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Vereadores cobram mais efetivo policial para Tuparetama

Por Nill Júnior

Os vereadores de Tuparetama, Valmir Tunu e Arlã Markson, protocolaram junto ao 23º Batalhão de Polícia Militar de Afogados da Ingazeira a solicitação de efetivo policial para reforçar a segurança do Município.

Segundo Valmir Tunu, Tuparetama vem sofrendo com constantes ondas de roubos e furtos, que têm amedrontado a população. Comum em cidades pequenas do interior, Tuparetama conta com efetivo policial reduzido.

“Estive junto com o vereador Arlã Markson na cidade de Afogados da Ingazeira, para protocolarmos um ofício junto ao 23° BPM, solicitando um maior efetivo de policiais com o objetivo de conter a onda de assaltos que acontece na cidade. Os tuparetamenses vêm sofrendo com um aumento significativo de roubos e furtos diários”, informou Valmir Tunu.

Outras Notícias

Operação do Detran fiscaliza possíveis irregularidades em veículos escolares

Uma grande operação do Detran em Afogados da Ingazeira em frente ao Colégio Normal aconteceu esta tarde, verificando possíveis irregularidades nos carros de transportes de estudante. A ação seria fruto de ação conjunta com o Ministério Público Federal. Dentre os aspectos observados na fiscalização estaria averiguação de possíveis motoristas não habilitados para o transporte de passageiros, documentação […]

Em foto ao blog, alunos retornam pra casa em ônibus da Secretaria adquiridos junto ao
Em foto ao blog, alunos retornam pra casa em ônibus da Secretaria adquiridos junto ao “Caminhos da Escola”. Logística foi montada por conta da operação, que teria tirado alguns veículos de circulação

Uma grande operação do Detran em Afogados da Ingazeira em frente ao Colégio Normal aconteceu esta tarde, verificando possíveis irregularidades nos carros de transportes de estudante. A ação seria fruto de ação conjunta com o Ministério Público Federal.

Dentre os aspectos observados na fiscalização estaria averiguação de possíveis motoristas não habilitados para o transporte de passageiros, documentação atrasada, veículos não adequados ao transporte de estudantes, dentre outras questões.

Ainda não muitos detalhes sobre a operação do Detran, mas a movimentação foi intensa no local, onde há um grande fluxo de transporte de estudantes. A Polícia Militar também participou, mas ainda não se sabe quantas foram as autuações e por quais motivos. Nem o coordenador da Ciretran, nem Detran ou MPF deram detalhes ou números de registros.

Houve informações de multas por falta da habilitação ou ausência de qualificação para transporte escolar. A BPM Serviços garantiu entretanto que autuações menores como  falta de  tacógrafo, irregularidades em veículos ou falta de equipamentos de segurança é que foram registradas.

Em foto ao blog, alunos foram vistos retornando pra casa em ônibus da Secretaria adquiridos junto ao “Caminhos da Escola”. Logística foi montada por conta da operação, que teria tirado alguns veículos de circulação esta tarde.

A Secretaria de Educação de Afogados  ainda não se pronunciou. No Pajeú, o MP tem feito ampla campanha de regularização do transporte escolar contratado por prefeituras.

Maluf e FHC disputaram a compra da emenda da reeleição, diz delator

Em sua delação premiada firmada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), condenado pelo juiz Sérgio Moro a 20 anos e três meses de prisão enquanto ainda cumpria sua pena no mensalão, desenterrou um episódio polêmico do Congresso durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a compra de votos de deputados […]

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Uol

Em sua delação premiada firmada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), condenado pelo juiz Sérgio Moro a 20 anos e três meses de prisão enquanto ainda cumpria sua pena no mensalão, desenterrou um episódio polêmico do Congresso durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a compra de votos de deputados para apoiar a emenda da reeleição, em 1997.

Corrêa, que admitiu ter se envolvido em crimes desde seu primeiro mandato parlamentar, em 1978 pela extinta Arena, afirmou aos investigadores que o episódio envolvendo o governo FHC (1995-2002) “foi um dos momentos mais espúrios” que ele presenciou em todos os anos de deputado federal.

Segundo o delator, houve uma disputa de propinas. Pedro Corrêa disse que estavam em lados opostos o governo Fernando Henrique e o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que na época havia acabado de deixar a Prefeitura de São Paulo com alta aprovação e com sua candidatura à Presidência da República cogitada.

O delator da Lava Jato relatou que por parte do governo federal a iniciativa da reeleição foi liderada pelo então ministro das Comunicações Sérgio Motta (morto em 1998) e pelo então presidente da Câmara Luis Eduardo Magalhães (também morto em 1998 e na época do PFL) com o apoio do deputado Pauderney Avelino –atualmente líder do DEM na Câmara– , dos então governadores Amazonino Mendes (PFL-AM) e Olair Cameli (PFL-AC) “entre outras lideranças governistas”.

De acordo com Pedro Corrêa, essas lideranças “compraram os votos para a reeleição de mais de 50 deputados”. O ex-deputado Pedro Corrêa (centro) é delator na Operação Lava Jato

O delator, contudo, estava do outro lado da “disputa”. “Além dos fatos já narrados, o colaborador também participou deste episódio, mas de forma contrária, tentando alijar com propinas deputados em desfavor da emenda constitucional com recursos do então ex-prefeito da cidade de São Paulo e hoje deputado federal, Paulo Maluf (PP-SP)”, afirmou Pedro Corrêa aos investigadores.

Segundo o ex-deputado, naquela época Maluf –atualmente alvo de dois mandados de prisão internacional por supostamente ter lavado dinheiro no exterior desviado da Prefeitura de São Paulo– havia terminado seu mandato na capital paulista com 90% de aprovação e cogitava disputar a Presidência.

“Maluf sabia que seu maior concorrente seria o presidente à época, FHC, isso se o governo conseguisse passar a emenda da reeleição”.

Para tanto, relata Corrêa, Maluf convocou ele e os deputados Severino Cavalcanti e Salatiel Carvalho “para se contrapor ao governo e também cooptar, com propina, parlamentares que estivessem se vendendo ao governo FHC”.

Maluf acabou sendo derrotado e o governo conseguiu, em uma votação esmagadora, aprovar a emenda que garantiu a Fernando Henrique — também com alta aprovação popular na época– mais quatro anos de mandato. Em 28 de janeiro daquele ano, a emenda constitucional da reeleição foi aprovada no plenário da Câmara em primeiro turno por 336 votos a favor, 17 contra e seis abstenções.

Na ocasião, a compra de votos foi denunciada em reportagem do jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, que revelou gravações de conversas parlamentares dizendo terem recebido R$ 200 mil para aprovar a medida. Um deles, Ronivon Santiago, admitiu ter recebido a quantia.

Oito dias depois, os dois deputados flagrados nas gravações renunciaram ao mandato e o caso foi arquivado pela Procuradoria-Geral da República.

Procurado pela reportagem, Fernando Henrique Cardoso disse que Pedro Corrêa apenas repetiu o que foi veiculado pela imprensa na época e que já tratou do assunto em sua biografia lançada recentemente sobre o período em que ocupou a Presidência da República, chamada “Diários da Presidência”. No livro, ele relata que o episódio foi uma “questão do Congresso”.

Em um dos diários da Presidência ele chega a relatar que foi informado por Luis Eduardo Magalhães que Maluf teria oferecido R$ 1 milhão ao deputado Fernando Brandt (PFL-MG), da comissão da Câmara que analisava a proposta da emenda constitucional da reeleição, para votar contra a medida. No livro, porém ele não cita outros parlamentares nem os detalhes relatados por Pedro Corrêa.

Maluf afirmou que o ex-presidente tucano é que deve ser ouvido sobre o caso. “O favorecido no episódio foi Fernando Henrique Cardoso com a sua reeleição, e portanto é o FHC que deve ser ouvido”, disse, por meio de sua assessoria.

O líder do DEM, Pauderney Avelino, também se defendeu das acusações: “rechaço com veemência as referências feitas a mim pelo ex-deputado Pedro Corrêa, autointitulado corrupto. Não responderei aos bandidos e ladrões do dinheiro público”, disse, em nota.

A reportagem entrou em contato e encaminhou e-mail para a assessoria de ACM Neto, da família de Luis Eduardo Magalhães, mas não obteve retorno. Os demais políticos que ainda estão vivos citados na delação não foram encontrados para comentar o caso e o espaço está aberto para a manifestação deles.

Edson do Cosmético se reúne com Charles de Tiringa e avalia possível apoio para 2026

Vereador disse que, pela forma como a política vem sendo conduzida internamente na oposição, pode seguir um “caminho independente” Por Juliana Lima O vereador de oposição Edson do Cosmético, de Afogados da Ingazeira, se reuniu nesta sexta-feira, 7, com o pré-candidato a deputado federal Charles de Tiringa. O encontro ocorreu em Afogados e foi um […]

Vereador disse que, pela forma como a política vem sendo conduzida internamente na oposição, pode seguir um “caminho independente”

Por Juliana Lima

O vereador de oposição Edson do Cosmético, de Afogados da Ingazeira, se reuniu nesta sexta-feira, 7, com o pré-candidato a deputado federal Charles de Tiringa. O encontro ocorreu em Afogados e foi um papo sobre política e sobre o cenário para 2026. O pré-candidato a vereador Wellington Júnior participou do encontro.

Edson informou ao Blog Juliana Lima que a conversa incluiu a possibilidade de apoio à pré-candidatura de Charles. O vereador afirmou que só apoiará nomes alinhados ao projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra. Ele também disse que não apoia candidatos ligados ao campo progressista.

Edson destacou que qualquer decisão será tomada após ouvir o grupo de oposição de Afogados, liderado por Danilo Simões. Mesmo assim, salientou que, pela forma como a política vem sendo conduzida internamente no grupo, pode seguir um caminho independente nas eleições de 2026.

Salve Dedé Monteiro!

Fim de feira, Meu Papai Noel de casa, A tinta branca dos anos, A tampa do tabaqueiro, A porca preta pelada… Pra se identificar, pra refletir, pra sorrir e pra outras tantas expressões e sentimentos, a poesia de Dedé Monteiro é um ponto certo. Reverenciado desde a década de 70, quando suas crias começaram a […]

Fim de feira, Meu Papai Noel de casa, A tinta branca dos anos, A tampa do tabaqueiro, A porca preta pelada… Pra se identificar, pra refletir, pra sorrir e pra outras tantas expressões e sentimentos, a poesia de Dedé Monteiro é um ponto certo.

Reverenciado desde a década de 70, quando suas crias começaram a girar mundo, o poeta pajeuzeiro de Tabira vem colecionando títulos como o Papa da Poesia e Patrimônio Vivo de Pernambuco. Tudo com muita justiça.

Em vestes de papa, Dedé já estampou capa de revista. Como Patrimônio Vivo foi condecorado pelo Governo de Pernambuco em 2016. Isso só pra ficar em poucos registros.

A novidade de agora é que Dedé está relançando seus dois primeiros livros: Retalhos do Pajeú, de 1984, e Mais um baú de retalhos, de 1995. Os originais dessas obras são raridades. O próprio poeta só tem um exemplar de cada. Agora os dois chegam juntos, num box chamado Coleção Dedé Monteiro, como resultado de um projeto aprovado pelo Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco, o Funcultura.

A primeira chance de adquirir os livros direto com o autor é nesta quarta-feira, dia 13 de abril, em Afogados da Ingazeira. A hora é 19h30 e o local é o Cine São José. O evento tem o apoio da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios e da Secretaria de Cultura de Afogados da Ingazeira.

Uma noite para público e artistas se reencontrarem em meio aos encantos da poesia do Mestre. Salve, Dedé!

Serviço:

O quê? Lançamento dos livros Retalhos do Pajeú e Mais um baú de retalhos, de Dedé Monteiro

Quando? Quarta-feira, 13 de abril de 2022

Onde? Cine São José, Afogados da Ingazeira

Que horas? 19h30

Qual o preço? R$ 30,00 (box com os dois livros)

E o que mais? Apresentações artísticas diversas (entrada grátis)

Ministro dos Transportes anuncia R$ 18,9 milhões para viadutos em Petrolina

Em Petrolina, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casemiro, assinou com o prefeito Miguel Coelho a liberação de R$ 18,9 milhões para a construção de dois viadutos na BR-428. No evento, ainda foi anunciado o projeto para implantação do Terminal de Passageiros das Barquinhas, na orla petrolinense. Um dos viadutos anunciados terá […]

Em Petrolina, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casemiro, assinou com o prefeito Miguel Coelho a liberação de R$ 18,9 milhões para a construção de dois viadutos na BR-428. No evento, ainda foi anunciado o projeto para implantação do Terminal de Passageiros das Barquinhas, na orla petrolinense.

Um dos viadutos anunciados terá 60 metros, na intersecção da Avenida São Francisco com a Rua Bernardo Coelho. Já a outra estrutura de 40 metros será erguida entre a Avenida das Nações e a Marechal Hermes da Fonseca. A obra se conectará à duplicação da Avenida Sete Setembro, que está em andamento, formando um novo complexo viário para agilizar o trânsito em Petrolina.

A expectativa é de que a construção dos dois viadutos seja iniciada em novembro, após a finalização dos projetos e preparativos dos terrenos. Já a inauguração da obra está prevista para 2019.

O ministro Valter Casemiro adiantou que o Governo Federal também investirá em outras obras viárias como na Avenida Honorato Viana. “As obras na BR-428 irão resolver pontos críticos já identificados em Petrolina. Quero voltar aqui para inaugurar essas importantes ações, assim como, dar a ordem de serviço para as obras na BR-407”, prometeu Casemiro.