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Coligação de Nelly Sampaio diz que não pode se responsabilizar por atos de militância

Por Nill Júnior

Caro Nill Jr,

A respeito da nota veiculada no seu blog sobre a decisão judicial referente a representação eleitoral de número 0600146-58.2020.6.17.0050 e 0600142-21.2020.6.17.0050 – cumpre esclarecer que:

1. A coligação Por Uma Nova Tabira tem profundo respeito pela orientações judiciais e todo regramento que nos orienta – essa respeito não é apenas de discurso – é visível em nossas práticas, como por exemplo na realização de nossa convenção, no último 07 de Setembro, respeitando as regras eleitorais e sanitárias. A postura é de conformidade que escolhemos adotar na campanha, pois entendemos que a campanha é o grande reflexo do que será um eventual governo, e o nosso comportamento traduz esse sentimento. Só realizamos nossos atos comunicando a justiça eleitoral e respeitando os direcionamentos em nossas propagandas, etc.

2. Vamos cumprir qualquer decisão judicial, bem como recorrer do que acharmos no direito. Entretanto, as ações questionadas nas representações citadas são atos de militância – não tendo a coligação nem a coordenação de campanha NENHUMA RESPONSABILIDADE sobre. A nós, caberá sempre cumprir as decisões e orientar a nossa militância. As camisas usadas pela militância foram encomendadas sem a nossa ciência, uma manifestação espontânea e que sumariamente recebeu a nossa orientação contrária. Não compactuamos de nenhuma violação a legislação.

A coligação que acumula condenações e impugnações e a que representa a continuidade de um governo reprovado nas urnas e nos tribunais não é a nossa. Somos a alternativa FICHA LIMPA para fazer Tabira nova de verdade.

Nelly Sampaio
Maria Helena

Outras Notícias

Humberto nomeia assessor de Marília para gabinete e acirra briga no PT

Do blog de Jamildo O mais novo episódio da disputa interna no PT está rendendo muita discussão entre os petistas. O até pouco tempo assessor do gabinete da vereadora Marília Arraes Fabian Monteiro Apolinário Junior foi nomeado para o gabinete do senador Humberto Costa. Em outros tempos, a transição passaria despercebida, mas com o racha […]

Do blog de Jamildo

O mais novo episódio da disputa interna no PT está rendendo muita discussão entre os petistas. O até pouco tempo assessor do gabinete da vereadora Marília Arraes Fabian Monteiro Apolinário Junior foi nomeado para o gabinete do senador Humberto Costa.

Em outros tempos, a transição passaria despercebida, mas com o racha instalado no partido com setores defendendo candidatura própria e outros a aliança com o PSB do governador Paulo Câmara, a nomeação virou motivo de discórdia. Humberto Costa é um dos nomes da legenda que defendem a composição com os socialistas e discursou sobre a necessidade do retorno à Frente Popular no Senado. Enquanto isso, Marília Arraes desponta como pré-candidata ao governo.

O movimento é considerado por apoiadores da vereadora como um início de uma “guerra” pelos votos dos delegados da legenda já que Fabian Junior é um dos delegados que votará pela candidatura própria ou apoio à reeleição de Paulo Câmara no Congresso Estadual, no dia 10 de junho. Em reserva, eles questionam o que há por trás da nomeação e se Fabian continuará a apoiar Marília como vinha fazendo nas suas redes sociais.

Segundo outra fonte, a sigla tem 300 delegados e ainda não há como saber para que lado da balança está pendendo o rumo da sigla. De acordo com a mesma fonte, apesar disso, já é claro que a nomeação “enfraqueceu” a pré-candidatura de Marília dentro do PT.

Ela lembra que Fabian Junior é vice-presidente do PT do Recife, tendo sido eleito em uma chapa encabeçada por Demetrius Fiorante, ligado a Oscar Barreto, vice-presidente estadual do partido, que apoia a retomada da aliança com o PSB. Isso também estaria sendo questionado pela ala que defende a pré-candidatura de Marília.

Quando trabalhava com Marília Arraes, Fabian fazia a interlocução com a juventude e esse mesmo grupo estaria indo com “gosto de sangue” para atacar a nomeação dele, segundo uma fonte ouvida pelo Blog. Nessa sexta-feira (11) em sua rede social, Fabian reclamou do “ódio” na política institucional.

E lá se foi mais um ano!

Por Maciel Melo* A passagem de um ano para outro, é uma ponte imaginária por onde passam pensamentos, esperanças, crendices, fé, e tudo o mais que nos faz crê que a vida continua, e o passado com o tempo torna-se apenas uma vaga lembrança. A passagem de um ano para outro, pode ser início para […]

Por Maciel Melo*

A passagem de um ano para outro, é uma ponte imaginária por onde passam pensamentos, esperanças, crendices, fé, e tudo o mais que nos faz crê que a vida continua, e o passado com o tempo torna-se apenas uma vaga lembrança.

A passagem de um ano para outro, pode ser início para uns, assim como pode ser fim para outros.

Mas o importante disso tudo é sermos fraternos, ternos e eternos na vida daqueles que não tem endereço, nem casa, nem chaminé.

Eu, particularmente, nunca fui muito chegado a esse Papai Noel da barba de algodão. Mas respeito as crenças, e acredito num dito popular que diz assim: só pela fé vale a vida.

Menos um ano que se vai, mais um ano que se finda. Já já começa outro, e a roda da vida gira. Esta roda gigante cheia de luzes, cheia de sombra, cheia de tudo, e às vezes cheia de nada. E a vida segue, e a roda gira, e a gente se vira; nos trinta.

Às vezes ficamos por um triz, por uma peinha de nada, mas nada é maior que a força do querer bem.

Então, o meu desejo é que esse ano vindouro, seja um ano serenoso, amoroso, caprichoso, charmoso, formoso, gososo, e que nos traga a paz que a humanidade tanto precisa..

Um feliz natal pra todos!

*Maciel Melo é cantor, compositor e escritor,  influenciado por sua vida e infância no Sertão do Pajeú. 

Nome de Vitor Oliveira volta a ser alvo de especulação em Serra

Em Serra Talhada, os últimos registros do prefeito Luciano Duque ao lado do neto de Inocêncio, Vitor Oliveira, tem  dado o que falar na cidade. Ele esteve com Duque no desfile de Sete de Setembro e também no camarote do Prefeito na Festa de Setembro. Governistas cantaram a aproximação no palanque como um sinal de chapa […]

Vitor ao lado de Duque e outros nomes do grupo, como Faeca Melo
Vitor ao lado de Duque e outros nomes do grupo, como Faeca Melo. Foto: ST Mais

Em Serra Talhada, os últimos registros do prefeito Luciano Duque ao lado do neto de Inocêncio, Vitor Oliveira, tem  dado o que falar na cidade. Ele esteve com Duque no desfile de Sete de Setembro e também no camarote do Prefeito na Festa de Setembro. Governistas cantaram a aproximação no palanque como um sinal de chapa pronta para 2016. Vale o registro de que, todas as vezes que foi consultado, o educado jovem tem deixado claro não ter interesse de ingressar na política partidária.

Victor tem iniciado sua trajetória após curso de Administração cuidando das emissoras do Grupo Inocêncio Oliveira. Já visitou todas elas, cumprindo expediente e conversando com Marcos Oliveira, que tem se encarregado de passar detalhes da engrenagem administrativa das rádios Líder do Vale e Transertaneja FM. A Voz do Sertão aguarda migração para voltar a funcionar. Esta última inclusive, pertence agora ao jovem Victor.

Voltando à política, a presença de Victor em uma chapa majoritária depende de vários fatores. Primeiro, a vontade pessoal do jovem, que todas as vezes que surge em público tem que tratar da questão por consanguinidade, não necessariamente por vontade ou vocação. Depois, passaria por uma delicada negociação que envolve de um lado Duque, os vereadores de sua base – que alimentam o sonho de indicar o nome – e o outro lado da moeda Inocêncio Oliveira e sua real disposição ou não de criar problemas com o primo Sebastião Oliveira, que ter conduzir o processo e não tem buscado aproximação com Duque, porque o prefeito não aceita as condições que eventualmente teriam sido colocadas.

Tanto que agora tem como interlocutor agora no Palácio Danilo Cabral, com quem admite negociar aliança. A turma do deixa disso, ligada a Sebastião Oliveira, está negando que haja afastamento de Inocêncio Oliveira e Sebastião. Exibe nas redes sociais um vídeo em que Oliveira parabeniza Sebá no seu recente aniversário. Às más línguas especulam qual o real grau de fidelidade do pronunciamento.

Pajeú na campanha para coleta de DNA em busca de desaparecidos

A Unidade de Polícia Científica do Sertão do Pajeú, sediada em Afogados, está engajada na campanha nacional de coleta de DNA de familiares de desaparecidos. A informação é de Noemia Lucena, do  Administrativo da unidade: campanha acontece até 18 de junho, mas importante,  caso não possa vir nessa data, o(a) interessado(a) pode marcar e vir […]

A Unidade de Polícia Científica do Sertão do Pajeú, sediada em Afogados, está engajada na campanha nacional de coleta de DNA de familiares de desaparecidos.

A informação é de Noemia Lucena, do  Administrativo da unidade: campanha acontece até 18 de junho, mas importante,  caso não possa vir nessa data, o(a) interessado(a) pode marcar e vir posteriormente na Unidade que fica na Área Integrada de segurança, por trás da delegacia.

Quem tiver familiar desaparecido pode procurar a unidade pra que se proceda a coleta e posteriormente comparação no banco de DNA nacional.

As amostras serão processadas e os perfis genéticos obtidos serão inseridos no banco de dados do instituto e de toda a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que iniciou uma campanha para identificação de pessoas desaparecidas em todo o país.

De forma totalmente voluntária, a doação deverá ser feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, seguindo a ordem de preferência: pai e mãe, filhos e irmãos. Esse trabalho rende ótimos resultados em muitos países.  Crimes são desvendados,  reencontros após anos, com vasta documentação na imprensa.

Presidente Lula garante apoio à reeleição de João Campos no Recife

Do Blog da Folha com Estadão Conteúdo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o PT apoiará candidatos a prefeito de partidos aliados onde a sua legenda não tiver um nome próprio na disputa. Ao comentar as cidades em que já definiu posição, o chefe do Executivo federal incluiu o apoio à reeleição […]

Do Blog da Folha com Estadão Conteúdo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o PT apoiará candidatos a prefeito de partidos aliados onde a sua legenda não tiver um nome próprio na disputa. Ao comentar as cidades em que já definiu posição, o chefe do Executivo federal incluiu o apoio à reeleição do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na lista.

“Em Recife, a gente está apoiando o (João) Campos porque ele é candidato à reeleição”, destacou, em entrevista à Rádio Meio, no Piauí, na última sexta-feira (21).

A declaração do gestor foi dada em meio ao contexto de costuras para a indicação da vice na chapa do socialista. O PT pleiteia a vaga, mas o prefeito do Recife teria uma preferência por um nome da sua confiança.  

Vice

Para isso, dois ex-secretários da sua administração se filiaram a partidos políticos e se desincompatibilizaram dos cargos que ocupavam na Prefeitura do Recife no prazo exigido pela Justiça Eleitoral para estar apto para concorrer ao pleito.

São eles: o ex-chefe de gabinete do prefeito João Campos (PSB), Victor Marques Alves (PCdoB), e a ex-secretária de Infraestrutura, Marília Dantas (MDB). Em contrapartida, o PT tem dois postulantes para a vaga: o deputado federal Carlos Veras (PT) e o ex-vereador Mozart Sales (PT).

Lideranças do PT de Pernambuco apostam, justamente, na influência de Lula para negociar a indicação de um vice petista para a Frente Popular. A conjuntura do Recife é semelhante à do Rio de Janeiro. Na cidade, o prefeito Eduardo Paes (PSD) também resiste em indicar um nome do PT para a sua vice. Na mesma entrevista, contudo, Lula também declara apoio ao pessedista.

“O Rio de Janeiro, nós vamos apoiar Eduardo Paes que é o candidato certo para se reeleger”, afirmou.  

Aliados

O gestor disse que sua estratégia é apoiar aliados quando não tiver um nome do PT na disputa.

“Aonde eu não tiver candidato, eu vou apoiar um candidato aliado. O que eu não quero é que os adversários ganhem porque os adversários são negacionistas. Eles não gostam da verdade, não gostam de coisa certa”, criticou.

O chefe do Executivo disse que fará o jogo das costuras para as eleições “com muito cuidado”.

Petista afirmou que tem uma base de apoio no Congresso “muito heterogênea” e que esse fator é considerado nas decisões do PT ao apoiar candidatos nas eleições deste ano.

“Em outras cidades importantes, nós temos interesse de ter candidatos, nós vamos lançar. Onde eu não tiver candidato, eu vou apoiar o candidato aliado. O que eu não quero é que os adversários ganhem, porque os adversários são negacionistas”, disse.