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Carnaíba: inaugurada Praça e calçamento em Novo Pernambuco

Por Nill Júnior

O prefeito de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, Anchieta Patriota (PSB), entregou no Povoado de Novo Pernambuco, na zona rural, pavimentação de ruas e a Praça da comunidade.

“Mesmo com a crise financeira que infelizmente passa o país, o nosso governo vem avançando em todas as áreas e fazendo obras nos quatro cantos do município, melhorando a vida da nossa população”, destacou o prefeito, Anchieta Patriota, ao discursar na solenidade de inauguração.

As obras foram executadas com recursos próprios da prefeitura, a exemplo da Praça, que foi feita através da empresa V & A Construtora LTDA, com o investimento de R$ 141 mil, contando com canteiros, postes de iluminação, bancos e piso moderno.

Durante a inauguração, em nome da população, o ex-vice-prefeito de Carnaíba, Jeovani Adriano, e o secretário de governo e vereador licenciado, Antônio Venâncio, bem como a pequena, Emily Ruth, de apenas 11 anos de idade, usaram da palavra e agradeceram pelas ações.

A inauguração foi prestigiada pelo vice-prefeito carnaibano, Júnior de Mocinha (PSB), o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), e secretários da prefeitura de Carnaíba, como Edval Morato (Fafinha) (obras), José Ivan (agricultura), e Maria José (Educação).

Ainda os vereadores, Everaldo Patriota (PSB), Cícero Batista (PSB), Irmão Adilson (PSB), e Antônio Chico (PSB). Também participaram do ato a vereadora por parte do município de Tavares, na Paraíba, Graças do Silvestre (PSB), e o empresário e político, Coco de Odálio (PDT).

Outras Notícias

Itapetim paga incentivo a profissionais da educação

Pela segunda vez, a Prefeitura de Itapetim vai pagar uma gratificação de incentivo aos profissionais da educação do município. A bonificação será dada aos profissionais que mais se desempenharem em suas funções, alcançando o percentual de desempenho definido pela equipe da Secretaria de Educação. Os valores são de R$ 700,00 para quem atingir de 96% […]

Pela segunda vez, a Prefeitura de Itapetim vai pagar uma gratificação de incentivo aos profissionais da educação do município.

A bonificação será dada aos profissionais que mais se desempenharem em suas funções, alcançando o percentual de desempenho definido pela equipe da Secretaria de Educação.

Os valores são de R$ 700,00 para quem atingir de 96% a 100%, R$ 600,00 para quem 91% a 95% e R$ 500,00 para quem atingir 86% a 90% no desempenho.

O incentivo financeiro tem como objetivo estimular os profissionais do magistério para o bom desenvolvimento profissional e comprometimento com os resultados a serem alcançados, visando melhorar cada vez mais a educação do município.

A gratificação também é uma forma de valorização dos profissionais, segundo nota.

Justiça confirma candidaturas de Marconi Santana e Cícero Moizés em Flores

Por Júnior Campos A Juíza da 67ª Zona Eleitoral de Flores, Larissa Barreto, considerou improcedente o pedido de impugnação feito pela coligação “Frente popular de Flores”, em desfavor de Marconi Santana do PSB, candidato a prefeito de Flores. O corpo jurídico de Morioka alegou no pedido, que Santana “teve suas contas relativas ao exercício de […]

marconi-santana-e-cicero-moisesPor Júnior Campos

A Juíza da 67ª Zona Eleitoral de Flores, Larissa Barreto, considerou improcedente o pedido de impugnação feito pela coligação “Frente popular de Flores”, em desfavor de Marconi Santana do PSB, candidato a prefeito de Flores.

O corpo jurídico de Morioka alegou no pedido, que Santana “teve suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável”.

Mas a magistrada seguiu orientação e parecer do Ministério Público. “Conforme bem apontado no parecer ministerial, não restou configurado o ato doloso do agente, elemento indispensável à configuração da inelegibilidade”, pontuou a juíza.

Assim, julgou improcedente a  ação de impugnação de registro de candidatura. “Defiro o pedido de registro da candidatura ao cargo de prefeito do Município de Flores formulado por Marconi Martins De Santana e assim o faço, com resolução de mérito, nos termos do artigo 487, I, do CPC/2015”.

Ela também deferiu o pedido de registro de candidatura de Cícero Moizés dos Santos, para concorrer ao cargo de Vice-prefeito, sob o número 40, com a seguinte opção de nome Cícero Moizes.

Humberto Costa admite ”contatos institucionais” com Paulo Roberto Costa

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, voltou a negar nesta segunda-feira, 24, as acusações feitas a ele por Paulo Roberto Costa, mas admitiu que teve com o ex-diretor da Petrobras “contatos institucionais”. O senador disse que ele e outros políticos de Pernambuco mantinham contato com o ex-diretor por causa das obras da Petrobras […]

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa, voltou a negar nesta segunda-feira, 24, as acusações feitas a ele por Paulo Roberto Costa, mas admitiu que teve com o ex-diretor da Petrobras “contatos institucionais”. O senador disse que ele e outros políticos de Pernambuco mantinham contato com o ex-diretor por causa das obras da Petrobras no Estado, como a refinaria de Abreu e Lima. “Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais”, disse em entrevista à Rádio Estadão.

Em depoimento que faz parte de sua delação premiada, Paulo Roberto Costa afirmou que o esquema de propinas e corrupção na Petrobras repassou R$ 1 milhão à campanha de Humberto Costa para o Senado em 2010. O petista integra uma extensa lista de políticos acusados pelo ex-diretor da Petrobras na delação, por meio da qual espera ter sua pena reduzida.

Humberto Costa classificou as acusações de Paulo Roberto de “inconsistentes” e questionou o fato de o ex-diretor dizer que a doação de R$ 1 milhão para a campanha era uma exigência do PP, partido de Paulo Maluf. “Não acredito que sobrasse dinheiro ao PP”, diz, ressaltando não ver motivos para que um partido financiasse a candidatura de um político de outra legenda. “Dinheiro não nasce de geração espontânea. Ele (Paulo Roberto) não diz quem fez e como foi feita a contribuição”, afirma.

Outro ponto questionado pelo petista foi a fala de Paulo Roberto de que poderia perder o emprego caso não repassasse o dinheiro. O pernambucano lembrou que não tinha cargo na época. “Que poder eu teria de demitir um diretor da Petrobras?”

O senador colocou seus sigilos telefônico, fiscal e bancário à disposição e disse que pretende colaborar com as investigações. “Todas as doações foram feitas de forma legal e transparente. Fiz todas as declarações na prestação de contas que foram aprovadas e são públicas”, reiterou.

Cansados, moradores pagam para implodir pedra que atrapalhava via em Tabira

A Rua Padre Luiz Flóridi, em Tabira, é conhecida como Rua da Pedra, por conta de uma formação rochosa que existe desde que o mundo é mundo. Com a urbanização, uma rua foi criada na área e a tal pedra sempre foi objeto de queixas da população, passando por vários governos. Depois de muito tentar […]

A Rua Padre Luiz Flóridi, em Tabira, é conhecida como Rua da Pedra, por conta de uma formação rochosa que existe desde que o mundo é mundo. Com a urbanização, uma rua foi criada na área e a tal pedra sempre foi objeto de queixas da população, passando por vários governos.

Depois de muito tentar junto à atual gestão, moradores revoltados e cansados de ouvir “vamos ver” tomaram a iniciativa de implodir a pedra  esta manhã. As imagens e a iniciativa dos moradores, claro, gera repercussão nas redes sociais.

Registre-se, para dar um exemplo, o valor médio para o serviço é de R$ 3.500, muito para quem tomou a iniciativa, mas pouco para a municipalidade, que deveria ter tomado a iniciativa a muito tempo.   É dinheiro de troco se comparado, por exemplo, ao valor pago a algumas bandas de qualidade questionável na Festa de Agosto.

Serra: TCE nega recurso da Prefeitura e mantém Colégio de Aplicação da AESET como escola pública

PRIMEIRA MÃO O Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) negou, por unanimidade, recurso da Prefeitura de Serra Talhada sobre a natureza jurídica do Colégio de Aplicação da Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada (CAFAFOPST), ligado à Autarquia Educacional de Serra Talhada (AESET). O caso foi analisado no Processo nº […]

PRIMEIRA MÃO

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) negou, por unanimidade, recurso da Prefeitura de Serra Talhada sobre a natureza jurídica do Colégio de Aplicação da Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada (CAFAFOPST), ligado à Autarquia Educacional de Serra Talhada (AESET).

O caso foi analisado no Processo nº 23100870-3RO004, sob relatoria do conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, e diz respeito a auditoria especial sobre a classificação institucional da escola e a aplicação do piso nacional do magistério no exercício de 2025.

Segundo o Acórdão T.C. nº 369/2026, o TCE reafirmou que, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a natureza das instituições de ensino é definida pelo ente que as cria, mantém e administra. Como o Colégio de Aplicação integra a estrutura da AESET, uma autarquia municipal de direito público, ele deve ser considerado estabelecimento de ensino público, e não privado.

O Tribunal apontou que a autodeclaração da escola como privada no Censo Escolar é incompatível com sua natureza jurídica e pode gerar impactos administrativos e financeiros, como distorções na contabilização de matrículas para fins de financiamento da educação e no regime jurídico aplicado aos profissionais.

O Acórdão também destaca que:

  • declarações lançadas em sistemas oficiais de informação são atos administrativos sujeitos ao controle de legalidade pelos Tribunais de Contas;
  • a aplicação do piso salarial nacional do magistério aos profissionais da educação básica vinculados a instituições públicas deve seguir a Lei nº 11.738/2008;
  • no caso concreto, embora tenham sido constatadas irregularidades administrativas, não se verificou gravidade suficiente para aplicação de sanções pessoais aos gestores, sendo adequada a manutenção das contas com ressalvas.

O TCE ainda reforçou o caráter mandamental das medidas determinadas anteriormente, como:

  • a retificação do cadastro do Colégio de Aplicação junto aos órgãos educacionais competentes;
  • o acompanhamento da controvérsia constitucional sobre o piso nacional do magistério;
  • ressaltando que tais providências não são meras recomendações, mas determinações que visam corrigir irregularidades em curso e seus efeitos, nos termos da Resolução TC nº 236/2024.

Ao final, o Tribunal decidiu conhecer o Recurso Ordinário, mas negar-lhe provimento, mantendo o entendimento da auditoria especial e as determinações impostas à Prefeitura de Serra Talhada e à AESET.