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Arcoverde: transporte escolar já atende Residencial Maria de Fátima Freire

Por Nill Júnior

O transporte escolar para os moradores do Residencial Maria de Fátima Freire está sendo cumprido, diz a prefeitura em nota.

Atualmente, estão sendo transportadas mais de 400 crianças e adolescentes, de escolas públicas municipais e estaduais. Todo o processo está sendo cuidadosamente acompanhado pela Secretaria de Educação e Esportes.

Neste sábado (30), a secretária Patrícia Cursino Padilha se reuniu com os residentes para tratar do pacto da prefeita Madalena em atender a demanda daquelas famílias e da parceria entre família e escola. “Nós discutimos a questão das rotas, dos horários dos transportes escolares, dos cuidados que os pais devem ter em relação aos seus filhos e orientações gerais sobre segurança. Tratamos ainda da proibição de caronas no transporte escolar”, explicou ela.

Diariamente, a inspetora Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Rita de Cássia Tenório de Siqueira, acompanha o embarque dos estudantes que são feitos em dois horários: às 6h20 e às 12h20. No primeiro horário são utilizados seis ônibus e no segundo, quatro.

Outras Notícias

PGR defende inconstitucionalidade de norma que permite a prática de vaquejada

“Não é possível extrair da Constituição autorização para impor sofrimento intenso e para mutilar animais, com fundamento no exercício de direitos culturais e esportivos”, afirma a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (3). No entendimento da PGR, a Emenda Constitucional 96/2017, que autoriza as vaquejadas em […]

“Não é possível extrair da Constituição autorização para impor sofrimento intenso e para mutilar animais, com fundamento no exercício de direitos culturais e esportivos”, afirma a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (3). No entendimento da PGR, a Emenda Constitucional 96/2017, que autoriza as vaquejadas em território brasileiro, é inconstitucional. A manifestação foi enviada ao ministro Dias Toffoli, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5728) apresentada pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, a emenda determina que práticas desportivas que utilizem animais não são consideradas cruéis, desde que sejam manifestações culturais. Para a PGR, no entanto trata-se de uma “ilogicidade insuperável” não definir como cruéis essa práticas. Raquel Dodge considera a vaquejada, ainda que seja histórica em algumas regiões do país, incompatível com os preceitos constitucionais que obrigam a República a preservar a fauna, a assegurar ambiente equilibrado e, sobretudo, a evitar desnecessário tratamento que causam dor e sofrimento aos animais.

Jurisprudência – O parecer da PGR apresenta vasta jurisprudência da Suprema Corte no sentido de garantir a proteção da fauna, assegurando como direito fundamental a preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado. A procuradora-geral recorda inclusive decisão do STF na ADI 4983, que considerou inconstitucional lei do Ceará que regulamentava a vaquejada como prática desportiva e cultural no estado. Para ela, a jurisprudência do STF é pacífica em que a preservação do ambiente deve prevalecer sobre práticas e esportes que subjuguem animais em situações indignas, violentas e cruéis.

Outras decisões do Supremo que julgaram inconstitucionais leis sobre brigas de galo e vaquejada foram citadas como precedentes importantes sobre o tema, já que foram consideradas pela Corte atividades violentas e cruéis com os animais. A PGR ressalta, ainda, a legitimidade do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal para pedir a suspensão da Emenda Constitucional.
O julgamento da ADI terá rito abreviado, que descarta prévia análise de liminar, em razão da relevância da matéria.

Maus tratos – O parecer relata com detalhes os maus tratos intensos a animais nas vaquejadas. Durante esses eventos, para derrubar o boi, o vaqueiro deve puxá-lo com força pela cauda, após torcê-la com a mão para maior firmeza. Isso provoca luxação das vértebras que a compõem, lesões musculares, ruptura de ligamentos e vasos sanguíneos e até rompimento da conexão entre a cauda e o tronco (a desinserção da cauda, evento não raro em vaquejadas), comprometendo a medula espinhal.

As quedas perseguidas no evento, além de evidente e intensa sensação dolorosa, podem causar traumatismos graves da coluna vertebral dos animais, causadores de patologias variadas, inclusive paralisia, e de outras partes do corpo, a exemplo de fraturas ósseas. “Não há possibilidade de realizar vaquejada sem maus-tratos e sofrimento profundo dos animais”, afirma a PGR. Para ela, não há dúvida de que animais envolvidos em vaquejadas são submetidos a condições degradantes e sistemáticas de lesões e maus-tratos, que caracterizam tratamento cruel.

Cine Sesi chega a Ouricuri e Santa Terezinha

Em sessões abertas nas pracinhas ou ruas de cidade do interior pernambucano, os moradores vão poder estrear os pés no tapete vermelho Em sua 12ª edição o Cine Sesi inicia uma nova jornada por Pernambuco, as cidades escolhidas para os primeiros passos dessa viagem ao mundo da sétima arte são Ouricuri na Praça da Matriz […]

Em sessões abertas nas pracinhas ou ruas de cidade do interior pernambucano, os moradores vão poder estrear os pés no tapete vermelho

Em sua 12ª edição o Cine Sesi inicia uma nova jornada por Pernambuco, as cidades escolhidas para os primeiros passos dessa viagem ao mundo da sétima arte são Ouricuri na Praça da Matriz São Sebastião e Santa Terezinha em frente à Igreja Matriz de Santa Terezinha, nos dias 31.08 a 02.09, a partir das 18:30.

O Cine Sesi já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas de 118 municípios. A partir da próxima sexta (31/08), a caravana vai passará por 44 cidades até o final de fevereiro de 2019. É cinema de qualidade em praça pública, em localidades que não têm ou nunca tiveram uma sala de exibição. Tudo de graça, inclusive a pipoca, com o patrocínio do Sesi-PE.

A mostra itinerante desbrava as estradas de Pernambuco, levando projeções de qualidade para uma grande maioria que não tiveram acesso aos cinemas do brasil.As seções começam pelo Sertão, mais especificamente em Ouricuri e Santa Terezinha, com os curtas “Plantae”, uma animação de Guilherme Gehr; “Próxima”, de Luiza Campos; e “Médico de Monstros”, de Gustavo Teixeira. Já os longas, são: “Pequeno Segredo”, de David Schürmann; “O Filho Eterno”, de Paulo Machline; e a animação “Touro Ferdinando”, de Carlos Saldanha.

Lina Rosa Vieira, criadora e curadora do projeto, explica que a proposta do Cine Sesi é levar o cinema cada vez mais a um número maior de cidades. “É um trabalho que tem uma receptividade muito grande por parte da população. Estamos de fato ocupando o espaço público para o público”, diz enfatizando que democratizar o acesso à cultura é um dos pilares da iniciativa.

Ela reforça que há um cuidado especial com a curadoria do projeto, buscando trazer temas sensíveis e que desperte o debate saudável, cintando como exemplo os longas “Pequeno Segredo” e “O Filho Eterno”. O primeiro relata a relação da Família Shürmann com a menina Kat, uma criança frágil, mas de muita personalidade; enquanto o segundo, retrata a história de um casal que espera a chegada do primeiro bebê. Mas a alegria do pai vira incerteza com a descoberta de que o filho tem síndrome de Down.

O Cine SESI também se destaca pelo cuidado com a acessibilidade. As pessoas com deficiência auditiva são contempladas por legendas nos longas-metragens; enquanto voluntários para fazer audiodescrição também estarão disponíveis para atender pessoas com deficiência visual que forem ao cinema. O acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de mobilidade também é facilitado.

OFICINA – Em paralelo às exibições, que acontecem sempre de sexta a domingo, o projeto também promove oficinas de cinema de animação. O resultado do trabalho é exibido no formato de curta-metragem nas exibições itinerantes do projeto. Curtas que já entraram na lista de finalistas da categoria Futuro Animador do Festival Anima Mundi. Os orientadores ainda falam sobre os fundamentos da representação do movimento quadro a quadro, criação, planejamento e produção de filmes de um minuto cada. O público alvo são estudantes a partir de 16 anos, professores e pessoas ligadas à arte-educação e cultura. A oficina é ministrada por professor universitário especializado em animação.

FILMES

Longas Metragens

O PEQUENO SEGREDO (Direção de David Schurmann, duração 1h49, classificação 10 anos)
A família Schurmann já viveu as mais fabulosas aventuras. Nenhuma delas tão intensa e amorosa quanto a comovente relação com a menina Kat, uma criança frágil, mas de muita personalidade.

O FILHO ETERNO (Direção de Paulo Machline, duração 1h22, classificação 12 anos)
Roberto e Cláudia aguardam a chegada do primeiro bebê. Mas a alegria do pai vira incerteza com a descoberta de que o filho tem síndrome de Down. Uma jornada de superação em busca do significado da paternidade.

Curta Metragens

O TOURO FERDINANDO (Direção Carlos Saldanha, duração 1h46, classificação livre)
Grande e forte, mas de temperamento doce, Ferdinando é escolhido por engano para as touradas. Sua verdadeira luta é provar que não se deve julgar ninguém pela aparência. Direção do brasileiro Carlos Saldanha.

PLANTAE (Direção Guilherme Gehr, duração 10min, classificação livre)
Ao cortar uma grande árvore no interior da floresta amazônica, um madeireiro é surpreendido por uma inesperada reação da natureza. Uma reflexão sobre as consequências irreversíveis do desmatamento para o meio ambiente.

PROXÍMA (Direção Luiza Campos, duração 15 min, classificação livre)
Aos doze anos, Carol percebe que o mundo inteiro ao seu redor está muito padronizado: suas tias e primas, as amigas da escola, as mulheres nas lojas, as cantoras da internet, todas estão com o cabelo liso. Menos ela.

MÉDICO DE MONSTRO (Direçao Gustavo Teixeira, duração 11 min, classificação livre)

Dudu é um estudante que acabou de escolher o que vai ser quando crescer. Mas terá que enfrentar um dos seus maiores medos para exercer a sua futura profissão: tornar-se um médico de monstros.

Fogueiras no São João: leitores debatem viés ecológico do tema

Alguns internautas se manifestaram comentando a repercussão da matéria que indica queda no número de fogueiras na véspera junina verificada no centro de Afogados da Ingazeira. Pela Fanpage ou pelo Portal da Rádio Pajeú, levantaram o debate sobre desmatamento da caatinga, fruto de campanha da Diocese de Afogados e do grupo Fé e Política. O […]

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Alguns internautas se manifestaram comentando a repercussão da matéria que indica queda no número de fogueiras na véspera junina verificada no centro de Afogados da Ingazeira.

Pela Fanpage ou pelo Portal da Rádio Pajeú, levantaram o debate sobre desmatamento da caatinga, fruto de campanha da Diocese de Afogados e do grupo Fé e Política. O foco do debate tem sido a retirada ilegal de madeira de forma constante para outras regiões do Estado. De nossa parte, a matéria constata a queda na presença dia 23, trata da tradição cultural e religiosa das fogueiras.

A leitora Rosa Amélia, afirmou : “há uma luta quanto ao desmatamento desordenado. Tem gente que fazia arranha-céu de lenha. As pessoas festejam da mesma forma, como se não houvesse o amanhã. Eu vi muitas fogueiras por aqui ao vir do trabalho. Uns que tem muito dinheiro compraram daqueles que desmatam para sobreviver.

Já Gilberto Carvalho: “absurdo! Uma hora reclamam do desmatamento da caatinga e agora ficam falando em “fogueira de São João”. De onde vem a madeira para tais fogueiras?” – questionou.

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Pelo Twitter do blog, até a Deputada Tereza Leitão questionou a manchete, que falava em crise como possível causa da redução das fogueiras na área urbana. “Crise ou a consciência ecológica crescendo?”

Zé Amaral formaliza pré-candidatura em carta aos tabirenses

Minha querida Tabira, Ao longo da minha vida, priorizei sempre o amor ao próximo, a valorização da família, o trabalho e acima de tudo a dignidade. Na minha jornada política, em nosso município, pude contribuir com nossa população, Fui Secretário de Obras por dois mandatos, na gestão do Grande Josete Amaral, valorizando e trabalhando sempre […]

Zé destacou a experiência e o apoio de Josete Amaral

Minha querida Tabira,

Ao longo da minha vida, priorizei sempre o amor ao próximo, a valorização da família, o trabalho e acima de tudo a dignidade.

Na minha jornada política, em nosso município, pude contribuir com nossa população, Fui Secretário de Obras por dois mandatos, na gestão do Grande Josete Amaral, valorizando e trabalhando sempre para o bem da nossa cidade.

E é com o apoio do meu irmão Josete Amaral, que dou mais um passo na carreira política, passo esse que assumo com total responsabilidade, coerência, experiência, sou pré-candidato a prefeito do nosso município.

Hoje, como vice prefeito, vejo a necessidade de certas mudanças para melhoria da qualidade de vida dos tabirenses, juntamente com Josete, gestor e profissional exemplar que é, que trabalhou obstinadamente pela saúde e progresso do nosso município.

Pretendo lutar, incansavelmente, pela transparência, seriedade, honestidade em todos os setores.

A experiência  torna as ações e decisões mais concretas, firmes, seguras.

Agradeço a Deus por estar tendo, mais uma vez a oportunidade de contribuir, e dessa vez de forma efetiva, firme, para que Tabira siga no caminho do avanço,

Zé Amaral

R$ 1 bilhão para desafogar os cofres em Pernambuco

Por: Rosália Rangel / Diario de Pernambuco Foram muitos dias de expectativa até o desfecho sobre a divisão dos recursos do megaleilão do petróleo para estados e municípios. O resultado das negociações no Congresso acabou não agradando os estados do Nordeste, que, com o novo acordo, tiveram redução na cota prevista. Mas a verdade é […]

Dinheiro do pré-sal vai ajudar a pagar déficit da Previdência, mas há prefeito já pensando em fazer obras. Foto: Divulgação.

Por: Rosália Rangel / Diario de Pernambuco

Foram muitos dias de expectativa até o desfecho sobre a divisão dos recursos do megaleilão do petróleo para estados e municípios. O resultado das negociações no Congresso acabou não agradando os estados do Nordeste, que, com o novo acordo, tiveram redução na cota prevista. Mas a verdade é que essa verba extra vai contribuir para desafogar os cofres públicos. Pernambuco, por exemplo, somando os valores que serão repassados para o estado (R$ 508 milhões) e para os municípios (R$ 540 milhões), receberá mais de R$ 1 bilhão da partilha do excedente do pré-sal.

Com o acordo aprovado na Câmara, na última quarta-feira, os estados do Norte e Nordeste perderam parte do dinheiro que teriam direito com as regras aprovadas no Senado. Na primeira versão, os R$ 10,9 bilhões seriam distribuídos conforme os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O acordo atual, que deverá ser apreciado na próxima semana no Senado, vale apenas dois terços (R$ 7,26 bilhões). O texto foi mudado na Câmara para garantir que o outro terço, R$ 3,63 bilhões, seja repartido seguindo critérios da Lei Kandir, o que beneficia os estados do Sul.

Ao avaliar a repartição dos recursos, o prefeito de Triunfo, João Batista (PR), afirmou que em todo acordo que se propõe alguém tem que ceder. “A primeira redação era propícia aos estados do Norte e Nordeste, mas os estados do Sul têm um maior número de deputados na Câmara e nós corríamos o risco de não aprovar o projeto. Então, foi melhor fechar o acordo”. Sobre aplicação dos recursos em  seu município, João Batista definiu que serão usados para diminuir o déficit da Previdência. “A folha de pagamento dos aposentados chega a R$ 600 mil e arrecado R$ 300 mil. Isso significa um déficit mensal de R$ 300 mil, dinheiro que vou buscar no fundo previdenciário e aporte da prefeitura”, destacou.

Diante desse cenário, o prefeito ressaltou que acordo foi positivo para os municípios que poderão aplicar o dinheiro na Previdência ou em investimento. “A nós prefeitos, foram dadas duas alternativas. Ao contrário dos estados que só poderão usar o dinheiro no sistema previdenciário”.

O prefeito de Carnaíba, José Anchieta (PSB), vai optar por utilizar a verba investindo em ações na cidade.  “Vou mandar (para Câmara) um projeto para compra de kits de irrigação dos produtores da agricultura familiar. Esse é um ponto inicial e vamos distribuir proporcionalmente, principalmente na educação, na infraestrutura e pavimentação”, observou.

Para o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), o caminho até o acordo foi penoso, mas ao final “saiu tudo dentro do esperado”. “A gente sempre acha que merece mais. Agora, atendeu a expectativa. Conseguimos colocar a Previdência e investimentos. A maioria dos municípios deve à Previdência, mas poder  aplicar em investimento foi importante”.

Na última quinta-feira, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) arrecadou R$ 8,9 bilhões com a concessão de 12 campos de petróleo e gás natural localizados nas bacias de Campos e de Santos.

O valor ficou muito acima dos R$ 3,2 bilhões esperados pelo governo, levando analistas a acreditar que a receita com a venda das áreas da chamada cessão onerosa também pode superar a previsão de R$ 106 bilhões. Uma perspectiva que poderá aumentar as cotas para estados e municípios. O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (Cbie), Adriano Pires, é um dos que apostam no sucesso das próximas licitações. “Esse já foi um leilão forte e imagino que os próximos também serão”.

Incômodo

Receber a notícia que o estado, com o novo acordo da partilha dos recursos do pré-sal, perderia o equivalente a R$ 200 milhões incomodou e muito o Palácio do Campo das Princesas. E os argumentos para explicar a decepção com a redução passam pela lista de investimentos que um volume de dinheiro igual ao retirado da cota de Pernambuco representa em obras.

Para citar um exemplo mais recente, segundo interlocutores do governador Paulo Câmara (PSB), na última quinta-feira, em Caruaru, o socialista lançou o Programa de Crédito Popular, uma iniciativa que vai movimentar cerca de R$ 120 milhões e que tem a expectativa de gerar 80 mil empregos. O Hospital Geral do Sertão, em construção no município de Serra Talhada, é outra ação apontada como exemplo. A unidade de saúde vai custar R$ 60 milhões aos cofres do estado e atender 10 cidades da região. O equipamento terá 140 leitos de internamento e 20 de UTI. Em outro comparativo, conforme lembrou uma fonte, Pernambuco perdeu um montante que corresponde a folha de pagamento da Prefeitura do Recife.

Nos bastidores do governo estadual, comenta-se que a redução na cota dos estados nordestinos se deve a articulação de parlamentares, inclusive da região, em favor dos estados do Sul e, dessa forma, acabaram prejudicando o Nordeste. Na lista dos que atuaram nesse sentido, acreditam aliados do governador, estaria o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que faz oposição ao governo socialista em Pernambuco.