O documentário “Miguel Arraes – Origem do Líder”, que a TV Câmara lançou nesta sexta-feira (31), apresenta os possíveis motivos que levaram Arraes a ser considerado um dos principais líderes da esquerda brasileira e o transformaram num dos grandes inimigos do golpe de estado comandado por militares em 1964. O filme analisa ainda a influência política de Arraes no período anterior ao golpe.
O cenário desolador da educação no Recife no fim dos anos 1950 é um dos temas do documentário. Quando foi eleito prefeito da cidade, 75% das crianças recifenses estavam fora da escola. A urgência educacional gerou o Movimento de Cultura Popular e a grande corrente de alfabetização liderada por Paulo Freire.
Eleito governador três anos depois, Arraes liderou o Acordo do Campo – uma mesa de negociação entre trabalhadores e donos de terra para garantir pagamento mínimo e outros direitos básicos. A situação conflituosa do campo colocou o estado entre os principais centros de ebulição social do país.
Arraes começa a enfrentar resistências poderosas: proprietários conservadores, políticos que haviam perdido espaço e a política externa norte americana; mas também alguns integrantes das Ligas Camponesas, influenciados pela revolução cubana.
O blog de Jamildo, informou agora a pouco em uma nota publicada no blog, que informações não oficiais indicam que aliados de Eduardo da Fonte estão sendo orientados a deixar a convenção da Frente Popular, no Internacional. Como já se registrou mais cedo, o candidato a governador da oposição, Armando Monteiro, do PTB, mostrou união […]
O blog de Jamildo, informou agora a pouco em uma nota publicada no blog, que informações não oficiais indicam que aliados de Eduardo da Fonte estão sendo orientados a deixar a convenção da Frente Popular, no Internacional.
Como já se registrou mais cedo, o candidato a governador da oposição, Armando Monteiro, do PTB, mostrou união ao realizar uma convenção com todos os aliados, em Olinda. Já o governador Paulo Câmara parece enfrentar problema com o PP.
Apesar de todos os cargos obtidos na gestão do PSB, como Suape e Lafepe, o PP marcou a sua convenção para este domingo, no mesmo horário da convenção da Frente Popular, mas na sede do partido e não no Internacional, onde Paulo Câmara tem o nome lançado pelos correligionários.
O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Capitão Sidney Cruz (PSC), votou por volta das 11h da manhã, na Sessão 016 do Colégio Normal. Mais cedo, ele esteve visitando as sessões eleitorais e conversou com o repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú. À Celso, Sidney elogiou a tranquilidade observada por ele nas sessões por […]
O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Capitão Sidney Cruz (PSC), votou por volta das 11h da manhã, na Sessão 016 do Colégio Normal.
Mais cedo, ele esteve visitando as sessões eleitorais e conversou com o repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú.
À Celso, Sidney elogiou a tranquilidade observada por ele nas sessões por onde passou.
“Graças a Deus está na maior tranquilidade e esperamos que o povo de Afogados da Ingazeira saiba escolher o seu futuro gestor nessa tranquilidade que, pelo ao menos aparentemente se encontra e assim permaneça. Esse é o nosso pedido e a nossa vontade”, destacou.
O Colunista Lauro Jardim, que havia publicado nota como bomba dia 11 passado, afirmou em nota que Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, não foi citado na delação premiada de Fernando Baiano, o lobista preso na Lava-Jato. “A coluna errou ao publicar essa informação no dia 11 de outubro. No texto, afirmou-se que constava […]
O Colunista Lauro Jardim, que havia publicado nota como bomba dia 11 passado, afirmou em nota que Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, não foi citado na delação premiada de Fernando Baiano, o lobista preso na Lava-Jato.
“A coluna errou ao publicar essa informação no dia 11 de outubro. No texto, afirmou-se que constava da delação de Baiano um relato em que ele dizia ter gastado R$ 2 milhões para pagar despesas pessoais de Lulinha”.
Baiano não mencionou Lulinha e, pelo nome, não apontou qualquer familiar de Lula como beneficiário de dinheiro desviado da Petrobras. Ele citou uma “nora de Lula”.
Segundo o depoimento, José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente, o procurou pedindo recursos para quitar despesas com um apartamento de uma nora de Lula – o ex-presidente tem quatro noras. Baiano disse ter dado R$ 2 milhões a Bumlai.
“A coluna pede desculpas a Fábio Luis, a Lula e aos seus familiares pelo erro”, conclui Lauro.
O ex-presidente Lula afirmou ao jornal suíço Le Temps que o PT terá de esperar quatro anos para disputar a cadeira da Presidência e que não se pode derrubar um presidente por não gostar dele. “Eu tenho alertado o PT ter paciência, porque nós temos que esperar quatro anos (…) A não ser que ele […]
O ex-presidente Lula afirmou ao jornal suíço Le Temps que o PT terá de esperar quatro anos para disputar a cadeira da Presidência e que não se pode derrubar um presidente por não gostar dele.
“Eu tenho alertado o PT ter paciência, porque nós temos que esperar quatro anos (…) A não ser que ele (Bolsonaro) cometa um ato de insanidade, cometa um crime de responsabilidade, a gente então possa fazer o impeachment dele, mas se não fizer isso, nós não podemos achar que nós podemos derrubar um presidente porque não gostamos dele. Não podemos”, reafirmou o petista.
Quando saiu da prisão, em novembro do ano passado, Lula não só repelia xingamentos contra o presidente Jair Bolsonaro vindos do público em São Bernardo do Campo enquanto ele discursava como também se colocou contra o afastamento de Bolsonaro.
“Veja que eu não tô pedindo nem pra todo mundo ser corintiano, pode ser palmeirense, pode ser santista, pode ser são-paulino, pode ser flamenguista, pode ser qualquer coisa. Mas a única coisa que eu tô pedindo pra vocês é o seguinte: eu vejo todos os companheiros que estão aqui reclamar que tá difícil levar o povo pra rua. Tem gente que fala que precisa derrubar o Bolsonaro, tem gente que fala em impeachment. Veja, esse cidadão foi eleito. Democraticamente, nós aceitamos o resultado da eleição. Esse cara tem um mandato de quatro anos”, disse ele para a multidão.
O ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) está em Mossoró (RN) na manhã deste domingo (18) para acompanhar as buscas por dois detentos que fugiram da penitenciária federal na cidade. Lewandowski, que passa por sua primeira grande crise menos de um mês após ter assumido o ministério, saiu às 7h de Brasília e estará […]
O ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) está em Mossoró (RN) na manhã deste domingo (18) para acompanhar as buscas por dois detentos que fugiram da penitenciária federal na cidade.
Lewandowski, que passa por sua primeira grande crise menos de um mês após ter assumido o ministério, saiu às 7h de Brasília e estará acompanhado do diretor-geral em exercício da Polícia Federal, Gustavo Souza.
Na última quinta-feira (15), o ministro teve que convocar uma entrevista coletiva para apresentar esclarecimentos a respeito da fuga. Na ocasião, elencou falhas do presídio e anunciou medidas mais rígidas de controle das unidades prisionais.
Em Mossoró, ele deve se reunir com os chefes das equipes de buscas. Segundo o Ministério da Justiça, há 300 agentes mobilizados na recaptura dos detentos, entre eles policiais federais, policiais rodoviários federais e policiais estaduais.
A fuga, fato inédito em presídios federais, ocorreu na passagem de terça (13) para quarta-feira (14). Os agentes da penitenciária só detectaram a ausência dos presos na manhã de quarta, quando as buscas começaram.
Os fugitivos foram identificados como Rogério da Silva Mendonça, 36, conhecido como Tatu, e Deibson Cabral Nascimento, 34, chamado de Deisinho. Segundo as investigações, eles são ligados ao Comando Vermelho.
Na noite desta sexta-feira (16), os dois detentos fizeram uma família refém em Mossoró e levaram dois celulares e carregadores. Na casa dos reféns, eles se alimentaram e fugiram novamente cerca de quatro horas depois com mantimentos.
A fuga provocou uma crise no governo e causou medo na população local. O juiz federal Walter Nunes, corregedor do Penitenciária Federal de Mossoró, disse à Folha que “sem dúvidas” esse foi o episódio mais grave da história dos presídios de segurança máxima do país.
Os dois presos estavam em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), onde as regras são mais rígidas que as do regime fechado. Nesse tipo de ala há um local para o banho de sol para que os detentos não tenham contato com outros presos.
O Ministério da Justiça afirma que há duas investigações em curso a respeito da fuga. Uma delas, que é de caráter administrativo e apura quem são os responsáveis pela fuga, pode render um processo administrativo.
Já a Polícia Federal investiga eventuais responsabilidades criminais de quem teria facilitado a fuga dos dois detentos.
Após a fuga, o ministério tem tentado aumentar o efetivo no quadro de policiais penais federais. Na sexta-feira (16), a pasta encaminhou um ofício ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos solicitando autorização para a convocação de pessoas aprovadas em concurso público ao cargo.
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