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Arcoverde: palco do São João fica, decide justiça

Por Nill Júnior

O Desembargador Evanildo Coelho de Araújo Filho acatou agravo interposto pela Prefeitura de Arcoverde suspendendo a liminar concedida pelo juiz da 1º Vara Cível da Comarca local que determinava o afastamento do palco do Polo Multicultural do São João na Praça da Bandeira.

O pedido para afastar o palco partiu de um grupo político/empresarial para permitir a utilização de apartamentos de um prédio em construção como “camarotes privados”.

Segundo o Portal do Sertão,  na decisão, o desembargador diz que “a alteração da estrutura do palco está no juízo discricionário da administração pública, pautado sempre no interesse público, não sendo adequado atender a uma demanda de parte da população que, no mais das vezes, possui interesse privado no local onde o palco será montado”.

O TJPE também sustenta que os argumentos apresentados pelo município “Atendendo orientação da ARCOTRANS, à Prefeitura será responsável por readequar a localização do palco principal da Praça da Bandeira com o objetivo de liberar o tráfego de veículos em mão dupla na Avenida Severiano José Freire, de modo a evitar acidentes”.

“Por exigência do Corpo de Bombeiros, a Prefeitura deverá adequar a montagem das estruturas com o objetivo de oferecer rotas de fuga/saídas de emergência para atuação dos brigadistas em caso de socorro às vítimas.”

Na decisão, ela relata que “diante do exposto, estão presentes os requisitos necessários para a concessão do efeito suspensivo pleiteado, uma vez que a decisão agravada pode causar graves prejuízos à segurança pública e à organização do evento”.

Com a decisão, a montagem do palco seguirá sendo feita normalmente, mantendo-se sua posição para que na próxima terça-feira (18), Arcoverde possa abrir oficialmente seu São João 2024. A decisão termina frustrando o grupo que pretendia ter espaço exclusivo na festa e alguns políticos que já se achavam dono da cidade.

Outras Notícias

Descaso com dinheiro público deixa feridas abertas na Mata Sul

O Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017 Por Ciara Carvalho / JC Online A suspeita de desvio de recursos públicos no socorro às vítimas das enchentes que devastaram várias cidades da Zona Mata Sul em 2010 e 2017 causou estrago […]

O Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017

Por Ciara Carvalho / JC Online

A suspeita de desvio de recursos públicos no socorro às vítimas das enchentes que devastaram várias cidades da Zona Mata Sul em 2010 e 2017 causou estrago também na esperança de quem deveria ser beneficiado por esse dinheiro. Parte da verba que chegou foi usada para construir casas, mas a terraplenagem ruim levou famílias a abandonarem suas residências.

Entra e sai tragédia, a região vive de promessa e de espera. Cansados, muitos perderam a fé em dias melhores. “A gente se sente um nada”.

O desabafo de muitos, milhares, na voz de um só. Com a casa condenada, ameaçada de desabar, Giovana Pereira, 38 anos, engrossa a legião dos que esperam. Nem deveria mais. A casa onde ela mora, em Palmares, foi erguida na Operação Reconstrução, após as chuvas que devastaram a Mata Sul do Estado em 2010. Entregue em 2014, o imóvel está com paredes e piso rachados. Precisa ser desocupado e Giovana, mãe de três filhos, se vê novamente sem ter para onde ir. A frase, dita por ela em tom desolador, traduz a revolta dos moradores da região ao saberem que o dinheiro destinado a socorrer as vítimas das enchentes em 2010 e 2017 é agora alvo de uma megaoperação policial por suspeita de desvios dos recursos recebidos pelo governo do Estado. “Eles deveriam ter vergonha. Não se rouba de quem não tem nada.”

A casa de Giovana corre o risco de ganhar o mesmo destino de outras três dezenas de residências que hoje estão abandonadas, segundo a Defesa Civil de Palmares, por má execução da obra de terraplenagem. O cenário é desconcertante. O que era uma rua virou uma cratera que saiu comendo o asfalto e expulsou parte dos moradores. Das casas atingidas, ficaram só paredes e marcas feitas pela Defesa Civil decretando a condenação dos imóveis. Todas as residências foram erguidas após a enchente de 2010, que devastou a cidade de Palmares.

“É um cenário cruel porque quem sempre sofre é a população. Toda essa erosão foi criada no terreno em função da má qualidade da obra de terraplenagem. A consequência foi que o solo não se compactou direito e as casas passaram a apresentar rachaduras, inclinação das paredes, o piso começou a ceder”, diz o coordenador de Defesa Civil da cidade, Amauri Silva. Ele lamenta que parte do dinheiro público gasto na construção das casas tenha sido jogado fora.

“É um dinheiro perdido, porque esses imóveis não têm mais condições de serem reformados”, pontuou. Uma realidade que só agrava o déficit habitacional da cidade. Em Palmares, 120 famílias vivem hoje de auxílio-moradia, pago pela prefeitura. E a situação tende a piorar. À medida que as voçorocas aumentam, mais moradores correm o risco de perder suas casas.

Na última sexta-feira (10), a reportagem do Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017. Encontrou uma região que vive de promessa, inverno após inverno, tragédia após tragédia. Se em Palmares a tranquilidade da casa própria virou sinônimo de medo e desperdício do dinheiro público, em Maraial é o vazio que assalta a esperança dos moradores.

Desde as enchentes de 2010, a cidade espera a construção de 700 casas para abrigar a população que mora em área de risco. Foram executadas obras de terraplenagem em dois terrenos, localizados em áreas altas do município, mas nenhuma residência erguida. Em um dos locais, chegou-se a construir o galpão que serviria de depósito de material e refeitório para os trabalhadores. Hoje tudo está abandonado e destruído.

Com a casa construída praticamente dentro do rio, a aposentada Maria do Carmo da Silva, 77, perdeu a fé. Não acredita mais que a população receberá, um dia, as prometidas residências de Maraial.

“Escuto essa lenda desde a enchente de 2010, quando minha casa veio abaixo. Tiveram que passar o trator para recolher os escombros. Como não tinha para onde ir, reconstruí no mesmo lugar. Na chuva deste ano, a água invadiu de novo. Por sorte, não derrubou”, diz, mostrando as marcas deixadas pela água nas paredes.

Em Afogados, Câmara inaugurou 1ª etapa do saneamento global

O governador Paulo Câmara entregou simbolicamente na sua vinda a Afogados a 1ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) do município de Afogados da Ingazeira. A obra recebeu um investimento de R$ 14,7 milhões e atenderá cerca de quatro mil moradores da região. O Executivo estadual aproveitou a oportunidade para autorizar o início das […]

O governador Paulo Câmara entregou simbolicamente na sua vinda a Afogados a 1ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) do município de Afogados da Ingazeira. A obra recebeu um investimento de R$ 14,7 milhões e atenderá cerca de quatro mil moradores da região.

O Executivo estadual aproveitou a oportunidade para autorizar o início das obras da 2ª etapa do equipamento, que receberá um aporte de R$ 9,4 milhões e atenderá cerca de 25 mil sertanejos, somando um total de investimentos na ordem dos R$ 24,1 milhões.

A etapa inaugurada conta com transporte e tratamento de esgoto, além do assentamento da rede coletora, ramais e emissários, construção de duas Estações Tratamento de Esgoto (ETE) e uma do tipo lagoa facultativa + maturação. A sua mais recente etapa, a de energização, foi concluída em junho deste ano. Já a segunda etapa do SES, quem tem prazo de 18 meses para conclusão, contemplará os trabalhos de coleta, transporte e tratamento de esgoto nos demais locais.

“Estamos começando agora a segunda etapa desse sistema, num total de investimentos superior a R$ 24 milhões. No momento em que o Brasil está quase parado, Pernambuco segue firme, fazendo obras e promovendo realizações”, disse o presidente da COMPESA, Roberto Tavares.

Agora é oficial: PMDB e PR formalizam rompimento com Dêva e lançam Romero Perazzo para prefeito em Tuparetama

O vereador Sávio Pessoa disse ao blog que está formalizado o racha entre PMDB, PR e o governo Dêva Pessoa em Tuparetama. Da mesma, forma, confirma que o nome do bloco será o de Romero Perazzo à prefeitura do município. Se por um lado, não há possibilidade de aliança com o ex-prefeito Sávio Torres, Pessoa […]

Romero_Perazzo_2-253x400 O vereador Sávio Pessoa disse ao blog que está formalizado o racha entre PMDB, PR e o governo Dêva Pessoa em Tuparetama. Da mesma, forma, confirma que o nome do bloco será o de Romero Perazzo à prefeitura do município.

Se por um lado, não há possibilidade de aliança com o ex-prefeito Sávio Torres, Pessoa confirma que esgotaram-se as possibilidades de dialogo com Dêva Pessoa. “Tentamos de todas as formas estabelecer um diálogo com o prefeito, mas não houve atenção”, afirma.

A alegação do bloco é de que desde a eleição, Dêva vem falhando na condução política e não tem se aberto para o dialogo. “Nem a derrota de seus candidatos em 2014 o acordou”, disse.

Sávio Pessoa (direita): sem conversas com Dêva, pra não se aliar a Sávio Torres (centro), opção é Romero Perazzo (esquerda)
Sávio Pessoa (direita): sem conversas com Dêva, pra não se aliar a Sávio Torres (centro), opção é Romero Perazzo (esquerda)

O grupo tentou manter-se ligado ao prefeito e discutir uma aliança para 2016, quando ele será candidato a reeleição. “Mas ele não deu atenção, mesmo com tentativa de intervenção e articulação de Anchieta Patriota, da Casa Civil e até o vice governador Raul Henry. Só não falamos com o governador. Agora não dá mais”, disse.

Outro questionamento é que Dêva não escuta o grupo e toma decisões como se estivesse em situação confortável. “Ele chegou a dizer que bateria nos Torres, Perazzo, Gomes, em todo mundo. Não tem como conversar assim”.

A notícia havia sido antecipada por Anchieta Santos em sua coluna no blog mês passado.  Apoiam o projeto além de Sávio, nomes como Joel Gomes, Hidalberto Lima, os ex-vereadores Orlando da Cacimbinha e Inácio Marques, além de Mateus Perazzo,  Domênico Perazzo, De Assis Gomes, Sergio Souto e outros. A vaga de vice pode sair do grupo ou de alguma composição definida no futuro.

Candidatos ao Governo prestigiam Missa do Vaqueiro

da Folha de Pernambuco A Missa do Vaqueiro, em Serrita, no Sertão pernambucano, uma das mais importantes manifestações da religiosidade e da cultura sertanejas, foi parada obrigatória, neste domingo (27), para os candidatos ao Governo do Estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), e pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro Neto (PTB). O […]

ARMANDO MONTEIRO, CANDIDATO AO GOVERNO DE PE PELA COLIGACAO ¨PE

da Folha de Pernambuco

A Missa do Vaqueiro, em Serrita, no Sertão pernambucano, uma das mais importantes manifestações da religiosidade e da cultura sertanejas, foi parada obrigatória, neste domingo (27), para os candidatos ao Governo do Estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), e pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro Neto (PTB).

O petebista esteve acompanhado do senador Humberto Costa (PT) e de lideranças políticas regionais. Junto a deputados federais e estaduais, além de candidatos à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Armando ouviu dos sertanejos palavras de incentivo e demandas da região.

Ao fim do ato religioso em homenagem ao vaqueiro Raimundo Jacó, Armando foi até o altar e cumprimentou os sacerdotes que celebraram a missa, além do bispo de Salgueiro, dom Magnus Henrique Lopes, que presidiu a cerimônia.

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Já o candidato da Frente Popular, Paulo Câmara, acompanhou a Missa do Vaqueiro acompanhado pelo governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), e pelo postulante ao Senado, Fernando Bezerra Coelho (PSB).

“A Missa do Vaqueiro é um importante acontecimento que resgata a força desse ícone de nossa cultura, que é o vaqueiro”, afirmou, ressaltando que prestigiará, caso eleito governador, outras edições da missa. “Estarei todos os anos aqui”, prometeu.

O caráter religioso do evento foi destacado pelo ex-ministro Fernando Bezerra Coelho. Sertanejo de Petrolina, o socialista afirmou que em missas como a do Vaqueiro aproveita para pedir ajuda para a região. “É um evento religioso muito importante, que nos dá a oportunidade de pedir para que o Sertão possa atravessar suas dificuldades. É sempre bom vir aqui”, exaltou.

Ministra Nísia Trindade grava vídeo em apoio a Márcia Conrado

Em um vídeo divulgado neste sábado (28), nas redes sociais da prefeita Márcia Conrado, a Ministra da Saúde do governo Lula, Nísia Trindade, declarou publicamente seu apoio à reeleição de Márcia Conrado para a prefeitura de Serra Talhada. “O governo do presidente Lula é a garantia de um Brasil melhor para todos. Trouxemos de volta […]

Em um vídeo divulgado neste sábado (28), nas redes sociais da prefeita Márcia Conrado, a Ministra da Saúde do governo Lula, Nísia Trindade, declarou publicamente seu apoio à reeleição de Márcia Conrado para a prefeitura de Serra Talhada.

“O governo do presidente Lula é a garantia de um Brasil melhor para todos. Trouxemos de volta o Mais Médicos, o Farmácia Popular, o Brasil Sorridente e ainda criamos programas como o Mais Acesso a Especialistas”, frisou Nísia sobre as ações do governo Lula em prol da melhoria na saúde do povo brasileiro.

A ministra ainda ressalta que “ninguém governa sozinho. Precisamos estar juntos, trabalhando para melhorar a sua vida, e a vida de sua família. Agora é hora de votar em quem vai nos ajudar a colocar a sua cidade no rumo certo”. E conclui: “Em Serra Talhada, peço o seu voto para Márcia Conrado. Vote no time do presidente Lula. Vote 13”. 

Na mesma postagem, Márcia agradeceu o carinho. “Fico superfeliz em contar com o apoio da Ministra da Saúde, Nísia Trindade, e do governo do presidente Lula, que têm trabalhado incansavelmente para trazer de volta programas essenciais para todos. Juntos, estamos cuidando da saúde do nosso povo e transformando vidas. No dia 6, conto com o seu voto, para que nossa cidade continue se desenvolvendo”, concluiu a prefeita.