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Pedro Alves autoriza calçamento e requalificação da entrada em Jabitacá

Por Nill Júnior

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, realizou uma visita à Rua José Aleixo dos Santos, no distrito de Jabitacá, onde foi conferir o início das obras de calçamento.

Dr. Pedro Alves ressaltou que a realização da obra representa a concretização de um sonho antigo da comunidade e chamou atenção para um problema considerado grave no local: um poste localizado praticamente no meio da via, com sérias avarias em sua base, colocando em risco a segurança da população. Segundo o prefeito, o equipamento será retirado para garantir a execução adequada da obra e a segurança dos moradores.

O prefeito também fez questão de reconhecer o empenho do vereador Chico Torres, destacando que o parlamentar vinha há muitos anos lutando em busca de melhorias para a rua e cobrando providências para a retirada do poste.

Durante a visita, Dr. Pedro Alves ainda destacou a parceria com o deputado federal Renildo Calheiros, responsável pela destinação de emendas. Entre elas, o prefeito citou os calçamentos da Rua Projetada, localizada ao lado da Creche, da UBS e do CAE, além do complemento da Rua Judite Bezerra, em frente à Creche, da Rua Isaú Ferreira e das futuras obras nas ruas Antônio de Souza e José Aleixo.

 

Em um vídeo gravado durante a visita, moradores demonstraram alegria e satisfação com o início das obras. Os responsáveis pela execução do serviço garantiram que o calçamento deverá ser concluído em cerca de trinta dias, permitindo a inauguração e entrega oficial à população.

 

Acompanhando o prefeito durante a visita estiveram o secretário de Obras, Fábio Torres, o secretário adjunto Juciano Gomes, o secretário distrital Chico de Sales, o secretário adjunto de Administração Dr. Luis Henrique, o chefe de gabinete Júlio Veras e o servidor público municipal, Maciano.

Outras Notícias

Senadores apoiam decisão de Fux de cancelar reunião com Bolsonaro

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado Senadores manifestaram, nesta quinta-feira (05.08), apoio à  decisão do presidente  do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, de cancelar uma reunião entre os chefes dos três Poderes.  A decisão, segundo o ministro, foi motivada pela postura do presidente Jair Bolsonaro, de “divulgação de interpretações equivocadas de decisões do plenário e colocar […]

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Senadores manifestaram, nesta quinta-feira (05.08), apoio à  decisão do presidente  do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, de cancelar uma reunião entre os chefes dos três Poderes. 

A decisão, segundo o ministro, foi motivada pela postura do presidente Jair Bolsonaro, de “divulgação de interpretações equivocadas de decisões do plenário e colocar sob suspeição a higidez do processo eleitoral brasileiro”. 

Para os senadores que se manifestaram, o presidente, com suas declarações, ataca o Legislativo e o Judiciário.

Em uma nota em defesa da democracia e das instituições, integrantes da CPI da Pandemia afirmaram que o Presidente da República, como método, tenta deslegitimar as instituições e ataca sistematicamente o Judiciário de maneira autoritária.

Além disso, citam tentativas de intimidação ao trabalho da CPI. “Em tempos sombrios, quando as piores pessoas perdem o medo, cabe às melhores não perderem a coragem em defender a democracia”.

A nota, que endossa a decisão do presidente do STF, é assinada pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), pelo vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL). 

Também assinam a nota os senadores Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Rogério Carvalho (PT-SE), Simone Tebet (MDB-MS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA). Vários deles reproduziram a nota pelas redes sociais.

A decisão de Fux veio após entrevista do presidente a uma rádio do Rio de Janeiro, em que uma fala foi interpretada como ameaça ao ministro Alexandre Moraes, que incluiu o presidente no inquérito das fake news. 

Na entrevista, Bolsonaro disse “a hora dele vai chegar, porque ele está jogando fora das quatro linhas da Constituição há muito tempo”.

Em plenário, o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) leu a nota de Fux e afirmou que Jair Bolsonaro, em resposta, tentou culpar a imprensa.

— Meu Deus, perdoe aqueles que não sabem o que falam porque está difícil o amanhã. Pessoas esclarecidas perguntam: “como será o amanhã?” Com esse comportamento do Presidente da República e com essa reação do Supremo Tribunal Federral não está fácil responder — disse Kajuru.

O senador Cid Gomes também se manifestou. Por meio do Twitter, ele afirmou: “Com medo de perder as eleições, Bolsonaro segue atentando contra a democracia. Vai terminar como Trump [ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump], sairá pela porta dos fundos”. As informações são da Agência Senado.

Vítima do filho de Pitangui era de Sertânia. Corpo chega hoje à cidade.

O corpo do operário José Fernando Ferreira da Silva, de 44 anos, atropelado pelo empresário Ivo Nascimento de Campos Pitanguy — filho do famoso cirurgião plástico Ivo Pitanguy —, 59 anos, será sepultado em Sertânia, Sertão do Moxotó, Pernambuco. De acordo com Ernani Ferreira da Silva, irmão da vítima, o corpo dele foi  levado para […]

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O corpo do operário José Fernando Ferreira da Silva, de 44 anos, atropelado pelo empresário Ivo Nascimento de Campos Pitanguy — filho do famoso cirurgião plástico Ivo Pitanguy —, 59 anos, será sepultado em Sertânia, Sertão do Moxotó, Pernambuco.

De acordo com Ernani Ferreira da Silva, irmão da vítima, o corpo dele foi  levado para Recife na manhã deste domingo e de lá para a zona rural de Sertânia. O corpo deve chegar esta tarde.  O operário morava em São Paulo e estava no Rio há dois anos trabalhando nas obras da Linha 4 do metrô.

No IML, parentes da vítima não esconderam a revolta com a morte de José Fernando. “Espero que seja feita justiça. Quero que ele (Ivo) fique preso por isso, e por um bom tempo. Nossa família vai entrar com processo e pedir indenização”, disse Ernani na manhã deste sábado. Ele ainda reclamou da demora na liberação do corpo. De acordo com o familiar, o sepultamento e traslado do corpo serão pagos pelo consórcio Rio Barra.

Na madrugada deste sábado, a defesa de Ivo Nascimento Pitanguy protocolou um pedido de liberdade provisória ao juiz de plantão judiciário no Tribunal de Justiça do Rio. O pedido, porém, foi negado em 1ª instância. Ele saiu do hospital direto pra cadeia.

Ivo Nascimento de Campos Pitanguy recebeu 70 multas nos últimos cinco anos. Desse total, 14 foram por dirigir embriagado. Com esse número, ele deveria ter tido o documento apreendido: com 20 pontos na carteira, o motorista já perde o direito de dirigir.

Calumbi: Prefeitura iniciou construção de quadra de areia

Prefeitura de Calumbi iniciou na primeira semana de junho a construção de uma quadra de areia que fica vizinha a Academia da Saúde e que, segundo o prefeito Joelson e a secretária de Cultura, Esporte e Lazer, Jacielma Silva, a quadra será mais um equipamento para promover a integração entre os jovens através do esporte […]

Prefeitura de Calumbi iniciou na primeira semana de junho a construção de uma quadra de areia que fica vizinha a Academia da Saúde e que, segundo o prefeito Joelson e a secretária de Cultura, Esporte e Lazer, Jacielma Silva, a quadra será mais um equipamento para promover a integração entre os jovens através do esporte que é uma ferramenta essencial para tirá-los das ruas e da ociosidade.

“O esporte é muito mais que simplesmente lazer, é também, saúde, e vamos continuar trabalhando para fazer o melhor para nossa população”, afirmou o prefeito Joelson.

CNN, SBT, Estadão e NovaBrasilFM formam terceiro pool para debate

Um segundo pool de emissoras acertou a realização de um debate presidencial no primeiro turno das eleições presidenciais. CNN, SBT, Estadão e NovaBrasilFM deverão organizar um encontro entre os presidenciáveis em 24 de setembro. As gravações ocorrerão em Osasco, em São Paulo, na sede do SBT. Mais cedo, o pool composto por g1, Folha de S.Paulo, O […]

Um segundo pool de emissoras acertou a realização de um debate presidencial no primeiro turno das eleições presidenciais. CNN, SBT, Estadão e NovaBrasilFM deverão organizar um encontro entre os presidenciáveis em 24 de setembro.

As gravações ocorrerão em Osasco, em São Paulo, na sede do SBT. Mais cedo, o pool composto por g1, Folha de S.Paulo, O Globo, UOL, Valor e novamente o Estadão disse que irá promover um debate presidencial único, em 14 de setembro.

Ontem, Folha, UOL, Band e Cultura anunciaram que o primeiro debate ocorrerá em 28 de agosto, também em “pool” de emissoras.

Com isso, são três os debates confirmados até agora, o que atende ao pleito de Jair Bolsonaro e Lula de que o alto número de debates (foram sete em 2018) poderia prejudicar a campanha presidencial. Ambos ameaçavam não comparecer aos encontros televisivos.

Em uma derrota do governo, Senado rejeita nova reforma trabalhista

Medida provisória permitiria contratação sem férias, 13º salário e FGTS O Senado rejeitou nesta quarta-feira (1º) a proposta que criava três novos programas, com regras trabalhistas mais flexíveis, para tentar estimular a contratação de jovens. Foram 47 votos pelo arquivamento da MP, e 27 pela aprovação. Os programas voltados ao primeiro emprego e à qualificação profissional […]

Medida provisória permitiria contratação sem férias, 13º salário e FGTS

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (1º) a proposta que criava três novos programas, com regras trabalhistas mais flexíveis, para tentar estimular a contratação de jovens. Foram 47 votos pelo arquivamento da MP, e 27 pela aprovação.

Os programas voltados ao primeiro emprego e à qualificação profissional tinham sido inseridos pela Câmara em uma medida provisória, enviada pelo governo em abril, que tratava somente de uma nova rodada do programa de redução de jornada e salário ou suspensão de contrato de trabalho durante a pandemia.

O texto fazia parte das iniciativas do governo para tentar evitar demissões durante o período da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus.

Senadores contrários aos programas dizem que as iniciativas inseridas na Câmara, para gerar mais empregos, acabavam retirando direitos trabalhistas;

Uma medida provisória tem validade a partir do momento em que é publicada no “Diário Oficial da União”, mas precisa ser aprovada em até 120 dias pela Câmara e pelo Senado para virar lei permanente.