A passagem de um ano para outro, é uma ponte imaginária por onde passam pensamentos, esperanças, crendices, fé, e tudo o mais que nos faz crê que a vida continua, e o passado com o tempo torna-se apenas uma vaga lembrança.
A passagem de um ano para outro, pode ser início para uns, assim como pode ser fim para outros.
Mas o importante disso tudo é sermos fraternos, ternos e eternos na vida daqueles que não tem endereço, nem casa, nem chaminé.
Eu, particularmente, nunca fui muito chegado a esse Papai Noel da barba de algodão. Mas respeito as crenças, e acredito num dito popular que diz assim: só pela fé vale a vida.
Menos um ano que se vai, mais um ano que se finda. Já já começa outro, e a roda da vida gira. Esta roda gigante cheia de luzes, cheia de sombra, cheia de tudo, e às vezes cheia de nada. E a vida segue, e a roda gira, e a gente se vira; nos trinta.
Às vezes ficamos por um triz, por uma peinha de nada, mas nada é maior que a força do querer bem.
Então, o meu desejo é que esse ano vindouro, seja um ano serenoso, amoroso, caprichoso, charmoso, formoso, gososo, e que nos traga a paz que a humanidade tanto precisa..
Um feliz natal pra todos!
*Maciel Melo é cantor, compositor e escritor, influenciado por sua vida e infância no Sertão do Pajeú.
A Prefeitura de Itapetim informa em nota que iniciou a pavimentação em paralelepípedos da Rua Projetada 3, na Vila da Cohab. A obra foi anunciada pelo prefeito Arquimedes Machado durante reunião com os moradores. Na reunião, que aconteceu no fim de 2015, o chefe do Executivo itapetinense também aproveitou para ouvir os moradores e informar sobre […]
A Prefeitura de Itapetim informa em nota que iniciou a pavimentação em paralelepípedos da Rua Projetada 3, na Vila da Cohab. A obra foi anunciada pelo prefeito Arquimedes Machado durante reunião com os moradores.
Na reunião, que aconteceu no fim de 2015, o chefe do Executivo itapetinense também aproveitou para ouvir os moradores e informar sobre ações da Administração Municipal na região, com destaque para a construção da nova Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Amelânia Rocha e de uma escola modelo de seis salas de aula.
Em três anos, segundo a Prefeitura, já são mais de 30 ruas pavimentadas na sede, nos distrito de São Vicente e no povoado de Piedade.
A realidade econômica dos músicos de Serra Talhada é dramática. A informação é de Cristiano Leite, baterista e produtor da Vizzu, uma espécie de líder do movimento de artistas de Serra Talhada. Ele falou à Revista da Cultura. “Tem artistas com situação dificílima, sem ter direito o que comer”. Ele diz que a categoria foi tirada […]
A realidade econômica dos músicos de Serra Talhada é dramática. A informação é de Cristiano Leite, baterista e produtor da Vizzu, uma espécie de líder do movimento de artistas de Serra Talhada. Ele falou à Revista da Cultura.
“Tem artistas com situação dificílima, sem ter direito o que comer”. Ele diz que a categoria foi tirada para Cristo. Segundo ele, falta apoio e os programas sociais não atendem a todos os músicos. Isso se estende a outras categorias como garçons, barraqueiros, os setores de vestuário e calçados.
Cristiano admite que teve que partir para atividades como transporte de passageiros e até vendeu parte dos equipamentos da banda. Ele ainda diz que sofre com o preconceito com o Santo de Casa. Faço há onze anos o carnaval de Afogados, há seis o de Brejo Santo e não somos chamados para praticamente nada em Serra Talhada.
Cristiano agradeceu a iniciativa mas criticou o Auxílio Municipal anunciado pela Prefeitura de Serra Talhada, pelos critérios. “O Edital ainda não saiu. Mas ele informou que só pode ter até quatro músicos. Na Vizzu, a menor formação são sete. Fiquei fora de novo? E pra pagar com live. Então já não é auxílio. registro, Márcia sempre conversou comigo, e é aberta. Mas quando a gente enxerga uma luzinha, os critérios te derrubam”. O programa prevê R$ 500 por músico.
Segundo o poeta Henrique Brandão, há pacto para ajudar amigos músicos em solução mais extrema. Às vezes é um botijão de gás, um remédio, uma conversa. Ninguém quer viver de esmola. O artista talvez seja o protagonista, mas muita gente que trabalha com som, iluminação, todo mundo dessa cadeia produtiva sofreu e vive sofrendo”.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira decretou feriado para o próximo dia 02 de Julho, um dia após a realização da XIV Expoagro e das comemorações pelos 109 anos de Emancipação Política de Afogados da Ingazeira. De acordo com as atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal nº 9.093/95, a Prefeitura pode conceder até quatro feriados […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira decretou feriado para o próximo dia 02 de Julho, um dia após a realização da XIV Expoagro e das comemorações pelos 109 anos de Emancipação Política de Afogados da Ingazeira.
De acordo com as atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal nº 9.093/95, a Prefeitura pode conceder até quatro feriados municipais por ano. Este ano a Prefeitura ainda não havia se utilizado dessa prerrogativa em nenhum momento.
Além de ser esta a única e maior festa do município, e uma das maiores festas populares do Sertão Pernambucano, pesou também na decretação do feriado o agendamento do próximo jogo da Seleção Brasileira para a próxima segunda, às 11h.
Portanto, o feriado municipal da emancipação política de Afogados foi transferido, excepcionalmente este ano, do dia 1º, um Domingo, para o dia dois de Julho.
Pesquisa na Rádio Pajeú embasa decisão: o programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, quis saber se o prefeito deveria decretar feriado, ponto facultativo ou manter dia útil. Para 79,5%, a melhor decisão seria o feriado, contra 11,4% que queriam dia útil e 9,1% que preferiam ponto facultativo.
Pelo que o blog apurou, a pesquisa foi um dos pontos considerados na decisão, assim como o fato de que haveria jogo do Brasil no domingo.
A CDL sugeriu horário especial mas com comércio aberto à exceção do horário do jogo do Brasil considerando cálculo de perdas por comerciante. Por outro lado, foi ponderado que o comércio também tem ganho adicional em decorrência da Expoagro.
Flores registrou mais um óbito. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (14.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, dez cidades registraram cento e quarenta e um novos casos da Covid-19, e a região totaliza 2.114. Portanto, os números de casos confirmados no […]
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (14.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, dez cidades registraram cento e quarenta e um novos casos da Covid-19, e a região totaliza 2.114.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 1.166 confirmações. Logo em seguida, com 247 casos confirmados está Tabira, Afogados da Ingazeira subiu para 144 e São José do Egito está com 139 casos confirmados.
Carnaíba está com 68 casos, Triunfo está com 66 casos, Flores está com 50, Calumbi está com 43, Iguaracy está com 36, Brejinho, e Tuparetama tem 32 casos cada.
Itapetim está com 23 casos confirmados, Quixaba tem 20 casos, Santa Cruz da Baixa Verde tem 16, Santa Terezinha tem 14, Ingazeira está com 9 e Solidão tem 8 casos confirmados.
Mortes – Flores registrou o quarto óbito. Um paciente de 80 anos, residente na zona rural, que se encontrava em investigação no internamento da ala respiratória do HOSPAM. A Região tem agora no total, 55 mortes por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 15, Triunfo 8, Carnaíba 6, Tabira 5, Afogados da Ingazeira e Flores tem 4 cada, Quixaba e Iguaracy tem 3 cada, Tuparetama e São José do Egito tem 2 óbitos cada, Itapetim, Calumbi e Santa Terezinha com 1 óbito cada.
Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou oitenta novas curas clínicas, totalizando 1.430 recuperados. O que corresponde a 67,64% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 08h10 desta quarta-feira (15.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
No ranking da violência em Pernambuco, as investidas contra agências bancárias, principalmente as localizadas no interior do estado, têm chamado a atenção do Sindicato dos Bancários. Como faz sistematicamente, a categoria acaba de divulgar o mais recente relatório da violência praticada contra os bancos e seus trabalhadores. De acordo com a pesquisa, baseada em dados […]
No ranking da violência em Pernambuco, as investidas contra agências bancárias, principalmente as localizadas no interior do estado, têm chamado a atenção do Sindicato dos Bancários. Como faz sistematicamente, a categoria acaba de divulgar o mais recente relatório da violência praticada contra os bancos e seus trabalhadores.
De acordo com a pesquisa, baseada em dados da Secretaria de Defesa Social (SDS), por meio da Polícia Civil e relatos dos próprios bancos e bancários, de 1º de janeiro a 30 de outubro deste ano foram registrados 12 assaltos a banco.
Já os casos de explosões a caixas eletrônicos ou cofres foram 18 no Agreste e Sertão, 16 no Recife, cinco na Região Metropolitana, três na Região Metropolitana Expandida (que compreende os municípios de Abreu e Lima, Cabo, Igarassu, Itapissuma, Itamaracá e São Lourenço da Mata), dois na Zona da Mata Norte e quatro na Zona da Mata Sul. Fora das agências, 128 terminais de auto atendimento também foram explodidos nesse período. Na lista dos alvos, as cidades de Triunfo e Iguaraci, no Pajeú.
Cinco bancários, todos do Banco do Brasil (BB), foram feitos reféns, algumas vezes junto com seus familiares. Os dois últimos casos aconteceram na semana passada. “Um dos casos foi em Iati, mas foi abafado”, denuncia João Rufino do Egito Filho, diretor jurídico do sindicato. O outro foi noticiado. Aconteceu na quinta-feira passada, em Bezerros. Um funcionário foi feito refém e teve uma bomba amarrada ao corpo, enquanto sua família ficou em poder de outra parte da quadrilha. Todos foram liberados.
“O risco de acontecer uma tragédia é muito alto. E, mesmo quando acaba tudo bem, tem casos que a pessoa se aposenta por invalidez e nunca mais consegue voltar a trabalhar. Em novembro do ano passado, no Santander do Cabo de Santo Agostinho, um funcionário foi sequestrado quando saía do condomínio onde morava. Os bandidos tinham alugado um apartamento ao lado do dele. A esposa e o bebê de três meses também foram mantidos reféns”, acrescentou.
De acordo com o sindicalista, o objetivo do relatório é chamar a atenção da sociedade para o fato de que todos estamos inseguros. Ele enfatiza a situação do interior do estado: “Essas cidades têm um efetivo de apenas quatro policiais, enquanto bandidos estão em grande número e fortemente armados. Nas agências, todas os vidros deveriam ser blindados, como a lei obriga, mas isso não acontece”.
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