer apresentado na madrugada desta quarta-feira (16), na sessão virtual do plenário do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Sérgio Banhos, que é relator do processo do Cacique Marquinhos no TSE, eleito prefeito de Pesqueira, negou o recurso especial interposto pela defesa do cacique. O ministro pediu também a anulação dos votos obtidos pelo […]
Com o parecer apresentado na madrugada desta quarta-feira (16), na sessão virtual do plenário do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Sérgio Banhos, que é relator do processo do Cacique Marquinhos no TSE, eleito prefeito de Pesqueira, negou o recurso especial interposto pela defesa do cacique.
O ministro pediu também a anulação dos votos obtidos pelo candidato, solicitou o impedimento da diplomação do mesmo que concorreu a eleição sub judice, além de recomendar ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Pernambuco a realização de nova eleição em Pesqueira ou eleição suplementar.
No parecer, o ministro recomendou também que o presidente da Câmara de Vereadores de Pesqueira, cidade do Agreste de Pernambuco, assuma interinamente a prefeitura a partir de 01 de janeiro de 2021, até que tenha o resultado do novo pleito eleitoral. O destino político do Cacique será definido após a votação dos outros seis ministros.
O cacique Marquinhos Xukuru, condenado na justiça, possui contra si um processo criminal (2006.83.02.000366-5), o qual transitou em julgado em fevereiro de 2015, onde o Cacique fora condenado pela prática de crime contra o patrimônio privado, incêndio (art. 250, §1º, “a”), a uma pena de 10 anos, 4 meses e 13 dias, além de multa.
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