AMUPE debate transparência e participação social em Carnaíba
Por Nill Júnior
A cidade de Carnaíba sediou o Projeto Gestão Cidadã. Promovido pela AMUPE o projeto percorre várias regiões do estado de Pernambuco.
O Projeto Transparência e Participação Social para a demonstração da Gestão Pública Local acontece em 16 municípios do Sertão e do Agreste com a realização de oficinas.
O evento contou com palestra de Abelardo Lessa da Controladoria Geral da União com o tema “As Plataformas do E-Ouve e E-Sic”. O debate mostrou a necessidade dos gestores ouvirem a população para fazer uma boa administração. Também da importância de publicação dos atos no Portal da Transparência para que a sociedade possa acompanhar de perto as ações do governo e atenda à Lei de Acesso à Informação.
“Estamos construindo o Pátio da Feira em Carnaíba. Esta obra estipulada pela tabela do Tribunal de Contas do Estado (TCE) custaria em torno de 400 mil . Através do Micro Empreendedor Individual (MEI) vamos investir R$ 237 mil”, disse o prefeito anfitrião, Anchieta Patriota.
Ele ainda citou uma economia significativa na compra de produtos para merenda escolar após pesquisa em supermercados de Carnaíba.
Foram afetados os municípios de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Ingazeira, Itapetim e Sertânia O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEDUH), rescindiu uma série de convênios de cooperação financeira assinados pelo ex-governador Paulo Câmara durante o mês de dezembro, no fim do seu mandato. As rescisões, unilaterais, foram assinadas […]
Foram afetados os municípios de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Ingazeira, Itapetim e Sertânia
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEDUH), rescindiu uma série de convênios de cooperação financeira assinados pelo ex-governador Paulo Câmara durante o mês de dezembro, no fim do seu mandato.
As rescisões, unilaterais, foram assinadas pela secretária Simone Benevides de Pinho nesta quarta-feira (8) e divulgadas no Diário Oficial de Pernambuco, desta quinta-feira (9).
Para a decisão, o Governo de Pernambuco usou como fundamentação, “o Decreto Estadual nº 54.394, de 5 de janeiro de 2023, que dispõe sobre a racionalização e o controle de despesas públicas no âmbito do Estado de Pernambuco; ausência de previsão orçamentária na LOA de 2023 para os referidos convênios”.
Foram afetados os municípios de Afogados da Ingazeira, comandado pelo prefeito Alessandro Palmeira (PSB); Brejinho, do prefeito Gilson Bento (Republicanos); Ingazeira, do prefeito Luciano Torres (PSB); Itapetim, do prefeito Adelmo Moura (PSB); e Sertânia, do prefeito Ângelo Ferreira (PSB), coincidentemente, ou não, todos são considerados redutos socialistas.
Dos municípios prejudicados, os prefeitos de Afogados da Ingazeira e Ingazeira, apoiaram Raquel Lyra no segundo turno das eleições de 2022. Todos apoiaram Danilo no primeiro turno.
Com a rescisão, as prefeituras destas cidades não receberão os aportes financeiros do Governo de Pernambuco que estavam sendo esperados por contas destes convênios.
Em contato com o blog, o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Danilo Augusto, informou, que como presidente da Casa, tomou a decisão de antecipar parte do 13º salário dos servidores do Legislativo. “Sabemos que esse dinheiro extra representa muito para quem está servidor, especialmente nessa hora de crise e dificuldades financeiras. Vamos seguir […]
Em contato com o blog, o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Danilo Augusto, informou, que como presidente da Casa, tomou a decisão de antecipar parte do 13º salário dos servidores do Legislativo.
“Sabemos que esse dinheiro extra representa muito para quem está servidor, especialmente nessa hora de crise e dificuldades financeiras. Vamos seguir firmes, trabalhando para melhorar a vida das pessoas, especialmente das que mais precisam.” Afirmou o presidente.
Quem assume seu lugar é Eduíno Filho O Secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Jarbas Oliveira, caiu da função na gestão Wellington Maciel. Jarbas e o prefeito foram alvo de representação eleitoral contra abuso de poder político. O candidato a deputado estadual Luciano Rodrigues Pacheco também foi alvo. Segundo denúncia de Israel Rubis, em […]
O Secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Jarbas Oliveira, caiu da função na gestão Wellington Maciel.
Jarbas e o prefeito foram alvo de representação eleitoral contra abuso de poder político.
O candidato a deputado estadual Luciano Rodrigues Pacheco também foi alvo.
Segundo denúncia de Israel Rubis, em um evento político realizado na cidade, no último dia 2 de setembro, o prefeito promoveu um arrastão em prol de Pacheco, seguido por um comício e inauguração do comitê do candidato a estadual.
Um ônibus que presta serviços à Secretaria de Serviços e Meio Ambiente foi utilizado para transportar eleitores até o local, bem como os ônibus contratados pela Secretaria de educação.
A Desembargadora Virgínia Gondim Dantas concedeu a liminar, determinando ao Secretário apresentar as imagens do pátio da Secretaria no dia do evento, , para ver a saída e entrada de veículos.
A dúvida é se a exoneração foi causada pelo ato do Secretário, ou um álibi para a defesa de Wellington Maciel e Luciano Pacheco.
Ainda há a possibilidade de acomodação política, já que quem assume seu lugar é Eduíno Filho, que anunciou apoio a Luciano Pacheco. O famoso dois coelhos de uma cajadada só.
A abertura da caixa preta da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde estão preocupando a bancada de vereadores do governo Wellington Maciel (MDB). Eles entraram na justiça para barrar o funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito que visa investigar irregularidades na AESA. No dia em que estava marcada a primeira reunião da CPI, os parlamentares […]
A abertura da caixa preta da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde estão preocupando a bancada de vereadores do governo Wellington Maciel (MDB).
Eles entraram na justiça para barrar o funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito que visa investigar irregularidades na AESA.
No dia em que estava marcada a primeira reunião da CPI, os parlamentares que na Casa James Pacheco disseram que nada tinham a esconder, entraram com um mandado de segurança contra ela.
Alegam a prática de atos ilegais, arbitrários e abusivos ao direito líquido e certo destes impetrantes com fundamento no Regimento Interno da Câmara dos Vereadores, praticados pelo presidente da Câmara, o vereador Weverton Siqueira.
No pedido formulado pelos vereadores Luciano Pacheco (Patriota), Luiza Margarida (PSB), João Marcos (MDB), Sargento Brito (PTC), Everaldo Lira (PTB) e João Taxista (PSB), para que a Justiça suspenda o funcionamento da CPI ou que a justiça interfira no funcionamento do Poder Legislativo determinando até como a Câmara de Vereadores deva ou não agir pedindo que a criação seja votado em plenário, o que contraria o Regimento Interno da casa legislativa e Lei Orgânica do Município.
Mas, ao se analisar todo o pedido feito através do mandado de segurança com pedido de liminar, descobre-se qual o verdadeiro objetivo dos seis vereadores e do governo Wellington Maciel que é o arquivamento da CPI como está descrito no item “e” do pedido.
A presidente da CPI, a vereadores Célia Galindo (PSB) tinha marcado para essa sexta-feira (25), a primeira reunião da comissão para definir o cronograma de atuação, mas pelo visto deve ter algo muito maior escondido sob o manto da AESA além do descumprimento da lei e da redução dos descontos das mensalidades dos alunos à sua revelia.
“Assim como seguimos todos os procedimentos legais para a criação e instalação da CPI, como manda o Regimento Interno da Câmara de Vereadores e a Lei Orgânica do Município, que são maiores que nós vereadores, respeitamos os vereadores governistas que tentam na justiça barrar a verdade sobre o que acontece na AESA. Como legalistas, defensores da lei e da transparência, vamos aguardar a decisão da justiça na certeza de que a verdade prevalecerá em Arcoverde”, afirmaram a vereadora Célia Galindo e o vereador Rodrigo Roa que fazem parte da CPI.
Os vereadores Zirleide Monteiro (PTB) e Siqueirinha, que não integram a comissão parlamentar de inquérito, disseram estranhar o comportamento dos vereadores da bancada do governo, já que durante as últimas sessões diziam abertamente que nada tinham a esconder.
“Se não tem nada a esconder, se tá tudo direito na AESA, se foi correto fazer os estudantes pagarem mais que a lei, então porque tanto desespero para tentar barrar a CPI?”, questionaram.
Projeto foi de autoria do vereador Alexandre Laet (PT) e agora vai a sansão da prefeita Pollyana Abreu Na sessão desta terça-feira, dia 12 de agosto de 2025, a Câmara Municipal de Sertânia aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei de autoria do vereador Alexandre Laet (PT), que visa proibir o uso de fogos de […]
Projeto foi de autoria do vereador Alexandre Laet (PT) e agora vai a sansão da prefeita Pollyana Abreu
Na sessão desta terça-feira, dia 12 de agosto de 2025, a Câmara Municipal de Sertânia aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei de autoria do vereador Alexandre Laet (PT), que visa proibir o uso de fogos de artifício com estampidos como rojões, foguetes barulhentos ou artefatos pirotécnicos ruidosos em todo o município, incluindo eventos públicos e privados.
A proposta busca proteção à saúde e bem-estar de idosos, crianças, pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e animais, que são especialmente afetados pelos ruídos intensos.
A lei permite o uso apenas de fogos silenciosos ou de baixo impacto sonoro, aqueles com efeito visual predominante, como os de Classe A, com limite máximo de 65 decibéis, conforme a regulamentação federal vigente e normas técnicas (NBR 10.151 e NBR 10.152).
Em caso de descumprimento, o texto prevê advertência, apreensão do material e, a partir da segunda infração, multa, e até instauração de inquérito policial, com base no artigo 330 do Código Penal. A regulamentação da lei e a definição dos valores das multas caberão ao Executivo municipal, que terá até 90 dias após a sanção para isso.
Alexandre Laet justificou a proposição como uma medida necessária para promover comemorações inclusivas, sustentáveis e respeitosas, sem impedir festas ou eventos, mas adaptando-os para garantir mais segurança, menos poluição sonora e harmonia social. Agora, o texto precisa ser sancionado pela prefeita Pollyana Abreu.
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