Tuparetama: projeto de preservação ambiental chega às escolas da rede municipal
Por André Luis
O Governo de Tuparetama por meio da parceria entre as secretarias de Agricultura e de Educação, deu início ao projeto de arborização nas escolas da rede municipal e espaços públicos do município.
A primeira ação do projeto aconteceu na Escola Francisco Zeferino Pessoa, onde o secretário de Agricultura, José Eudes, juntamente com os professores, alunos e equipe gestora, realizaram o plantio das mudas de espécies nativas do semiárido.
De acordo com José Eudes, a ação foi bastante positiva, contando com a participação dos alunos que puderam aprender na prática sobre a preservação do meio ambiente.
O secretário afirmou, que todas as unidades de ensino receberão o projeto e, em breve, será a vez da escola 12 salas que está em construção próximo ao ginásio de esportes.
O Instituto Opine, de Recife, em parceria com o Farol de Noticias, verificou que levando em conta os apoios políticos, o palanque em torno de uma possível candidatura de Dr. Fonseca (PR) pesa mais que o do Prefeito Luciano Duque, candidato à reeleição. De acordo com o Opine, sendo apoiado por Inocêncio Oliveira (PR) e Sebastião Oliveira (PR) […]
O Instituto Opine, de Recife, em parceria com oFarol de Noticias, verificou que levando em conta os apoios políticos, o palanque em torno de uma possível candidatura de Dr. Fonseca (PR) pesa mais que o do Prefeito Luciano Duque, candidato à reeleição.
De acordo com o Opine, sendo apoiado por Inocêncio Oliveira (PR) e Sebastião Oliveira (PR) Fonseca Carvalho tem 42% das intenções contra 33% de Luciano Duque, tendo em seu palanque o Senador do PT Humberto Costa.
Humberto e Duque. Fotos: Farol de Notícias
Indecisos são 15%, não quiseram opinar em nenhum deles, são 9,6%. A pesquisa detalhou o cenário por zona, sexo, idade, escolaridade, renda e religião e foi realizada nos dias 9, 10 e 11 de novembro ouvindo cerca de 500 pessoas. A margem de erro da consulta é de 4,5% para mais ou para menos.
Em Serra, um debate que permeia a política local é se para Luciano Duque, vale ser fiel ao PT e disputar por ele em 2016, mesmo com o desgaste que seus partidários sofrerão pela exploração do momento da legenda e do governo Dilma, ou se é melhor descolar do partido e buscar novos ares políticos.
Em entrevista, Sebá não cita outra obra reivindicada: a que liga Ingazeira ao 49 Em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira prometeu agilidade na execução da obra de recapeamento da PE 292, entre Afogados da Ingazeira e Albuquerque-né. “Nos próximos dez dias os trabalhos […]
Em entrevista, Sebá não cita outra obra reivindicada: a que liga Ingazeira ao 49
Em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira prometeu agilidade na execução da obra de recapeamento da PE 292, entre Afogados da Ingazeira e Albuquerque-né. “Nos próximos dez dias os trabalhos recomeçam. Isso depende da usina de asfalto que foi retirada com a paralisação da obra. Demora umas três semanas para ser montada”, justifica. Sebastião garante que a obra deverá ser entregue em cinco meses a partir da assinatura da Ordem de Serviço.
Perguntado sobre as outras demandas de estradas que recebeu na região, Sebastião Oliveira falou de duas demandas. Uma, a PE 310, entre Custódia e Iguaraci, cobrada há muito tempo. “Vou receber uma comissão chamada Pró Asfalto que cobra a PE com o ex prefeito Nemias nesta quarta, às nove horas”. O Secretário informou que foi feito um levantamento e a via tem projeto mas não está incluída no orçamento para 2015. “Vamos solicitar ao Secretário de Planejamento Danilo Cabral que incluía a ação na LOA de 2015. Isso é um trabalho interno pra colocar no orçamento a 310”.
Outra via que recebeu sinalização para análise de execução foi a de Grossos à Paraíba, cobrada por políticos de São José do Egito. “Vamos começar a trabalhar sobre ela também. Ela não tem projeto. Estou enviando ao DER pra fazer o restauro de 10 quilômetros da via.
Sebá não falou de outras vias pedidas em sua vinda ao Pajeú: uma das mais cobradas, a que liga Ingazeira ao 49, em Tuparetama. Luciano Torres, Deva Pessoa, vereadores e Deputados votados na região.
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Tuparetama, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, interrompeu a celebração que presidia neste sábado pela manhã na Catedral do Senhor dos Remédios para reclamar da perturbação de sossego através de carros de som. Ele presidia a Missa dos Feirantes, que acontece aos sábados pela manhã. “Desculpe-me interromper o […]
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Tuparetama, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, interrompeu a celebração que presidia neste sábado pela manhã na Catedral do Senhor dos Remédios para reclamar da perturbação de sossego através de carros de som. Ele presidia a Missa dos Feirantes, que acontece aos sábados pela manhã.
“Desculpe-me interromper o momento da oração que é o momento alto mas eu estou achando em Afogados da Ingazeira um desrespeito ao culto religioso, que é um direito constitucional pra durante as celebrações da Santa Missa carros de som desrespeitarem o momento que nós estamos vivendo”.
O sacerdote lembrou que a legislação federal, através da constituição garante o direito e a liberdade ao culto. “Mas aqui em Afogados no dia de feira nós estamos sendo desrespeitados. Porque durante a celebração tanto barulho, que realmente é lamentável essa situação. Que as autoridades competente tomem as devidas providências ara que tenhamos o direito de rezar que é um direito constitucional”.
Problemas relacionados a abuso e perturbação de sossego são recorrentes na cidade. A maior queixa é a de que há proliferação de carros de som sem alvará ou qualquer tipo de autorização. A Prefeitura também não fiscaliza usando o decibelímetro, aumentando o descontrole.
Na semana, várias queixas chegam sobre a situação à Rádio Pajeú, principalmente nas áreas comerciais. A cobrança não quer impedir carros de som, mas sim que funcionem regulamentados e cumprindo o limite de decibéis. Outra solicitação é de respeito a igrejas, hospitais e escolas.
O Prefeito Sebastião Dias falou nesta quinta (04) ao radialista Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, na Rádio Cidade FM, pela segunda vez sobre as acusações que tem pesado contra o seu governo nos últimos dias. O gestor tabirense disse que existem hoje dois tipos de denunciantes. “Uns que não estão dentro da Prefeitura e […]
O Prefeito Sebastião Dias falou nesta quinta (04) ao radialista Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, na Rádio Cidade FM, pela segunda vez sobre as acusações que tem pesado contra o seu governo nos últimos dias. O gestor tabirense disse que existem hoje dois tipos de denunciantes. “Uns que não estão dentro da Prefeitura e não se conformam” (alusão à vice Genedy) e outros por terem perdido a eleição e não aceitam a derrota (alusão a Dinca)”.
Sebastião disse que chega de ser democrático demais. “De agora em diante para cada pancada, o acusador levará duas de volta”. E continuou o poeta deixando claro que o clima com o grupo do ex-prefeito Mano não está bom. “Eu conheço os meus aliados, como ex-prefeito Josete Amaral e a família Manú”.
Nisso o comunicador lembrou: “o senhor esqueceu o ex-prefeito Mano como aliado?” – ao quer respondeu Sebastião : “Não sei. É uma coisa que precisa conversar”. Sobre a revelação do advogado Jorge Márcio à imprensa de que só com medicamentos, os gastos da atual gestão são de R$ 11 milhões a mais que governo anterior de Dinca, Dias disse que “o preço do remédio era diferente”.
O prefeito tabirense aproveitou para dar uma estocada em Dinca. “Ele apresentou mais de 20 dispensas de licitações em seu governo”, inclusive citando o número de alguns processos.
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão. O valor sancionado não […]
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota
Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão.
O valor sancionado não paga ⅓ do piso dos profissionais de saúde que atuam nos Municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.
Estimativas da entidade mostram que o impacto do piso apenas aos Municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos Entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso. Destaca-se que os Municípios possuem em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem e, com a vigência da medida, correm o risco de reduzir 11.849 equipes de atenção básica, desligar mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem e, consequentemente, desassistir quase 35 milhões de brasileiros.
O Brasil já enfrenta uma situação crítica na prestação de serviços na saúde à população, com desafios no atendimento da atenção primária; taxa de cobertura vacinal muito abaixo da meta estabelecida e o risco de retomada de doenças graves como poliomielite e sarampo; falta de médicos e medicamento; e demandas reprimidas em decorrência da pandemia de Covid-19, que requer mais de R$ 17 bilhões em investimentos apenas para os Municípios. Como vamos reverter isso? A fonte de financiamento é apenas uma. O cenário é alarmante, pois leva ao colapso total da saúde no país.
Mais de 1,8 mil Santas Casas também sofrem impacto com o piso, com prejuízos de R$ 6,3 bilhões, segundo a entidade que os representa. Aproximadamente 70% das ocupações de enfermagem podem sofrer reajustes salariais decorrentes do piso, gerando um impacto anual sobre o setor público e privado, considerando os encargos patronais, de até R$ 24,3 bilhões.
É hipocrisia o discurso de mais diálogo quando, como sempre na história do federalismo brasileiro, são criadas novas obrigações aos Entes sem ouvi-los e sem garantir os recursos necessários para seu cumprimento, inviabilizando o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Importante destacar, ainda, que o pagamento do piso continua suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou para os riscos à solvabilidade das finanças de Estados e Municípios, cenário este mantido após a sanção da medida. A CNM vai solicitar novamente que a Corte mantenha a suspensão da efetividade legal do piso até que haja fontes definitivas e sustentáveis de financiamento do piso.
Vislumbrando impactos, impasses e desdobramentos futuros, a CNM orienta os Municípios a aguardarem a definição do piso pela Corte. Além disso, a entidade pede a mobilização dos gestores junto a deputados e senadores para garantir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que adiciona ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) mais 1,5%, medida permanente e que aporta recursos financeiros que poderão ser aplicados para o cumprimento do piso.
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