Carlos Evandro diz que “se junta a Nena Magalhães” se vingar aliança PT/PR
Por Nill Júnior
Com reprodução de Júnior Campos
Com reprodução de Júnior Campos
O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro (PSB) negou que estaria conversando e acertando uma aliança com o pré-candidato do PTB, Dr. Nena Magalhães, prevendo uma aliança entre o PT e PR.
A junção dos grupos de Luciano Duque e Sebastião Oliveira ainda é alimentada pelo Secretário Geral do PR e irmão do deputado federal Waldemar Oliveira, além de nomes como o vereador Marcos Oliveira.
Mas ao avaliar e negar a especulação quanto ao estreitamento político com o PTB, Carlos mostrou-se desconfortável com a possibilidade ainda ventilada por Waldemar Oliveira e mandou o recado: “Se acontecer isso aí, (aliança PT e PR) aí eu me junto com Nena mesmo”, ameaçou.
O ex-prefeito também sustenta que não tem colocado na mesa de negociações, como imposição, cargos ou participação na chapa majoritária. “Socorro não quer mais cargo de ninguém meu compadre. Ela é independente e não está atrás de cargo. Primeiro, ela não quer ser nada viu… Não estou estrou atrás de cargo. Eu vivo às minhas custas e Socorro também”.
“Eu não tenho apego a cargo não, eu tenho posição, se acontecer eu vou no Palácio entregar. Eu não sou moleque de ninguém, nem do governador nem de Sebastião, nem de Nena, de ninguém”, cravou o ex-prefeito ao participar via telefone do Programa Tribuna Popular, da Líder FM, com Francys Maya. Carlos Evandro está inelegível por contas rejeitadas e com o nome na dívida ativa do município. A alternativa que ele ventilou anteriormente foi buscar emplacar Socorro Brito, sua esposa, ex-secretária de Saúde.
A Prefeitura de Tabira recebeu nesta quinta-feira (16), uma notificação da concessionária de energia Neoenergia, informando sobre uma dívida de R$ 861,40 referente ao fornecimento de energia elétrica para a Unidade Básica de Saúde do Bairro Jureminha. A cobrança é referente ao consumo de novembro de 2024, com vencimento em dezembro do mesmo ano. Além […]
A Prefeitura de Tabira recebeu nesta quinta-feira (16), uma notificação da concessionária de energia Neoenergia, informando sobre uma dívida de R$ 861,40 referente ao fornecimento de energia elétrica para a Unidade Básica de Saúde do Bairro Jureminha. A cobrança é referente ao consumo de novembro de 2024, com vencimento em dezembro do mesmo ano.
Além dessa pendência, a gestão atual também se prepara para o recebimento das contas de energia de outros prédios (alugados ou da municipalidade), relativas a dezembro de 2024, cujos valores ainda não foram apresentados, o que aumentará o passivo deixado pela administração anterior.
O prefeito Flávio Marques se manifestou, destacando que assumiu a prefeitura com várias dívidas pendentes, sendo essa uma das mais preocupantes, pois impacta diretamente os serviços públicos essenciais, como das unidades básicas de saúde.
“Queremos ser transparentes e mostrar os desafios que enfrentamos ao assumir a prefeitura. Nosso compromisso é trabalhar com responsabilidade para equilibrar as contas e retomar o desenvolvimento de Tabira”, declarou.
O Secretário Municipal de Finanças, Afonso Amaral, enfatizou que a administração está realizando um levantamento completo das dívidas herdadas, com o objetivo de ter uma visão clara da situação financeira do município. Ele também se comprometeu com a transparência durante esse processo e destacou que estão sendo adotadas medidas para evitar um cenário de cortes nos prédios públicos, como ocorreu na UBS da Jureminha.
Veja vídeo, do Portal Pajeú Radioweb: Zé Mário fala dos protestos enfrentados na sua gestão e diz se é ou não candidato à reeleição O Prefeito de Carnaíba, Zé Mário Cassiano evitou confirmar que já se coloca como candidato à reeleição no município. Foi no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Zé Mário, que é […]
Veja vídeo, do Portal Pajeú Radioweb: Zé Mário fala dos protestos enfrentados na sua gestão e diz se é ou não candidato à reeleição
O Prefeito de Carnaíba, Zé Mário Cassiano evitou confirmar que já se coloca como candidato à reeleição no município. Foi no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Zé Mário, que é do PSB, fez uma avaliação da sua gestão, falou sobre as dificuldades, repasses do Governo Federal e disse ver como positiva a gestão nesse 1 ano e 8 meses.
O Prefeito avaliou também os protestos que enfrentou recentemente como nos casos envolvendo as comunidades de Santa Rosa – no embate com uma fábrica de cimento instalada no município – e recentemente com moradores do Leitão, que fizeram manifestação reivindicando água.
Ele evitou apontar responsabilidades na gestão anterior, do aliado Anchieta Patriota ou na atual gestão. Também não disse haver componente político. “A gente assume a prefeitura com ônus e bônus. Estamos preparados para isso”, limitou-se a dizer.
Sucessão: Perguntado se estaria disposto a disputar a reeleição em 2016, o prefeito evitou falar em candidatura confirmada, afirmando apenas ter o direito legal de ser. “Futuramente a gente discute essa questão. Logicamente o prefeito de primeiro mandato pode concorrer,a lei permite. Mas essa discussão a gente deixa pra depois”.
Zé Mário também tratou de assuntos ligados à comunidade como saúde, educação, investimentos, obras, ações continuadas da gestão anterior, iniciadas na sua e respondeu às demandas dos ouvintes. O gestor disse por exemplo que já recebeu 30% dos recursos do segundo FEM.
Um evento esportivo beneficente foi organizado pelo Governo Municipal de Iguaraci para arrecadar alimentos para vítimas das cheias em Primavera, na Mata Sul do Estado, município adotado, conforme campanha da AMUPE. Os jogos solidários envolveram competidores de Iguaracy, Afogados da Ingazeira e Tuparetama, na tarde do último sábado no Ginásio Esportivo Danilo Rodrigues Eduardo. O […]
Um evento esportivo beneficente foi organizado pelo Governo Municipal de Iguaraci para arrecadar alimentos para vítimas das cheias em Primavera, na Mata Sul do Estado, município adotado, conforme campanha da AMUPE.
Os jogos solidários envolveram competidores de Iguaracy, Afogados da Ingazeira e Tuparetama, na tarde do último sábado no Ginásio Esportivo Danilo Rodrigues Eduardo. O resultado foi um detalhe a parte. No final, vitória da solidariedade e dos que contribuiriam com alimentos e outros donativos para ajudar as vítimas das enchentes.
O município de Iguaracy aderiu a campanha “AMUPE Solidária”, para ajudar os municípios afetados pelas fortes chuvas dos últimos dias na mata sul do estado. O objetivo da campanha é buscar alimentos não perecíveis, roupas, lençóis, produtos de limpeza e higiene pessoal. Iguaracy adotou o Primavera, município simlar em tamanho ao sertanejo, com pouco mais de 13 mil habitantes.
As doações ainda podem ser entregues na Secretaria de Saúde, na Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social e na Subprefeitura em Jabitacá.
A oposição acertou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vai ampliar nesta terça (13) as justificativas de um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ideia é incluir que o governo manteve em 2015 irregularidades contábeis que levaram à reprovação das contas do ano passado pelo Tribunal de Contas da […]
A oposição acertou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vai ampliar nesta terça (13) as justificativas de um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ideia é incluir que o governo manteve em 2015 irregularidades contábeis que levaram à reprovação das contas do ano passado pelo Tribunal de Contas da União.
A operação, comandada por deputados do PSDB, pode adiar uma definição sobre o início do processo de impedimento da petista, além de garantir a Cunha tempo para avaliar o cenário após o agravamento das denúncias que o envolvem no esquema de corrupção da Petrobras.
Conforme antecipou a coluna Painel, da Folha, os líderes oposicionistas definiram em uma reunião com Eduardo Cunha, neste sábado (10), que vão anexar ao pedido de impeachment elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior um parecer assinado na sexta pelo procurador do Ministério Público no TCU, Júlio Marcelo, que acusa o Planalto de manter as chamadas pedaladas fiscais neste ano.
Com isso, a oposição atua no sentido de contemplar uma das exigências feitas pelo presidente da Câmara de que só poderia avaliar a abertura de um processo de impeachment se houvesse elementos indicativos de que o governo cometeu irregularidades no atual mandato.
O peemedebista vinha dizendo que atos cometidos pela gestão anterior não poderiam contaminar o atual governo, reeleito no ano passado. Diante da nova operação, Cunha deve encaminhar o aditamento feito pela oposição para a área técnica. Só depois manifestará a sua decisão. Essa análise poderá durar dias e jogar a definição para a próxima semana.
Advogados escalados pelo PT para a defesa da presidente ameaçam, inclusive, levar essa discussão ao STF (Supremo Tribunal Federal) e questionar até mesmo os aditamentos aos pedidos.
A Folha apurou que o presidente da Câmara alertou que tomará uma decisão em relação aos pedidos de impedimento sem açodamento e quando tiver segurança jurídica para evitar eventuais contestações no STF.
Depois que vazaram informações de que Cunha e familiares teriam movimentando milhões fruto de possível propina da Petrobras em contas secretas atribuídas a eles, há expectativa tanto na oposição quanto no Planalto de que Cunha pode mudar o roteiro e aceitar algum pedido de impeachment. A Folha apurou que nem mesmo Cunha descarta uma solução assim.
Esse seria o pior caminho para o governo. Se o peemedebista acolher o pedido, não cabe, portanto, nenhum tipo de recurso por parte do plenário e o processo é aberto imediatamente.
Inicialmente, Cunha tinha sinalizado que arquivaria todos os pedidos de impeachment, levando a oposição a entrar com recurso em plenário —que poderá prosperar se aprovado por 257 deputados.
Cunha desconversa sobre sua estratégia, mas promete discutir os pedidos nesta terça com a área técnica da Câmara. Questionado pela Folha se uma tentativa de reaproximação do Planalto poderia adiar uma definição sobre o caso, ele negou. “Eu tenho obrigação de decidir os pedidos. Não posso deixá-los na gaveta. Nenhum presidente fez isso antes”, disse.” A minha decisão será tomada de forma técnica, jurídica e obedecendo ao regimento, à Constituição e às lei. Não pode ser diferente. Não será política nem pessoal”, completou.
O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), nega qualquer acerto com Cunha. “Não sei o que o presidente vai fazer, mas não se trata de estratégia, como foi noticiado, ele tem o dever regimental de receber nosso aditamento. Percebo clara disposição do Cunha em indeferir nosso pedido. Portanto, que busque outros motivos, pois as pedaladas de 2015 já foram constatadas até pelo Ministério Público do TCU e, para admitir o pedido de impeachment, basta existência de indícios de que a presidente cometeu crime de responsabilidade. Sim, pois cabe a comissão processante, após o recebimento do pedido, debruçar-se sobre os fatos e produzir as provas cabais sobre a ocorrência do ilícito por parte da presidente”, afirmou.
Agora, a principal preocupação de Cunha é ganhar tempo para definir sua própria atuação. O adiamento sobre a definição do impeachment permite ao deputado avaliar o comportamento do governo e também do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Cunha quer saber se o Planalto vai reforçar o movimento que pede sua cassação e ainda os próximos passos de Janot. A Procuradoria deve levar mais 15 dias para analisar o dossiê repassado pelo Ministério Público da Suíça sobre as transações financeiras no exterior e decidir se oferecerá nova denúncia contra o deputado ao STF ou se pedirá abertura de novo inquérito para apurar suspeitas de novos crimes.
Para Luiz Philippe de Orleans e Bragança, os brasileiros não deveriam comemorar o 15 de novembro JC Online Em entrevista ao programa Resenha Política, da TV JC, na manhã desta sexta-feira (15), o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), herdeiro da família imperial brasileira, afirmou que não há o que comemorar neste […]
Para Luiz Philippe de Orleans e Bragança, os brasileiros não deveriam comemorar o 15 de novembro
JC Online
Em entrevista ao programa Resenha Política, da TV JC, na manhã desta sexta-feira (15), o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), herdeiro da família imperial brasileira, afirmou que não há o que comemorar neste 15 de novembro e sugeriu a revogação do feriado da Proclamação da República.
“Não há o que comemorar hoje (sexta,15). Quem sabe, quando tivermos a consciência ampla de que isso foi um golpe de estado prejudicial à estabilidade política do Brasil, a gente revogue esse feriado”, falou.
‘Movimentação de consciência’
Chamado de príncipe por aliados, Luiz Philippe disse ainda que os brasileiros não deveriam comemorar o 15 de novembro como uma “movimentação de consciência”. “A sociedade tem que parar de celebrar o 15 de novembro. Isso seria a primeira movimentação de consciência. Quando você para de celebrar o 15 de novembro, no mínimo, já demonstra que você sabe o que é celebrado, um golpe de estado”, disse o deputado.
“[Parar de comemorar a Proclamação da República] não quer dizer que você é monarquista ou não, mas que reconhece o que houve naquele momento, um golpe”, completou.
Você precisa fazer login para comentar.