Vida boa pra banqueiro: Lucro do Itaú sobe para R$ 5,9 bilhões no 2º trimestre de 2015
Por Nill Júnior
O banco Itaú Unibanco registrou lucro líquido de R$ 5,984 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou nesta terça-feira (4) a instituição financeira. Nos três meses anteriores, o lucro havia sido de R$ 5,73 bilhões e no segundo trimestre do ano passado, de R$ 4,899 bilhões.
No semestre, o lucro somou R$ 11,71 bilhões, contra R$ 9,318 bilhões nos primeiros seis meses de 2014. “A evolução desse resultado deve-se, principalmente ao crescimento de 17,5% do produto bancário, compensado parcialmente pelos aumentos de 6,7% das despesas não decorrentes de juros e de 26,6% de nossas despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa”, afirmou o banco em comunicado.
Outros bancos: o banco Bradesco atingiu, entre abril e junho, seu maior lucro trimestral na história, segundo levantamento da consultoria Economatica. A instituição financeira anunciou ter registrado lucro líquido contábil de R$ 4,473 bilhões no segundo trimestre de 2015, após atingir R$ 4,244 bilhões nos três meses anteriores – um aumento de 5,4%. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o lucro mostrou crescimento de 18,4%.
Em contato com o blog, respondendo ao Internauta Repórter Paulo André de Souza, a prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que procedeu a limpeza da Avenida Rio Branco, que teve da sexta pro sábado a comemoração das vitórias de Dilma, Zeca e Júlio Cavalcanti. Mandaram inclusive uma foto para o blog conferir. Também foi retirada […]
Em contato com o blog, respondendo ao Internauta Repórter Paulo André de Souza, a prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que procedeu a limpeza da Avenida Rio Branco, que teve da sexta pro sábado a comemoração das vitórias de Dilma, Zeca e Júlio Cavalcanti.
Mandaram inclusive uma foto para o blog conferir. Também foi retirada a estrutura armada para o evento. O quadro Internauta Repórter agradece.
A secretária municipal de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, foi reconduzida à Diretoria Executiva do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco – COSEMS/PE, para o biênio 2019-2020. A secretária serra-talhadense permanece na função de Secretária de Articulação Regional do COSEMS-PE, após eleição realizada na última terça-feira (09), durante a 11° edição do Congresso […]
A secretária municipal de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, foi reconduzida à Diretoria Executiva do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco – COSEMS/PE, para o biênio 2019-2020. A secretária serra-talhadense permanece na função de Secretária de Articulação Regional do COSEMS-PE, após eleição realizada na última terça-feira (09), durante a 11° edição do Congresso de Secretarias Municipais de Saúde, em Gravatá-PE.
O evento, que começou na terça (09) e terminou nesta quinta-feira (11), reuniu centenas de gestores federais, estaduais, municipais e especialistas em saúde no Portal de Gravatá Hotel Fazenda. Com o tema “Os desafios para o SUS na atualidade”, o evento apresentou uma programação extensa, incluindo a 69° edição do Encontro de Secretários(as) Municipais de Saúde de Pernambuco, a 3° Mostra Pernambuco Aqui tem SUS e a Assembleia Geral dos Secretários.
A gestora da Saúde de Serra Talhada salientou a importância do município permanecer na diretoria executiva e agradeceu ao conselho pela confiança. “Estou muito grata ao conselho de representantes dos secretários municipais de saúde do Estado pela confiança, um órgão importante que vem lutando e unindo forças para melhorar a qualidade e ampliar a saúde ofertada à população de todos os municípios pernambucanos, principalmente de nossa região. Enquanto secretária de Articulação Regional, nosso compromisso é continuar representando os interesses de Serra Talhada e da região dentro do conselho, levando nossas pautas e buscando o melhor para a saúde das pessoas”, disse.
A Diretoria Executiva do COSEMS/PE para o biênio 2019-2020 tem a seguinte formação: Presidente: Orlando Jorge de Andrade (secretário de Saúde de Paudalho); Vice-Presidente: José Edson de Souza (secretário de Saúde de Brejo da Madre de Deus); Secretário-Geral: Elídio Moura (secretário de Saúde de Barreiros); Secretária de Articulação Regional: Márcia Conrado (secretária de Saúde de Serra Talhada) e Secretária Administrativa: Fabiana Bernart (secretária de Saúde de Paulista).
Por: Danielle Santana/Diario de Pernambuco A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF. A […]
A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF.
A saída de Deltan teria sido deflagrada com o pedido de representação feito pela senadora Kátia Abreu (PDT). O procurador-geral da República, Augusto Aras, estaria estudando apresentar um convite para que Deltan passe a chefiar uma força-tarefa de combate ao narcotráfico, longe de Curitiba.
A ideia inicial era levar Deltan para atuar na própria PGR, em Brasília. Mas, os defensores da remoção do procurador foram alertados que a presença de Deltan na capital federal poderia causar tensão com o Supremo Tribunal Federal.
Procuradoria avalia ‘saída honrosa’ para Dallagnol
Nos bastidores, os procuradores já discutiam o que poderia ser uma “saída honrosa” para Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, destacou o jornal O Estado de S. Paulo. A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal, o que o afastaria da operação. Para isso acontecer, porém, Dallagnol precisa se candidatar à vaga.
Dallagnol é o titular da Lava Jato desde o início, há cinco anos período em que a operação levou dezenas de empresários e políticos à prisão. Nos últimos meses, porém, teve a conduta contestada após a divulgação de conversas privadas no Telegram com integrantes de sua equipe e com o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro. Eles não reconhecem a autenticidade das mensagens. As conversas reforçaram representações contra Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público, que fiscaliza a atuação de procuradores.
A decisão pela promoção cabe ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, formado por dez subprocuradores e presidido pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Há, no momento dez vagas abertas para procurador regional – cinco por antiguidade e outras cinco por merecimento – e mais uma prevista até o fim do mês. Dallagnol precisaria se candidatar a uma vaga por mérito.
Segundo a reportagem apurou, aliados de Dallagnol se dividem quanto à possibilidade de o procurador concorrer. Segundo Januário Paludo, um dos mais experientes da equipe da força-tarefa, ainda não é hora de o procurador sair. “Essa é uma questão pessoal dele. A operação ainda está em curso. Temos trabalho para pelo menos dois anos”, disse Paludo.
Por outro lado, defensores da promoção a Dallagnol argumentam que isso seria uma forma de reconhecimento pelo bom trabalho na Lava Jato. Ao mesmo tempo, poderia reduzir o desgaste na imagem da operação, sobretudo pela exposição pessoal do procurador após as divulgações das mensagens.
O procurador evita falar do assunto. Questionado pela reportagem Dallagnol não comentou. Quem acenou com a possibilidade publicamente foi Aras. “Vai haver a promoção de 11 procuradores regionais da República nas próximas sessões. Ele (Dallagnol) pode ser promovido, até porque é um direito dele. Nem por isso deixará de responder (a representações no Conselho Nacional do MP)”, disse o procurador-geral da República em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada na segunda-feira passada.
Críticas
Diferentemente de sua antecessora no cargo, Raquel Dodge, Aras defende a análise das mensagens atribuídas a procuradores e divulgadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos. Em sabatina no Senado, no mês passado, o procurador-geral fez críticas ao que considera “excessos” da Lava Jato e, especificamente, à conduta de Dallagnol. “Talvez tenha faltado nessa Lava Jato a cabeça branca, para dizer que tem certas coisas que pode, mas tem muitas outras coisas que nós não podemos”, disse Aras.
A próxima sessão do Conselho Superior do MPF está marcada para 5 de novembro, e o tema das promoções deve entrar na pauta.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), esteve no Distrito de Irajaí visitando as obras de pavimentação da Rua Edmilson Lopes de Siqueira. “Fiquei feliz em ver que está bem adiantado. Em breve estaremos entregando mais uma importante obra aos moradores”, disse. Ele aproveitou para conversar com alguns moradores da localidade. O prefeito comemorou a ajuda […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), esteve no Distrito de Irajaí visitando as obras de pavimentação da Rua Edmilson Lopes de Siqueira.
“Fiquei feliz em ver que está bem adiantado. Em breve estaremos entregando mais uma importante obra aos moradores”, disse. Ele aproveitou para conversar com alguns moradores da localidade.
O prefeito comemorou a ajuda de muitos parlamentares com emendas, a exemplo do deputado estadual Diogo Moraes, autor da liberação da obra visitada.
Pagamento: Governo Municipal de Iguaracy anuncia em nota que pagou nesta segunda-feira (30), os vencimentos dos servidores ativos, inativos e pensionistas, referente ao mês de Setembro. “Nosso compromissos com nossos servidores está acima de tudo”, disse o prefeito Zeinha Torres.
G1 O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) por crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em razão de conta atribuída a ele na Suíça. Alves pediu demissão do cargo na última quinta (16), um dia depois da divulgação de que havia sido citado por […]
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) por crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em razão de conta atribuída a ele na Suíça.
Alves pediu demissão do cargo na última quinta (16), um dia depois da divulgação de que havia sido citado por recebimento de propina na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
Em nota oficial divulgada na noite de sexta (17), após informações de que ele teria deixado o cargo em razão da existência de contas no exterior, Henrique Alves negou ligação com recursos e disse que não foi citado para prestar esclarecimentos, mas que está a disposição da Justiça.
Em reportagem publicada neste sábado (18), o jornal “O Estado de S.Paulo” informou que a Suíça localizou conta de Alves e que os valores foram bloqueados naquele país. A TV Globo apurou que os dados foram recebidos pelas autoridades brasileiras e originaram a denúncia.
A investigação, iniciada na Suíça e transferida para o Brasil, identificou uma conta ligada a Alves com saldo de 800 mil francos suíços – cerca de R$ 2,8 milhões.
A transferência da investigação foi realizada para autoridades brasileiras nos mesmos moldes como ocorreu com o presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDb-, após a Suíça identificar contas ligadas ao deputado, à mulher dele e uma das filhas.
Como Henrique Alves não pode ser extraditado para a Suíça para responder a processo porque é brasileiro nato, a transferência do caso para o Brasil assegura a continuidade da investigação.
Ele já era alvo de dois pedidos de abertura de inquérito no Supremo. Um deles pede a inclusão do nome dele no principal inquérito da Lava Jato, o que apura se existiu uma organização criminosa para fraudar a Petrobras.
O outro pedido é baseado em mensagens apreendidas no celular do ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, nas quais o empreiteiro trata com Eduardo Cunha de doações a Henrique Alves – a suspeita é de que Alves tenha recebido dinheiro desviado da estatal em forma de doação oficial para campanha.
A denúncia feita pela Procuradoria Geral da República teria ocorrido em um procedimento já instaurado, que apurava outros fatos, que não a existência das contas na Suíça. No entanto, os elementos que chegaram foram suficientes para embasar uma acusação formal contra o ex-ministro pos crimes tributários e lavagem.
Como Henrique Alves deixou o governo e perdeu o foro privilegiado, terá que ser analisado agora se o caso continuará no Supremo ou se será enviado à primeira instância.
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