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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

A eleição do menos odiado

A eleição de 2018 tem até agora os maiores índices de rejeição de um primeiro e segundo colocados e também a menor taxa de intenção de voto dos líderes de uma corrida presidencial desde 2002, segundo a série histórica do Ibope. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é rejeitado por 46% dos eleitores, enquanto Fernando Haddad (PT) tem 30% de reprovação.

A maior rejeição de um líder era de Dilma Roussef (PT), em 2014, com 31%. Em segundo lugar, nesta disputa, estava Aécio Neves (PSDB), com 19%. Naquele ano Dilma liderava a pesquisa com 38% contra 29% de Marina Silva (PSB).

Quando analisados os números de intenções de voto na série histórica, é possível verificar que nunca, até então, os dois candidatos mais bem colocados tiveram também um percentual tão baixo para um presidenciável. Hoje, Bolsonaro tem 28% contra 22% de Haddad. Quem está na frente costuma ficar na casa dos 40%.

Em 2002, Lula liderava a pesquisa com 41% contra 18% de José Serra (PSDB). O tucano tinha a maior rejeição (29%) seguido de Lula (26%). Na eleição seguinte, em 2006, Lula novamente liderava com 47% contra 36% de Alckmin, com rejeição de 30% para o petista. A segunda mais rejeitada nesta eleição foi Heloisa Helena (PSOL), com 25%.

Em 2010, Dilma liderava com 50% das intenções de voto e tinha 21% de rejeição contra 28% de Serra e rejeição maior para o tucano: 27%.

Em 1994, segundo números do Datafolha, Brizola (PDT) chegou a ter uma rejeição de 42%, e apenas 5% das intenções de voto. Fernando Henrique (47%) e Lula (23%) lideravam com folga.

Outro dado que se pode compreender desta série histórica é que essa eleição registra a maior taxa de indecisos, votos em branco e nulos : 18%, enquanto nas eleições anteriores costuma ficar em torno de 10%.

Resumo da ópera: a disputa não vai ser balizada no voto por alguém, mas incrivelmente desde a redemocratização, vai prevalecer o voto contra alguém. Os eleitores que podem determinar a vitória de Haddad vão votar contra Bolsonaro, com o argumento “contra o fascismo, contra o militarismo, contra o preconceito contra minorias”, o que tem se ouvido por aí. E muitos do que votam em Bolsonaro vão fazê-lo não pelo candidato, mas “contra o petismo, contra a volta da quadrilha que desmoralizou o país, contra Lula que está preso, contra o comunismo…”

Esse quadro de fato só poderia ser quebrado com o ingresso ao páreo dos dois nomes que tem questionado esses dois projetos, Alckimin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), mas até agora, salvo um fato novo, não apresentam musculatura para romper essa polarização odienta, que pode alimentar ainda mais divisão no país…

Assim, vai ser a lei de quem odia mais, zerando a possibilidade de um país pacificado dia 28 de outubro. Quadro único na história do chamado “país da tolerância”, com as devidas vênias…

O chato do zap zap

Gente boa fora do ambiente virtual, nem os pares políticos estão aguentando o socialista Júnior de Mocinha no WhattsApp com sua militância explícita pró Paulo Câmara. Com tom geralmente irônico e jocoso nas postagens, o vice carnaibano empanturra o universo virtual com mensagens em todos os grupos que integra. Nem o Grupo Fé e Política, da Diocese, ligado ao debate mais profundo do real papel da política, é poupado. Menos, Juninho!

Com o capitão

Toninho Valadares, que já tem idade suficiente pra não ser chamado “filho de Totonho”, mesmo o sendo com orgulho, é do time que integra a linha de frente pró Bolsonaro no Estado. Já estava no PSL de Luciano Bivar antes do Capitão entrar na sigla para a disputa e incorporou defesa e discurso. Cada um com seu cada um…

Geraldo Júlio cita Zeinha

O prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), fez referência a uma declaração de Zeinha Torres, de Iguaracy, na peça de campanha em que conversa com o governador Paulo Câmara. “Zeinha disse que Doutor Arraes levou energia na casa das pessoas e Paulo Câmara tirou a obrigação da lata dágua na cabeça”.

Fora Nim!

O Promotor de Carnaíba Ariano Tércio agora recomendou à prefeitura de Carnaíba que o município se desfaça dos plantios de Nim Indiano por árvores nativas do bioma Caatinga. Diz que biólogos alertam que “além de reduzir a biodiversidade, as plantas exóticas invasoras competem com as plantas nativas, podendo causar alterações de estrutura e composição das comunidade vegetais nativas e até mesmo a sua extinção”.

Desrespeito

Confundir liberdade de expressão com extremismo e agressões gratuitas virou moda na internet e redes sociais. Por combater a política defendida por Jair Bolsonaro, a jornalista Juliana Lima foi chamada de “imunda” em um grupo de WhattsApp. É o que esse debate está trazendo como consequência inclusive na região.  Ela promete identificar de quem partiu, com razão. Há limites pra tudo.

Se um pôde..

Tá na hora dos prefeitos de Médio e Alto Pajeú buscarem saber como Serra Talhada caminhou para ter um projeto de tratamento de resíduos sólidos que está próximo de funcionar  e atenderá cidades do entorno, enquanto  por aqui continuam levando chamada e cobrança do MP. Tratar com o prefeito Luciano Duque.

Já está na dança

Dizer que José Patriota (Afogados) não apoia Alessandro Palmeira para 2020 é tentar dar drible em bom zagueiro. Até a posição do vice no último debate na Rádio Pajeú foi escolhida para os dois saírem juntinhos e misturados, sem falar nas falas elogiosas do gestor. Não quis polemizar com Totonho, que já discute critérios para que seja ele o candidato, mas já dança a “Valsa Alessandrense”, ensaiada nos salões da Prefeitura…

Perguntar…

Continua a pergunta de um milhão de dólares em Pernambuco: tem ou não segundo turno? A levar em conta o Ibope dessa semana, Paulo está pertinho da vitória no primeiro turno com 50% dos votos válidos. Já o Datafolha diz que o candidato à reeleição tem 48,7%, enquanto os demais tem 51,3%, o que leva a peleja pro segundo turno. Haja coração…

Político, não!!

Contam que na violenta ação criminosa contra Dr Pedro Alves mais quatro pessoas que estavam na festa da Caatingueira, alguém quis avisar aos bandidos que ele era político e vice de Iguaraci. “Diga que sou médico, político não”, teria retrucado Alves, com receio de sujar a barra com os homens armados…

Candidatos folclóricos a Estadual

“Dr Gatão”

Antonio do Bar, Arnaldo do Buteco, Bigode do Queijo, Calvolia, Cristina Praticamente, Dinho do Galo, Dr Gatão, Ednaí o seu agente de saúde, Fofão, Galeguinho das Encomendas , Idvan o homem do Pão, Júnior de Pereba, Marcos Leal o irmão legal, Maycon do Brega, Meu Jovem, Patrícia Viúva, Reginaldo Praticamente, Tânia mãe de João, Teacher Black, Tieta do Agreste, Valdir Palhaço, Zaqueu o Maratonista e Zé do Cachimbo.

Frase da semana:

“Não aceito resultado diferente da minha eleição”. De Jair Bolsonaro (PSL), dizendo que se o PT ganhar, “será fraude”…

Outras Notícias

Influenciador digital eleito deputado estadual em PE tem prisão preventiva decretada por suspeita de extorsão

A Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do influenciador digital Emerson Freitas, eleito deputado estadual nas eleições deste ano pelo MDB. Ele é suspeito de envolvimento em um caso de extorsão. A decisão foi tomada pela 15ª Vara Criminal da Capital, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e consta em um mandado de […]

A Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do influenciador digital Emerson Freitas, eleito deputado estadual nas eleições deste ano pelo MDB. Ele é suspeito de envolvimento em um caso de extorsão. A decisão foi tomada pela 15ª Vara Criminal da Capital, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e consta em um mandado de prisão expedido nesta quinta-feira (29).

O documento identifica Emerson Jhuan Pereira do Nascimento. Na internet, ele é conhecido como Emerson Freitas, e costuma fazer reportagens sobre crimes e segurança pública. Nas eleições deste ano, ele obteve 49.254 votos e foi o segundo deputado mais votado do MDB, que elegeu dois parlamentares.

A ordem judicial indica o artigo 158 do Código Penal, que trata do crime de extorsão, e foi assinada pelo magistrado Abérides Nicéas de Albuquerque Filho.

A decretação da prisão consta na decisão em que a Justiça aceita uma denúncia do Ministério Público contra Emerson Freitas e contra Rizelly da Silva Santos. No trecho reproduzido no mandado, porém, a prisão preventiva é decretada expressamente contra Emerson.

O g1 entrou em contato com a Polícia Civil e com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para obter outras informações sobre o caso, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

A defesa de Emerson Freitas afirmou que não iria se pronunciar sobre o mandado de prisão. O g1 também tentou, mas não conseguiu contato com a defesa de Rizelly da Silva Santos, também citada na denúncia.

A decisão prevê que a necessidade de manutenção da prisão cautelar seja reavaliada em 90 dias, conforme determina a legislação. A decisão não detalha a participação dos dois envolvidos no esquema de extorsão.

Procurado, o diretório estadual do MDB afirmou que tomou conhecimento do mandado de prisão por meio da imprensa e que “acompanhará o caso e aguardará os esclarecimentos das autoridades competentes, reafirmando seu respeito ao devido processo legal, ao amplo direito de defesa e à presunção de inocência”.

Democratas exploram abrigo de Trump a Flávio Bolsonaro às vesperas de eleição

O governo de Donald Trump está sob forte pressão e críticas de parlamentares do Partido Democrata e da imprensa internacional após autorizar a entrada e a concessão de vistos para o senador brasileiro Flávio Bolsonaro e sua família. O episódio ocorreu logo após Flávio ser derrotado nas eleições presidenciais brasileiras e desobedecer a uma ordem […]

O governo de Donald Trump está sob forte pressão e críticas de parlamentares do Partido Democrata e da imprensa internacional após autorizar a entrada e a concessão de vistos para o senador brasileiro Flávio Bolsonaro e sua família.

O episódio ocorreu logo após Flávio ser derrotado nas eleições presidenciais brasileiras e desobedecer a uma ordem judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes no âmbito de investigações criminais.

Parlamentares democratas criticaram duramente o uso de recursos e canais oficiais para facilitar a saída de Flávio do Brasil e seu acolhimento nos EUA.

Na terça-feira, 3 de novembro, até 200 milhões de eleitores registrados poderão ir às urnas nos Estados Unidos para votar em todos os 435 membros da Câmara dos Representantes, 33 senadores, 36 dos 50 governadores, além de integrantes de legislaturas estaduais e locais. As pesquisas indicam que Donald Trump e o Partido Republicano têm grandes chances de sofrer uma derrota acachapante, perdendo o controle da Câmara dos Representantes e, possivelmente, do Senado. E a questão Flávio virou um ativo de seus opositores.

O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados (ala democrata) ironizou o fato de a gestão Trump impor severas restrições a refugiados de nações em guerra (como Sudão e Haiti), enquanto “estende o tapete vermelho” para um político sob investigação criminal.

O deputado Joaquin Castro (Texas) afirmou publicamente que uma derrota eleitoral não justifica proteção internacional. Ele exigiu que a Casa Branca dê explicações ao Congresso sobre o papel do governo americano em ajudar o brasileiro a fugir das autoridades de seu país.

O congressista Morgan McGarvey apontou o que chamou de um padrão de privilégios de Trump, afirmando ironicamente que o presidente não aceita criminosos entrando no país, “a menos que sejam tão corruptos quanto ele”. Outros membros, como o candidato Isaiah Martin, classificaram Flávio como “imigrante ilegal criminoso” e repudiaram o fato de os contribuintes americanos pagarem pela segurança de sua família.

Grandes jornais revelaram detalhes sobre a operação que levou Flávio aos EUA, ampliando as críticas ao governo de Washington:

De acordo com reportagens do The New York Times, o jato particular que transportou Flávio da Argentina para Miami foi providenciado por Jason Miller, conselheiro de comunicação e estrategista próximo a Donald Trump. O secretário de Estado, Marco Rubio, também é apontado como peça central na facilitação dos vistos de urgência.

Meios como o The New York Times e o Le Figaro destacaram que o abrigo concedido pelos EUA pode congelar e agravar significativamente as relações diplomáticas bilaterais entre a gestão de Trump e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A Resposta de Trump

Embora Donald Trump tenha criticado publicamente a eleição brasileira, classificando-a como “estranha” e “terrível”, e afirmado que aprova a permanência de Flávio por considerar sua família de “boas pessoas”, ele adotou um tom de recuo estratégico em seguida. Após Flávio publicar uma carta com tom golpista se autodeclarando o “verdadeiro presidente eleito”, Trump declarou formalmente a jornalistas que “não vai se envolver” nos assuntos internos e que não assumiu uma posição direta no pleito brasileiro, indicando que manterá o caso em segundo plano para não contaminar a política doméstica americana.

Embaixada dos EUA contraria Trump e valida vitória ‘definitiva’ de Lula em relatório oficial

A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília classificou como “definitiva” e “surpreendente” a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições brasileiras. A avaliação consta de um relatório diplomático enviado na segunda-feira, 26, a órgãos do governo americano, incluindo o Departamento de Estado, segundo informações […]

A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília classificou como “definitiva” e “surpreendente” a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições brasileiras. A avaliação consta de um relatório diplomático enviado na segunda-feira, 26, a órgãos do governo americano, incluindo o Departamento de Estado, segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo.

Intitulado “Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar”, o documento afirma que a votação transcorreu de maneira majoritariamente pacífica, apesar de problemas logísticos registrados em algumas regiões do país. O relatório também destaca que observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado e que a ampliação do horário de votação não teve impacto significativo na diferença entre os candidatos.

A avaliação da representação diplomática contrasta com as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a criticar o processo eleitoral brasileiro nesta quinta-feira, 29. Embora tenha afirmado que pretende conversar com Lula, o republicano classificou a eleição como uma “vergonha” e evitou responder se reconhece o petista como vencedor legítimo da disputa.

Segundo o documento diplomático, Lula venceu Flávio Bolsonaro por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos. O relatório registra que o segundo turno foi marcado por dificuldades de acesso a locais de votação e interrupções no transporte público em áreas do Nordeste e do Sul.

As campanhas dos dois candidatos teriam solicitado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ampliação do horário de votação diante dos problemas. A medida foi autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estendeu a votação em duas horas além do encerramento previsto para as 17h.

A decisão provocou confusão em algumas seções eleitorais, que não teriam recebido a determinação a tempo. Ainda assim, o relatório ressalta que, segundo dados do TSE, apenas 34 mil votos foram registrados depois das 17h, incluindo eleitores que já estavam nas filas no horário previsto para o encerramento. O total corresponde a aproximadamente 0,03% dos votos, volume insuficiente para modificar a diferença entre os candidatos.

O documento também atribui ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, a avaliação de que a extensão do horário não teve influência significativa sobre o resultado. A representação americana relata que observadores internacionais consideraram a decisão mal administrada, mas avaliaram que o processo eleitoral ocorreu de forma organizada.

As missões da Organização dos Estados Americanos (OEA), conforme o relatório, afirmaram não ter “nenhuma dúvida sobre os resultados”, embora tenham apontado problemas na comunicação interna entre os responsáveis pela organização da votação.

Eleições 2026: 27 partidos reconheceram vitória de Lula nas urnas

Vinte e sete partidos políticos, incluindo o PL, divulgaram manifestações em que reconhecem a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. O petista conquistou a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro, que deixou o país após o resultado. Após desembarcar nos Estados Unidos, Flávio divulgou uma carta com teor […]

Vinte e sete partidos políticos, incluindo o PL, divulgaram manifestações em que reconhecem a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. O petista conquistou a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro, que deixou o país após o resultado.

Após desembarcar nos Estados Unidos, Flávio divulgou uma carta com teor golpista, na qual afirmou não reconhecer o resultado das urnas no segundo turno da eleição presidencial, acusou suposta fraude eleitoral e afirmou ser o “verdadeiro presidente do Brasil”, o “presidente eleito”.

Segundo levantamento feito a partir de notas oficiais, assessorias e publicações das legendas e de seus dirigentes, 27 partidos reconheceram a vitória do petista; o partido Novo questionou as instituições e afirmou que o país “não é uma democracia”; e uma não se manifestou.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atestou a regularidade do processo eleitoral e reconheceu a vitória do presidente Lula ainda no domingo (25), após a totalização dos votos.

Depois da divulgação da carta de Flávio, questionando o resultado nas urnas, o presidente da Corte Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou que a Justiça Eleitoral entregou o pleito deste ano com segurança e que as eleições “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade”.

Entre as siglas que reconheceram a vitória estão o PL — partido do candidato derrotado Flávio Bolsonaro —, União Brasil, MDB, PSD, Republicanos, PSDB, PDT, PSB, PSOL, Podemos, Avante, Democrata, Democracia Cristã (DC), UP e PSTU.

Gestão Fredson Brito amplia asfaltamento em São José do Egito

Além das três vias a serem asfaltadas e já anunciadas semana passada, o prefeito Fredson Brito confirmou que mais duas ruas do Centro também serão beneficiadas com pavimentação asfáltica: a Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha. Com a ampliação, a ação passa a contemplar cinco vias. No bairro Planalto, foram asfaltadas […]

Além das três vias a serem asfaltadas e já anunciadas semana passada, o prefeito Fredson Brito confirmou que mais duas ruas do Centro também serão beneficiadas com pavimentação asfáltica: a Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha.

Com a ampliação, a ação passa a contemplar cinco vias. No bairro Planalto, foram asfaltadas a Avenida Adalberto Veras e a Rua Conselheiro Rosa e Silva, que dá acesso ao novo complexo esportivos. Já no Centro, além da Rua Raimundo Eufrásio, entram agora na relação essas outras duas vias.

Os recursos vêm de um convênio federal firmado com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba). O investimento total é de R$ 1,5 milhão, destinado à pavimentação de 13.500 m² de vias urbanas no município.

As equipes já concluiram as obras na Avenida Adalberto Veras e Rua Conselheiro Rosa e Silva, no Planalto. Agora o serviço segue em ritmo acelerado na Rua Raimundo Eufrásio, trecho entre o antigo Posto Esso (Pedro Salviano) e Caixa Econômica Federal. Na sequência, a Pedro Paes de Lyra e Professor Noronha irão receber o asfalto.

Nesta quinta-feira (29) o prefeito Fredson Brito vistoriou o andamento das obras no Centro.

“É muito asfalto chegando; não é só uma pista que chega pra cidade, é mobilidade, é segurança; as pessoas poderem trafegar melhor”.

“Estamos muito felizes e agradecemos ao governo Lula por essa etapa tão importante; é a Prefeitura de São José do Egito trabalhando muito mais, de mãos dadas com o povo”, completou.