Vaninho de Danda e Mãe Chuca tem candidaturas homologadas em Santa Terezinha
Por André Luis
O atual prefeito de Santa Terezinha Vaninho de Danda (Avante) e a sua vice, Mãe Chuca realizaram a convenção do partido no auditório da Escola José Paulino de Siqueira, onde a chapa foi homologada no começo da noite desta quarta-feira (16), para concorrer nas eleições deste ano.
Também foram homologadas nove candidaturas para a disputa do Legislativo municipal. Os nomes: Antonio Cesar, Cleitor Oliver, Cristiane de Chica, Elida Martins, Fabinho de Chico França, Geilson Art’s, Neguim de Danda, Junior de Branco e Fia Romão.
A convenção dos situacionistas também foi acompanhada pelas equipes de saúde que fiscalizaram se as normas de controle da pandemia da covid-19 estavam sendo cumpridas.
O Ministério Público (MP) também visitou a convenção fazendo recomendações para que ao final do evento, não tivesse aglomerações de pessoas, carreatas, motocadas ou passeatas.
De acordo com a promotora Dra. Cláudia, caso houvesse descumprimento das recomendações, o partido responsável teria que responder judicialmente.
O Ministerio Público representado pelo promotor Aurinilton Leão Sobrinho se reuniu com a Compesa. A reunião, com Sílvio Robério Nunes Jordão, cobrou a normalização do fornecirmento de água nos municípios de Santa Terezinha e São José do Egito, bem como para garantir maior transparencia das informações aos clientes acerca dos calendários de rodizio de abastecimento, […]
O Ministerio Público representado pelo promotor Aurinilton Leão Sobrinho se reuniu com a Compesa.
A reunião, com Sílvio Robério Nunes Jordão, cobrou a normalização do fornecirmento de água nos municípios de Santa Terezinha e São José do Egito, bem como para garantir maior transparencia das informações aos clientes acerca dos calendários de rodizio de abastecimento, notadamente para as pessoas excluídas digitalmente.
Jordão é Coordenador Regional da Compesa para Brejinho, Santa Terezinha, São José do Egito e Tuparetama.
Ainda comprovação técnica do que motiva as constantes paralisações, bem como a viabilidadede melhoria nas adutoras e ETAs que abastecem essas cidades.
O Coordenador Regional da Compesa informou que a adutora de Santa Terezinha, devido ao tempo, sofre diuturnamente com problemas de manutenção que acarretam interrupções do fornecimento de água. “Ha imprevisibilidade de tais problemas, porque são paradas emergenciais para reparos”, explicou.
O sistema de abastecimento de Santa Terezinha é proveniente da Barragem da Vila do Tigre e o complemento vem da transposição do Rio São Francisco, cuja ligação provém da Estação Elevatória de Riacho do Meio. “Embora a obra da transposição seja recente, o material usado para conectá-la à adutora de Santa Terezinha foi reaproveitado de outra adutora descontinuada”. Atualmente, Santa Terezinha recebe água exclusivamente da transposição.
Sobre São José do Egito, a alegação foi a de as interrupções decorrentes do furto de equipamentos da estação elevatória de Sertânia e do estouramento em Albuquerque Né afetaram a região inteira, também São José do Egito. O calendário precisou ser reformulado. “Hoje só não estão recebendo água os bairros Ipiranga, Planalto e São Borja”.
O promotor deu quinze dias para que a Compesa apresente um plano de ação para resolver as questões apresentadas em até 15 dias úteis.
A guerra da desinformação e o papel da imprensa no embate entre Raquel Lyra e João Campos O poder encontrou no jornalismo chapa branca e mais recentemente, também através de contas de redes sociais, um caminho para buscar influenciar a sociedade. A guerra travada na comunicação e, principalmente no seu desvirtuamento, foi o caminho encontrado […]
A guerra da desinformação e o papel da imprensa no embate entre Raquel Lyra e João Campos
O poder encontrou no jornalismo chapa branca e mais recentemente, também através de contas de redes sociais, um caminho para buscar influenciar a sociedade. A guerra travada na comunicação e, principalmente no seu desvirtuamento, foi o caminho encontrado por exemplo para fortalecer o fenômeno, por mais terrível que tenha sido, do bolsonarismo.
Em Pernambuco, a disputa entre Raquel Lyra e João Campos ganhou um componente de debate que envolve veículos de comunicação, jornalistas, redes sociais e influencers. Há acusações mútuas de utilização de estrutura econômica ou de poder para criação de redes de desinformação, de um lado e do outro. Em suma, em maior ou menor volume, nomes da comunicação seriam pagos para atacar de um lado, o prefeito do Recife, e do outro, a governadora do Estado. Não é a guerra de quem informa mais, mas de quem melhor desinforma ou ataca o adversário. É a percepção de que, mais importante que destacar os feitos de Raquel e João, é desgastá-los, apontar erros, atacar as biografias, fazer o jogo baixo, do submundo da comunicação. Profissionais e contas de redes sociais são rotulados como aliados de João ou de Raquel pelos ataques e busca por descredenciar o outro lado. Dá quase pra ver um led na testa com #teamjoao ou #teamraquel.
Do lado de Raquel, a acusação é de que um “gabinete do ódio” foi criado com nomes que tem acesso privilegiado a informações de processos contra adversários para difundí-los na imprensa. Também há veículos especializados em apontar investigações que miram o governo João Campos e estampar seu nome nas manchetes, mesmo quando a acusação pesa contra um de seus tantos auxiliares. Não importa quem, a manchete aponta que “a gestão João Campos comete corrupção”.
Já aliados de João buscam minar Raquel com exploração da oposição a Raquel na ALEPE, leia-se Álvaro Porto, decisões do Tribunal de Contas e a busca por miná-la com braços da imprensa instrumentalizada. A ideia é fazê-la sangrar, desgastar-se com a exposição de uma CPI que mira contratos de publicidade, travar empréstimos e apontar ineficiência gerencial, sempre tendo na ponta veículos da mídia porta vozes dessa movimentação. Mais uma vez, um jogo que tem na difusão dos setores de comunicação alinhados a chave para a fritura dar certo.
Na base, na ponta, a sociedade, que acaba se perguntando em quem confiar. A pergunta e exercício frequente é: quais veículos de comunicação realmente confiáveis na difusão dos fatos? Como separo o joio do trigo? Estou sendo informado ou viro massa de manobra dos veículos que me vendem a quem detém o poder econômico e político por meus likes e pelo fato de seguir determinadas redes de notícias e profissionais?
Em linhas gerais, os veículos que assumem esta postura prestam um desserviço à credibilidade do jornalismo em Pernambuco. Na essência, jornalismo não deveria ter lado a não ser o lado da sua audiência, da sociedade, apontando o que ela registra como essencial para a melhoria da máquina pública em todas as esferas, gerando cidadania através da comunicação, sendo ponte para a eficiência das gestões em Pernambuco ou Recife, e deixando o julgamento político para a população. Isso não quer dizer não se posicionar. Há um corredor que pode ser percorrido onde os profissionais emitem opinião sem contaminar sua independência editorial e sem receber rótulos. É justamente pela postura que se ganha robustez e musculatura para criticar e ser respeitado, sob a ótica de que se está criticando, pela condução séria, merece atenção.
É essa credibilidade, aliás, a janela para estabelecer parcerias institucionais. Aos governos, o caminho ideal é sempre, com ciência, escolher os canais confiáveis junto à opinião pública para difusão das informações de gestão, e não subverter essa relação.
Por outro lado, com minhas virtudes e defeitos, de quem não quer virar Santidade ou ser canonizado no jornalismo (muito pelo contrário) e não está acima do bem e do mal, sempre tive a percepção de que a sociedade sabe separar o joio do trigo. Entende quem está fazendo o jogo de João ou Raquel e quem está de fato buscando fazer jornalismo na sua essência. Também de que jornalismo, jornalista, veículo, não elegem ninguém, salvo possíveis e raríssimas excessões. Para Raquel e João, não vão adiantar exércitos ou milícias alimentando setores da imprensa para descredenciar uma ao outro e vice-versa se não conseguirem sensibilizar a sociedade pelo bem que podem fazer a Pernambuco, pelo que entregam como melhoria da qualidade de vida das pessoas em Pernambuco e na capital pernambucana. Se é verdade a minha máxima de que “não existe comunicação boa pra governo ruim”, também não se desgasta o que na percepção da sociedade tem condições de melhor entrega para suas demandas e expectativas. É essa equação social e política que vai ser enxergada pela sociedade. Dom Hélder Câmara cansou de avisar: “dizem que o povo não pensa. O povo pensa”.
Fato x fake
É fato que o jornalista Magno Martins é um crítico da gestão Raquel. E ele nunca escondeu isso. Mas não procede a informação de que é pago pelo governo João Campos. O prefeito do Recife e Magno não se falam. Também pelas críticas que Magno fez a ele, Renata e Eduardo Campos. Magno foi, por exemplo, quem batizou o prefeito do Recife de “príncipe”.
Os debates de cada dia
A semana do Debate das Dez será movimentada na Rádio Pajeú. Segunda, os sobreviventes da tragédia de Belo Jardim, com Jorge Augusto, o Jorginho, Amara Araújo e Mery da Oficina, irmã de Neucimar Souza. Terça, Arthur Amorim. Na quarta, Magno Martins e seu livro “Os Leões do Norte”. E na quinta, Danilo Simões, líder da oposição em Afogados.
Os caminhos da municipalização
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, está discutindo com PMPE e MP os caminhos para um dos calos da municipalização: a liberação das calçadas. Diz, para ter segurança jurídica. Sobre a necessidade de ação integrada apontada pela Coluna, diz que há um Grupo de Trabalho envolvendo todas as secretarias responsáveis pelo suporte à de Trânsito. Entende ser uma transição complexa, mas está confiante.
Dilema
A manifestação de prefeitos tanto de oposição quanto governistas reclamando da brusca queda principalmente do ICMS mostrou que o debate não está contaminado pela disputa estadual. Só que uma manifestação do Presidente da AMUPE Marcelo Gouveia na defesa dos gestores, no que é sua obrigação, pode gerar um mal estar com a aliada Raquel Lyra. Gouveia estaria esperando a semana seguinte, torcendo pela recuperação dos repasses.
Quase esquecido. Quase…
As falas de Dinca Brandino em rede social atacando o prefeito Flávio Marques tem tido a atenção de pouquíssimos tabirenses. Dinca era quase um político esquecido. Mas poderá renascer das cinzas se João Campos ganhar a eleição com seu apoio, diante da decisão de Flávio Marques de apoiar a governadora Raquel Lyra.
Munição para a adversária
No noticiário da semana, os socialistas Sivaldo Albino, prefeito de Garanhuns, e Júnior Matuto, Deputado Estadual, deram péssimos exemplos. Sivaldo, quando botou a Câmara para aprovar um vale alimentação de R$ 5 mil que vai se somar a diárias, penduricalhos e correlatos ao seu salário de R$ 37 mil. Matuto, pela fala machista e agressiva contra Raquel Lyra. Não precisa ser tão inteligente pra saber que vão ser usados para desgastar João Campos pelo time de Raquel, com o mote de que esse “é o modo socialista de governar e fazer política”.
Caras e bocas
A ida de Raquel Lyra a Floresta teve perrengue por conta da péssima relação da aliada Rorró Maniçoba com o principal blogueiro da cidade, Elvis Lima. Rorró quis desmentir o jornalista sobre o abandono do estádio João Dioclésio de Souza. O caso foi parar na Câmara. Na coletiva de Raquel, Elvis quis saber sobre a conclusão de uma quadra com dinheiro do FEM. Aparentemente orientada por Rorró, Lyra não respondeu. A cara fechada da prefeita ganhou as redes.
Almas querendo reza
O Deputado Estadual Luciano Duque e o filho, Presidente do IPA e pré-candidato a Deputado Federal, Miguel Duque, do Podemos, fizeram uma clássica visita à Feira Livre de Afogados da Ingazeira ao lado do Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho. Miguel e o pai tem buscado a ampliação das bases no Pajeú. Em Afogados, a porta de entrada será Mário Viana.
Frase da semana:
“Não me venham com violência política de gênero. Eu não tolero mais”.
Da governadora Raquel Lyra (PSD) respondendo a novos ataques de opositores na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
O mal que Dinca faz a Tabira Essa foi mais uma semana de notícias lamentáveis e que envergonham o tabirense que ama sua terra. Tabira não merecia tamanha exposição negativa. Mas teve. O noticiário explica a política na Cidade das Tradições, que há pouco mais de um ano convive com uma gestão que tem rosto, […]
Essa foi mais uma semana de notícias lamentáveis e que envergonham o tabirense que ama sua terra. Tabira não merecia tamanha exposição negativa. Mas teve.
O noticiário explica a política na Cidade das Tradições, que há pouco mais de um ano convive com uma gestão que tem rosto, perfil e modus operandi bem conhecidos: é de Dinca Brandino o rótulo que estampa a gestão.
Ele não esta lá por acaso. Primeiro, é impossível ignorar que tem alguma liderança, principalmente nas classes mais populares e naquelas menos esclarecidas. Consegue circular melhor nesse perfil de público. Foi essa condição, somada aos erros do ciclo Sebastião Dias, muitos aqui mesmo apontados, que fizeram com que ele conseguisse eleger a própria esposa, Nicinha Melo prefeita. Muitos não votaram em Flávio Marques por vingança a Dias e grupo.
Nicinha é uma mulher honrada, que como tantas abriu mão da própria vida pessoal para viver a vida do marido, esse atolado em polêmicas, condenado por colegiado, sem poder ser candidato, e toda sorte de questionamentos. Nicinha aceitou se submeter a uma candidatura imposta por Dinca, mesmo passando por constrangimentos em virtude do seu perfil. Com extrema dificuldade de falar em público ou em emissoras, já que se colocou na posição de quem fica nos bastidores, até tentou, mas não conseguiu verbalizar nada em campanha, a ponto de ter sido extremamente criticada e até ironizada pelos governistas. Nicinha também foi vítima do machismo estrutural. Por vontade própria, jamais entraria nessa disputa. O fez pela imposição e impedimento do marido.
Como era de se esperar, a cada dia há mais evidências de que é Dinca e não ela a gerir o governo. São vários exemplos. Na escolha da Mesa Diretora, fez a articulação para dar a seu grupo a presidência da Câmara. Chegou a fazer uma live para “amarrar” o voto de Dicinha do Calçamento. Dicinha pulou de novo, ele perdeu e as imagens do casal constrangido na eleição de Djalma das Almofadas tomou a internet.
É de domínio público que vive na prefeitura, dá as ordens e não se contenta com a função de conselheiro que ele tenta passar. Não precisa ser especialista. É Dinca que manda. Isso atrapalha até quem tenta fazer o melhor. Gleison Rodrigues, um dos mais fiéis a Dinca, a ponto de ser ridicularizado nas redes, hoje Secretário de Finanças, função que de fato tinha que estar com um bate esteira de Dinca por razões óbvias, lançou um bom programa de combate à inadimplência e arrecadação, por exemplo. Mas com essa politização da gestão escancarada por Dinca, parte da sociedade se afasta e a adesão não corresponde.
Onde pode, Dinca se enfia no lugar da esposa pra deixar claro que ele é quem manda. Em lives sempre sem nenhum questionamento de quem conduz, nos atos de gestão ou nas principais decisões, é Dinca que aparece.
Recentemente, ocupou rede social para, em um nível deplorável, atacar o radialista Júnior Alves. Não satisfeito, sem nenhuma função institucional na gestão, foi ao programa da prefeitura agredir verbalmente Djalma das Almofadas, Socorro Veras, Fabrício Ferreira e, de novo, Júnior Alves.
Essa semana, mais uma vez Tabira nas manchetes. Primeiro, pela mudança de lugar da Feira do Troca para o Espírito Santo. Sem nenhuma discussão ampla com os interessados, a mudança foi rejeitada. Por conta própria, os feirantes voltaram ao local de origem. Prometem não sair. Um desgaste sem tamanho.
A última e ainda mais degradante, a Fake News que anunciava a saída do SAMU, que já seria trágica pelas vidas que deixariam de ser salvas. Foi humilhante ver o Cimpajeú desmentindo a prefeitura e revelando o real motivo, inadimplência. Já seria anunciada a expulsão e a prefeitura tentou evitar o desgaste. Ficou pior. Saiu devendo e mentindo. A ponto de o presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, ir à imprensa expor a tramóia. A população viu Tabira perder o serviço para Solidão.
O exemplo também evidencia o que se ouve na Rádio Corredor. Dinca não tem nenhuma empatia dos demais gestores na região, justamente pela forma deseducada como quer impor sua vontade e por situações como essas. E Nicinha, como já se esperava, raramente aparece. A gestão de Tabira virou uma ilha rodeada por prefeitos que não buscam dialogar com ela por todos os lados. E é a dupla que dá causa, e não o contrário.
Assim como Tabira não merecia os desmantelos gerenciais de Sebastião Dias, um ser humano e artista inatacável, mas um gestor que não teve comando e organização, sendo parte da culpa do que ocorre hoje, não merece algo pior, com Dinca, sua verborragia, arrogância e gestão carimbada com um ficha suja, bem como Nicinha, no lugar errado, na posição errada, pela escolha de atender as definições do marido até se sujeitar a uma função que não escolheu.
Pior é que isso aconteça nas barbas do Ministério Público, dos vereadores e da sociedade. A prática, de ocupar espaços que cabem à esposa prefeita, é absurdamente ilegal. Em 2018, a então prefeita de São Lourenço, no Sul de Minas, Célia Cavalcanti (PR), perdeu o mandato porque deixou seu marido – o ex-prefeito da cidade, Natalício Tenório Cavalcanti (PR) – tomar decisões no governo em seu lugar. Isso sem falar nos casos em que ex-prefeitos impedidos jogaram pra vala da justiça as próprias esposas. Que não cheguemos a isso. Nicinha, mesmo que tenha se submetido, não merece isso.
Aliás, pra fechar, no fundo é a Cidade das Tradições, de Dedé Monteiro, Paulo Matricó, de uma história construída por Gonçalo Gomes, Pedro Pires e tanta gente honrada, que não merece passar por isso a tanto tempo. Que Deus, o tempo e o povo entreguem a Tabira o que ela merece por direito.
Sequestrado
A assessoria de Raquel Lyra quis marcar um encontro com o prefeito de Brejinho, Gilson Bento. Mas Sílvio Costa Filho articulou uma reunião com parlamentares para um conjunto de emendas para o município. Sabendo da tentativa de Raquel, correu ainda mais para buscar o prefeito. Quase um sequestro relâmpago.
E o seu cartão?
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira promete fiscalizar ainda mais garçons e donos de bares e restaurantes que também tem que estar imunizados contra Covid. Isso depois que o técnico em radiodifusão Paulo André de Souza denunciou. A conferir…
Vacinas salvam vidas
A corrente do bem puxada pela Rádio Pajeú está ajudando a fortalecer a imunização de crianças contra a Covid-19. Além da fala de Dom Egídio Bisol, recebeu e publicou dezenas de garotos propagandas imbatíveis: as próprias crianças vacinadas, como o João Pedro, o bonitão da foto.
Vice nada
Lula não está nem aí pra o PT emplacar candidatos a vice, como chegou a ser costurado. Defendeu a Paulo Câmara a vaga ao Senado. Sabe que vai precisar de mais governabilidade e menos Centrão se ganhar a eleição. Daí a possibilidade ventilada de Carlos Veras.
Cavalo selado
Com apenas 40 anos no primeiro mandato de Deputado Federal, o tabirense Carlos Veras passou a cotado para ser o candidato ao Senado da Frente Popular. Pode estar pegando o cavalo passando selado. Um prefeito da região ligado ao Palácio comentou: “tem aquilo virado pra Lua”.
Pra onde vai Duque
Apesar de torcer pela candidatura própria do PT, dessa vez Luciano Duque vai votar no governista da aliança, Danilo Cabral. Há quatro anos votou em Armando e quase foi expulso do partido. Agora, não vota nem em Miguel, ligado a Bolsonaro, nem a Raquel, próxima a Dória. Márcia Conrado deve seguir o mesmo rumo.
Nova pesquisa
O Múltipla aferiu a aprovação da gestão Luciano Torres em Ingazeira. O resultado será publicado amanhã pela manhã aqui no blog. Na última, em julho de 2021, chegou a 88,2% de aprovação.
Pontualíssima
Dessa vez, a prefeita de Caruaru e pré-candidata Raquel Lyra (PSDB) foi dez em pontualidade. Chegou na hora acordada na Rádio Pajeú. As críticas pelo bolo e atraso em Serra Talhada fizeram efeito.
O que está…
A canetada de Bolsonaro pelo reajuste de 33% para professores foi intencional para pressionar prefeitos e governadores. O governo não vai repor a diferença e a pressão fica para Estados e municípios. Foi atirar com a bala dos outros.
…por trás…
Mas estados e, principalmente os municípios tem condições de atender se não os 33%, uma boa parte disso. Em alguns casos até o aumento integral. Veja as cidades que pagam rateio. Em boa parte, é porque gerenciam mal o recurso e tinham como pagar mais aos professores.
…do aumento
Por fim, gostem de Bolsonaro ou não foi uma jogada de mestre do Bolsonaro. Botou prefeitos e governadores numa sinuca. Quem é que em ano eleitoral vai botar a cara e dizer que é contra o aumento porque interfere nas contas públicas?
Frase da semana:
“Em Pernambuco não se pode nascer nem se pode morrer”.
De Raquel Lyra, criticando o governo Paulo Câmara pela dificuldade do sistema de partos e pela situação dos IMLs.
Ninguém acredita na declaração do deputado estadual Aglailson Victor, após a posição do seu avô e do seu pai em declarar apoio a candidata Marília Arraes. Ele emitiu um nota ao blog afirmando que a carta aberta divulgada por seu pai, o ex-deputado estadual e ex-prefeito, Aglailson Júnior, que declarou apoio a Marília, bem como o […]
Ninguém acredita na declaração do deputado estadual Aglailson Victor, após a posição do seu avô e do seu pai em declarar apoio a candidata Marília Arraes.
Ele emitiu um nota ao blog afirmando que a carta aberta divulgada por seu pai, o ex-deputado estadual e ex-prefeito, Aglailson Júnior, que declarou apoio a Marília, bem como o avô José Aglailson, o “Zé do Povo” em suma, é problema deles.
“Entendo e respeito os motivos que os levaram a tomar tal decisão, mas reafirmo que continuo ao lado, votando e apoiando os candidatos que fazem parte da chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco”.
No staff da Frente Popular, ninguém engoliu a fala dele, típica de quem tentar atender a dois senhores. O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, por exemplo, se reúne hoje com a cúpula do PSB estadual para definir sua posição quanto ao apoio ao deputado.
Pelo menos dois socialistas estão de olho na discussão: Paulo Jucá, de São José do Egito e José Patriota, de Afogados da Ingazeira. Eles querem herdar os votos de Adelmo.
Na última segunda-feira (24), Zeinha Torres, que está assessor de articulação do Governo do Estado de Pernambuco, se reuniu com o Secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, no Palácio do Campo das Princesas. Na ocasião, foi discutido sobre o Sistema de Abastecimento, que já se encontra em fase de teste nos […]
Na última segunda-feira (24), Zeinha Torres, que está assessor de articulação do Governo do Estado de Pernambuco, se reuniu com o Secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, no Palácio do Campo das Princesas.
Na ocasião, foi discutido sobre o Sistema de Abastecimento, que já se encontra em fase de teste nos sítios: Juá, Alazão, Aroeira de Cima, Aroeira de Baixo e Bom Nome, além da viabilidade de sua ampliação para os sítios Barros Doce e Tamboril, no município de Iguaracy.
“Esses sistemas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos moradores dessas comunidades, garantindo o acesso a um abastecimento de água mais eficiente e seguro”, destacou em suas redes sociais Zeinha.
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