Victor nega affair político com Márcia Conrado. “História pra boi dormir”
Por Nill Júnior
O pré-candidato a prefeito pelo grupo de oposição, Victor Oliveira (PL), negou que esteja buscando uma aproximação política com o prefeito Luciano Duque, de olho em 2020.
Em áudio enviado nesta segunda (21) ao programa Frequência Democrática, na rádio Vila Bela FM, Victor demonstrou preocupação com o viés que tomou um, segundo ele, despretensioso gesto de boa educação e cortesia aos adversários políticos. Conforme o jovem administrador de empresas, qualquer especulação que o leve a uma possível coalizão com Luciano, devido tais imagens, “é história para boi dormir”.
“Deixa eu dizer uma coisa, esse negócio de dizer que tem conversa minha com a Márcia, com o Luciano, com não sei o quê… Isso é história para boi dormir. Não sei quem é que fica inventando essas coisas, que é só para bagunçar o coreto. Eu estava na festa e passei lá no camarote deles [de Márcia e Duque] assim como passei por todas as áreas da festa, eu vou falando com todo o mundo. Eu andei em todo o canto falando com todo o mundo, desde o pessoal que tinha montado as barracas, o pessoal que estava curtindo a festa, que estava com os isopores lá vendendo”, disse Victor.
“Fui lá no camarote, Luciano e Márcia estavam lá, mandaram tirar fotos com eles, então tirei fotos com eles, não tem problema. Não vou me negar a tirar fotos com ninguém não. Tá certo? Foi um visita de cortesia sem problema. Não precisam ficar preocupados não com essas coisas que estão falando. Mas eu entendo que queiram ficar jogando fatos novos na mídia para bagunçar, gerar manchete, isso é normal e faz parte. Então, eu mando essa mensagem para fazer esse esclarecimento”.
Ouça o que disse Victor a Francys Maya e Giovani Sá:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou, nesta quinta-feira (20), o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para ocupar a vaga no Supremo Tribunal Federal deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. Segundo a nota divulgada pelo governo, a formalização da indicação será publicada em edição extra do Diário Oficial da União. De acordo com a […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou, nesta quinta-feira (20), o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para ocupar a vaga no Supremo Tribunal Federal deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. Segundo a nota divulgada pelo governo, a formalização da indicação será publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
De acordo com a nota, Messias está à frente da Advocacia-Geral da União desde 1º de janeiro de 2023. Ele é formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), com mestrado e doutorado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pela Universidade de Brasília (UnB). Também lecionou como professor visitante na instituição.
O indicado acumulou passagens por diversos cargos na administração pública federal. Segundo o comunicado, ele já atuou como subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão do Ministério da Saúde e consultor jurídico nos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. Messias também integrou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Procuradoria do Banco Central.
Com a indicação, o nome de Jorge Messias seguirá para sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Após análise, dependerá ainda de aprovação pelo Plenário para assumir a cadeira no STF.
Decotelli é ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e sucederá no cargo Abraham Weintraub, que, após 14 meses, anunciou demissão na semana passada. G1 O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (25) por meio de uma rede social a nomeação do professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro […]
Decotelli é ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e sucederá no cargo Abraham Weintraub, que, após 14 meses, anunciou demissão na semana passada.
G1
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (25) por meio de uma rede social a nomeação do professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação.
Ele sucederá Abraham Weintraub, que, após 14 meses no cargo, anunciou demissão na semana passada para assumir um posto de diretor representante do Brasil no Banco Mundial, em Washington (EUA).
Carlos Alberto Decotelli da Silva presidiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) entre fevereiro e agosto do ano passado. Depois, passou para a Secretaria de Modalidades Especializadas do Ministério da Educação.
Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.
Blog do Finfa O deputado estadual Romero Sales Filho, que apoiou nas eleições de 2024, a candidatura a prefeito da oposição Danilo Simões e Edson Henrique, em Afogados da Ingazeira, após as eleições não mais apareceu na cidade, gerando insatisfação entre eleitores do município. A principal crítica é a baixa atuação do parlamentar na cidade: […]
O deputado estadual Romero Sales Filho, que apoiou nas eleições de 2024, a candidatura a prefeito da oposição Danilo Simões e Edson Henrique, em Afogados da Ingazeira, após as eleições não mais apareceu na cidade, gerando insatisfação entre eleitores do município.
A principal crítica é a baixa atuação do parlamentar na cidade: até o momento, não há registros de investimentos relevantes destinados ao município, tampouco visitas frequentes à sua base local. Observadores políticos apontam que essa falta de protagonismo pode impactar diretamente seu desempenho nas eleições estaduais de 2026.
“As eleições de 2026 se aproximam, é hora do deputado procurar se inteirar junto ao grupo de Danilo, Edson Henrique e do vereador Zé Negão, para saber das demandas e prioridades que possam ajudar os afogadenses, seja por meio de investimentos, equipamentos, emendas ou diálogo com os afogadenses, do contrário como diz o ditado vai levar água nos ouvidos em 2026”, disse um correligionário do grupo União pelo Povo em conversa com este blogueiro.
Agência Brasil O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que aceita democraticamente as críticas, mas que vai levar adiante a reforma do ensino médio, porque “interessa aos jovens do Brasil”. A declaração foi feita nesta segunda-feira em audiência pública da comissão mista do Congresso Nacional que analisa a medida provisória que estabelece a reforma do […]
O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que aceita democraticamente as críticas, mas que vai levar adiante a reforma do ensino médio, porque “interessa aos jovens do Brasil”.
A declaração foi feita nesta segunda-feira em audiência pública da comissão mista do Congresso Nacional que analisa a medida provisória que estabelece a reforma do ensino médio (MP 746/2016). O relatório que analisa a MP será entregue nesta terça-feira.
“Esse é um debate histórico, muita gente falava, muita gente propunha, muita gente defendia depois da divulgação dos Idebs (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) fracassados do ensino médio, mas depois se esquecia. Quando vem alguém com coragem e com postura politica para colocar a coisa para funcionar, aí vêm as críticas”, disse o ministro.
Um dos principais pontos levantados no debate foi a questão do financiamento. Endividados, os estados dizem que precisam de mais recursos para tirar a reforma do papel. Pela MP, o governo federal transferirá recursos adicionais aos estados para a ampliação da jornada escolar para sete horas por dia – uma das mudanças previstas na reforma.
“A maior rede de educação em tempo integral é a pernambucana. Se em um estado pobre conseguiu um patamar de desempenho extraordinário, primeiro lugar no Ideb, qualquer unidade da federação, se houver decisão política, foco e apoio do governo federal, que já está garantido, tenho certeza que a gente pode alcançar um enorme e positivo desempenho no ensino médio brasileiro”, diz.
Pelo Programa de Fomento à Implementação de Escolas em Tempo Integral, que tem a participação de todos os estados, o Ministério da Educação (MEC) investirá anualmente R$ 2 mil a mais por aluno para a ampliação de jornada. O programa deverá chegar a 500 mil estudantes. O ensino médio público tem cerca de 7 milhões de alunos na rede pública.
Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei aprovada em 2014, o Brasil deve ter pelo menos 25% dos estudantes em tempo integral até 2024 – atualmente são 18,7%, levando em consideração toda a educação básica. No ensino médio, são 6,4% das matrículas.
Protestos: o início da sessão foi marcado por protesto da senadora Fátima Bezerra (PT-RN) e da deputada Maria do Rosário (PT-RS). Ambas deixaram a comissão por discordar da data, que não permitiria que um número máximo de parlamentares participassem do debate – uma vez que muitos viajam a seus estados no final de semana. Elas disseram que pediram ao presidente da comissão, Izalci Lucas (PSDB-DF), o adiamento, mas isso não foi feito, e que outros pedidos feitos também não foram atendidos.
Antes de deixar a audiência, Fátima Bezerra fez críticas à MP e pediu que a votação do relatório final pela comissão seja feito no ano que vem, após o recesso. A questão será definida amanhã.
Representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) participaram da audiência com cartazes chamando atenção para a greve dos professores em universidades e institutos federais, que ocorre desde a última quinta-feira. Eles ouviram o ministro e o vaiaram, depois, deixaram a audiência.
O Deputado Estadual Waldemar Borges publicou em sua rede social a foto de um encontro com o prefeito do Recife e pré-candidato a governo de Pernambuco, João Campos, e o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira. “Receber o apoio do prefeito Sandrinho e seu grupo em Afogados da Ingazeira é motivo de muito orgulho, alegria […]
O Deputado Estadual Waldemar Borges publicou em sua rede social a foto de um encontro com o prefeito do Recife e pré-candidato a governo de Pernambuco, João Campos, e o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira.
“Receber o apoio do prefeito Sandrinho e seu grupo em Afogados da Ingazeira é motivo de muito orgulho, alegria e, ao mesmo tempo, de muita responsabilidade. O Pajeú é uma região diferenciada do estado e, dentro dela, o grupo liderado por Sandrinho se destaca pela histórica trajetória de compromisso com as mais legitimas causas populares, cujos exemplos maiores foram deixados pela liderança maior de José Patriota”, disse.
“Ser parte desse grupo, portanto, nos fortalece e nos anima para seguirmos nos caminhos trilhados pela Frente Popular de Pernambuco, hoje liderada por João Campos, esse jovem e excepcional prefeito do Recife, que já é referência nacional quando se fala no futuro do país”, acrescentou.
“É, portanto, com espírito de chegar para somar que me apresento aos companheiros e companheiras de Afogados. Sou mais um soldado nesse exército que não tem medido esforços para fazer o melhor por nossa gente. De minha parte, não medirei esforços para estar à altura da confiança depositada”, concluiu.
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