Aeroporto do Recife tem ao menos oito voos cancelados devido a casos de Covid e gripe
Por André Luis
Neste sábado (15), os voos cancelados até o início da tarde eram das companhias aéreas Azul e Latam.
g1 PE
Pelo menos oito voos que sairiam do Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, no Recife, foram cancelados neste sábado (15). Os cancelamentos ocorreram devido ao aumento de casos de Covid-19 e de gripe, causada pela epidemia do vírus da Influenza A H3N2.
Entre os voos cancelados, sete eram da Azul Linhas Aéreas e mais um era da empresa Latam. O levantamento foi feito com base no sistema da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
Na segunda-feira (10), 21 voos programados não partiram do Recife. Na terça-feira (11), 11 voos foram cancelados. Na quarta-feira (12), foram 21 partidas canceladas. Na sexta, mais dez voos foram cancelados.
A partir desta sexta-feira (23), crianças de 6 meses a 2 anos (2 anos, 11 meses e 29 dias), independente de comorbidades, já podem tomar a vacina contra a Covid-19. A definição, pactuada com os municípios, visa ampliar a cobertura vacinal e utilizar os estoques de vacinas nos postos de saúde. Em Pernambuco, 330.378 crianças […]
A partir desta sexta-feira (23), crianças de 6 meses a 2 anos (2 anos, 11 meses e 29 dias), independente de comorbidades, já podem tomar a vacina contra a Covid-19.
A definição, pactuada com os municípios, visa ampliar a cobertura vacinal e utilizar os estoques de vacinas nos postos de saúde.
Em Pernambuco, 330.378 crianças estão contempladas por fazer parte desta faixa etária.
Diferentemente dos demais grupos populacionais, as crianças menores de 3 anos devem receber a proteção contra o novo coronavírus em três doses, sendo as duas primeiras com intervalo de, no mínimo, 3 semanas (21 dias), seguidas por uma terceira dose que deve ser administrada pelo menos 2 meses (8 semanas) após a segunda dose.
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) derrubou nesta terça-feira (23) uma decisão liminar (provisória) proferida na semana passada pelo conselheiro Valter Shuenquener que suspendeu uma investigação sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposta ocultação de patrimônio, relativa a um apartamento triplex no Guarujá (SP). A investigação é realizada pelo Ministério Público […]
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) derrubou nesta terça-feira (23) uma decisão liminar (provisória) proferida na semana passada pelo conselheiro Valter Shuenquener que suspendeu uma investigação sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposta ocultação de patrimônio, relativa a um apartamento triplex no Guarujá (SP). A investigação é realizada pelo Ministério Público de São Paulo.
Além de autorizar a retomada das apurações, a decisão também manteve à frente do caso o promotor Cássio Conserino, que anunciou, em entrevista à revista “Veja”, que já tinha elementos para denunciar o petista, a quem atribui a verdadeira posse do imóvel.
Em outra frente, a Operação Lava Jato, do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, investiga todos os imóveis do condomínio no Guarujá onde fica o triplex. Alguns apartamentos do Solaris eram da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) e, em 2009, foram assumidos pela OAS. A PF suspeita que a empreiteira usava os imóveis para pagar propinas de contratos fechados com estatais.
A defesa de Lula nega que ele seja o dono e que teve apenas a opção de compra pela cooperativa de bancários Bancoop, desistindo do negócio em 2014.
Na sessão desta terça, o CNMP analisou pedido do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) para encaminhar a investigação para outro promotor, alegando que o caso foi remetido para Conserino de maneira “encomendada”. O pedido levou à suspensão de um depoimentoque Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia prestariam na última quarta (17) sobre o caso.
Relator do pedido no CNMP, o conselheiro Valter Shuenquener considerou irregular a forma como a apuração sobre Lula foi iniciada por Conserino, por contrariar o princípio do “promotor natural”, norma que obriga novas investigações a serem iniciadas por “livre distribuição”.
Ao final, porém, o relator votou para que o caso de Lula fosse mantido com Conserino para não haver anulação dos atos já adotados na apuração, em favor da “segurança jurídica”. Seu voto foi acolhido na íntegra por unanimidade entre os membros do CNMP.
Por Anchieta Santos Com o tema “O Reino do Baião na Capital do São João”, a cidade de Arcoverde, divulgou ontem sexta-feira (5) como serão seus festejos juninos. Alguns destaques da programação, que começa no dia 20 de junho, são Chitãozinho e Xoxoró, Gabriel Diniz, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Petrúcio Amorim. Cerca de 700 […]
Com o tema “O Reino do Baião na Capital do São João”, a cidade de Arcoverde, divulgou ontem sexta-feira (5) como serão seus festejos juninos. Alguns destaques da programação, que começa no dia 20 de junho, são Chitãozinho e Xoxoró, Gabriel Diniz, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Petrúcio Amorim. Cerca de 700 mil pessoas são esperadas na cidade durante o período dos shows, que vai até o dia 28. O que caracteriza a festa deste ano é a mistura de ritmos.
De acordo com a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, a grade tem 70% de artistas de Pernambuco. Os homenageados do São João 2015 são os forrozeiros arcoverdenses Paulinho Leite, Mazinho, Wagner Carvalho e George Silva. Cada um terá uma noite específica de festa, com direito a participação especial de um artista convidado.
Ao todo, a cidade terá 10 polos de animação, sendo oito com atrações artísticas e culturais, com shows, espetáculos teatrais e recitais. Os espaços serão divididos em: Multicultural (central), Vila de Rio Branco, Gastronomia, Diversão, Raízes do Coco, Artes, Pé de Serra, Forrogospel e Budega da Poesia. Entre as atrações Geraldo Azevedo
Urgente A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu aplicar pena de 27 anos e 3 meses, em regime inicial fechado, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi condenado, nesta quinta-feira (11), por tentativa de golpe de Estado. Ele pode recorrer da decisão. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, defendeu uma pena […]
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, defendeu uma pena mais dura para Bolsonaro por liderar a organização criminosa que tentou tomar o poder no Brasil. Ponderou, no entanto, que o fato de o ex-presidente ter mais de 70 anos deveria reduzir a pena.
A posição foi acompanhada pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Por ter absolvido o ex-presidente, Fux decidiu não apresentar dosimetria.
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