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Alepe aprova por unanimidade projeto contra fura-fila da vacinação

Por André Luis

Resultado foi finalizado a partir dos projetos apresentados pelos deputados socialistas Delegada Gleide Ângelo e Clodoaldo Magalhães

Foi aprovado por unanimidade nesta quinta-feira (04), pelos deputados presentes em plenária remota, o projeto de lei que versa sobre a aplicação de multas administrativas para aqueles que fraudarem a ordem de preferência estabelecida durante o processo de imunização contra o novo coronavírus. 

A proposta é uma ação conjunta da Delegada Gleide Ângelo com o deputado Clodoaldo Magalhães. Agora, o projeto final segue para o palácio Campo das Princesas onde será sancionado pelo governador.

Assim, ficará proibido em todo o estado a negociação comercial ou a troca de vagas nas filas para a vacinação contra a Covid-19, com a aplicação de multas de até cem mil reais para pessoas físicas ou jurídicas que violarem a ordem do protocolo de imunização. 

O valor mínimo para a punição é de dez mil reais, no entanto, a quantia pode ser corrigida de acordo com as circunstâncias da infração. Caso o fraudador seja funcionário ou servidor público, for reincidente ou se a transgressão acontecer durante o período de calamidade pública – que, em Pernambuco, foi prorrogado até o dia 30 de junho de 2021 – as multas terão seus valores dobrados.

A lei aprovada também prevê punição para o agente de saúde, público ou particular, cuja participação for comprovada no esquema fraudulento. Desta maneira, o funcionário também pode ser punido com multas cujos valores variam de R$ 500,00 a R$ 50.000,00, de acordo com as circunstâncias. 

Toda a verba arrecadada será revertida para o Fundo Estadual de Saúde (FES), responsável pelo suporte financeiro de planejamento, gestão e desenvolvimento das ações e serviços públicos de saúde executados ou coordenados pela Secretaria Estadual de Saúde.

Para além das punições administrativas, os envolvidos no esquema fura-fila também podem responder criminalmente pelas infrações.

“Estamos vivendo mais uma onda de crescimento da pandemia, sob o risco de um colapso na saúde do estado. Agora, com a liberdade para a negociação e compra das vacinas pelos estados e municípios, espera-se que haja maior celeridade na imunização da população. Por isso mesmo que esta lei se faz tão urgente e necessária: porque precisamos garantir a eficiência do plano de imunização. Não podemos brincar, muito menos negociar com a saúde das pessoas. A vacinação é um projeto coletivo, não individual”, argumenta a Delegada.

Outras Notícias

Itapuama FM apoia festival Lula Calixto

O Coco Raízes de Arcoverde divulgou na Rádio Itapuama FM, a programação completa da 9ª Edição do Festival Lula Calixto, que será realizado entre os dias 12 e 14 de agosto, no Alto do Cruzeiro. O evento também vai celebrar o 18º aniversário do Coco Raízes, segundo informações de Bia Leite, produtora executiva do Festival Lula […]

Assis Calixto, Cléo Nicéas, João Ferreira e este blogueiro, em clique de Zalxijoane Lins.
Assis Calixto, Cléo Nicéas, João Ferreira e este blogueiro, em clique de Zalxijoane Lins.

O Coco Raízes de Arcoverde divulgou na Rádio Itapuama FM, a programação completa da 9ª Edição do Festival Lula Calixto, que será realizado entre os dias 12 e 14 de agosto, no Alto do Cruzeiro. O evento também vai celebrar o 18º aniversário do Coco Raízes, segundo informações de Bia Leite, produtora executiva do Festival Lula Calixto.

Entre as atrações (confira no panfleto) estão grupos de Arcoverde, do Recife, de Olinda e também da região. Para esta edição do Festival, serão montados dois palcos: um em frente à sede do Coco Raízes e o outro ao lado da Cruz, no Alto do Cruzeiro. Um dos shows mais esperados pelo público é o de Lirinha com o Coco Raízes, fruto da turnê realizada no primeiro semestre deste ano, no estado de São Paulo.

O festival que leva o nome de Lula Calixto foi criado para homenagear o criador do Samba de Coco Raízes de Arcoverde. O evento é uma das formas de estimular e alimentar a resistência cultural importantíssima para a nossa identidade local e regional.

Para a execução do projeto são mais de 300 pessoas envolvidas entre artistas, músicos e produção. Passarão pelos dois palcos mais de cinquenta apresentações durante os três dias de evento. Mantendo assim a tradição de ser o maior Festival da Cultura Popular do Sertão Pernambucano. O Festival Lula Calixto tem o apoio do Funcultura, da Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco, Governo do Estado e da Rádio Itapuama FM.

Em passagem por Arcoverde, em missão institucional da Asserpe, ao lado do seu presidente, Cléo Nicéas, estivemos visitando a Itapuama quando a jornalista Zalxijoane Lins ouvia a organização e Assis Calixto, irmão de Lula, no programa De Primeira Categoria. O programa, além de descontraído,  é um dos espaços de resistência cultural das rádios do Sertão do Estado.

Aldo Vilela perde pai para Covid e faz alerta emocionado: “não subestimem”

Diário de Pernambuco O jornalista Aldo Vilela, apresentador do CBN Total, deixou os protocolos profissionais de lado e fez um desabafo pessoal emocionado, ao final do programa desta terça-feira (4), sobre a morte de seu pai, vítima do novo coronavírus. No ar, o apresentador foi às lágrimas, relatando a perda familiar, que aconteceu ainda na […]

Diário de Pernambuco

O jornalista Aldo Vilela, apresentador do CBN Total, deixou os protocolos profissionais de lado e fez um desabafo pessoal emocionado, ao final do programa desta terça-feira (4), sobre a morte de seu pai, vítima do novo coronavírus.

No ar, o apresentador foi às lágrimas, relatando a perda familiar, que aconteceu ainda na madrugada de hoje.

“Ao longo desses anos todos, este foi o dia mais difícil de fazer o programa”, disse Aldo, que assumiu o comando da atração pela primeira vez há 15 anos na rádio CBN.

“Cada entrevista minha, eu estava vendo a hora e parava, respirava, porque eu perdi meu pai esta madrugada para a Covid”, desabafou o jornalista chamando a atenção para a gravidade da pandemia, que já deixou mais de 95 mil mortos no Brasil.

“Muita gente insiste em não entender, subestima a doença. Muita gente subestima o mal e eu acabei perdendo o meu pai para a Covid”, alertou o jornalista, que usou os minutos finais da edição do seu programa para representar as demais famílias que perderam parentes para o novo coronavírus. “É devastador. Quem perdeu um ente querido sabe o que eu tô dizendo”, acrescentou em seguida.

O apresentador revelou que pediu à sua equipe para usar a parte final do programa para homenagear o seu pai. “Primeira vez que eu faço isso em quase meus 30 anos de jornalismo”, disse Aldo. “Ao meu pai, Adão Costa Vilela, a minha dedicação de todos esses anos. Hoje eu dedico esse programa para você”.

“As pessoas não estão dando o valor, não estão levando a sério essa praga que se abateu em todo o planeta. Então eu preciso dedicar esse programa ao meu pai, ao qual eu tive o prazer de conviver por 47 anos. Obrigado a todos e até amanhã”, despediu-se. Ouça:

 

O encontro dos Nivaldos

Hoje pela manhã, cumprindo a agenda institucional da ASSERPE na CBN Recife, tive a alegria de encontrar o advogado, historiador e consultor em comunicação política, José Nivaldo Júnior.  Eu já o admirava pelos textos, pela participação em programas como Frente a Frente, o debate da CBN Recife e tantos outros programas a quem empresta seu […]

Hoje pela manhã, cumprindo a agenda institucional da ASSERPE na CBN Recife, tive a alegria de encontrar o advogado, historiador e consultor em comunicação política, José Nivaldo Júnior. 

Eu já o admirava pelos textos, pela participação em programas como Frente a Frente, o debate da CBN Recife e tantos outros programas a quem empresta seu conhecimento e talento. 

Parecia que nos conhecíamos há muito tempo, dada a alegria do encontro. Fiquei feliz em ouvir de José Nivaldo Júnior, que é fã e admirador do meu trabalho, sendo leitor do blog que acompanha há vários anos, parabenizando pelo texto e dizendo que me tem como fonte de informações do que acontece em Pernambuco e em suas regiões. 

Para mim, que o admiro há muito tempo, foi uma honra muito grande. Para ele, a surpresa de saber que Nil também é Nivaldo, ou seja, somos xaras, certamente uma coincidência que vai muito além do nome de batismo. 

Para minha surpresa e alegria, um pouco mais tarde, acabei me deparando com um belíssimo texto, assinado por ele, fazendo referência ao nosso trabalho. Esse é daqueles textos que a gente moldura e coloca na parede. Do Nivaldo de cá, um abraço Afetuoso e um muito obrigado ao Nivaldo de lá.

Conheci um blogueiro sério, jornalista competente a quem admiro. Meu xará

Por José Nivaldo Junior

Nivaldo Alves Galindo Filho, poucos conhecem. Já Nill Júnior, é conhecido, seguido, ouvido, admirado. Estou entre os fans do seu trabalho. Porém, os caminhos da vida nunca tinham nos apresentado. 

Hoje, finalmente, ocorreu. Quando cheguei para o debate, na CBN, ele já se encontrava para participar de uma reunião da entidade de classe que preside. Alguém citou, nos apresentamos. A empatia foi imediata. Nill faz um trabalho admirável, na imprensa e no rádio. Pelas informações e impressão, alem do mais, uma pessoa do bem.

“O luto por Covid-19 é muito doloroso”, afirma psicologa

Manoela nascimento também vive o seu luto particular com a perda do pai, primeira vítima da Covid em Afogados. Por André Luis O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou na última sexta-feira (16), com a psicologa clínica, Manoela Nascimento, sobre como lidar com o luto nestes tempos de pandemia provocada pelo novo […]

Manoela nascimento também vive o seu luto particular com a perda do pai, primeira vítima da Covid em Afogados.

Por André Luis

O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou na última sexta-feira (16), com a psicologa clínica, Manoela Nascimento, sobre como lidar com o luto nestes tempos de pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Manoela, que também vive o seu luto, após perder o pai, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, José Silvério Queiroz de Brito, falecido no dia 18 de junho de 2020, após complicações decorrentes da Covid-19. Ele foi a primeira vítima da doença no município.

Para Manoela, vivenciar esse período, diante de tudo que está acontecendo é muito difícil. “Porque quando a gente fala de luto, falamos sobre um rompimento de vínculo. Estamos vivendo um luto social, um luto por perda e o luto pela falta de liberdade. Então quando a gente fala de luto, esse luto se estende a outros aspectos da nossa vida”. 

Segundo a psicologa, as privações impostas pela pandemia e ao o que considerávamos como uma vida normal, tem suas consequências e sequelas. “A humanidade não estava preparada para esta tempestade que estamos enfrentando, que já dura há mais de um ano e o luto pela perda, que é o rompimento do vínculo e da afetividade… porque o luto dói tanto, porque perdemos alguém? Eu tenho certeza que todo mundo se pergunta: ‘como é que vai ficar a vida da gente, no próximo ano, daqui a dois, três, cinco anos? Como a humanidade vai estar depois de tudo isso que temos passado? Então, assim, não é fácil enfrentar, mas precisamos. Para ter saúde mental é preciso ter resiliência e ressignificar muita coisa na nossa vida”, destaca Manoela.

Manoela relatou o que tem passado diante da perda do pai. “Eu também estou vivendo o meu luto. Desde junho de 2020, que perdemos nosso pai, e a gente vem tentando ter resiliência, tentando ressignificar. Não é fácil! As pessoas às vezes imaginam que pelo fato de eu ser psicologa é mais fácil, mas não é. Eu sou psicologa no consultório, mas quando eu saio dele, eu sou um ser humano que tenho uma vida normal. As minhas emoções, eu tenho que viver e para quem está ouvindo, que perdeu alguém, quem está com alguém agora no hospital, uma coisa que nos sustenta realmente é a fé, independente da religião”. 

Como dica para as pessoas que estão tendo que lidar com a perda de alguém nesse período, ela afirma que é preciso viver. “Não podemos de forma alguma negar esse luto. A negação é uma das fases, às vezes, por revolta, negamos, mas não podemos negar”, afirma.

Manoela destaca que, por mais doloroso que seja, é importante fechar o ciclo para darmos continuidade na vida.

“O luto por Covid-19 é muito doloroso. Só quem já passou por este momento é que sabe o quanto é difícil, o quanto é doloroso… é uma coisa desumana”, desabafou Manoela.

Falando das fases do luto, Manoela explicou que existem cinco: negação, raiva, depressão, barganha e aceitação. “Precisamos viver todas elas. Todas as fases precisam ser vividas. Precisamos encarar, não podemos usar mecanismos de defesa de dizer: ‘não, eu não estou passando por isso. Isso não está acontecendo comigo’. Vamos enfrentar. É dificil? É!  É doloroso? É! Mas é uma dor necessária”, explicou a psicologa.

Questionada se deveríamos falar mais sobre a morte, a psicologa afirmou que sim. “Como ser humano e como psicologa. Ultimamente lidamos com a morte com uma frequência e uma intensidade que até então não tínhamos vivido. Querendo ou não, estamos lidando com essa palavra diariamente nas nossas vidas, mas acredito, que nós, seres humanos, não nos preparamos. A gente não se prepara pra perder. Quem é que quer perder? Humanamente falando.

A psicologa chama a atenção para a necessidade de pararmos alguns momentos e raciocinar, deixar um poco a emoção, o apego humano, principalmente em casos onde a pessoa já vinha enfrentando uma doença, um estado vegetativo e se perguntar: ‘realmente é isso que a gente quer para aquela pessoa que amamos?’ Às vezes a pessoa está lá num nível de sofrimento… “É muito difícil. Na verdade, cada situação é única, mas assim, psicologicamente falando, pra gente tentar manter um equilíbrio mental, eu acho que precisamos raciocinar. Parar um pouquinho, eu sei que a dor…”.

Manoela destaca que o choro é importante, mas que não se pode viver chorando, que não é saudável. “Chorar, falar sobre o assunto, compartilhar com alguém da família, externar, botar pra fora a raiva e a dor que está sentindo é importante, por quê? Porque quando a gente coloca pra fora, estamos externando e quando aquilo volta pra gente, já volta diferente, já volta melhor, não que a dor passe, porque é uma dor que vai e volta, tem dias que você está bem, tem dias que a lembrança bate”, destacou.

Ela lembrou que, geralmente a fase mais difícil do luto é o primeiro ano, pelo fato de que a pessoa vive as datas comemorativas pela primeira vez sem a pessoa querida. O primeiro Natal, o primeiro aniversário, o primeiro Dia das Mães, dos Pais. “Esse primeiro ano, no qual eu me encontro é muito difícil”, afirmou.

Manoela lembrou que o luto é algo muito singular e varia de pessoa para pessoa. “Tem pessoas que vivem esse momento alguns meses, tem pessoas que vivem o luto, anos e às vezes uma vida toda. É muito relativo, mas assim, a gente precisa vivê-lo”, disse lembrando que a vida continua e que o luto é um fechamento de ciclo. 

Uma das maiores perversidades relacionadas ao luto durante esta pandemia, é o fato de não podermos nos despedir com os ritos culturais que estamos acostumados. Questionada se isso amplifica a dor, a psicologa lembrou que além dos familiares não poderem se despedir de seus mortos através dos ritos fúnebres, existem as mudanças de comportamento durante os velórios por mortes que não foram por covid também. “O abraço e o conforto, também nos estão sendo negados. Nada substituiu o abraço, o toque”. 

Ainda com relação às mudanças na cultura do sepultamento e as dores causadas pelo afastamento do doente com Covid-19 de seus familiares, Manoela destacou o sentimento de impotência vivido por todos. “Você não pode ver durante o processo de internamento, que a gente quer ver mesmo de longe, você não pode fazer a despedida… uma coisa que mexe muito, psicologicamente falando, é você não saber como a pessoa foi enterrada. Amarrada em dois sacos, minha gente isso é muito doloroso! Você sabe que está ali no caixão, você vê o caixão de longe, então assim, além de toda a dor da perda, vem aquela chuva de pensamentos, porque não tem como a gente não pensar e a sensação de você enquanto família, não poder fazer nada…”, destacou. 

Deste sentimento, a psicologa lembrou e relatou o seguinte: “lembrei que na hora que o médico foi falar comigo e meu irmão, eu disse doutor  pelo amor de Deus deixa eu ver pelo menos de longe. “Não!” Na hora da minha inocência eu falei com Mada (Madalena Brito, ex-coordenadora da Vigilância em Saúde de Afogados), que estava lá com a gente. Vê um caixão com vidro, para pelo ao menos arrumar com caixão com vidro. Na hora do aperreio, que você se desespera e sai realmente da sua consciência. Aí eu me lembro do olhar da Mada, de máscara e ela fechou os olhos foi como dissesse assim: ‘Manu, tu não sabes que não pode’, então assim, é muito difícil realmente”.

A psicologa alertou para que pessoas que identificarem que não estão conseguindo processar o luto e que não estão bem, devem procurar ajuda profissional, fazer terapia e acompanhamento.

“Pra poder trabalhar tudo isso, organizar mentalmente e a gente conseguir. Não é fazer de conta que as coisas não existem, mas assim, colocar cada coisa no seu lugar e a gente conseguir caminhar. Precisamos estar bem com a gente. Nós somos o eixo da nossa vida, então, se eu não cuido desse eixo, se eu não estou fazendo algo para me reerguer, para ressignificar e dar um outro sentido, vamos ficando com uma bagagem emocional muito pesada, porque continuamos vivendo e arrastando às vezes uma bagagem de 30, 40, 50 anos. Então, neste ponto, as pessoas que se identificarem, procurem uma ajuda profissional. Para se organizar mentalmente, para ter saúde mental, e dar continuidade a sua vida”, pontuou Manoela Nascimento.

O dinheiro que falta para o professor, Prefeitura de Santa Terezinha tem para pagar festa

Noticias vindas de Santa Terezinha dão conta de que o Governo Vaninho de Danda segue sem pagar os vencimentos dos professores da ativa, além de aposentados e pensionistas. A explicação da Prefeitura é de que faltam recursos. Por outro lado a gestão surpreende ao anunciar atrações musicais para a Festa Tradicional da Vila do Tigre. […]

Noticias vindas de Santa Terezinha dão conta de que o Governo Vaninho de Danda segue sem pagar os vencimentos dos professores da ativa, além de aposentados e pensionistas. A explicação da Prefeitura é de que faltam recursos.

Por outro lado a gestão surpreende ao anunciar atrações musicais para a Festa Tradicional da Vila do Tigre. A cidade programa  show de Boy Vaqueiro e apresentações artísticas.

O TCE tem recomendado a prefeitos que se abstenham de gastar dinheiro público com festas quando  estiver em débito com  o funcionalismo, configurando crise fiscal e má gestão dos recursos. Com a palavra o Prefeito de Santa Terezinha. A informação é de Anchieta Santos ao blog.