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Afogados terá 1º laboratório fitoterápico público com normas da ANVISA do Nordeste

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados está construindo o primeiro laboratório fitoterápico público do SUS, no âmbito dos redes municipais de saúde, em todo o Nordeste.

A unidade está sendo construída pela secretaria municipal de saúde, no espaço da sementeira, no bairro São Francisco, obedecendo a todas as normas da ANVISA.

O laboratório integra o programa Farmácia Viva, e vai possibilitar a ampliação da oferta de produtos fitoterápicos que são disponibilizados, gratuitamente, para a população de Afogados, usuária do SUS. A perspectiva é que o laboratório seja inaugurado dentro dos próximos 90 dias.

“O custo do laboratório é fruto de uma parceria com o Ministério da Saúde e servirá como campo de prática para outros municípios que queiram implantar a mesma estratégia em seu território. Hoje já dispensamos 28 tipos de fitoterápicos e com a inauguração planejamos aumentar essa oferta para a nossa população,” afirmou o Secretário de saúde de Afogados, Artur Amorim.

Outras Notícias

Ingazeira: vereador Dorneles adere ao bloco governista

O prefeito da Ingazeira Luciano Torres (PSB) realizou a entrega do abastecimento simplificado da comunidade do Manuíno. O gestor esteve acompanhado do Secretário Municipal de Agricultura, Antônio Carlos, dos vereadores Dorneles Alencar e Gustavo Veras. A obra vai beneficiar mais de 20 famílias e foi executada com recursos do Governo do Estado e contrapartida da […]

O prefeito da Ingazeira Luciano Torres (PSB) realizou a entrega do abastecimento simplificado da comunidade do Manuíno.

O gestor esteve acompanhado do Secretário Municipal de Agricultura, Antônio Carlos, dos vereadores Dorneles Alencar e Gustavo Veras.

A obra vai beneficiar mais de 20 famílias e foi executada com recursos do Governo do Estado e contrapartida da Prefeitura Municipal.

De acordo com o blogueiro Júnior Finfa,  o prefeito Luciano Torres (PSB), confirmou que o ato marcou o ingresso do vereador Dorneles Alencar ao seu grupo político.

Dorneles foi eleito pela oposição, como filiado ao MDB, sendo o quarto vereador mais votado, obtendo 295 votos.

Kaio Maniçoba requer depoimento de Pedro Barusco na CPI da Petrobras

O deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE), eleito 3º vice-presidente na CPI da Petrobras, já teve dois requerimentos aprovados pelos integrantes da comissão na segunda reunião do colegiado realizada nesta quinta-feira (5), em Brasília. Um deles é sobre a convocação para a CPI do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, quem acusou o PT, em […]

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O deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE), eleito 3º vice-presidente na CPI da Petrobras, já teve dois requerimentos aprovados pelos integrantes da comissão na segunda reunião do colegiado realizada nesta quinta-feira (5), em Brasília.

Um deles é sobre a convocação para a CPI do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, quem acusou o PT, em delação premiada, de receber entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propina de 90 contratos da estatal entre 2003 e 2013. O presidente da CPI, Hugo Motta (PMDB-PB), quer ouvir Barusco ainda na próxima terça-feira (10), quando acontece a terceira comissão.

De acordo com o deputado Kaio Maniçoba, o depoimento do ex-gerente da Petrobras “vai ajudar a esclarecer um dos maiores escândalos de corrupção já visto na história do Brasil, e a atuação dos deputados segue firme em defesa do país”.

O outro requerimento do deputado pernambucano diz respeito à solicitação ao Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Federal (MPF) e Controladoria Geral da União (CGU) para não fazerem acordo de leniência com empresas.

Afogados: programa visa reduzir impactos do descarte de medicamentos vencidos

O aumento exponencial da população mundial e, sobretudo, o seu envelhecimento, tem aumentado o consumo de medicamentos. No Brasil, entre 2002 e 2016, a população aumentou de 180 para 205 milhões de pessoas, com maior percentual proporcional de idosos. Nesse mesmo período, a venda de medicamentos passou de 500 milhões de unidades (caixas) para 3,5 […]

O aumento exponencial da população mundial e, sobretudo, o seu envelhecimento, tem aumentado o consumo de medicamentos. No Brasil, entre 2002 e 2016, a população aumentou de 180 para 205 milhões de pessoas, com maior percentual proporcional de idosos. Nesse mesmo período, a venda de medicamentos passou de 500 milhões de unidades (caixas) para 3,5 bilhões de unidades, segundo dados do IBGE e do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas (Sindusfarma).

O aumento na produção e consumo, por sua vez, tem impactos decisivos no meio-ambiente, pois uma vez descartados de forma irregular, os medicamentos podem ser tóxicos a diversas espécies, incluindo os seres humanos. As substâncias também podem poluir águas superficiais e subterrâneas, além do solo.

Visando minimizar esse problema e contribuir para a preservação do meio-ambiente, a Prefeitura de Afogados criou o programa “Farmácia ambiental”. Foram instaladas em todas as unidades de saúde da área urbana do município, pontos de coleta de medicamentos em desuso ou vencidos, que estão nas residências, muitas vezes mal acondicionados. Na maioria das vezes, esses medicamentos são descartados como lixo comum, o que é inapropriado, para dizer o mínimo.

“A população poderá descartar esses medicamentos na unidade de saúde mais próxima de sua residência. A coleta será semanal, e feita pela empresa que recolhe o lixo hospitalar de nossas unidades, através de um contrato que firmamos. Esses medicamentos não mais irão para o meio-ambiente, sendo incinerados, seguindo todas as normas e diretrizes da legislação,”informou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.

Segundo o Secretário de saúde, a orientação do Prefeito José Patriota, é que o programa seja expandido para todas as unidades da zona rural, o que deverá ser feito nas próximas semanas.

FPM: 3ª parcela de março chega a R$ 5,6 bi

Os municípios brasileiros recebem, nesta segunda-feira (30), a terceira parcela de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, as prefeituras vão partilhar R$ 5,6 bilhões. O valor é cerca de 1% menor do que o transferido no mesmo decêndio de 2025, quando o montante somou R$ 5,7 bilhões. Na avaliação do especialista […]

Os municípios brasileiros recebem, nesta segunda-feira (30), a terceira parcela de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, as prefeituras vão partilhar R$ 5,6 bilhões.

O valor é cerca de 1% menor do que o transferido no mesmo decêndio de 2025, quando o montante somou R$ 5,7 bilhões.

Na avaliação do especialista em orçamento público, Cesar Lima, apesar de pequena, a queda acende um novo sinal de alerta, sobretudo diante da possibilidade de os municípios perderem receita devido às regras sobre a nova faixa de isenção do Imposto de Renda.

“Pode ser um efeito da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e da diminuição das alíquotas para quem ganha até R$ 7.350, um impacto já direto no FPM e nas contas municipais. Vamos continuar acompanhando e verificar se esse resultado se confirma nos próximos meses”, destaca.

Atualmente, o FPM é formado por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Ministério da Saúde vai comprar 46 milhões de doses da Coronavac

Em meio a uma guerra política, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que vai comprar cerca de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.  A informação é do Diário de Pernambuco. A vacina, que foi motivo de ínumeras brigas […]

Em meio a uma guerra política, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que vai comprar cerca de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.  A informação é do Diário de Pernambuco.

A vacina, que foi motivo de ínumeras brigas entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), agora fará parte do plano de imunização brasileiro.

As informações são da CNN Brasil e foram confirmadas por três governadores para a emissora: Helder Barbalho (MDB), do Pará; Wellington Dias (PT), do Piauí; e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte.

Segundo eles, o acordo inclui todas as doses que o Governo de São Paulo havia negociado com a Sinovac e prevê exclusividade. Ou seja, o Ministério da Saúde comprará as vacinas do Butantan, mas o instituto não poderá mais negociar diretamente com outros estados.

Ainda segundo os governadores, as primeiras 9 milhões de doses já chegarão em janeiro e serão utilizadas em conjunto com a vacina de Oxford e da AstraZeneca, contratada pelo governo federal há alguns meses.

O grande motivo para o embate entre o governador de São Paulo e o presidente da República é o imunizante produzido pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Entre as tentativas de Dória para garantir de imediato a aquisição de milhões de doses até o negacionismo de Bolsonaro pondo em dúvida a origem – a China, país comunista – e a eficácia do produto, a vacina CoronaVac vem provocando intensas guerras políticas no Brasil.

Dois dos principais nomes para as eleições de 2022, Bolsonaro e Doria trocaram farpas sobre o assunto. O presidente chegou a chamar o governador de “médico do Brasil” e ainda comemorou a morte de um dos pacientes do estudo, o que fez a pesquisa sofrer uma paralisação. 

Em outubro deste ano, o ministro da Saúde anunciou, em uma reunião com mais de 23 governadores, a compra do imunizante chinês. Menos de 24 horas depois, a aquisição foi desautorizada pelo presidente em live feita pelo Instagram. Na época, o anúncio gerou polêmica entre os governadores polarizando ainda mais a guerra política.

Em 1º de dezembro, o governo federal divulgou sua estratégia “preliminar” para a vacinação dos brasileiros. Nesse calendário, a CoronaVac foi excluída, o que incentivou o governo paulistano a dar uma resposta imediata.

Um dia depois, o governo de São Paulo oficializou o programa de vacinação estadual, a ser realizado sem apoio do governo federal. A imunização deve começar em 25 de janeiro de 2021.

Com a compra pelo Ministério da Saúde, o governo paulistano deve ser proibido de distribuir a vacina por conta própria.