Caso da Escola Joaquim Mendes gera queixas de outras escolas da rede estadual. “Merenda piorou muito”
Por Nill Júnior
O caso da Escola Joaquim Mendes, em que alunos da rede estadual não foram às aulas por conta da falta de merenda, desencadeou críticas de pais de outros alunos essa manhã na Rádio Pajeú.
Além de pais da própria escola, pais de alunos de escolas de Afogados da Ingazeira também questionaram a qualidade da merenda.
“Na ETE Paulo Freire a merenda escolar não tem atendido de forma adequada às necessidades dos estudantes, o que é muito preocupante em uma escola de tempo integral, onde os alunos passam praticamente o dia todo. A alimentação é um direito básico e essencial para o aprendizado e para a permanência dos jovens na escola. Pedimos providências urgentes para que a merenda seja de fato digna e de qualidade”, disse Andréa Ribeiro.
“Aqui no Monsenhor (EREMAPS) tá do mesmo jeito. Minha filha reclama todos os dias. Não tá nem comendo mas porque a alimentação tá muito ruim”, diz Thayse. “Os filhos da minha cunhada estudam no Cônego João Leite e reclamam muito da merenda”, diz Sandro Silva.
“Minha filha chega reclamando todos os dias. Isso é um absurdo. Os alunos ter que ficar praticamente o dia inteiro na escola sem se alimentar direito. Isso não existe. Tem que haver uma forma de mudar isso aí. Todas as escolas devem aderir à essa paralisação pra ver se a governadora faz alguma coisa”, reclama Juliana Silva, mãe de aluna da EREM Ione de Góes Barros, antigo Colégio Normal.
Pelo apurado até agora, o Governo do Estado suspendeu a terceirizada que fornecia o serviço de merendas nas escolas. A merenda agora está sendo adquirida em compra direta pelas escolas, com supervisão da Gerência Regional de Educação e não mais pela empresa.
Partido tem 10 dias para substituir candidatura; registros do DRAP e do vice foram aprovados pelo Plenário do TSE Na sessão desta quinta-feira (1º), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o registro do candidato do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, ao cargo de presidente da República. O Plenário constatou que Roberto Jefferson está inelegível […]
Partido tem 10 dias para substituir candidatura; registros do DRAP e do vice foram aprovados pelo Plenário do TSE
Na sessão desta quinta-feira (1º), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o registro do candidato do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, ao cargo de presidente da República. O Plenário constatou que Roberto Jefferson está inelegível para disputar qualquer eleição até 24 de dezembro de 2023, devido aos efeitos secundários da condenação criminal imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-deputado federal, em 2013.
A decisão foi unânime e atende ao pedido do Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) que impugnou a candidatura. A partir de agora, fica proibido qualquer ato de campanha bem como deve ser excluído o nome de Jefferson na urna eletrônica.
Prazo para substituir
No entanto, o TSE deferiu o registro do candidato a vice-presidente na chapa, Kelmon da Silva Souza, e o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) do PTB, habilitando, assim, a legenda a apresentar candidatos a presidente e vice-presidente da República nas eleições deste ano.
Sendo assim, a legenda tem até 10 dias para substituir a candidatura do titular na chapa. Segundo o ministro Carlos Horbach, relator dos registros dos candidatos e do DRAP, tanto o partido, no caso da apresentação do demonstrativo, quanto o candidato a vice-presidente na chapa cumpriram os devidos prazos e exigências legais para registro.
Histórico da inelegibilidade
Embora os efeitos da condenação criminal de Roberto Jefferson pelo STF tenham sido extintos devido a um indulto presidencial, publicado em 24 de dezembro de 2015 (Decreto nº 8.615/2015), permanecem firmes os efeitos secundários da condenação, no tocante à inelegibilidade do político.
No caso, segundo o ministro Horbach, tais efeitos são justamente a sanção de inelegibilidade prevista na Lei Complementar nº 64/90 (incisos 1 e 6 da alínea “e” do artigo 1º), “que se projeta pelo lapso temporal de oito anos após o cumprimento da pena”, até 24 de dezembro de 2023.
Na Ação Penal n° 470/MG, o STF condenou Roberto Jefferson pelos crimes de corrupção passiva (artigo 317 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (artigo 1º, incisos V e VI, da Lei nº 9.613/98) a uma pena de sete anos e 14 dias de reclusão, em regime semiaberto, além de 287 dias-multa.
Horbach assinalou que, com base na Súmula nº 61 do TSE, o prazo referente à hipótese de inelegibilidade prevista no dispositivo da LC nº 64/90, mencionado pelo MP Eleitoral, realmente se estende por oito anos após o cumprimento da pena, seja ela privativa de liberdade, restritiva de direito ou multa.
No voto, o ministro enfatizou, ainda, que o indulto presidencial não corresponde a uma reabilitação capaz de afastar inelegibilidade que surge a partir de condenação criminal. Horbach afirmou que o indulto afasta apenas os efeitos primários da condenação, a pena, porém não alcança os efeitos secundários que a condenação produz.
Segundo ele, a jurisprudência é clara no sentido de que somente os efeitos primários da condenação são suprimidos. Nesse contexto, segundo o relator do registro, o MP Eleitoral está com razão ao afirmar que Roberto Jefferson está inelegível até 24 de dezembro de 2023, não podendo se candidatar a qualquer cargo eletivo até essa data. “Na jurisprudência, de forma tranquila e uníssona, tem-se reconhecido que o indulto fulmina apenas os efeitos primários da condenação, perseverando incólumes aqueles de viés secundário”, disse o ministro.
Suspensão de verbas públicas para a campanha
Em 19 de agosto, o ministro Carlos Horbach já havia determinado a suspensão de repasses de verbas do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), também conhecido como Fundo Eleitoral, para a campanha de Roberto Jefferson.
A medida vigorou justamente até o julgamento do mérito do requerimento de registro da candidatura. O ministro tomou a decisão ao analisar o pedido de tutela de urgência feito pelo MP Eleitoral dentro do próprio pedido de impugnação da candidatura.
“A CNBB não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos”, diz. A mensagem da 56ª Conferência da CNBB, concluída hoje, ao povo de Deus, trouxe alguns pontos importantes. “Vivemos um tempo de politização e […]
“A CNBB não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos”, diz.
A mensagem da 56ª Conferência da CNBB, concluída hoje, ao povo de Deus, trouxe alguns pontos importantes.
“Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários”, diz a carta.
Outro trecho deixa claro a opção pelos pobres. “O Papa Bento XVI afirmou que a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco”.
Em outro momento a carta diz que a CNBB não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. “As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano”.
Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB diz que o faz por exigência do Evangelho. “A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada”.
Outro trecho importante deixa claro que a Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos.
E conclui: “A liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo (LG 37). Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Mundial das Comunicações de 2018).
A rádio Salgueiro FM iniciará na próxima segunda-feira (05.10), a série de entrevistas que fará em outubro e novembro com os candidatos a prefeito de Salgueiro, estando na disputa Clebel Cordeiro (PL), que tentará a reeleição, Dr. Marcones (PSB), Paulo Afonso (Patriota), Dr. Cacau (PT) e Márcio Nemédio (Avante). Em reunião com as assessorias dos […]
A rádio Salgueiro FM iniciará na próxima segunda-feira (05.10), a série de entrevistas que fará em outubro e novembro com os candidatos a prefeito de Salgueiro, estando na disputa Clebel Cordeiro (PL), que tentará a reeleição, Dr. Marcones (PSB), Paulo Afonso (Patriota), Dr. Cacau (PT) e Márcio Nemédio (Avante).
Em reunião com as assessorias dos candidatos, ficou definido que as sabatinas se darão em duas rodadas com os postulantes ao executivo municipal, às 11 da manhã.
O primeiro participante será o candidato a prefeito Márcio Nemédio, e a novidade, nesta eleição, é que a Salgueiro FM também entrevistará os candidatos a vice, Paizinha Patriota (PSD), a única mulher no páreo, Dr. Edilton Carvalho (Cidadania), Hugo Cidreira (Patriota), Professor Aurélio (PT) e Ricardo Oliveira (PMN).
Além das perguntas que serão formuladas pelos comunicadores da emissora, Vinícius Oliveira e Geane Cardoso, os eleitores também poderão participar das sabatinas, enviando suas indagações com antecedência pelo WhatsApp da rádio (87.98817.5504).
A União dos Vereadores de Pernambuco vai realizar a eleição para a escolha do novo presidente e diretoria da entidade, no próximo dia 27 de março, durante o Congresso Estadual de Vereadores (as) e Servidores de Câmaras e Prefeituras Municipais de Pernambuco, que acontece no auditório do Hotel Sesc, em Triunfo, a partir de hoje, […]
Biu Farias (PSB) e Josinaldo Barbosa (PTB) na disputa pela presidência da UVP
A União dos Vereadores de Pernambuco vai realizar a eleição para a escolha do novo presidente e diretoria da entidade, no próximo dia 27 de março, durante o Congresso Estadual de Vereadores (as) e Servidores de Câmaras e Prefeituras Municipais de Pernambuco, que acontece no auditório do Hotel Sesc, em Triunfo, a partir de hoje, indo até o dia 27.
A eleição conta com duas chapas na disputa: a primeira delas é encabeçada pelo vereador Biu Farias (PSB – Surubim, atual presidente e candidato à reeleição) (chapa 1); e a segunda por Josinaldo Barbosa (PTB – atual presidente da Câmara Municipal de Timbaúba), da chapa 2.
O evento discutirá temas de interesse do parlamento municipal, como “Reforma Eleitoral”, “Fiscalização dos Regimes Próprios de Previdência”, “Fiscalização do Transporte Escolar da Rede Municipal de Ensino” e “Implantação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas nos municípios”, conduzida pelo SEBRAE-PE.
A UVP recebe neste encontro os deputados estaduais Beto Accioly (SD), Eriberto Medeiros (PTC) e Diogo Moraes (PSB – Santa Cruz do Capibaribe), que já confirmaram presença.
Por Alvinho Patriota* Hoje escrevo essa história com muito orgulho! O resultado de uma luta iniciada há 30 anos, quando Miguel Arraes de Alencar, então Governador de Pernambuco, recebeu do deputado Gonzaga Patriota, iniciando o seu primeiro mandato federal um pedido: “Dr. Arraes, tenho compromisso com todo Pernambuco e o Brasil, mas com Sertânia, minha terra natal, […]
O resultado de uma luta iniciada há 30 anos, quando Miguel Arraes de Alencar, então Governador de Pernambuco, recebeu do deputado Gonzaga Patriota, iniciando o seu primeiro mandato federal um pedido:
“Dr. Arraes, tenho compromisso com todo Pernambuco e o Brasil, mas com Sertânia, minha terra natal, tenho uma obrigação, conseguir a construção de um contorno rodoviário que acabe com os transtornos do tráfego, principalmente de carros pesados pelo centro da cidade. Eis aí meu primeiro pleito ao seu governo”.
A luta não foi fácil, mas graças a perseverança de Patriota e o envolvimento da classe política, principalmente dos prefeitos que governaram nossa Sertânia nesse período, sempre com a cobrança da população, foi possível tornar o sonho realidade.
A obra iniciada há dois anos está pronta, fato a se comemorar, contudo, agora é que devemos conclamar toda população para um salto ao desenvolvimento, com trabalho, oportunizando mais emprego e condição de vida digna ao povo sertaniense, pois, com a nova mobilidade, a cidade crescerá em todas as direções.
O empreendimento denomina-se “AnelViário Governador Eduardo Campos”, em decorrência de projeto do então deputado estadual Ângelo Ferreira, atual prefeito do município, através de quem parabenizamos todo povo de Sertânia.
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