Assessoria de Imprensa da FPF diz que não há alteração na rodada da Serie A2, ou Sub 23. Jogos acontecem no horário de traslado e funeral de Campos
Por Nill Júnior
De luto institucional, FPF mantém rodada da A2, ou Sub 23. Demora em cancelar rodada ou assumir mantê-la gera críticas no interior
De luto institucional, FPF mantém rodada da A2, ou Sub 23. Demora em cancelar rodada ou assumir mantê-la gera críticas no interior
Segundo a Assessoria de Comunicação da Federação Pernambucana de Futebol, após contato deste jornalista, não há nenhuma orientação até o momento no sentido de alterar a programação de jogos marcados para este domingo pela série A2 – equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Pernambucano, que a Federação passou a chamar de Sub-23.
O detalhe é que a maioria dos jogos no interior está marcada para as três da tarde, uma hora antes do fim das homenagens a Eduardo Campos no Palácio das Princesas e duas antes do sepultamento no Cemitério de Santo Amaro. “Está mantida a rodada até segunda ordem”, informou o Assessor Hildo Neto, que mantém contato sobre o tema com o Presidente da FPF, Evandro Carvalho.
Até o momento, um desrespeito da Federação no mínimo às rádios do interior, perdidas entre a decisão de cobrir os funerais do ex-governador, como o restante da imprensa do país e os jogos. Constrangimento também para os diretores de clubes, que são obrigados a levar os clubes a campo, sem clima diante do momento e comoção que certamente serão vividos neste horário no Estado e país.
O terremoto de magnitude 6,8 que atingiu o Marrocos, nesta sexta-feira (8), foi sentido também pela comitiva do Governo do Ceará que está no país. A vice-governadora Jade Romero usou as redes sociais para informar que a comitiva cearense está bem e em local seguro. “Aqui em Marrakesh, no Marrocos, fomos surpreendidos com um terremoto de magnitude […]
O terremoto de magnitude 6,8 que atingiu o Marrocos, nesta sexta-feira (8), foi sentido também pela comitiva do Governo do Ceará que está no país.
A vice-governadora Jade Romero usou as redes sociais para informar que a comitiva cearense está bem e em local seguro.
“Aqui em Marrakesh, no Marrocos, fomos surpreendidos com um terremoto de magnitude 7, de acordo com o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências. Toda nossa comitiva do Governo do Estado do Ceará está bem e em local seguro, seguindo os protocolos de segurança”, tranquilizou Jade.
A vice-governadora cumpre agenda oficial no país africano para participar da X Conferência Internacional de Geoparques da Unesco, que se realizará em Marrakech. O evento vai servir para o Ceará apresentar a candidatura do Araripe Geopark Mundial para sediar a XI Conferência Internacional de Geoparques Mundiais, no Cariri. O evento congrega participantes de 195 geoparques, de 48 países.
O terremoto aconteceu a uma profundidade de 18,5 quilômetros, segundo o USGS. Na rede social X (Twitter), há relatos de pessoas correndo para as ruas e prédios tremendo.
O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), aproveitou a abertura oficial do Carnaval 2024, neste sábado (10), para criticar o Governo de Pernambuco. Em seu discurso, Ângelo destacou que a festa está sendo realizada com recursos próprios do município e que, pelo segundo ano consecutivo, não houve repasse do Governo do Estado. “Quero ressaltar uma […]
O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), aproveitou a abertura oficial do Carnaval 2024, neste sábado (10), para criticar o Governo de Pernambuco.
Em seu discurso, Ângelo destacou que a festa está sendo realizada com recursos próprios do município e que, pelo segundo ano consecutivo, não houve repasse do Governo do Estado.
“Quero ressaltar uma coisa minha gente: Sertânia está fazendo um carnaval de grande porte. Estamos investindo recursos aqui tão somente do Município de Sertânia. Pelo segundo ano consecutivo, nós não recebemos nenhum recurso do Governo do Estado de Pernambuco”, disse o prefeito.
Ângelo questionou o motivo da falta de apoio do Governo do Estado ao evento e ressaltou a importância do Carnaval para a cultura e economia do município.
“Eu não sei bem porquê, mas a gente vai vendo a cada ano, se repetindo uma forma estranha de tratar uma festa tão popular que é o carnaval. Então sertanienses, boa festa, bom carnaval e um beijo no coração de cada um de vocês”, finalizou.
A fala de Ângelo contrasta com a recente entrevista do principal nome do bloco oposicionista em Sertânia, Pollyanna Abreu. Em entrevista, Pollyanna afirmou que mudanças positivas têm ocorrido no município, graças às ações do governo de Raquel Lyra (PSDB).
A Prefeitura de Sertânia garantiu toda a estrutura do Carnaval 2024, incluindo palco, som, iluminação, segurança e banheiros. A festa também conta com a participação de diversas bandas e artistas locais.
A expectativa da Prefeitura é que o Carnaval 2024 de Sertânia movimente a economia local e atraia turistas de toda a região.
A crítica de Ângelo ao Governo de Pernambuco pode influenciar o debate político em Sertânia, especialmente nas próximas eleições.
Programação ainda terá nomes como Genailson, Maria Luiza, Cícero Souza e Orquestra de Sertânia Começa nesta sexta e vai até este sábado a 22ª edição do Festival Regional da Sanfona (Fersan), em Afogados da Ingazeira. O evento é um dos mais tradicionais do gênero no Estado. Este blogueiro dá uma “pisa” em Augusto Martins na […]
Programação ainda terá nomes como Genailson, Maria Luiza, Cícero Souza e Orquestra de Sertânia
Começa nesta sexta e vai até este sábado a 22ª edição do Festival Regional da Sanfona (Fersan), em Afogados da Ingazeira. O evento é um dos mais tradicionais do gênero no Estado.
Este blogueiro dá uma “pisa” em Augusto Martins na sanfona. Foi no Debate das Dez de hoje. Veja acima.
Na eliminatória de hoje, 24 sanfoneiros disputam vaga na finalíssima deste sábado. Serra Talhada e Carnaíba terão o maior número de concorrentes. Mas também virão sanfoneiros de Juazeiro do Norte, no Ceará.
Em meio à eliminatória, haverá shows na Praça Carlos Cottart, no Centro da cidade, a partir das 20h.
“O Fersan tem sido palco para os sanfoneiros de toda a região e de outros estados e ainda serve para revelar novos talentos na música regional”, diz Augusto Martins, coordenador do festival. Ele esteve com o Maestro Joseildo Galindo, o músico, Madalena Brito e o homenageado Cícero Souza no Debate das Dez do programa Manhã Total.
No ano passado, a vencedora foi a jovem Maria Luiza, de 16 anos, de Juazeiro do Norte, no Ceará. Ela inclusive será uma das atrações da festa.
Na programação desta sexta, Orquestra Sanfônica de Carnaíba, homenagem ao sanfoneiro Cícero Souza e show com Genailson e Banda Forró Pesado.
Amante do Pajeú, Irah Caldeira é grande atração deste sábado
No sábado, Maria Luiza e seu regional, vendedora do Fersan 2014 será uma das atrações. A novidade foi confirmada pela Fundarpe: a cantora Irah Caldeira fechará a programação no sábado.
O festival premia os três primeiros lugares na categoria sanfona e ainda a melhor música própria com letra.
A Câmara Municipal de Serra Talhada (CMST) não deixou seus servidores sem a garantia da participação dos festejos juninos da Capital do Xaxado. Por determinação do presidente da Câmara, José Raimundo Filho (PTB) desde o último dia 20 que cerca de 60 funcionários já receberam metade do 13º salário previsto em lei. Segundo José Raimundo, […]
A Câmara Municipal de Serra Talhada (CMST) não deixou seus servidores sem a garantia da participação dos festejos juninos da Capital do Xaxado. Por determinação do presidente da Câmara, José Raimundo Filho (PTB) desde o último dia 20 que cerca de 60 funcionários já receberam metade do 13º salário previsto em lei. Segundo José Raimundo, o pagamento não foi apenas para garantir os festejos juninos, mas também para aquecer a economia local.
“O pagamento desta primeira parcela foi de R$ 49 mil. Ou seja, um dinheiro que vai girar no comércio de Serra Talhada e vai ajudar muita gente. Acho importante incrementar a economia num momento como este. Ainda estamos vivendo as consequências de uma das mais duras estiagens dos últimos anos”, disse Raimundo.
Além de liberar o pagamento do 13º salário, o presidente da Câmara vem realizando uma administração buscando reduzir custos na máquina pública. “Reduzimos drasticamente o pagamento de diárias, por exemplo, e mais recente implantamos uma campanha educativa em torno do uso de copos descartáveis. Estamos fazendo a nossa parte”, resumiu José Raimundo.
Por Pedro Josephi* Neste sábado (22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo. Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido […]
Neste sábado (22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo.
Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido prefeito de Porto Alegre e parlamentar.
Sob os ideais trabalhistas, no Rio Grande, enquanto governador, promoveu a reforma agrária, sob a égide de uma firme organização política e social dos agricultores, e aqueceu a economia do estado por meio da agriculta familiar.
Tinha um entendimento de induzir o desenvolvimento por meio da indústria, tendo implantado a Aços Finos Piratini, a Açúcar Gaúcho e outras de trigo.
Entendendo o Estado como coordenador estratégico desse desenvolvimento, nacionalizou, de forma célere, a Companhia Elétrica para que não faltasse energia para as indústrias, após a recusa dos americanos em fazer as concessões. Triplicou, assim, a produção elétrica.
Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”.
Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais.
Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.
Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT.
Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tinham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura.
Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio.
A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural.
Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar.
“No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.
Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho.
Difícil era não ter em Brizola uma referência social. Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional.
Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel!
As ideias de Brizola permanecem vivas na forma do Projeto Nacional de Desenvolvimento defendido e encabeçado por Ciro Gomes e Carlos Lupi. Pátria livre! Venceremos!
*Pedro Josephi, advogado, professor de Direito e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini
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