O dia ontem foi de conforto para a família de Eduardo Campos. Após a confirmação das mortes, a casa de Campos, em Dois Irmãos, na Zona Norte do Recife, não parou de receber visitantes. Por lá, passaram muitos amigos, parentes, políticos e autoridades. Do lado de fora, parecendo entender o que acontecia lá dentro, uma cadela se deitou na entrada do imóvel. De acordo com seguranças da casa do ex-governador, quando saía a pé, Eduardo brincava com os cães que costumavam passar o dia na frente da residência. “Ele gostava muito de brincar com ela”, disse um funcionário.
Até a noite, foi intensa a movimentação em frente ao endereço do ex-governador, onde estavam a esposa, Renata Campos, e os cinco filhos de Eduardo. O portão de entrada do imóvel passou o dia fechado. Era aberto apenas para conhecidos e amigos da família. Pelos cobogós do muro, era possível ver o que acontecia na área externa da casa. Os filhos mais velhos de Eduardo se revezavam com a mãe no cuidado com o irmão caçula, Miguel, de sete meses. Segundo os amigos, Renata se manteve firme durante todo o dia.
Nenhum familiar do socialista viajou para São Paulo para cuidar da liberação do corpo. Essa tarefa coube aos amigos de campanha. Após visitar cunhada e sobrinhos, o único irmão de Eduardo, Antônio Campos, disse que o corpo será sepultado junto ao do avô Miguel Arraes, no Cemitério de Santo Amaro. “Perdi um irmão muito amado, que foi muito amigo. Eduardo morreu no mesmo dia em que meu avô morreu, há nove anos, mas morreu por seus ideais. Morreu tentando melhorar o Brasil. Eduardo deixa esse legado de luta”, afirmou Antônio.
No final da tarde, o tio de Eduardo Campos, Pedro Arraes, chegou à casa do ex-governador com sua mãe, a viúva de Miguel Arraes, dona Magdalena Arraes. A mãe do socialista, a ministra Ana Arraes, chegou no início da noite. Entre os políticos que foram prestar condolências à família estavam o governador do estado, João Lyra Neto, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o candidato ao senado Fernando Bezerra Coelho, o candidato ao governo do estado Paulo Câmara, o candidato a vice Raul Henry, entre outros políticos. O arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido também foi levar os cumprimentos aos familiares.
Do JC Online O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) é bem diferente. Ostenta uma média de um ex-ministro por mês. Além disso, antes mesmo de maio começar, tendo já dispensado o ministro da Educação, Cid Gomes (PROS), e com falta de dinheiro para o Pronatec e o Fies, Dilma resolveu tirar de campo […]
CAMPANHA Peças constam no Portal Brasil, endereço oficial do governo federal. Foto: Reprodução
Do JC Online
O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) é bem diferente. Ostenta uma média de um ex-ministro por mês. Além disso, antes mesmo de maio começar, tendo já dispensado o ministro da Educação, Cid Gomes (PROS), e com falta de dinheiro para o Pronatec e o Fies, Dilma resolveu tirar de campo o slogan “Brasil, pátria educadora”. Na semana passada, em meio ao feriado, lançou a campanha “Brasil, ajustar para avançar”, que tem como subtítulo a frase “ajustes temporários, benefícios permanentes”.
Oficialmente não é uma troca de slogan, apenas uma nova campanha. Mas depois que o Fies virou problema judicial, semana passada, o “Brasil, pátria educadora” ficou difícil de sustentar.
O material da nova campanha ficou pronto nas mídias sociais do governo federal às vésperas do 1º de maio. Mas sua divulgação no site oficial do governo federal ainda é tímida. Na conta oficial do Portal Brasil, o vídeo “Ajustar para avançar” foi postado ainda no dia 29 de abril e até esta segunda tinha apenas 2.670 visualizações até as 14h10 desta segunda (4). Curiosamente, até este horário 7 usuários do Youtube haviam clicado em “curtir” o vídeo, contra 16 optaram pelo símbolo de “não curtir”.
De volta à Folha de Pernambuco, onde assina, a partir de amanhã, uma coluna trazendo bastidores da política, o jornalista Magno Martins diz, nesta entrevista, que o jornalismo passa por uma grande turbulência com a internet, que na sua visão, dá furo até na televisão. Para ele, no entanto, o impresso tem o seu público […]
De volta à Folha de Pernambuco, onde assina, a partir de amanhã, uma coluna trazendo bastidores da política, o jornalista Magno Martins diz, nesta entrevista, que o jornalismo passa por uma grande turbulência com a internet, que na sua visão, dá furo até na televisão. Para ele, no entanto, o impresso tem o seu público fiel.
“Napoleão Bonaparte dizia que três jornais faziam mais medo a ele do que cem mil baionetas”, lembra Magno. Para ele, voltar ao Grupo EQM é chegar ao lugar de onde partiu e confessa: “Eu volto com uma disposição incrível para colaborar com o grupo fazendo o que sempre fiz: uma coluna política imparcial, apimentada e atualizada sobre a cena nacional e local”. Abaixo sua entrevista:
Qual a sua expectativa em retornar para um jornal que você participou da sua fundação?
Confesso que depois de 12 anos afastado da Folha, sobrevivendo no mercado num voo solo, o meu blog, não esperava surpresa mais feliz: receber o convite do meu amigo Eduardo Monteiro, presidente do Grupo EQM. Com ele, que é um sedutor, naveguei por outros mares, desde o Diário de Pernambuco, jornal que arrendou por um tempo, até a missão desafiadora do Jornal de Brasília, a quem me confiou a função de editor. Isso sem falar na Agência Nordeste, que fundei com ele em sociedade. Juntos, enfrentamos muitas tempestades. Nunca conheci alguém tão leal, com tamanha capacidade de superar tsunamis, empreendedor de mão cheia, verdadeiro visionário, que com a Folha quebrou o tabu de que o Estado não tinha espaço para uma terceira via no jornalismo impresso.
Desafiadora a nova missão?
Quando entrei aqui na redação, na última quinta-feira, ciceroneado pela doce e competente jornalista Leusa Santos, editora-chefe, e pelo meu amigo Américo Lopes, diretor operacional do Grupo, pensei no que disse Rubem Alves, meu cronista preferido: “Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao lugar. E o vemos então pela primeira vez. Para isso caminhamos a vida inteira: para chegar ao lugar de onde partimos. E, quando chegamos, é surpresa. É como se nunca o tivéssemos visto”. Eu volto assim, com uma disposição incrível para colaborar com o grupo fazendo o que sempre fiz: uma coluna política imparcial, apimentada e atualizada sobre a cena nacional e local.
O que você teve que se afastou do blog e da mídia por mais de um ano?
Fui agredido pela doença do século: síndrome de pânico associada a uma forte depressão. Larguei tudo, desde o blog, pioneiro no Estado, já com 12 anos, até o meu programa Frente a Frente, transmitido para todo o Estado por uma rede de 30 emissoras, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha. Passei pelas mãos de muitos médicos, mas devo minha superação ao doutor Denisson Monteiro, um psiquiatra da nova geração e que está revolucionando o mercado com um tratamento inovador: a neuromodulação, especialmente a EMT – Estimulação Magnética Transcraniana. E também ao médico Luiz Fernando Maciel, clínico geral. Na minha recuperação, além de Aline Mariano, que cuidou tão bem dos meus filhos, minha irmã Ana Regina e seu esposo Paulo Tosta tiveram um papel fundamental, de verdadeiros cuidadores. Foi Deus que deu a missão ao casal de me devolver à vida e o mundo. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
Como você analisa o jornalismo depois da revolução da internet?
O jornalismo está passando por uma grande turbulência em nossos dias, a bem dizer não propriamente o jornalismo, mas os veículos onde os jornalistas trabalham. É importante não confundir as duas coisas. O jornalismo em si não morrerá jamais, já a maneira através da qual a informação é transmitida ao público, essa sim pode desaparecer. Os jornais não conseguiram ainda encontrar a forma salvadora de enfrentar a internet. O advento da internet tornou as coisas mais fáceis para jornalistas e leitores, que tem mais facilidade e opções para encontrar as informações que precisam. Entretanto, as mudanças causadas por esse boom midiático ainda não foram totalmente absorvidas pelos veículos de comunicação em geral, afinal, a internet dá furo na televisão todo dia. É importante ressalvar que o impresso ainda tem um público fiel e uma missão a cumprir. Napoleão Bonaparte dizia que três jornais faziam mais medo a ele do que cem mil baionetas.
O que é preciso para ser um bom jornalista?
Além de amar, tem de saber. E o saber leva tempo para crescer. As faculdades têm jogado no mercado muita gente despreparada e sem vocação, o que é mais grave. Jornalista é, hoje, uma das profissões mais vitais para o bom andamento do dia a dia. Com a quantidade de informações que recebemos, muitas vezes não conseguimos filtrar o que é verdadeiro ou não. Essa é a função do jornalista, apurar e ter certeza de que tudo é verdadeiro! O jornalismo é uma paixão insaciável: tira a venda dos olhos de quem não conhece a verdade. No jornalismo, nunca se ouve só um lado, tem que ser no mínimo dois. A busca pela audiência é importante, mas o Jornalismo só cumpre sua função quando mobiliza a sociedade de alguma forma, aplicando a ética e a moral. O jornalista deve estar aberto para todos, principalmente para aqueles que cuja ideia você não concorda. O Patrão do jornalista é o leitor. O jornalista nunca pode ficar em silêncio: Esta é a sua maior virtude e o seu maior defeito. É preciso falar, e falar imediatamente, enquanto os ecos da maravilha, as alegações de triunfo e os sinais de horror ainda estão no ar.
Você faz uma coluna que morde e sopra, isso é o segredo do sucesso?
Como Eduardo Monteiro diz, o leitor não gosta do jornalismo pasteurizado. Ao longo dos 40 anos de profissão enfrentei muitos processos e até agressões no campo físico de políticos que só enxergam o jornalismo pela vertente do elogio fácil. Eu ainda acredito que, se seu objetivo é mudar o mundo, o jornalismo é uma arma mais imediatas de curto prazo. Não foi o mundo que piorou, as coberturas jornalísticas é que melhoraram muito. A verdade mora no silêncio que existe em volta das palavras. Prestar atenção ao que não foi dito, ler as entrelinhas.
Você tem fama de workaholic, gente que trabalha muito. São poucos os que acompanham seu ritmo…
Amo a minha vocação, que é escrever. Jornalismo é uma vocação bela. O jornalista, no entanto, tem amor, mas não tem poder. A gente tem que aprender a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que nos cercam. Em pouco tempo descobriremos que a vida é muito boa e que somos queridos por todos. Eu me acostumei a um ritmo que me dá prazer e as vezes até relaxa. Tenho, porém, minhas horas longe do celular, do computador e da internet. É quando saio para passear com meus dois filhos menores – Magno Martins Filho, de 11 anos, e João Pedro, de cinco. Quando o tempo permite e as condições financeiras também vou para os Estados Unidos matar a saudade dos meus filhos do segundo casamento – Felipe e André Gustavo.
O governador Paulo Câmara é o convidado do Debate da Super Manhã, da Rádio Jornal nesta sexta (13), às 11h. O programa será especialmente apresentado por Geraldo Freire na Rádio Jornal de Pesqueira. Além de Geraldo e da equipe de jornalismo da emissora do Agreste, o programa terá a participação do comunicador Anchieta Santos, nos […]
Câmara, quando esteve com Anchieta Santos e esse blogueiro na Cidade FM, em maio de 2014
O governador Paulo Câmara é o convidado do Debate da Super Manhã, da Rádio Jornal nesta sexta (13), às 11h. O programa será especialmente apresentado por Geraldo Freire na Rádio Jornal de Pesqueira.
Além de Geraldo e da equipe de jornalismo da emissora do Agreste, o programa terá a participação do comunicador Anchieta Santos, nos estúdios da Jornal.
Na pauta, a crise econômica, o momento do Estado, os desafios, saúde, educação e água. Anchieta Santos vai levar a Câmara as demandas da região do Pajeú, que vive dificuldades principalmente na área hídrica e da Saúde.
Geraldo Freire comandará o debate da Rádio Jornal Pesqueira
Anchieta Santos apresenta os programas Rádio Vivo na Rádio Pajeú de segunda a sábado e Cidade Alerta, na Cidade FM, onde apresenta e debate as principais notícias do dia.
Participa também diariamente da Super Manhã, na Jornal, para todo o Estado. É comum ouvir moradores da Região Metropolitana dizerem que conhecem a região por conta de sua participação diária no líder de audiência.
As programações das festividades de Santo Antonio em Carnaíba e Quixaba, no Pajeú pernambucano, vão contar com sessões de cinema seguidas por poesia. É o CineClube do Verso que inicia sua temporada 2016, com atividades gratuitas, em praça pública. A primeira sessão será em Carnaíba, na sexta-feira, dia 10. Na segunda-feira, dia 13, será a […]
As programações das festividades de Santo Antonio em Carnaíba e Quixaba, no Pajeú pernambucano, vão contar com sessões de cinema seguidas por poesia. É o CineClube do Verso que inicia sua temporada 2016, com atividades gratuitas, em praça pública.
A primeira sessão será em Carnaíba, na sexta-feira, dia 10. Na segunda-feira, dia 13, será a vez de Quixaba. “Este ano estamos agendando as sessões junto a eventos tradicionais dos municípios. Então estaremos abrindo as programações em honra a Santo Antonio nas duas cidades,” explica o produtor cultural Alexandre Morais, responsável pelo Cineclube. “Outra novidade é que o público vai escolher os filmes que serão exibidos, entre uma série de opções com temáticas regionais e poéticas. Depois teremos debates sobre cinema e cineclubismo e apresentações poéticas.”
Em Carnaíba, a sessão acontece no Pátio de Eventos, com início às 20 horas e apresentação do poeta Wellington Rocha. Em Quixaba, também no Pátio de Eventos da cidade, a sessão começa às 19 horas e a poesia ficará por conta dos repentistas Zecarlos do Pajeú e Pedro de Alcântara.
O CineClube do Verso é realizado com incentivo do Funcultura, fundo de financiamento da cultura do Governo de Pernambuco. “A proposta é atrair para o cinema quem gosta da poesia e para a poesia quem gosta do cinema. Essa integração de linguagens, ao ar livre, gratuito, tem sido uma bela opção de entretenimento qualitativo em nosso Pajeú”, conclui Alexandre.
Chamado a falar sobre a homenagem feita pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), que lhe concedeu a Medalha do Mérito Eleitoral Frei Caneca, o vice-prefeito de Iguaracy Pedro Alves, se mostrou agradecido e feliz durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM. Perguntado sobre a possibilidade de repetição da chapa Zeinha/Pedro Alves […]
Chamado a falar sobre a homenagem feita pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), que lhe concedeu a Medalha do Mérito Eleitoral Frei Caneca, o vice-prefeito de Iguaracy Pedro Alves, se mostrou agradecido e feliz durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM.
Perguntado sobre a possibilidade de repetição da chapa Zeinha/Pedro Alves em 2020, o vice-prefeito disse que “em time que está ganhando não se mexe”, mas que a decisão será do prefeito, líder do processo.
Dr. Pedro Alves declarou que mesmo com a gestão aprovada pela maioria da população de Iguaracy, é preciso respeitar o bloco adversário, pois, ninguém ganha eleição de véspera. O médico confirmou presença nas festividades de Jabitacá neste final de semana.
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