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Cartórios eleitorais fazem plantão no fim de semana para quem quer tirar ou regularizar título de eleitor

Por André Luis

Um plantão de serviços presenciais para os eleitores será realizado pela Justiça Eleitoral, em Pernambuco, no sábado (30) e no domingo (1º). O público tem a oportunidade de tirar o primeiro título de eleitor, mudar o local de votação ou regularizar pendências para votar nas eleições 2022.

Nesses dois dias, as Centrais de Atendimento ao Eleitor e os cartórios eleitorais ficam abertos das 8h às 14h. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), o objetivo é atender quem não conseguiu realizar esses serviços pela internet e resolveu optar pela modalidade presencial.

Ainda segundo a Justiça Eleitoral, termina na segunda-feira (4) o prazo para os eleitores tirarem ou regularizarem o título e ficarem aptos a votar nas eleições deste ano.

O atendimento presencial nas unidades da Justiça Eleitoral é realizado mediante agendamento no site do TRE-PE, onde é possível selecionar o local e o horário (veja vídeo abaixo). A Justiça Eleitoral conta com 10 Centrais de Atendimento ao Eleitor e 122 cartórios eleitorais no estado.

Em respeito às normas sanitárias estaduais devido à pandemia, o TRE também informou que é obrigatória a apresentação do cartão de vacinação para ter acesso às Centrais de Atendimento ao Eleitor e aos cartórios.

Apesar do plantão presencial no fim de semana, todos os serviços relativos ao cadastramento eleitoral para as eleições 2022 podem ser realizados na internet ou pelo celular, através do atendimento remoto.

Documentos necessários

Ao abrir a solicitação pela internet, o eleitor precisa enviar: comprovante de residência; documento oficial com foto; fotografia tipo selfie segurando o próprio documento; quitação do serviço militar (para os homens maiores de 18 anos).

Caso o eleitor opte pelo atendimento presencial, os originais dos documentos devem ser apresentados.

Outras Notícias

STF só deve analisar pedido de afastamento de Cunha em fevereiro

O Supremo tem sua última sessão marcada para esta sexta-feira. A partir da semana que vem, a Corte entra em recesso Do Diário de Pernambuco A definição pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre eventual afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do cargo só será feita a partir de fevereiro, quando a Corte voltar […]

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O Supremo tem sua última sessão marcada para esta sexta-feira. A partir da semana que vem, a Corte entra em recesso

Do Diário de Pernambuco

A definição pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre eventual afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do cargo só será feita a partir de fevereiro, quando a Corte voltar do recesso. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira pela assessoria de comunicação do Tribunal. O caso precisa ser analisado pelo relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki.  Cabe a ele decidir se julga sozinho a questão ou se a leva ao plenário. A perspectiva na Corte e também na Procuradoria-Geral da República (PGR), no entanto, é que Zavascki divida com os demais ministros a decisão sobre Cunha.

O pedido da PGR de afastamento do peemedebista da cadeira de deputado federal e, por consequência, da Presidência da Câmara, tem 183 páginas. De acordo com a assessoria do Tribunal, o pedido “é alentado e foi feito em um momento em que não há tempo hábil para análise ainda neste semestre”.  O Supremo tem sua última sessão marcada para esta sexta-feira. A partir da semana que vem, a Corte entra em recesso e só retoma os trabalhos em 1º de fevereiro.

Antes de levar o caso ao plenário, o relator precisa analisar os indícios apontados pela PGR para afastar Cunha do cargo e elaborar um relatório com indicação de voto. Na peça protocolada no final da tarde desta quarta no STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, lista ao menos 11 atos do peemedebista que mostram tentativas de obstar as investigações ou usar do cargo em benefício próprio – seja para tirar proveito financeiro seja para ameaçar e pressionar inimigos.

Marconi Santana: “não tenho prefeitos, mas tenho o povo comigo”

Pré-candidato a Deputado minimiza apoios de gestores e diz estar construindo uma pré-candidatura sólida no estado  O pré-candidato a Deputado Estadual Marconi Santana,  do PSD, disse em entrevista ao programa Primeira Página, da Rádio Pajeú,  com Aldo Vidal. Ele esteve acompanhado de apoiadores, como Zé Negão,  Edson Henrique e outros nomes. Marconi disse ter sido […]

Pré-candidato a Deputado minimiza apoios de gestores e diz estar construindo uma pré-candidatura sólida no estado 

O pré-candidato a Deputado Estadual Marconi Santana,  do PSD, disse em entrevista ao programa Primeira Página, da Rádio Pajeú,  com Aldo Vidal.

Ele esteve acompanhado de apoiadores, como Zé Negão,  Edson Henrique e outros nomes.

Marconi disse ter sido pré-candidato para atender um pedido de Raquel Lyra na região. “Estou a um ano e dois meses como pré-candidato percorrendo o estado, conversando com todos”, disse.

Ele defendeu a necessidade de investimentos para atração de indústrias,  na saúde e desenvolvimento regional. Marconi disse que a governadora Raquel Lyra vem fazendo muito pela região,  destacando investimentos no Hospital Regional Emília Câmara,  fortalecimento do PIB do Estado, ações de segurança hídrica, cozinhas comunitárias e mais 4.600 PMs nas ruas.

Perguntado dos apoios que têm recebido, Santana brincou com o fato de ter apenas um prefeito, o aliado Giba Ribeiro, o apoiando. “Não tenho o apoio de prefeitos, mas tenho o apoio do povo do Pajeú”, destacando a agenda de pré-campanha que tem tido de Recife a Petrolina. “Não vou discutir picuinhas, vou discutir o desenvolvimento da região”.

“PSB fechou as portas”

Ao defender o alinhamento com Lucas Ramos,  Marconi destacou que foram mais de R$ 47 milhões em emendas. E disse que seu afastamento do PSB se deu pelo projeto de Raquel para o Estado e porque “o excluíram de ser candidato no Pajeú”.

Marconi ainda destacou o apoio de nomes como Cafú,  Juscélio,  Tenente Gleidson e Madalena Britto,  que o acompanham desde o início.

Zé Negão e Edson defendem nome como “projeto da governadora”

O vereador Zé Negão disse que a governadora Raquel Lyra falou há mais de dois anos para que “Marconi fosse o seu candidato na região”.

Ele voltou a falar do vácuo sem um Estadual entre o Médio e o Alto Pajeú depois da morte de Patriota e disse que Marconi será eleito para suprir essa lacuna. “É mais fácil pedir o voto pra ele”. Edson Henrique disse que a decisão em apoiar Marconi foi bem aceita pela União Pelo Povo.

Prefeitura de Sertânia divulga programação do Circuito Live da Lei Aldir Blanc

A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo, inicia no próximo dia 30 de janeiro o Circuito Live. Um evento que reunirá cantores e grupos musicais contemplados com recursos da Lei Aldir Blanc no município. A ação segue até 10 de fevereiro e os shows serão transmitidos no canal […]

A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo, inicia no próximo dia 30 de janeiro o Circuito Live. Um evento que reunirá cantores e grupos musicais contemplados com recursos da Lei Aldir Blanc no município. A ação segue até 10 de fevereiro e os shows serão transmitidos no canal Aldir Blanc Sertânia-PE, no YouTube.

No setor musical foram selecionados 26 projetos. Ao longo do ano de 2021 outros artistas sertanienses dos mais diversos segmentos contemplados com subsídios da lei também estarão realizando atividades culturais que alcancem a população. Ao todo, 80 inscritos foram agraciados em Sertânia com dinheiro da Lei Aldir Blanc.

A SEJECT lembra que todos os protocolos de segurança da Covid-19 serão cumpridos durante a realização das apresentações.

A Lei Aldir Blanc foi criada para garantir ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública ocasionada pela pandemia do novo coronavírus. 

Confira a programação completa:

Sábado (30/01/2021)

Nico Batista; Mário E Júnior; Coração De Poeta

Domingo (31/01/2021)

Super Riffes; Adriana Neves; Forró Casa de Taipa

Segunda-feira (01/02/2021)

Orquestra Marajoara; Edy e Nathan

Terça-feira (02/02/2021)

Chapéu de Palha

Quarta-feira (03/02/2021)

Lucão Quinteto; Terreiro Do Bilina

Quinta-feira (04/02/2021)

Chico Arruda; Pedro Santana

Sexta-feira (05/02/2021)

Banda Nova Viagem

Sábado (06/02/2021)

Erick Lima; Deybson Balla; Junior Barão

Domingo (07/02/2021)

Bruno Luiz; Lula Sanfoneiro; Jeisiane Almeida

Segunda-feira (08/02/2021)

Patchoullí; Heures Tavares

Terça-feira (09/02/2021)

Wallison Vaqueiro

CordelezaQuarta-feira (10/02/2021)

Sapecas; Maria Helena

Fechamento da Rádio Eldorado não tem nada a ver com “fim do rádio”

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo, fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar. A informação foi confirmada pelo Grupo Estado em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23). A Eldorado era considerada uma referência em curadoria musical e jornalismo cultural, tendo marcado gerações de […]

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo, fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar. A informação foi confirmada pelo Grupo Estado em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).

A Eldorado era considerada uma referência em curadoria musical e jornalismo cultural, tendo marcado gerações de ouvintes na capital paulista. Ao anunciar o encerramento, a empresa agradeceu aos profissionais e ouvintes que fizeram parte da trajetória da rádio ao longo das décadas.

O grupo Estadão tomou a decisão por priorizar outros negócios. O Globo Globo já o fez lá atrás,  abrindo mão de alguns prefixos. Resumindo, preferiram focar no que dá mais resultado,  deixando o veículo pela menor relação custo benefício.

Em uma rede social, o presidente da Associação das Empresas de Rádio e TV de Minas, AMIRT, Mayrinck Júnior, matou a charada.

O caso Eldorado ensina uma lição simples para o rádio brasileiro: tradição e marca forte não garantem sobrevivência sem modelo de negócio atualizado. O encerramento da operação em São Paulo foi apresentado pelo Grupo Estado como resposta a mudanças no consumo de áudio, com a saída da Eldorado da 107,3 FM em maio de 2026.

Para as pequenas rádios, a principal lição é: não depender só do dial. Elas precisam fortalecer presença local, redes sociais, streaming, WhatsApp, promoções e vínculo comunitário. A pequena rádio que continua sendo apenas “emissora” fica vulnerável; a que vira marca local de relacionamento ganha mais defesa comercial.

Para as médias rádios, a lição é: não viver só de spot. O mercado publicitário continua relevante, mas está mais disputado e mais orientado a resultado. Isso exige vender projetos, ações promocionais, cobertura especial, branded content e presença multiplataforma, e não apenas inserção em grade.

Para as grandes rádios, a lição é ainda mais dura: prestígio não substitui rentabilidade nem prioridade estratégica. A Eldorado era uma marca respeitada, mas isso não impediu o encerramento. Ou seja, grupo grande que trata rádio como ativo secundário ou legado corre risco, mesmo tendo nome forte.

Em resumo, o ensinamento para todas é este: rádio isolado enfraquece; rádio integrado a digital, dados, vídeo, relacionamento e projetos comerciais se fortalece.

O problema não é o rádio. O problema é continuar operando como se o mercado ainda fosse o de 20 anos atrás.

STF manda investigar 47. Veja lista com destaque para pernambucanos

Folha de São Paulo  O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Operação Lava Jato, autorizou nesta sexta-feira (6) a abertura de investigação contra políticos de ao menos quatro partidos: PT, PSDB, PMDB e PP. O ministro tirou o sigilo dos 28 pedidos de abertura de inquérito contra deputados e […]

Teori Zavascki autorizou abertura de investigação contra políticos de ao menos quatro partidos: PT, PSDB, PMDB e PP
Teori Zavascki autorizou abertura de investigação contra políticos de ao menos quatro partidos: PT, PSDB, PMDB e PP

Folha de São Paulo 

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Operação Lava Jato, autorizou nesta sexta-feira (6) a abertura de investigação contra políticos de ao menos quatro partidos: PT, PSDB, PMDB e PP. O ministro tirou o sigilo dos 28 pedidos de abertura de inquérito contra deputados e senadores acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.

Além dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a lista traz outros 52 nomes.

Também nesta sexta, Teori acatou outros sete pedidos de arquivamento feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Veja abaixo a lista dos citados

– Senador Ciro Nogueira (PI)
– Senador Benedito de Lira (AL)
– Senador Gladson Cameli (AC)
– Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB)
– Deputado Simão Sessim (RJ)
– Deputado Nelson Meurer (PR)
– Deputado Eduardo da Fonte (PE)
– Deputado Luiz Fernando Faria (MG)
– Deputado Arthur Lira (AL)
– Deputado Dilceu Sperafico (PR)
– Deputado Jeronimo Goergen (RS)
– Deputado Sandes Júnior (GO)
– Deputado Afonso Hamm (RS)
– Deputado Missionário José Olímpio (SP)
– Deputado Lázaro Botelho (TO)
– Deputado Luis Carlos Heinze (RS)
– Deputado Renato Molling (RS)
– Deputado Renato Balestra (GO)
– Deputado Lázaro Britto (BA)
– Deputado Waldir Maranhão (MA)
– Deputado José Otávio Germano (RS)
– Ex-deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA)
– Ex-deputado João Pizzolatti (SC)
– Ex-deputado Pedro Corrêa (PE)
– Ex-deputado Roberto Teixeira (PE)
– Ex-deputada Aline Corrêa (SP)
– Ex-deputado Carlos Magno (RO)
– Ex-deputado e ex-vice governador João Leão (BA)
– Ex-deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado ao Solidariedade desde 2013)
– Ex-deputado José Linhares (CE)
– Ex-deputado Pedro Henry (MT)
– Ex-deputado Vilson Covatti (RS)

PMDB
– Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado
– Senador Romero Jucá (RR)
– Senador Edison Lobão (MA)
– Senador Valdir Raupp (RO)
– Deputado Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara
– Deputado Aníbal Gomes (CE)
– Ex-governadora Roseana Sarney (MA)

PT
– Senadora Gleisi Hoffmann (PR)
– Senador Humberto Costa (PE)
– Senador Lindbergh Farias (RJ)
– Deputado José Mentor (SP)
– Deputado Vander Loubet (MS)
– Ex-deputado Cândido Vaccarezza (SP)

PSDB
– Senador Antonio Anastasia (MG)

PTB
– Senador Fernando Collor (AL)

Arquivamentos
Além dos pedidos de abertura de inquérito, o Ministério Público Federal pediu o arquivamento em outros sete casos, entre os quais os dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à Presidência da República, e Delcídio Amaral (PT-MS); e dos ex-deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ex-presidente da Câmara.

Outros três – os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – tiveram parte das acusações arquivadas, mas serão alvos de inquérito em relação a outra parte.