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A força de Pernambuco na era Temer

Por Nill Júnior

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Da coluna de hoje de Magno Martins

Na era Temer, instalada ontem com a posse do vice-presidente Michel Temer (PMDB) na Presidência da República, decorrente da aprovação da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma pelo Senado, Pernambuco ganhou um baita espaço na Esplanada dos Ministérios. Quatros pastas ou cinco se levar em conta que o ministro do Planejamento, Romero Jucá, também é pernambucano, embora seja Roraima seu Estado de representação política no Congresso como senador.

Ganham relevância e gabinetes fortes e estratégicos Mendonça Filho, na Educação, Fernando Bezerra Filho, em Minas e Energia, Bruno Araújo, em Cidades, e Raul Jungmann, na Defesa. Todos eles chegam por indicação partidária, com exceção de Fernando Filho, que é do PSB, partido que fechou questão contra cargos no Governo Temer. Mendonça foi bancado pelo DEM, Bruno pelo PSDB e Raul pelo PPS.

Pernambuco sempre teve uma participação relevante em Brasília. Ex-governador, deputado federal e estadual, Agamenon Magalhães foi ministro da Justiça e Trabalho do governo Getúlio Vargas na década de 30 do século passado. Ele está na lista dos políticos locais que tiveram a honra e o desafio de conduzir um ministério. O senador Armando Monteiro é neto do ex-ministro e foi convocado recentemente para assumir a pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Após a redemocratização, na década de 80, Pernambuco sempre marcou presença no primeiro escalão da presidência da República independente do partido que estava no poder. Marco Maciel foi um dos ministros mais influentes na era Sarney, ocupando o Ministério da Educação e a Casa Civil, sendo depois vice-presidente na chapa de FHC.

Fora Armando, o último ministro do Estado foi Fernando Bezerra Coelho (PSB), que esteve à frente da pasta de Integração Nacional de 2011 a 2013 no governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele deixou o posto e pouco tempo depois passou a fazer oposição à petista. Com o PT à frente do governo federal, aliás, não faltaram ministros pernambucanos. O senador Humberto Costa (PT), embora tenha nascido em Campinas (SP), tem sua história política atrelada ao Estado.

Ele chefiou o ministério da Saúde de 2003 a 2005 no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No cargo, criou a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e coordenou programas importantes, mas ficou marcado por ter seu nome envolvido em fraudes na contratação de hemoderivados.

O esquema foi batizado como Operação Vampiro e Humberto foi inocentado pelo Ministério Público das suspeitas de envolvimento com o desvio de recursos. Quem também teve espaço no governo Lula foi Eduardo Campos, falecido este ano em um acidente aéreo em Santos. Ele foi o titular do Ministério de Ciência e Tecnologia entre 2004 e 2005 se aproximou bastante do petista nesse período. Após deixar o cargo, Eduardo começou a pavimentar o seu caminho para disputar o governo estadual em 2006.

Já José Múcio, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), dirigiu o Ministério das Relações Institucionais entre 2007 e 2009. Gustavo Krause passou pelo ministério da Fazenda em 1992 no governo Itamar Franco e depois assumiu a pasta de Meio Ambiente na gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Outro pernambucano que foi ministro da era FHC é Raul Jungmann (PPS), encarregado do Ministério do Desenvolvimento Agrário entre 1999 e 2002.

Outras Notícias

Bloco a Cobra Vai Subir arrasta multidão no último dia de Carnaval em Afogados da Ingazeira

Por Anchieta Santos Animado pela banda Vizzu e com a presença do ilustre torcedor Jesus Tricolor, o bloco “A Cobra Vai Subir”, que homenageia o Santa Cruz Futebol Clube, arrastou uma verdadeira multidão pelas ruas de Afogados da Ingazeira nesta terça-feira de Carnaval. Em sua nona edição, o bloco reuniu tricolores, simpatizantes, torcedores de outros […]

Jesus Tricolor, Ênio Amorim, Tony Medeiros e Aldo Vidal, nos estúdios da Rádio Pajeú
Jesus Tricolor, Ênio Amorim, Tony Medeiros e Aldo Vidal, nos estúdios da Rádio Pajeú

Por Anchieta Santos

Animado pela banda Vizzu e com a presença do ilustre torcedor Jesus Tricolor, o bloco “A Cobra Vai Subir”, que homenageia o Santa Cruz Futebol Clube, arrastou uma verdadeira multidão pelas ruas de Afogados da Ingazeira nesta terça-feira de Carnaval.

Em sua nona edição, o bloco reuniu tricolores, simpatizantes, torcedores de outros clubes pernambucanos, tabaqueiros, virgens e foliões em geral que curtiram o desfile do último bloco na avenida esse ano.

“O bloco é incrível, uma energia contagiante, fiquei muito feliz em ter sido convidado para vir prestigiar”, disse Jesus Tricolor. O repórter da TV Asa Branca, Franklin Portugal, destacou a grandeza do bloco.

Ele esteve participando da programação especial da Rádio Pajeú e destacou que no período carnavalesco ele atua como uma espécie de embaixador tricolor. Apesar da rivalidade, ele afirmou que se relaciona bem com torcedores de Sport e Náutico. “Às vezes tem uma mensagem ofensiva no Face, mas vou lá, deleto e tudo bem”.

“Eu viajo por todo o Estado, mas nunca encontrei um bloco tão animado como esse do Santa Cruz em Afogados. Fiz questão de vir hoje só para curtir a festa”, disse ele ao blog de Juliana Lima. Após o desfile da Cobra, a programação foi encerrada com o tradicional desfile das virgens na Praça de Alimentação e na sequência apresentação da orquestra Show de Frevo.

 

As Severinas comemoram dez anos

Do Diario de Pernambuco O trio As Severinas, do Sertão do Pajeú, lançou recentemente o documentário “As Severinas – 10 anos”, disponível no canal do YouTube da banda. Com direção de Eduardo Crispim; Isabelly Moreira (triângulo, vocais e declamações), Monique D’Angelo (vocal e sanfona) e Marília Correia (zabumba) detalham como a espontaneidade e a amizade […]

Do Diario de Pernambuco

O trio As Severinas, do Sertão do Pajeú, lançou recentemente o documentário “As Severinas – 10 anos”, disponível no canal do YouTube da banda.

Com direção de Eduardo Crispim; Isabelly Moreira (triângulo, vocais e declamações), Monique D’Angelo (vocal e sanfona) e Marília Correia (zabumba) detalham como a espontaneidade e a amizade foram a base para surgimento da banda há 10 anos, além do seu amadurecimento ao longo desse tempo.

O universo do pé de serra, forró, cantoria de viola, xote, xaxado, baião está presente na obra do trio como lembram os depoimentos de músicos, produtores e amigos e amigas no documentário, a exemplo do poeta Antonio Marinho e do Patrimônio Vivo de Pernambuco, o poeta Dedé Monteiro, além da artista Luna Vitrolira. A edição também traz registros de shows e uma conversa descontraída com As Severinas.

“Nós buscamos cultivar as nossas raízes, refazendo o modo de cantar a obra de artistas consagrados como Marinês, Anastácia, Dominguinhos e tantos outros nomes. Também introduzimos trabalhos que gostamos, como Vander Lee, Elton Moraes, Chico César, e por aí vai, dando uma nova roupagem, misturando as formas”, comenta Isabelly Moreira, responsável pelo roteiro. Os shows do trio também são marcados por declamações de poetas populares, com versos autorais e de Rafaelzinha, Simone Passos, Mocinha de Passira, João Paraibano e mais.

O documentário tem o incentivo da Lei Aldir Blanc, do Governo de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Cultural Cabras de Lampião. A fotografia é de Eduardo Crispim, com som de David Oliveira, tratamento de roteiro de Maria Rufino e execução da Madre Filmes.

Assista ao documentário As Severinas – 10 anos, disponível no canal do youtube da banda, neste link.

Luciano Duque comemora inauguração do Sesc Serra Talhada

O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, comemorou a inauguração do mais novo Sesc em Pernambuco realizada nessa quarta-feira (8), o Sesc Serra Talhada.  “Um empreendimento que nasceu lá atrás, ainda no governo do ex-prefeito Carlos Evandro, e que foi consolidado durante o nosso governo, quando o saudoso Josias Albuquerque, ex-presidente da Fecomercio, veio a […]

O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, comemorou a inauguração do mais novo Sesc em Pernambuco realizada nessa quarta-feira (8), o Sesc Serra Talhada. 

“Um empreendimento que nasceu lá atrás, ainda no governo do ex-prefeito Carlos Evandro, e que foi consolidado durante o nosso governo, quando o saudoso Josias Albuquerque, ex-presidente da Fecomercio, veio a Serra Talhada para receber a escritura do terreno onde hoje está implantado o Sesc, aos pés da nossa famosa Serra”, contou Duque. 

O ex-prefeito de Serra Talhada aproveitou ainda para agradecer o empenho de empresários que contribuíram diretamente para que a inauguração se tornasse realidade. 

“Lembro quando anunciávamos  que traríamos todo o sistema S para Serra Talhada algumas pessoas duvidavam que isso fosse possível, mas com determinação e comprometimento criamos as condições para que hoje fosse uma realidade. E foi exatamente durante o nosso governo, que atraímos a implantação de todo o Sistema S  para Serra Talhada, recebendo um grande investimento com implantação do Sest Senat, do próprio Sesc e de um dos mais modernos complexo do Senac, que já teve a sua obra iniciada, o que consolida Serra Talhada como um grande polo indutor de desenvolvimento”, agradeceu. 

Além disso, Luciano também falou de nomes de empresários que já estiveram à frente da CDL e contribuíram com essa conquista. “Relembro os nomes de Everaldo Lima, Reginaldo Souza, Marcus Godoy e Mauricio Melo, além do fundador, meu pai, João Duque. Claro que não poderia também deixar de agradecer ao presidente do Sindcom, Francisco Mourato, peça fundamental durante todo o processo de atração do sistema S para Serra Talhada; e ao meu irmão, grande empresário e articulador para essas grandes conquistas, Murilo Duque, também presidente do SetSertão”. 

“Agradeço ainda ao amigo Bernardo Peixoto – presidente da Fecomercio, por continuar a obra de Josias Albuquerque, que já não está mais entre nós, mas que deixou um grande legado para Serra Talhada, com um extraordinário investimento do sistema Fecomercio em nossa terra, contribuindo, sobremaneira, para a grande transformação que realizamos em Serra Talhada”, lembrou.

“Articulação” de campanha, não Sandrinho, tenta atacar blog

Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério. Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências.  Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em […]

Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério.

Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências.  Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em encontro à ela. E a onda virou. Estou acostumado.  Já disse que ser imparcial não é ser elogiado por todos. Às vezes é ser alvo de todos.

A campanha da Frente Popular está orientando pessoas pagas ou com interesses na campanha para difamar o blog, usando postagens de assessoria enviadas ao veículo. Todas as notas de assessoria são publicadas pelo blog, mesmo que editorialmente não representem a nossa opinião. Isso é exercício de isenção e credibilidade, não o contrário.

O material para tentar difamar tem produção profissional.  Não foi encomendado por chaleiras ou interessados na vitória para uma vaga no trem. Eles apenas compartilham. Vai ter mais repercussão aqui do que aos ventos das redes. Não afeta ou  intimida.

Um dos articuladores a serviço da “articulação” já teve posição similar por querer que eu atacasse mais a Frente Popular.  Se perguntar rápido nem ele sabe em que palanque está.  Outro tem cargo na Secretaria de Cultura.  Contratado, explicado.

A articulação se dá no grupo Juventude 40, da rede WhattsApp, a mando de setores do comando de campanha, sem conhecimento ou orientação  do candidato. “Vi poucas postagens no Instagram do pessoal”, reclama uma organizadora do movimento.  Não é tão fácil atingir quem tem correção.

Tenho certeza que a campanha difamatória não tem iniciativa do candidato Sandrinho Palmeira.  Ele não tem esse perfil.  Aliás, também tenho informações de que a “brilhante ideia” do evento condenado pelo MP não partiu dele.  Acabou de acordo mas não foi a primeira voz. Já ouvi dele que será diferente se eleito. Ja disse que acredito.

Pelo que apurei, depois da pesquisa Múltipla a ideia foi mostrar força com um evento grande, para impactar e mostrar mais força que a aferida. Um erro estratégico que poderia ter sido evitado.

Por isso mesmo que disse a um amigo e importante nome do grupo, não entro na política. Depois que quis, mas fui sacaneado há anos, entendi como um sinal. E sei agora o porquê.

Eu não aceitaria um evento que agredisse normas sanitárias dessa forma só para “mostrar força”. Achava que Sandrinho também não.

Aos que decidiram, minha recomendação de que esse tempo é outro. A Sandrinho, minha esperança de que será um líder a conduzir, não a ser conduzido.  Creio nisso.  Não me demovi dessa certeza. Ele sabe disso. Pra mim basta.

Aos que articulam a onda de cards contra mim se a ideia é me descredenciar,  sugiro armamento pesado. Esses tracks juninos aí não me atingem…

Gin Oliveira defende direito de governistas

O líder do governo Márcia Conrado e vice-presidente da Câmara Municipal, Gin Oliveira, defendeu o direito dos aliados da prefeita Márcia Conrado de se manifestarem na Fafopst. “Política é isso, é emoção, quem controla eleitor. A gente tem que entender que isso é democracia”, disse Gin na sessão desta terça-feira (1º). Durante o discurso de […]

O líder do governo Márcia Conrado e vice-presidente da Câmara Municipal, Gin Oliveira, defendeu o direito dos aliados da prefeita Márcia Conrado de se manifestarem na Fafopst.

“Política é isso, é emoção, quem controla eleitor. A gente tem que entender que isso é democracia”, disse Gin na sessão desta terça-feira (1º). Durante o discurso de Gin na tribuna houve bate-boca entre os vereadores.

Já os nomes citados no episódio de provocação a Sebastião Oliveira, Marília Arraes e petistas do último domingo não se manifestaram.

Foram identificados nos vídeos César Kayke e a esposa Marisa Silva, Maysa Conrado (gerente da XI Geres), Lilia Silva (tesoureira da Secretaria de Educação), Emanuela Pereira (gabinete), Leonardo Monteiro (diretor do Hospam), além de integrantes do gabinete da gestão, da Secretaria de Saúde, Geres e Hospam.