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Victor e Carlos Evandro caminham na Caxixola

Por Nill Júnior

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O candidato do PR, em Serra Talhada andou acompanhado do ex-prefeito Carlos Evandro no bairro da Caxixola, um dos bairros urbanizados recentemente pelo grupo de Carlos e os Oliveiras.

Segundo nota, a recepção foi calorosa, “já que neste local a população vivia isola até o avô de Victor, Inocêncio Oliveira, conseguir a construção de uma ponte sobre o Rio Pajeú que ligou a Caxixola ao centro da cidade”.

A nota diz que a comunidade também recebeu asfalto através de uma emenda do então deputado estadual, Sebastião Oliveira e por último o calçamento das ruas vicinais executado na administração de Carlos Evandro prefeito.

“O atual prefeito quer tomar posse das creches, do centro esportivo e de outras obras que eu deixei já pronta para execução aqui na Caxixola, Quem fez tudo aqui fui eu”, completou Carlos Evandro. O candidato a vice de Victor, Marcus Dantas também estava presente na caminhada.

Outras Notícias

Altemar Dutra Jr hoje em Afogados

Após show pirotécnico no Campo do Nascente e Forró das Encomendas no Palco da Rio Branco, hoje a festa de réveillon em Afogados será animada pelo cantor Altemar Dutra Jr, a partir das 22h.  Gaviões do Forró toca a partir da meia noite.

Altemar Dutra Júnior toca na cidade pela primeira vez
Altemar Dutra Júnior toca na cidade pela primeira vez

Após show pirotécnico no Campo do Nascente e Forró das Encomendas no Palco da Rio Branco, hoje a festa de réveillon em Afogados será animada pelo cantor Altemar Dutra Jr, a partir das 22h.  Gaviões do Forró toca a partir da meia noite.

Fala de Bolsonaro contra Quilombolas gera Moção de repúdio em Carnaíba

A Câmara de Vereadores de Carnaíba aprovou Moção de Repúdio apresentada pelo  vereador Victor Patriota (PSB), contra o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC), pelas declarações dadas em palestra na sede da Hebraica, no Rio de Janeiro. “Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriar […]

A Câmara de Vereadores de Carnaíba aprovou Moção de Repúdio apresentada pelo  vereador Victor Patriota (PSB), contra o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC), pelas declarações dadas em palestra na sede da Hebraica, no Rio de Janeiro. “Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriar ele serve mais”, disse.

Para o vereador Carnaibano, autor da proposta de repúdio, o município de Carnaíba conta hoje com quatro comunidades quilombolas: Abelha, Brejo de Dentro, Gameleira e Travessão do Caroá. Somando aproximadamente 330 famílias e uma população de 1.320 pessoas.

“Em nome delas apresentamos essa moção condenando o discurso racista proferido pelo deputado. Não é aceitável que um legislador , e dito pré-candidato a presidência da republica, trate as pessoas negras como animais de acordo com seu peso.
Temos uma história de mais de três séculos e meio de exploração dessa população. Demostramos nosso veemente repúdio”, disse Victor.

O vereador teve o apoio de todos os vereadores presentes na sessão. Dentre eles Alex Mendes, Preguinho, Gleybson Martins, Vanderbio Quixabeira e o Presidente Nêudo da Itã que subscreveram o repúdio à Bolsonaro.

O vereador Alex Mendes (PSB), que reside na região do caroá, onde aglomera o maior número de quilombos, disse que o deputado deveria ter seu mandato cassado, ser preso e ter seus direitos políticos cassados.

Já Gleybson Martins (PDT), afirmou que Carnaíba tem uma grande participação do povo quilombola. “Que a nota sirva de exemplo para outros legislativos no combate ao racismo”. A Moção será encaminhada à Câmara dos Deputados.

Carnaibano assume maior agência do BNB no Estado

O carnaibano de Ibitiranga Tomé Neto foi designado para gerenciar a maior agência do Estado de Pernambuco em volume de negócios e uma das maiores do Nordeste: a agência Recife centro, no formato Corporate. Tomé é funcionário do Banco do Nordeste há 15 anos. Iniciou sua carreira em Souza, Paraíba, em 2005. Em  2007 foi Gerente […]

O carnaibano de Ibitiranga Tomé Neto foi designado para gerenciar a maior agência do Estado de Pernambuco em volume de negócios e uma das maiores do Nordeste: a agência Recife centro, no formato Corporate.

Tomé é funcionário do Banco do Nordeste há 15 anos. Iniciou sua carreira em Souza, Paraíba, em 2005.

Em  2007 foi Gerente Executivo Estadual na área rural. No ano seguinte assumiu a Gerência Geral da agência de Sertânia.

Em 2014 gerenciou a agência de Garanhuns. Antes de ser designado para o novo desafio, estava a frente da unidade de Petrolina.

Mostra Pajeú de Cinema: “O Processo” dá início à programação em Afogados

Premiado internacionalmente, filme sobre os eventos que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff será exibido neste domingo (20); antes será exibido o curta Cine S. José, seguido de masterclass sobre a importância de preservar cinemas históricos como o de Afogados da Ingazeira. Após atividades em Iguaracy e Ingazeira, a 4ª Mostra Pajeú de Cinema dá […]

Premiado internacionalmente, filme sobre os eventos que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff será exibido neste domingo (20); antes será exibido o curta Cine S. José, seguido de masterclass sobre a importância de preservar cinemas históricos como o de Afogados da Ingazeira.

Após atividades em Iguaracy e Ingazeira, a 4ª Mostra Pajeú de Cinema dá início neste domingo (20) à mostra de longas e curtas em Afogados da Ingazeira. De acesso gratuito, a programação será exibida no Cine S. José (Rua Newton César, s/n – Centro), sempre às 19h30 e 20h30.

Abre a mostra de longas o documentário O Processo, que promove um tour de force pelo Congresso Nacional em pleno processo de votação pelo impeachment de Dilma Rousseff. Dirigido por Maria Augusta Ramos, o filme estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e tem sido premiados em vários festivais, entre eles o Visions du Réel (Suíça), um dos mais importantes do mundo. Antes, às 19h30, será exibido o curta Cine S. José, em sessão especial seguida de masterclass sobre cinemas de rua com o professor João Luiz Vieira (UFF-RJ). O curta refaz a trajetória do grupo de voluntários que nos anos 1990 reergueu o cinema que hoje é um dos símbolos da cidade.

Mostra de longas – Dirigido pelo fotógrafo Gilvan Barreto, Prelúdio da fúria apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política, enquanto Em nome da América investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; inédito, Parquelândia olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão.

Completam a seleção a ficção paraibana Rebento (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e Arábia (MG), um dos mais premiados e esperados filmes da temporada. Os diretores André Morais (Rebento), Fernando Weller (Em nome da América) e Cecília da Fonte (Parquelândia) estarão presentes para debater os filmes após a sessão, enquanto Prelúdio da fúria será debatido pelos professores Aécio Amaral (UFPB) e José Rogério Oliveira (FASP).

Curtas – “A seleção de curtas forma um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e de praticamente todas as regiões do país”, diz André Dib, curador da MPC.

“Outros circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes”.

Outro destaque do programa de curtas é Nome de batismo – Alice. Premiado como melhor curta brasileiro no festival É Tudo Verdade, o filme estabelece uma rota afetivo-cultural percorrida pela diretora, cuja família angolana encontrou refúgio no Brasil quarenta anos atrás. O curta de Tila Chitunda integra o já tradicional Programa “Pais e Filhos”, dedicado ao cinema de viés geracional.

Na sexta (25), o programa “Universo Paralelo” apresenta filmes que dialogam diretamente com o cenário do rock independente, formado pelo clipe Eu o declaro meu inimigo, em que a música da banda Devotos adquire incrível visualidade em movimento a partir da colaboração de dezenas de profissionais da animação de todo o Brasil; o curta A retirada para um coração bruto, insólita declaração de liberdade criativa vinda do interior de Minas Gerais; e do longa Pesado, esforço inédito de contar a história do gênero metal em Pernambuco. Mais detalhes e outras informações no site www.mostrapajeudecinema.com.br.

Sobre a MPC – A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio da Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação – Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.

“Não há espaço para erros”, diz Adelmo Santos sobre próximo governo de Lula

Professor e historiador avaliou o processo eleitoral e disse o que deve ser feito para unificar o país. Por André Luis Após os resultados das urnas do último domingo (30/10), confirmando a vitória de Lula e lhe conferindo o terceiro mandato como presidente do Brasil, é hora de parar e refletir e fazer uma análise […]

Professor e historiador avaliou o processo eleitoral e disse o que deve ser feito para unificar o país.

Por André Luis

Após os resultados das urnas do último domingo (30/10), confirmando a vitória de Lula e lhe conferindo o terceiro mandato como presidente do Brasil, é hora de parar e refletir e fazer uma análise sobre os problemas que o país irá enfrentar no próximo ano.

Um ponto importante a ser destacado é o resultado, que mostrou um país dividido. A diferença entre Lula e Bolsonaro foi de apenas 2.139.645 votos, o que mostra um retrato importante sobre duas forças, hoje, no Brasil, o antilulopetismo e o antibolsonarismo. Afinal, nem todo mundo que votou em Lula é lulopetista e nem todo mundo que votou em Bolsonaro é bolsonarista.

Nesta terça-feira (1º), o professor e historiador Adelmo Santos, falou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que o presidente Lula não tem mais espaço para erros.

A fala de Adelmo se deu em resposta a provação do que Lula precisa fazer para pacificar o país.

Para Adelmo, além de não haver mais espaços para erros “Lula precisa fazer um grande governo, com muita estabilidade, manter uma frente ampla e ter bom diálogo com o Congresso Nacional. A expectativa é de que ele faça o melhor governo que o Brasil já teve. Com muitos acertos e poucos erros”, destacou o professor.

Avaliando o processo eleitoral, Adelmo disse acreditar que apesar da pouca diferença de votos entre Lula e Bolsonaro, o petista teve uma grande vitória.

“Primeiro é preciso contextualizar que desde a redemocratização do Brasil, Bolsonaro é o primeiro presidente a não se reeleger. Agora, sobre a vitória de Lula, se formos olhar para o contexto de como se deu a eleição, foi maiúscula. Ele enfrentou a máquina. Bolsonaro gastou R$ 22 bilhões em benefício próprio para tentar se reeleger. Nunca se gastou tanto”, afirmou o professor.

Adelmo também destacou mais dois pontos enfrentados por Lula que justificam porque pra ele, a vitória do petista foi maiúscula.

“O assédio eleitoral nunca foi tão escancarado como nesta eleição. É doentio. Nunca tinha visto isso acontecer no país. E o boicote por parte da Polícia Rodoviária Federal, que tentou fazer com que as pessoas mais pobres e que geralmente mora distante dos pontos de votação, não conseguissem votar. Esse foi um movimento orquestrado, planejado dentro do Palácio do Planalto”, destacou Adelmo.

Adelmo ainda comparou Lula a Getúlio Vargas. “Gostando ou não são os maiores estadistas que o Brasil já teve. Isso é fato”.

Questionado se Bolsonaro passará a faixa para Lula em 1º de janeiro de 2023, Adelmo disse acreditar que não e lembrou que a única vez que isso aconteceu no Brasil foi quando o último presidente do regime militar, João Figueiredo, se recusou a passar a faixa para José Sarney, que foi eleito presidente com o voto indireto após a morte de Tancredo Neves.

Sobre os bloqueios que estão sendo feitos por apoiadores radicais do presidente Jair Bolsonaro, Adelmo disse ser um crime. “O que está acontecendo agora já era esperado. Esses bloqueios de estradas são ilegais. São contra o estado democrático de direito. É um crime”, afirmou.