Chamado de golpista, Roberto Freire diz que “teve que reagir” a escritor homenageado
Por Nill Júnior
Após o embate com Raduan Nassar na entrega do Prêmio Camões, o ministro da Cultura, Roberto Freire, afirmou à Folha de São Paulo que o governo “não poderia ficar calado” diante das críticas feitas pelo escritor brasileiro, que chamou a gestão peemedebista de “golpista” e “repressora”. “Quem fala o que quer ouve o que não quer”, disse Freire.
Segundo o ministro, a entrega da maior honraria da literatura em língua portuguesa a um “adversário político” é prova de que o governo Temer “não é ilegítimo”.
Freire afirmou ainda que as vaias que recebeu no evento vieram de “expressivos líderes do PT” que estavam na plateia, porém, não soube nomear nenhum deles. “Foi uma ação preparada e não só por um ou outro que participava do evento”, declarou.
Mas pegou mal para Freire. Em cerimônias anteriores do Prêmio Camões e em outras semelhantes, o costume é o homenageado fazer ao final o discurso de agradecimento.
Era esperado que o autor de “Lavoura Arcaica”, crítico notório do governo Temer, fizesse um discurso contundente. E foi o que ocorreu, quando Raduan falou, abrindo a cerimônia, em vez de fechando-a.
Isso permitiu que o ministro Roberto Freire tivesse a última palavra, com uma resposta dura a Raduan, que havia em sua fala acusado o governo de golpista.
O ministro sugeriu que o escritor não deveria aceitar o prêmio, no valor de €100 mil (cerca de R$ 330 mil). Freire nega que o ritual tenha sido invertido pelo Ministério da Cultura.
Blog do Magno Em Itapetim, o prefeito Adelmo Moura (PSB) só não será reeleito se houver uma hecatombe. Pesquisa do Instituto Opinião aponta que o socialista lidera com folga nos dois cenários confrontados com adversários, ambos do PTB. Frente a Olavo Batista, teria, hoje, 73,4% das intenções de voto contra 10,9%. Neste cenário, brancos e […]
Em Itapetim, o prefeito Adelmo Moura (PSB) só não será reeleito se houver uma hecatombe.
Pesquisa do Instituto Opinião aponta que o socialista lidera com folga nos dois cenários confrontados com adversários, ambos do PTB. Frente a Olavo Batista, teria, hoje, 73,4% das intenções de voto contra 10,9%.
Neste cenário, brancos e nulos somam 7,1% e indecisos são apenas 8,6%. Quando Olavo é substituído por Anderson Lopes, Moura aparece com 63,1% e o concorrente com 22%. Brancos e nulos somam 4,6% e 10,3% se apresentam indecisos.
Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor entrevistado é obrigado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da cartela com os respectivos postulantes, o prefeito se situa, igualmente, numa faixa bastante confortável. Tem 52% das intenções de voto, enquanto Anderson aparece com 6%, Arquimedes com 0,3% e Zé Lopes com 0,3%. Neste cenário, brancos e nulos somam 4,3% e 37,1% não souberam responder.
No item rejeição, Olavo Batista aparece no topo. Entre os entrevistados, 32,2% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Anderson é o segundo, com 12,6% e Adelmo é o menos rejeitado, com apenas 10,9%.
Neste cenário, 3,7% disseram que rejeitam todos e 40,6% afirmaram que não rejeitam nenhum dos nomes postos para estimulação no levantamento pré-eleitoral.
A pesquisa foi a campo entre os dias 2 e 3 passados, sendo aplicados 350 questionários, com margem de erro de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares.
Estratificando a primeira sondagem eleitoral em Itapetim, berço da poesia do repente no Sertão do Pajeú, o prefeito aparece melhor situado entre os eleitores com renda familiar acima de cinco salários (81,8%), entre os eleitores na faixa etária entre 35 a 44 anos (78,5%) e entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano escolar (72%). Por sexo, 75,4% dos seus eleitores são mulheres e 72,3% são homens.
Já Anderson Lopes, que aparece melhor situado do que Olavo, tem a maior taxa de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária de 35 a 44 anos (26,8%), entre os eleitores com grau de instrução superior (22,8%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários mínimos (20%). Por sexo, 22,7% dos seus eleitores são masculinos e 20,9% são femininos.
AVALIAÇÃO DE GESTÃO – No quesito gestão administrativa, o prefeito Adelmo Moura se situa numa faixa de excelência, com índices, provavelmente, que o apontam como o melhor gestor avaliado no Estado.
Ele aparece com 35,7% de ótimo e 42% de bom, enquanto 14,9% o julgam regular. Entre os que desaprovam apenas 3,1% consideram seu Governo péssimo e 3,4% ruim. Enquanto a soma da aprovação beira os 80%, a de desaprovação é de menos de 7%, algo inédito na história de Itapetim.
Já o Governo Paulo Câmara, tem mais aprovação do que desaprovação. É julgado ótimo por 6% e bom por 24,9%, enquanto 32% acham regular. Entre os que desaprovam 12,3% são de péssimo e 7,7% de ruim.
Dos três níveis de poder, o federal é o que detém as maiores taxas de desaprovação. O Governo Bolsonaro aparece com 46% de péssimo e 16% de ruim, ou seja, mais de 60%. Já os que o aprovam, 9,1% consideram bom e 1,4% de ótimo, enquanto 20,9% julgam regular.
Deputada defendeu permanência do prefeito Luciano Duque no partido e fortalecimento da legenda no interior do estado. Por André Luis Promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Afogados da Ingazeira, acontece nesta quarta-feira (6), às 19h no auditório da Faculdade do Sertão do Pajeú (Fasp) o debate: “A Cidade que queremos”, como o tema “Educação […]
Deputada defendeu permanência do prefeito Luciano Duque no partido e fortalecimento da legenda no interior do estado.
Por André Luis
Promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Afogados da Ingazeira, acontece nesta quarta-feira (6), às 19h no auditório da Faculdade do Sertão do Pajeú (Fasp) o debate: “A Cidade que queremos”, como o tema “Educação no governo Bolsonaro”.
No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM desta quarta (6), a deputada estadual Tereza Leitão (PT), o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação, Heleno Araújo e a presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, falaram sobre o evento. Também falaram sobre o momento político do país e sobre as eleições de 2020.
Ao falar sobre as eleições de 2020, Tereza foi provocada a falar se Marília Arraes corria o risco de ser novamente rifada como aconteceu nas eleições de 2018. Para ela o fato da eleição estadual ter um palanque nacional, influenciou a decisão da direção nacional do partido o apoio a reeleição do governador Paulo Câmara.
“O PSB não resolveu internamente em relação ao apoio a Haddad, o que se conseguiu do PSB foi um apoio informal, em troca disso em alguns estados, o PT apoiou os candidatos do PSB.”
A deputada acredita que com as eleições municipais a história será diferente. “E uma eleição contextualizada e antevejo que a eleição de 2020 vai ser muito polarizada do ponto de vista dos Campos [família do ex-governador Eduardo Campos], que hoje se movimentam no Congresso Nacional e isso deve indicar a política de alianças do PT que vai fazer congresso agora este mês, mas ela [a eleição de 2020] não tem outro link, a eleição municipal tem muito a ver com o papel da cidade na vida das pessoas e o PT tem uma formulação muito consistente com relação a isso” afirmou Tereza.
Tereza Leitão, que defende candidaturas próprias do PT, não só em Pernambuco, mas em todas as capitais do país, disse esperar que a direção nacional do Partido que decidiu pela coligação com o governador Paulo Câmara nas eleições estaduais, agora incentive as candidaturas próprias do partido.
Sobre o afastamento do Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque do partido, que sofre um processo de expulsão pelo fato de ter ido contra a indicação partidária e não ter apoiado a reeleição de Paulo Câmara, Tereza disse que não dá por encerrado a discussão e que vai conversar com o prefeito.
“Ele é um quadro que o PT não pode prescindir. No interior a gente está com dificuldades de quadro, muita gente se afastou do PT, ou foram afastados. Ele fez muito pelo PT e o fato dele não ter apoiado Paulo Câmara, foi fruto de uma ação precipitada do partido.
Tereza se refere a decisão do PT de ter colocado como suplente do senador Humberto Costa, Waldemar Oliveira, que há época era do PR e agora é presidente do Avante. “Como é que você bota pra ser suplente do senador do PT, o maior adversário político do cara na sua cidade? Ele não foi ouvido, foi comunicado”, destacou Tereza.
Questionado sobre o senador Humberto Costa ‘viver batendo’ no prefeito Luciano Duque, a deputada explicou: “é porque essa prática de bater, para alguns do PT eles acham que é saudável, só quem cresce com batida é pão, ou gente que quer crescer em cima de outras. Isso na política não dá certo”, criticou.
Tereza reconheceu as dificuldades do partido no estado e negou que exista uma concentração de forças na região Metropolitana. “Não é que a gente quer concentrar todas as forças do PT na região Metropolitana, até porque a situação do PT na região está muito delicada, tanto ou mais que no interior, então a gente precisa dessa candidatura na capital. É viável e competitiva. E ao mesmo tempo a gente tem que olhar para o interior”, pontuou.
Em 2004, Zeca Cavalcanti foi eleito após candidato pelo então DEM, tendo como vice a então secretária de Ação Social, Madalena Britto, também filiada ao partido. Em 2008, Zeca é reeleito com a maior votação da história de Arcoverde, com mais de 25 mil votos, desta vez já no PTB. Manteve Madalena Britto na vice. Ambos […]
Em 2004, Zeca Cavalcanti foi eleito após candidato pelo então DEM, tendo como vice a então secretária de Ação Social, Madalena Britto, também filiada ao partido.
Em 2008, Zeca é reeleito com a maior votação da história de Arcoverde, com mais de 25 mil votos, desta vez já no PTB. Manteve Madalena Britto na vice.
Ambos apoiaram em 2006 o irmão de Zeca, Júlio Cavalcanti deputado estadual com cerca de 42 mil votos.
Em 2011 iniciou-se o processo antecipado de sucessão. Os pré-candidatos eram o vereador Luciano Pacheco (hoje com Wellington Maciel); a então vice-prefeita Madalena Britto; o ex-secretário de saúde José Ivan; o secretário de Finanças, Geovane Freitas; o ex-secretário de Desenvolvimento e depois vice de Madalena, Wellington Araújo; e o secretário de saúde, Adilson Valgueiro. Zeca e o grupo apoiaram Madalena Britto, eleita com 72% dos votos válidos.
Depois, Madalena rompe com Zeca e Armando Monteiro, anuncia apoio a Paulo Câmara e dois anos depois, em 2016, se lança a reeleição contra a mulher de Zeca, então Deputado Federal, Neryanne Cavalcanti. Vence com 60,73% dos votos.
Em 2020, precisamente em 3 de julho, lança oficialmente, o nome de Wellington Maciel, comerciante, como o seu pré-candidato do MDB a prefeito do município.
“Wellington Maciel preenche todos os requisitos. É um nome que simboliza a renovação para a política arcoverdense, um gestor experiente e um ser humano do coração maior que ele”, declarou Madalena Britto.
Wellington vence Zeca numa virada conquistada na reta final da campanha. Depois de uma guerra jurídica no primeiro ano de governo, diante de uma cassação da justiça eleitoral local e do TRE, LW segue o governo, após vitória no TSE.
Pouco tempo depois, é acusado de trair e fechar espaços para Madalena Britto e seu grupo. Os dois passaram a não ter agendas conjuntas.
Agora, Wellington, Zeca e Madalena se lançam pré-candidatos de olho nas eleições de 2024, um falando do outro que fala da outra e vice-versa. É a roda da política…
Quero através desta nota, repudiar o golpe sofrido pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira 31.08. Um golpe que já vinha sendo arquitetado desde a reeleição da presidente, quando derrotou legitimamente nas urnas, aqueles que mais tarde viriam a ser os seus algozes. Esta data vai ficar escrita na história do país, como o dia em […]
Quero através desta nota, repudiar o golpe sofrido pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira 31.08. Um golpe que já vinha sendo arquitetado desde a reeleição da presidente, quando derrotou legitimamente nas urnas, aqueles que mais tarde viriam a ser os seus algozes.
Esta data vai ficar escrita na história do país, como o dia em que uma senhora, inocente, foi acusada e julgada injustamente, tendo como resultado a perda de seu cargo político por crimes que não cometeu.
As pessoas que foram derrotadas nas urnas na eleição de 2014, não aceitaram e não aceitam a vontade do povo, não respeitam a democracia e muito menos suportam que os menos favorecidos tenham direito de melhorar as suas vidas. Eles não concebem ver o filho da doméstica fazendo faculdade e se tornando médico. O ódio que eles sentem pelas classes menos favorecidas é maior do que os seus egos inflamados.
O grande erro da presidente Dilma Rousseff, foi manter perto de si, víboras traidoras que souberam com paciência aguardar o momento certo para dar o bote e inocular um dos venenos mais mortais que existe: a traição.
Este golpe não foi apenas contra Dilma e Lula. É um golpe contra a grande nação brasileira, um golpe contra o povo menos favorecido deste país, um povo que já carrega em suas costas um fardo grande, por não ter direito a serviços públicos de qualidade, como a saúde e educação.
Por fim, quero destacar que o golpe dado neste dia ainda não terminou, o plano dos golpistas e traidores vai além. O grande objetivo disso tudo é acabar com as conquistas sociais que foram implantadas ao longo desses anos de governabilidade do Partido dos Trabalhadores através do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da agora ex-presidente Dilma Rousseff.
Lamento profundamente que a justiça deste país tenha fechado os olhos e se negado a ver a realidade dos fatos e as reais intenções por detrás desta grande farsa.
Emídio Vasconcelos (PT) – Candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira.
A cardiologista Ludhmila Hajjar deve recusar o convite de Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Saúde. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S. Paulo. Segundo Mônica: ela se reuniu no domingo (14) por quase três horas com o presidente. O atual comandante da pasta, Eduardo Pazuello, participou do encontro, […]
A cardiologista Ludhmila Hajjar deve recusar o convite de Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Saúde. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S. Paulo.
Segundo Mônica: ela se reuniu no domingo (14) por quase três horas com o presidente. O atual comandante da pasta, Eduardo Pazuello, participou do encontro, em que a médica foi consultada se aceitaria suceder o general.
A colunista informa ainda que: ministros, auxiliares do presidente e políticos que defendem a cardiologista no Ministério da Saúde afirmaram à coluna que a decisão não foi tomada ainda por ela. E que há uma chance de Ludhmila e Bolsonaro se entenderem em reunião que deve ocorrer ainda nesta manhã. Há uma forte movimentação para que isso ocorra.
Mônica informa, que: no diálogo de domingo, todos os temas da epidemia da Covid-19 foram tratados, especialmente a necessidade de apoio a medidas duras de isolamento social para frear a epidemia do novo coronavírus, a urgência da vacinação em massa da população brasileira e tratamentos precoces, defendidos por Bolsonaro mas ainda não confirmados por estudos científicos.
A médica tem sido uma defensora da necessidade de vacinação urgente, participou de estudos que desmentiram a eficácia de algumas drogas e apoia o isolamento social.
Segundo a colunista: não houve, no encontro, consenso sobre como o Ministério da Saúde poderia passar a tratar desses temas e gerir as políticas para o combate à Covid-19.
Ainda segundo Bergamo: a conversa começou tranquila. Mas passou a ficar tensa na medida em que não se chegava a um consenso. E terminou de forma inconclusiva. A colunista informa ainda que, Bolsonaro e Ludhmila ficaram de se encontrar novamente nesta segunda (15).
Mônica informa, que: Bolsonaro segue inflexível em suas críticas a medidas de isolamento social. E não dá sinais de que vai arrefecer na defesa de tratamentos precoces.
Ainda que a decisão da cardiologista de não aceitar o convite já foi comunicada por ela a políticos que a apoiam.
O nome dela era defendido de forma enfática pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, por outros parlamentares, por diversos ministros do governo Bolsonaro e por magistrados do STF (Supremo Tribunal Federal).
Depois que a coluna da Mônica Bergamo revelou que Bolsonaro estava reunido com a médica, no domingo (14), ela passou a ser atacada por bolsonaristas radicais em redes sociais. O movimento irritou ministros e autoridades que apoiam o presidente. Eles acreditam que a médica pode imprimir um novo tom e reverter o desgaste do governo, mal avaliado na condução da epidemia.
Outros nomes estão no páreo para o cargo, como o do cardiologista Marcelo Queiroga, que também foi chamado para conversar. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
O deputado federal Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), que é conhecido como “Dr. Luizinho”, também é lembrado e tem chance de ser escolhido por Bolsonaro.
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