Celpe elimina meia tonelada de fios irregulares em Serra Talhada
Por Nill Júnior
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) está percorrendo a Avenida Afonso Magalhães e a Rua Enock Ignácio, na região central de Serra Talhada, removendo redes de telecomunicações instaladas irregularmente. A ação verifica se as operadoras autorizadas pela concessionária estão instalando corretamente suas redes.
Se a inspeção encontrar fios irregulares instalados por empresas não autorizadas, a retirada é imediata, visando garantir a segurança da população e afastar riscos à continuidade do fornecimento de energia elétrica.
Apenas no primeiro dia de ação, as equipes da concessionária já recolheram aproximadamente meia tonelada de fios não identificados e irregulares. Até o próximo dia 26, três equipes técnicas permanecem trabalhando ao longo da via, nos horários de 8h às 18. Nas próximas semanas, a ação deve percorrer ainda outros corredores viários de Serra Talhada.
Em função da retirada de fios, a Celpe orienta os usuários que eventualmente tenham os serviços de internet e TV a cabo interrompidos a procurarem seus provedores para obter esclarecimentos.
“As ações preventivas de ordenamento visam o cumprimento dos padrões técnicos exigidos pela Celpe aos provedores de internet, o que impacta diretamente na redução da poluição visual e garante que as normas de segurança estão sendo cumpridas. Trabalhamos com tolerância zero às instalações irregulares, e estamos intensificando as atividades de combate ao desvio de padrão na instalação de cabos de internet em nossos postes”, comenta Evandro Simões, gerente Operacional da Celpe.
Realizada na Região Metropolitana do Recife, a ação de ordenamento de fios de telefonia desenvolvida pela Celpe abrange também cidades do Agreste e Sertão do Estado. Em 2017, equipes da companhia removeram mais de 15 toneladas de fios instalados irregularmente ou de forma clandestina em postes da concessionária. Neste ano, a empresa já recolheu mais de sete toneladas de fios irregulares.
Farol de Notícias Após amargar várias derrotas e desistências em eleições, pela sexta vez na história política do município, o médico Nena Magalhães (PTB) teve a coragem de anunciar que está na briga rumo a Prefeitura de Serra Talhada, visando 2020. Oficialmente falando como pré-candidato, ele deu entrevista ao programa Frequência Democrática, na rádio Vilabela FM nesta terça-feira […]
Nena, quando disse ao blog que não recuaria um milímetro em 2016. Pouco depois, diz que foi rifado e apoiou Duque
Farol de Notícias
Após amargar várias derrotas e desistências em eleições, pela sexta vez na história política do município, o médico Nena Magalhães (PTB) teve a coragem de anunciar que está na briga rumo a Prefeitura de Serra Talhada, visando 2020.
Oficialmente falando como pré-candidato, ele deu entrevista ao programa Frequência Democrática, na rádio Vilabela FM nesta terça-feira (8), assumindo uma postura moderna e de combate ao que considerou ser uma forma antiga de fazer política.
“Eu continuo na luta, eu continuo fazendo o que sempre fiz na minha vida que foi trabalhar muito como médico e nunca deixei de fazer política”, disse Nena, que não admitiu ser considerado, por um ouvinte que participou do programa, uma ‘raposa velha’.
“Não, não. Certamente que não”, negou ele, reforçando: “Fazer esse tipo de política antiga… eu nunca fiz! Eu sempre fui oposição em Serra Talhada e sempre tentei mudar as coisas em Serra Talhada. A gente tem que mudar a maneira de se fazer política, aqueles políticos do passado… Eu sou velho, mas não sou tão velho assim”.
Vice candidatura
Nena deixou claro que a sua pré-candidatura não é uma imposição e que respeitará a escolha da opinião pública, mediante as pesquisas internas. Perguntado sobre a possibilidade de ficar numa eventual vice da atual secretária de saúde, Márcia Conrado, ou de qualquer outro candidato o médico acrescentou:
“Aceitaria ser vice de qualquer um. Mas o ideal seria que Dr. Nena não fosse o vice de nenhum. Eu já sou do grupo e não vou somar nada mais do que já estou somando. Mas se trouxer outro nome lá de fora… De outro partido… Porque não se enganem, não. Vai ter terceira via em Serra Talhada”, alertou.
Dr. Nena Magalhães também foi indagado sobre a sua desistência das eleições em 2016 e apoio ao grupo do prefeito Luciano Duque, após passar meses criticando Luciano e o PT.
“Eu não desisti da campanha de 2016, eu fui rifado. Eu fiquei isolado. Eu fui fritado, literalmente falando, e não achei mais espaço para seguir com a aquela candidatura. Fiquei sem partido, sem correligionário, sem grupo… E assim não se faz política. Eu não desisti, eu fui desistido como diz o matuto”, brincou Nena, justificando o apoio a alguém que na época estava sendo o principal alvo de suas críticas:
“Por bem ou por mal, eu tinha que escolher o que acreditaria ser melhor, depois do meu nome, para Serra Talhada. E que fosse conveniente para as minhas aspirações políticas, para o meu desenvolvimento como cidadão e profissional de Serra Talhada, para não ser perseguido, não ser prejudicado… Numa situação dessas, você também vota para se defender, porque você sabe que vai ser perseguido. Então escolhi o candidato que eu achava ser o melhor para Serra Talhada e que certamente numa aliança não iria me prejudicar. E acho que Luciano fez um bom governo. Então eu não errei. Eu acertei”.
As investigações indicaram o repasse de propina pela Odebrecht sob a forma disfarçada de doação filantrópica. Pagamentos foram intermediadas por Antonio Palocci e Paulo Okamotto, também denunciados. Ascom/MPF A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná ofereceu, nessa segunda-feira (14), denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da […]
As investigações indicaram o repasse de propina pela Odebrecht sob a forma disfarçada de doação filantrópica. Pagamentos foram intermediadas por Antonio Palocci e Paulo Okamotto, também denunciados.
Ascom/MPF
A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná ofereceu, nessa segunda-feira (14), denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, pelo crime de lavagem de dinheiro.
Eles são acusados da prática do crime de lavagem de dinheiro por meio de doações para dissimular o repasse de R$ 4 milhões durante o período compreendido entre dezembro de 2013 e março de 2014.
Conforme consta na denúncia, os valores ilícitos foram repassados mediante quatro operações de doação simulada realizadas pelo Grupo Odebrecht em favor do Instituto Lula, cada uma no valor de R$ 1 milhão.
A existência de contas correntes informais de propinas entre as empreiteiras Odebrecht e OAS com o Partido dos Trabalhadores (PT), a partir das quais foram repassados valores milionários para a aquisição e reforma de imóveis em favor do ex-presidente Lula – uma cobertura triplex no Guarujá/SP e um sítio em Atibaia – já foram reconhecidas pelo Juízo Federal da 13ª Vara de Curitiba e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em feitos conexos, especificamente as ações penais n. 5046512-94.2016.4.04.7000 e 5021365-32.2017.4.04.7000.
No âmbito desses processos criminais também foi reconhecido que tais contas correntes de propina foram alimentadas com vantagens indevidas auferidas pelas empreiteiras OAS e Odebrecht mediante a prática de crimes de cartel, licitatórios e de corrupção em detrimento da Petrobras.
Os repasses ilícitos da Odebrecht ao ex-presidente Lula, que totalizaram R$ 4 milhões e são objeto da denúncia apresentada nessa segunda-feira, tiveram a mesma origem ilícita (crimes praticados em detrimento da Petrobras) e seguiram a mesma sistemática (dedução em caixas-gerais de propinas de empreiteiras com o Partido dos Trabalhadores) que já foi reconhecida em ações penais julgadas pela Justiça Federal em primeira e segunda instância.
No presente caso as investigações apontam que, para dissimular o repasse da propina, Marcelo Odebrecht, atendendo a pedido de Lula e Okamotto, determinou diretamente que o valor fosse transferido sob a forma de doação formal ao Instituto Lula. Porém, conforme indicam as provas reunidas, os valores foram debitados do crédito ilícito de propina contabilizado na “Planilha Italiano”, mais especificamente da subconta chamada “amigo” (rubrica referente a Lula, conforme as provas), na qual foi inserida a anotação “Doação Instituto 2014” no valor de R$ 4 milhões, como demonstrado por reprodução da planilha incluída na denúncia.
O procurador da República Alessandro Oliveira destaca o amplo conjunto de provas que permitiram fundamentar a denúncia.
“São centenas de provas, de comunicações a planilhas e comprovantes de pagamento que ligam a doação formal de altos valores a possíveis ilícitos praticados anteriormente. Isso demonstra a complexidade e a verticalidade da análise realizada pela força-tarefa em diversas fases, nesse caso a lavagem de dinheiro, mas sem perder a noção de um contexto mais amplo de práticas.”
Em decorrência dos fatos denunciados, o MPF pediu o perdimento do produto e proveito dos crimes ou do seu equivalente, incluindo aí os valores bloqueados em contas e investimentos bancários e em espécie, apreendidos em cumprimento aos mandados de busca e apreensão, no montante de pelo menos, R$ 4 milhões. Esse valor corresponderia à propina repassada mediante doação simulada ao Instituto Lula.
O MPF requer, ainda, em relação a Luiz Inácio Lula da Silva e Paulo Okamotto, a devolução para a Petrobras, a título de reparação de danos, de valor correspondente à propina recebida; e, com respaldo em precedentes do Supremo Tribunal Federal (Ações Penais 1030 e 1002), a condenação dos denunciados por danos morais causados à população brasileira mediante a prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Provas – Conforme apurado no curso das investigações, Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci ajustaram, em 2010, aprovisionar R$ 35 milhões do saldo constante na “Planilha Italiano” para atender gastos e despesas demandados por Lula, o que levou à criação de uma subconta chamada “amigo” na planilha de controle da conta-corrente de propinas entre a Odebrecht e o Partido dos Trabalhadores. Tal conta era controlada por Marcelo e os pagamentos destinados ao Partido dos Trabalhadores e a Lula eram negociados diretamente com Palocci.
E-mails e planilhas apreendidos em buscas e apreensões realizadas em fases anteriores da operação Lava Jato e outras provas materiais corroboram os fatos criminosos, já confessados por Marcelo e Palocci, que optaram por colaborar com a Justiça para o esclarecimento da verdade.
Comunicações mantidas entre os envolvidos à época dos fatos, juntadas à denúncia, comprovam que Marcelo comunicou ao então supervisor do Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht Hilberto Silva que Palocci havia avisado que Okamotto entraria em contato para a realização de doação oficial ao Instituto Lula no valor de R$ 4 milhões.
Marcelo registrou ainda que, embora a quantia fosse formalmente repassada como doação, o dinheiro deveria ser debitado do saldo de propina da conta “amigo”. Esse e-mail data de 26/11/2013; o primeiro depósito no valor de R$ 1 milhão ao Instituto Lula foi realizado pouco tempo depois, em 16/12/2013.
Foi anexada na denúncia ainda cópias dos quatro recibos de doação realizadas em favor do Instituto Lula, ocorridos em 16/12/2013, 31/01/2014, 05/03/2014 e 31/03/2014, totalizando R$ 4 milhões. Além disso, o registro do valor repassado pela Odebrecht ainda consta em planilha Excel chamada “previsão”, localizada em mídia apreendida em poder de Okamotto, então Presidente do Instituto Lula, durante a 24ª fase da operação Lava Jato.
A denúncia também foi instruída com cópia de procedimento de fiscalização da Receita Federal que analisou de forma detalhada as atividades do Instituto Lula. Foram reunidas pelas autoridades fazendárias inúmeras de provas, inclusive dezenas de e-mails trocados por diretores e empregados do Instituto, que demonstram a existência de uma confusão patrimonial flagrante entre o Instituto Lula, a sociedade empresária L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações LTDA. e o próprio ex-presidente.
Por Anchieta Santos O Prefeito Sebastião Dias anunciou para amanhã (terça-feira dia 20) uma reunião com todos os ex-prefeitos, a vice Genedy Brito, vereadores e ex-vereadores, presidentes de partidos, empresários e comerciantes de Tabira para tratar da construção de um novo abatedouro. Com o encontro o gestor deseja comprometer todas as lideranças junto aos seus […]
O Prefeito Sebastião Dias anunciou para amanhã (terça-feira dia 20) uma reunião com todos os ex-prefeitos, a vice Genedy Brito, vereadores e ex-vereadores, presidentes de partidos, empresários e comerciantes de Tabira para tratar da construção de um novo abatedouro.
Com o encontro o gestor deseja comprometer todas as lideranças junto aos seus representantes federais na busca por recursos. Em se tratando de ex-prefeitos a reunião estará esvaziada. Com cada um apresentando sua justificativa, Josete Amaral, Rosalvo Sampaio(Mano) e Dinca já haviam declarado que não iriam.
Agora foi a vez do ex-prefeito Fortunato Soares(Jola), que disse que quando era prefeito ele é que corria atrás para resolver os problemas do município e assim entende que o Poeta é que deve resolver sobre a construção do abatedouro.
Sendo assim também não vai lá. O blog apurou que o ex-prefeito Edson Moura também já avisou a próximos que não vai. Assim, Sebastião vai ter dificuldades para realizar o encontro.
O presidente do STJ, ministro Humberto Martins, suspendeu neste sábado (23) a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão que havia autorizado a realização de um show do cantor Wesley Safadão contratado pela prefeitura de Vitória do Mearim, no norte do estado. Em sua decisão, o ministro classificou a contratação do evento como “lesão à ordem e à economia públicas”, e […]
O presidente do STJ, ministro Humberto Martins, suspendeu neste sábado (23) a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão que havia autorizado a realização de um show do cantor Wesley Safadão contratado pela prefeitura de Vitória do Mearim, no norte do estado.
Em sua decisão, o ministro classificou a contratação do evento como “lesão à ordem e à economia públicas”, e afirmou que a despesa de R$ 500 mil é incompatível com a realidade orçamentária do município. As despesas seriam pagas com dinheiro público.
“O dispêndio da quantia sinalizada com um show artístico de pouco mais de uma hora, em município de pouco mais de 30 mil habitantes, justifica a precaução cautelar do juiz de primeiro grau, prolator da decisão inicial que suspendeu a realização do show”, afirma o magistrado.
A contratação do show foi questionada pelo Ministério Público do Maranhão. A cidade é conhecida por carências em vários setores, como saúde, educação e infraestrutura. A informação é do Antagonista.
Faleceu em Recife aos 92 anos de falência múltipla dos órgãos a professora Maria José Bezerra, conhecida como Nita Bezerra. Ela tinha cinco filhos. Era mãe do ex-prefeito de Carnaíba, José Mário Cassiano. A professora estava internada no Hospital dos Servidores. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento, segundo familiares ao colaborador Júlio César.
Faleceu em Recife aos 92 anos de falência múltipla dos órgãos a professora Maria José Bezerra, conhecida como Nita Bezerra. Ela tinha cinco filhos.
Era mãe do ex-prefeito de Carnaíba, José Mário Cassiano. A professora estava internada no Hospital dos Servidores. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento, segundo familiares ao colaborador Júlio César.
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