Com Julio Lóssio de licença médica, Prefeitura de Petrolina precisa de um substituto provisório
Por Nill Júnior
O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), enviou à prefeitura nesta quarta-feira (9) um pedido de afastamento de 60 dias, período em que permanecerá em São Paulo para se recuperar da cirurgia de retirada de um coágulo na cabeça. A informação é do Diário de Pernambuco.
Com a licença médica, a lei determina que o vice-prefeito Guilherme Coelho (PSDB) assuma o cargo enquanto o titular estiver afastado. No entanto, se o vice resolver ocupar o posto, o tucano terá que desistir de sua candidatura ao cargo de deputado federal nas eleições deste ano.
De acordo com a assessoria de Guilherme Coelho, o vice-prefeito será notificado na próxima quinta-feira (10) e terá dois dias úteis para anunciar sua decisão. Caso ele decida prosseguir com sua candidatura, o próximo da linha de sucessão é o presidente da Câmara dos Vereadores do município, Osório Siqueira (PSB), vereador da oposição.
A cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) no transporte por aplicativos, como o Uber, 99 e Cabify, será feita no local do embarque do passageiro e não mais no município onde está sediada a empresa detentora da tecnologia. A mudança, estabelecida em parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei […]
A cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) no transporte por aplicativos, como o Uber, 99 e Cabify, será feita no local do embarque do passageiro e não mais no município onde está sediada a empresa detentora da tecnologia.
A mudança, estabelecida em parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei aprovado nesta terça-feira (15), na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), beneficiará de imediato 30 prefeituras pernambucanas ao descentralizar a arrecadação do imposto.
“Haverá desconcentração da arrecadação do ISS e, portanto, maior justiça no recolhimento do imposto”, justifica o parecer de Armando. Informou ele que, no caso de Pernambuco, o Uber opera em 30 municípios, incluindo toda a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata, o Agreste e o Sertão (Petrolina e Lagoa Grande), enquanto a 99 atua nos 15 municípios da RMR. O projeto de lei seguirá direto para a pauta do plenário do Senado.
O senador pernambucano assinalou que, na prática, todas estas prefeituras de Pernambuco aumentarão a arrecadação do ISS a partir da cobrança do imposto no transporte de passageiros por plataforma digital. Explicou que, pela legislação em vigor, quando o município não regulamenta a taxação, no caso do Uber, por exemplo, a receita do ISS vai toda para a cidade de São Paulo, onde está localizada a sede da empresa.
O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que elogiou o parecer de Armando Monteiro, revelou que, no ano passado, dos R$ 400 milhões de ISS recolhidos pelas empresas de aplicativos de transporte de passageiros em 700 municípios, mais de 90% foram destinados aos cofres da prefeitura de São Paulo.
“O foco do projeto é distribuir mais equitativamente entre os municípios o produto da arrecadação do ISS incidente nos aplicativos do transporte individual. Além disso, estaremos seguindo a tendência dos sistemas tributários mundo afora pela qual o imposto é devido no destino (onde se localiza o usuário final da operação) e não na origem (onde está sediado o fornecedor do bem ou serviço)”, pontuou Armando.
PADRONIZAÇÃO – Para evitar que a medida se torne inviável se estendida aos mais de cinco mil municípios do País, com cada um deles criando dispositivos próprios para cobrar o ISS no embarque, gerando uma verdadeira babel de documentos impossíveis de serem preenchidos pelas empresas de aplicativos, o senador petebista alterou o projeto de lei para padronizar nacionalmente o recolhimento do ISS, por meio de uma plataforma eletrônica.
Para definir o layout desse documento, será instituído um Comitê Gestor formado por dez representantes das cinco regiões do País, indicados pela Frente Nacional de Prefeitos e pela Confederação Nacional dos Municípios.
O deputado estadual Luciano Duque utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira (22) para comemorar o anúncio da governadora Raquel Lyra sobre a abertura do processo de licitação para a duplicação da BR-232 no trecho entre São Caetano e Serra Talhada. “Vai ter duplicação da BR-232 até Serra Talhada! A nossa governadora Raquel Lyra acabou de […]
O deputado estadual Luciano Duque utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira (22) para comemorar o anúncio da governadora Raquel Lyra sobre a abertura do processo de licitação para a duplicação da BR-232 no trecho entre São Caetano e Serra Talhada.
“Vai ter duplicação da BR-232 até Serra Talhada! A nossa governadora Raquel Lyra acabou de anunciar a licitação para a duplicação da rodovia de São Caetano à Serra Talhada, uma demanda antiga do povo sertanejo”, celebrou o parlamentar em suas redes sociais.
Duque destacou que a obra trará benefícios significativos para a região, como a melhoria na mobilidade e na eficiência logística das cadeias produtivas do Estado. “Além de facilitar a mobilidade, a duplicação irá melhorar a eficiência logística das cadeias produtivas do Estado, o que vai melhorar a economia e gerar oportunidades”, enfatizou.
O deputado ainda agradeceu à governadora pela iniciativa. “Obrigado, Raquel Lyra”, concluiu sua publicação.
A duplicação da BR-232 é uma antiga reivindicação da população sertaneja e representa um marco para o desenvolvimento econômico da região, ao facilitar o transporte e atrair novos investimentos, sem contar no aumento da segurança para motoristas que precisam trafegar na rodovia diariamente.
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, anunciou ação que se considera a maior obra hídrica da história do município. O ramal de seis quilômetros de extensão, da adutora do Pajeú, no trecho do Ambó, até o município, fruto de parceria com a Compesa . A obra representa atualmente o maior anseio da população local, diante […]
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, anunciou ação que se considera a maior obra hídrica da história do município.
O ramal de seis quilômetros de extensão, da adutora do Pajeú, no trecho do Ambó, até o município, fruto de parceria com a Compesa .
A obra representa atualmente o maior anseio da população local, diante da escassez de água, que sempre maltratou os munícipes.
“Essa adutora representa o pontapé inicial de uma gestão de sucesso. Juntamente com o povo, ouvindo todos, iremos implementar quatro anos de muito trabalho em nossa cidade”, comemorou o prefeito em nota”.
O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito em primeiro turno nesta segunda-feira (1º), em votação secreta, presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos. Pacheco recebeu 57 votos e superou os 21 recebidos por Simone Tebet (MDB-MS), única outra candidata a permanecer na disputa até o fim. A candidatura contou com o apoio do presidente Jair Bolsonaro e de 10 partidos, entre os quais […]
O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito em primeiro turno nesta segunda-feira (1º), em votação secreta, presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos.
Pacheco recebeu 57 votos e superou os 21 recebidos por Simone Tebet (MDB-MS), única outra candidata a permanecer na disputa até o fim. A candidatura contou com o apoio do presidente Jair Bolsonaro e de 10 partidos, entre os quais estão siglas de oposição, como o PT, a Rede e o PDT.
A eleição do senador do DEM é também uma vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP), agora ex-presidente do Senado. Alcolumbre atuou como principal cabo eleitoral de Pacheco desde dezembro do ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a possibilidade de reeleição nas Casas do Congresso.
Ao lado do colega de partido, Alcolumbre conseguiu reunir apoio suficiente para eleger o sucessor em uma única votação, sem necessidade de segundo turno. A segunda rodada de votação só aconteceria se nenhum dos candidatos conseguisse mais de 41 votos.
O ex-presidente do Senado negociou, inclusive, com o MDB, a maior bancada da Casa, hoje com 15 senadores, que abandonou a candidatura de Simone Tebet de olho em vagas na Mesa Diretora e no comando de comissões.
Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Pode-RS) também começaram a segunda-feira como candidatos ao posto, mas anunciaram a retirada da candidatura ao discursar em plenário, à tarde. Os três manifestaram apoio e voto para Simone Tebet.
O plenário do Senado é composto por 81 parlamentares, mas apenas 78 votaram. O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) está licenciado do mandato e os senadores Jacques Wagner (PT-BA) e Jarbas Vasconcellos (MDB-PE) disseram se ausentar por motivos médicos.
Dos que compareceram, 13 votaram em urnas levadas à Chapelaria (uma das entradas do Congresso) e ao Salão Azul para evitar a aglomeração em meio à pandemia de Covid-19. Os outros 65 votaram em plenário.
Da Rádio Pajeú A comunicadora e jornalista da Rádio Pajeú, Juliana Lima, acompanhou a inauguração do Centro de Referência da Mulher, na Avenida Artur Padilha, em Afogados da Ingazeira, onde conversou com a vice-governadora Priscila Krause. Questionada sobre a possibilidade de disputar uma vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, Priscila afirmou estar […]
A comunicadora e jornalista da Rádio Pajeú, Juliana Lima, acompanhou a inauguração do Centro de Referência da Mulher, na Avenida Artur Padilha, em Afogados da Ingazeira, onde conversou com a vice-governadora Priscila Krause.
Questionada sobre a possibilidade de disputar uma vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, Priscila afirmou estar pronta para cumprir qualquer missão ao lado da gestora, com o objetivo de contribuir para o avanço de Pernambuco. Obviamente, essa possibilidade foi abortada com a filiação de Tulio Gadelha ao PDT.
Ela disse que no momento certo a população de Pernambuco vai decidir “se todas essas mudanças, esse melhoramento e trabalho merece ou não continuar”.
“Eu estarei pronta ao lado da governadora pra cumprir qualquer missão que tenha como objetivo fazer com que Pernambuco continue avançando e tendo os investimentos”, afirmou.
Ela disse que foi pego um Estado que só conseguiu dinheiro para investimento após um ano e meio de gestão. “O Estado não tinha condições de receber (recursos) porque não tinha projeto”. E concluiu: “as coisas não acontecem num passo de mágica”.
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