Audiência pública na Alepe cobra efetivação de plano contra exploração sexual infantil
O Deputado Estadual Eduíno Brito (PHS) visitou as bases no feriado para participar de eventos nos municípios de Arcoverde, Sanharó, Pedra e Carnaubeira da Penha. Na segunda (12.10), Eduíno esteve Pedra e participou com os irmãos Warton Brito e Buga, da comemoração do Dia das Crianças promovido pela Associação Cultural dos Artistas Pedrenses. No domingo (11.10), […]

O Deputado Estadual Eduíno Brito (PHS) visitou as bases no feriado para participar de eventos nos municípios de Arcoverde, Sanharó, Pedra e Carnaubeira da Penha. Na segunda (12.10), Eduíno esteve Pedra e participou com os irmãos Warton Brito e Buga, da comemoração do Dia das Crianças promovido pela Associação Cultural dos Artistas Pedrenses.
No domingo (11.10), o parlamentar esteve na aldeia indígena Olho D’água do Padre, da etnia Atikum, município de Carnaubeira da Penha, Sertão de Pernambuco, por ocasião do novenário de Nossa Senhora da Misericórdia. Na ocasião, ele conversou com a comunidade e recebeu várias reivindicações, que deverão ser matéria de indicações na Assembleia Legislativa.
Ainda no domingo (11.10), após chegar do Sertão Central, Eduíno participou da novena de Nossa Senhora Aparecida, na Zona Rural de Arcoverde, na localidade do Descobrimento.
No sábado (10.10), o deputado esteve em Sanharó, para prestigiar a Festa do Coração de Jesus. Na ocasião, várias pessoas e lideranças políticas fizeram algumas reivindicações sobre agricultura, pecuária e as dificuldades da seca, pleitos esses que serão novamente levados ao Governo do Estado, através da Assembleia Legislativa.
Em Arcoverde, também no sábado (11.10), Eduíno participou do lançamento do CD do artista Kleber Araújo, ‘Cinema Novo’, e da obra literária do poeta e professor sertaniense, Josessandro Andrade, ‘Com cheiro de mar e quixabeira’. Ambos os trabalhos exaltam a cultura e a tradição nordestinas.
A Coluna do Domingão trouxe o clássico levantamento dos prefeitos eleitos com a maior votação proporcional do Pajeú. Luciano Bonfim, de Triunfo, eleito pelo Avante lidera a lista dos cinco prefeitos com maior percentual de votos no Pajeú. Teve 73,45%. Depois dele, Zé Pretinho, de Quixaba, com 72,53%, Luciano Torres, da Ingazeira, com 66,53%, Djalma […]
A Coluna do Domingão trouxe o clássico levantamento dos prefeitos eleitos com a maior votação proporcional do Pajeú.
Luciano Bonfim, de Triunfo, eleito pelo Avante lidera a lista dos cinco prefeitos com maior percentual de votos no Pajeú.
Teve 73,45%. Depois dele, Zé Pretinho, de Quixaba, com 72,53%, Luciano Torres, da Ingazeira, com 66,53%, Djalma da Padaria, de Solidão (66,21%) e Sandrinho Palmeira, de Afogados, com 64,15%.
O médico sucederá João Batista, após os 6.082 votos contra 26,55% do candidato da oposição Genildo da Água (Patriota).
É o quarto mandato de Bonfim, que já administrou o município de 2001 a 2004 e de 2009 a 2016. Com 57 anos, ele volta ao comando do executivo, tendo a companhia do vereador João Hermano, também do Avante, como vice-prefeito.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem se projetado nacionalmente como uma das principais lideranças do Congresso. No entanto, por trás da ascensão política, está um histórico familiar envolto em denúncias de corrupção, investigações policiais e condenações judiciais que atravessam três gerações de sua família. Em 2016, a mãe do parlamentar, Illana […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem se projetado nacionalmente como uma das principais lideranças do Congresso. No entanto, por trás da ascensão política, está um histórico familiar envolto em denúncias de corrupção, investigações policiais e condenações judiciais que atravessam três gerações de sua família.
Em 2016, a mãe do parlamentar, Illana Motta, foi presa preventivamente pela Polícia Federal, acusada de integrar um esquema de fraudes em licitações e desvio de mais de R$ 11 milhões em recursos públicos. Os desvios atingiram verbas de programas federais como o Fundeb, além de recursos destinados à saúde e ao transporte escolar em Patos e municípios vizinhos.
Na mesma época, a avó de Hugo, Francisca Motta — que ocupava a prefeitura de Patos — foi afastada do cargo em decorrência das investigações da Operação Veiculação, também voltada ao combate à corrupção no município.
O pai do deputado, Nabor Wanderley Filho, atual prefeito de Patos e ex-deputado estadual, também figura em uma série de denúncias. Ele foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa e responde a outra ação por suposto recebimento de propina relacionada à execução de obras de terraplanagem. Segundo o empresário José Aloysio da Costa Machado Neto, proprietário da empresa Soconstrói, Nabor teria recebido 10% do valor do contrato em forma de propina — prática recorrente em emendas parlamentares, segundo relatos de bastidores.
Esses episódios colocam em evidência o que muitos apontam como a perpetuação de um modelo político baseado na ocupação de cargos estratégicos, contratos públicos superfaturados e supostos esquemas de caixa dois. Críticos afirmam que Hugo Motta, mesmo tentando se distanciar das práticas do passado, é herdeiro direto de um clã que cresceu politicamente sustentado por estruturas patrimonialistas.
Apesar das acusações que rondam sua família, o deputado mantém forte influência política e articulação no Congresso. Recentemente, tem usado essa força para barrar medidas que impactariam grandes fortunas e setores privilegiados, enquanto os efeitos da má gestão dos recursos públicos continuam sendo sentidos em cidades como Patos.
O histórico familiar de Hugo Motta, ao que tudo indica, ainda impõe sombras sobre sua atuação como líder nacional. Resta saber se o peso desse legado será enfrentado com a devida transparência — ou varrido para debaixo do tapete do poder.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), empossou neste domingo (1º) os novos ministros do governo. Conheça os 37 ministros do governo, além das presidentes do Banco do Brasil e da Caixa, e o presidente do BNDES Rui Costa – Ministro da Casa Civil da Presidência da República Márcio Macedo – Ministro da Secretaria-Geral […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), empossou neste domingo (1º) os novos ministros do governo.
Conheça os 37 ministros do governo, além das presidentes do Banco do Brasil e da Caixa, e o presidente do BNDES
Rui Costa – Ministro da Casa Civil da Presidência da República
Márcio Macedo – Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República
Alexandre Padilha – Ministro das Relações Institucionais
Paulo Pimenta – Ministro da Secretaria de Comunicação Social
Gonçalves Dias – Ministro do Gabinete de Segurança Institucional
Jorge Messias – Ministro da Advocacia-Geral da União
Simone Tebet – Ministra do Planejamento e Orçamento
Esther Dweck – Ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos
Vinícius Carvalho – Ministro da Controladoria-Geral da União
Flávio Dino – Ministro da Justiça e Segurança Pública
Mauro Vieira – Ministro das Relações Exteriores
José Múcio Monteiro – Ministro da Defesa
Silvio Almeida – Ministro dos Direitos Humanos e Cidadania
Anielle Franco – Ministra da Igualdade Racial
Cida Gonçalves – Ministra das Mulheres
Sônia Guajajara – Ministra dos Povos Indígenas
Luiz Marinho – Ministro do Trabalho e Emprego
Carlos Lupi – Ministro da Previdência Social
Wellington Dias – Ministro do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome
Nísia Trindade – Ministra da Saúde
Camilo Santana – Ministro da Educação
Margareth Menezes – Ministra da Cultura
Ana Moser – Ministra do Esporte
Jader Filho – Ministro das Cidades
Waldez Góes – Ministro da Integração e Desenvolvimento Regional
Marina Silva – Ministra do Meio Ambiente
Fernando Haddad – Ministério da Fazenda
Renan Filho – Ministro dos Transportes
Márcio França – Ministro dos Portos e Aeroportos
Alexandre Silveira – Ministro das Minas e Energia
Juscelino Filho – Ministro das Comunicações
Luciana Santos – Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação
Geraldo Alckmin – Vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação
Daniela Carneiro – Ministra do Turismo
Paulo Teixeira – Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
Carlos Fávaro – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
André de Paula – Ministro da Pesca
Tarciana Paula Gomes Medeiros – Presidente do Banco do Brasil
Maria Rita Serrano – Presidente da Caixa Econômica Federal
Aloizio Mercadante – Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Arthur Lira fez muito mal ao país A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados. A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque […]
Arthur Lira fez muito mal ao país
A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.
A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas não seguir a manada.
Mas nada é pior qur Arthur Lira, que deixa a Câmara após dois mandatos consecutivos. A gestão do parlamentar alagoano com postura de “coronel” consolidou o centrão como força política dominante e foi marcada por autoritarismo, manobras regimentais, chantagens, perseguições políticas, retrocessos ambientais e sociais, além de denúncias pessoais. Sob seu comando, a Câmara viveu anos de forte centralização de poder e práticas autoritárias que minaram a pluralidade política e reforçaram as críticas ao modelo do presidencialismo de coalizão no Brasil.
Lira foi eleito presidente da Câmara pela primeira vez em fevereiro de 2021 com 302 votos, graças ao apoio do então presidente Jair Bolsonaro, que ofereceu cargos estratégicos no governo e a liberação de verbas parlamentares para assegurar a vitória do aliado.
Ao assumir, concentrou poderes e apoiou Bolsonaro incondicionalmente durante seu mandato, utilizando a presidência da Câmara para barrar investigações contra o governo, travar a criação de CPIs e garantir que a Casa funcionasse como uma extensão do Executivo e de seus próprios interesses pessoais.
As emendas de relator, popularmente conhecidas como orçamento secreto, tornaram-se a principal arma de Lira para atuar como uma espécie de primeiro-ministro e encampar seu estilo autoritário. A partir de 2021, ele estruturou um esquema em que bilhões de reais eram distribuídos a parlamentares aliados sem critérios claros ou transparência.
Em 2022, as emendas de relator atingiram um recorde de R$ 20 bilhões e foram amplamente utilizadas como moeda de troca para aprovação de projetos do governo Bolsonaro. Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar mais transparência, Lira articulou manobras que permitiram manter o controle sobre os recursos, garantindo a fidelidade de sua base e perpetuando um sistema de trocas políticas que favorecia o centrão e seu poder absoluto na Câmara.
Durante sua gestão, Lira utilizou diversas manobras regimentais para colocar em tramitação projetos fundamentalistas; atrasou votações para chantagear o governo; “passou a boiada” em propostas que representam retrocessos sociais e ambientais e perseguiu opositores.
Articulou a aprovação do regime de urgência para o PL 1904/2024, um projeto fundamentalista que equipara a interrupção de gestações acima de 22 semanas ao crime de homicídio, a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, articulou a aprovação da Medida Provisória 1154/2023, que enfraqueceu o Ministério do Meio Ambiente. Em vários momentos, torceu o nariz para movimentos por democracia, como os que condenaram o 8 de janeiro, tentou em vão enfraquecer o Supremo e o governo Lula, pelo capricho da divergência ideológica, sem respeito à composição institucional.
Travou pautas prioritárias do governo, como a reforma tributária (PEC 45/2019). A aprovação só foi viabilizada após longas negociações, que incluíram a concessão de cargos estratégicos e a liberação de bilhões em emendas.
Perseguiu parlamentares opositores, especificamente os de esquerda. Glauber Braga (PSOL-RJ), que sofre um processo de cassação no Conselho de Ética por chamar corretamente Lira de “chefe do orçamento secreto” em plenário. Por outro lado, aliados nos últimos anos, receberam prioridade para apresentar projetos e ocupar cargos-chave nas comissões.
É inimigo da liberdade de imprensa. Tentou barrar e intimidar a atividade jornalística, como no caso da denúncia de uma ex-mulher. Em 2023, Arthur Lira proibiu a entrada de fotojornalistas de veículos de imprensa no plenário da Câmara. A decisão ocorreu após o fotógrafo Lula Marques publicar uma imagem em que Lira parecia usar um cocar indígena. Na foto, o ângulo dava a impressão de que Lira usava o adereço, embora estivesse sendo segurado por outra pessoa ao fundo. Marques compartilhou a imagem nas redes sociais, chamando Lira de “cacique da Câmara”.
Mais recentemente, o jornalista Guga Noblat foi expulso da Câmara por Lira. “É pura perseguiçãozinha de um político mimado que se acha dono do Congresso”, afirmou Noblat.
Desde 2022, sua ex-esposa Jullyene Lins o acusa de agressão e violência sexual, apresentando provas documentais em processos que ganharam repercussão nacional.
Jullyene Lins também reforça as críticas contra Lira por conta do orçamento secreto e acusa o ex-marido de praticar corrupção.
Esse é Arthur Lira, o déspota que comprometeu a democracia e o equilíbrio institucional do Brasil. Se Hugo Motta não for seu capacho, até nunca mais…
De Patos para o Congresso
Hugo Motta, 35 anos, novo presidente da Câmara, é de uma família política tradicional de Patos, no interior do Estado. A avó materna, o avô paterno e o pai dele foram prefeitos do município. O avô materno dele, Edivaldo Mota, ocupou uma cadeira da Câmara entre 1987 e 1992.
Mais farra
Motta disse na posse que as emendas impositivas representam a recuperação das prerrogativas do Legislativo previstas na Constituição de 1988. Segundo ele, a medida fortalece o parlamento e reafirma a corresponsabilidade entre os poderes. Nos últimos cinco anos, foram movimentados R$ 148,9 bilhões, valor mais de quatro vezes superior aos R$ 32,8 bilhões do ciclo anterior, de 2015 a 2019.
Intimidação
O Jornalista Giovanni Sá disse ter sido intimidado pelo vereador Ronaldo de Dja, alvo de críticas por ter virado pró Márcia Conrado depois de juras de fidelidade a Luciano Duque. “Tô só na minha, mas tô vendo que vocês querem um problema pessoal. Logo vão ter”, disse em mensagem de WhatsApp.
Modelos de gestão
O prefeito Sandrinho vai receber gestores do estado para apresentar modelos exitosos de sua gestão, como a Telemedicina, o Farmácia Viva e o sistema de reuso de água do Vianão. Já para importar, pode se espelhar no trânsito de Arcoverde, saneamento de Itapetim e coleta de resíduos sólidos de Tuparetama.
Em dia
Com o pagamento da folha de janeiro dentro do mês, inclusive dos pensionistas, o governo Fredson Brito diz ter cumprido uma obrigação que não foi cartilha nos oito anos da gestão Evandro Valadares.
Voltou
O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, reapareceu em suas lives. Nessa, dividida em duas partes, ataca o finado Sebastião Dias de ser o responsável pelo FPM zerado nos primeiros dois meses da gestão Nicinha Melo por débitos com o INSS. Juntas, não chegaram a 20 curtidas, sem nenhum comentário. Bem que dizem que “Rei posto”…
Debate
A primeira cidade a receber o debate “Comunicação e Transparência na Administração Pública” será Serra Talhada. Nesta segunda, 14 horas, no auditório da AESET, secretários, secretários executivos e equipes de comunicação do governo Márcia Conrado debatem o aprimoramento da comunicação entre gestão pública e sociedade.
Peregrinação
Prefeitos e políticos aliados da governadora Raquel Lyra fizeram uma peregrinação para acompanhar sua agenda no Sertão. Nomes como Diógenes Patriota, Pedro Alves, Zeinha Torres, e claro, Mário Viana Filho. A agenda privilegiou dois aliados de primeira ordem: Fabinho Lisandro, de Salgueiro, e Pollyana Abreu, de Sertânia.
Lula vai encontrar com Trump
O empresário brasileiro Mário Garnero, do grupo Brasilinvest, articula um jantar entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro está planejado para ocorrer no dia 17 de fevereiro, à noite, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida, que pertence a Trump. Os bolsonaristas vão pirar.
Frase da semana:
“Se ele [Trump] taxar os produtos brasileiros, haverá reciprocidade no Brasil em taxar os produtos que são importados dos EUA”.
Do presidente Lula, sobre a relação tarifária com o governo americano.
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