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Serra: palanque com Inocêncio e Sebastião ajuda Fonseca. Já Humberto soma pouco a Duque, diz Opine

Por Nill Júnior
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Sebastião Oliveira e Dr Fonseca

O Instituto Opine, de Recife, em parceria com o Farol de Noticias, verificou que  levando em conta os apoios políticos, o palanque em torno de uma possível candidatura de Dr. Fonseca (PR) pesa mais que o do Prefeito Luciano Duque, candidato à reeleição.

De acordo com o Opine, sendo apoiado por Inocêncio Oliveira (PR) e Sebastião Oliveira (PR) Fonseca Carvalho tem 42% das intenções contra 33% de Luciano Duque, tendo em seu palanque o Senador do PT Humberto Costa.

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Humberto e Duque. Fotos: Farol de Notícias

Indecisos são 15%, não quiseram opinar em nenhum deles, são 9,6%. A pesquisa detalhou o cenário por zona, sexo, idade, escolaridade, renda e religião e foi realizada nos dias 9, 10 e 11 de novembro ouvindo cerca de 500 pessoas. A margem de erro da consulta é de 4,5% para mais ou para menos.

Em Serra, um debate que permeia a política local é se para Luciano Duque, vale ser fiel ao PT e disputar por ele em 2016, mesmo com o desgaste que seus partidários sofrerão pela exploração do momento da legenda e do governo Dilma, ou se é melhor descolar do partido e buscar novos ares políticos.

Outras Notícias

Nordeste cria 8,6% dos postos de trabalho do Brasil em fevereiro, segundo Sudene

Resultado reverte desempenho de janeiro e também revela que a educação impulsionou as contratações. Análise foi realizada a partir dos dados do Caged divulgados na sexta-feira (28) Em fevereiro, o Nordeste apresentou um saldo positivo de 37.090 novos postos de trabalho, o que representa 8,6% do saldo de 431.995 novos empregos no País. No acumulado […]

Resultado reverte desempenho de janeiro e também revela que a educação impulsionou as contratações. Análise foi realizada a partir dos dados do Caged divulgados na sexta-feira (28)

Em fevereiro, o Nordeste apresentou um saldo positivo de 37.090 novos postos de trabalho, o que representa 8,6% do saldo de 431.995 novos empregos no País. No acumulado do ano, o Nordeste apresenta um saldo de 34.419 empregos gerados, o que equivale a 6% do acumulado no País. Esse número representa uma média de aproximadamente 17 mil empregos líquidos por mês. A análise é da Sudene a partir dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta sexta-feira (28).

“O resultado de fevereiro representa uma reversão do resultado negativo observado na Região em janeiro, demonstrando o caráter sazonal dos números do mês anterior”, afirma o economista Miguel Vieira Araújo, da Sudene. Ele destaca que o desempenho do Nordeste acompanha o brasileiro, que criou 432 mil empregos com carteira assinada, o maior saldo mensal registrado na nova série histórica do Caged.

O setor de serviços foi o grande motor dessa recuperação, sendo responsável por 78% do saldo da Região como um todo. Com relação aos estados, a Bahia, com 20.132, representou mais da metade do saldo da Região. Os estados de Pernambuco e Ceará, com 7.588 (20,5%) e 6.488 (17,5%) novos postos de trabalho, respectivamente, também apresentaram um bom desempenho. Na sequência, aparecem Piauí (2.994), Rio Grande do Norte (2.495), Maranhão (1.470), Sergipe (869) e Paraíba (525). Por sua vez, Alagoas apresentou um decréscimo de 5.471 postos de trabalho. 

No setor de serviços, destacaram-se, em valores absolutos, Bahia, com saldo de 11.473, Pernambuco, com 6.070 novos empregos, e Ceará, com 3.339 novos postos de trabalho. Em termos proporcionais ao saldo de cada estado, esse segmento foi destaque em quase todos os estados, sendo responsável pela maior parte do saldo positivo em oito estados, exceção feita a Alagoas. Na Paraíba, o saldo do setor de serviços foi cerca de três vezes maior que o saldo total do estado. Algo parecido foi observado em Sergipe, no qual o setor de Serviços apresentou um saldo quase duas vezes maior que o saldo do estado como um todo.  

Desagregando-se um pouco mais o setor de serviços, é possível observar que a educação foi uma grande impulsionadora para o saldo positivo, com 10.572 novos postos de trabalho, o que corresponde a cerca de 37% do saldo do setor na Região. Bahia, Pernambuco e Ceará, com 2.254, 2.180 e 1.971 novos postos de trabalho, responderam por cerca de 60% do saldo da educação. Ainda no setor de serviços, as “Atividades Administrativas e Serviços Complementares” também apresentaram um bom desempenho, com um saldo de 7.160 novos postos de trabalho e destaque para Bahia (3.586) e Pernambuco (1.977). 

Além de serviços, os setores da construção e de comércio também apresentaram um bom resultado. Eles responderam por 6.081 e 5.752 novos empregos, respectivamente, no Nordeste.  Na construção, destacaram-se Ceará, Pernambuco e Bahia, com 1.317, 1.276 e 1.170 novos postos de trabalho, respectivamente. Juntos, responderam por mais de 60% do saldo da Região no setor. Em termos proporcionais, chamam a atenção os estados da Paraíba e de Sergipe, nos quais o setor representou 83% e 81% do saldo total do estado, respectivamente. 

No setor de comércio, destacaram-se Bahia e Ceará, com saldos de 2.552 e 1.155 novos postos de trabalho, respectivamente, representando cerca de 64% do saldo do setor na Região. Em termos proporcionais, o setor de comércio foi responsável por 23,5% do saldo de Sergipe e por 22,4% do saldo do Maranhão e do Rio Grande do Norte.  

O setor industrial, por sua vez, apresentou como destaque a Bahia, com 2.462 novos postos de trabalho. Ceará (762), Maranhão (420) e Piauí (80) também apresentaram saldos positivos. Por outro lado, os demais estados apresentaram saldo negativo, com Alagoas apresentando um saldo expressivamente negativo de -4.847 postos de trabalho, o que fez com que a região como um todo apresentasse um saldo negativo de -1.976 postos de trabalho na indústria. Para a Indústria de Transformação, o saldo foi ainda mais negativo (-2.426). Em termos proporcionais, os novos postos da Indústria representaram 28,6% do saldo total do Maranhão, 12,2% na Bahia e 11,7% no Ceará. 

Por fim, no setor agropecuário, apenas a Bahia, com 2.476 novos postos de trabalho, o Piauí, com 518, e o Maranhão, com 347 novos postos, apresentaram saldo positivo. O Nordeste apresentou um saldo negativo de –1.641 postos de trabalho no setor.

Infraestrutura em nota: “operação da Azul começa em 2020, mas não há data definida”

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco, órgão oficial do Governo do Estado emitiu nota ao Programa Revista da Cultura sobre as notícias veiculadas a partir das falas de Felipe Carreras e Sebastião Oliveira. Por telefone, a Secretária Fernandha Batista deixou claro por assessoria que questões como data de inicio das operações estão […]

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco, órgão oficial do Governo do Estado emitiu nota ao Programa Revista da Cultura sobre as notícias veiculadas a partir das falas de Felipe Carreras e Sebastião Oliveira.

Por telefone, a Secretária Fernandha Batista deixou claro por assessoria que questões como data de inicio das operações estão em tratativas.

“O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, informa que tem trabalhado no sentido de viabilizar a operação regular da Azul no Aeroporto de Serra Talhada”.

Segue: “Estratégica para o desenvolvimento regional, a iniciativa está em fase de planejamento e há a expectativa de que a operação seja iniciada ainda em 2020”. Sobre data, diz que “no momento, não há data definida e detalhes estão sendo discutidos entre a companhia e a administração estadual”.

Afogados: projeto de duplicação cria “nó viário” para acessar HR e Cemitério

O projeto em execução da duplicação do acesso a Afogados da Ingazeira, tocado pela Secretaria de Transportes/DER com suporte e contra-partida da Prefeitura Municipal continua levantando questionamentos antes mesmo de ser entregue, apesar da perspectiva estética e de fluxo no trânsito da cidade. O nopró tem relação com a concepção do projeto original, sua execução […]

Acima, o projeto original. Abaixo, a sugestão que circula nas redes

O projeto em execução da duplicação do acesso a Afogados da Ingazeira, tocado pela Secretaria de Transportes/DER com suporte e contra-partida da Prefeitura Municipal continua levantando questionamentos antes mesmo de ser entregue, apesar da perspectiva estética e de fluxo no trânsito da cidade.

O nopró tem relação com a concepção do projeto original, sua execução e falta de uma revisão que verificasse problemas apontados por profissionais que utilizam o acesso ao Hospital Regional Emília Câmara ou pessoas que observam como ficará o acesso ao Cemitério Parque da Saudade, o mais novo do município.

Primeiro, motoristas do Hospital Regional Emília Câmara – HREC começaram a reclamar que para sair do setor de emergências terão que utilizar uma contramão. A situação levou alguns funcionários da unidade hospitalar a solicitar do engenheiro da obra mudanças na rotatória de acesso, pois só assim os motoristas não teriam que trafegar na pela pista contrária.

Mas a solução aparentemente encontrada foi inverter entrada e saída da unidade, em remendo eu para os motoristas ficou pior que o soneto. no traçado que está sendo executado, quem vem  de Carnaíba fica sem ter como acessar o HR Emília Câmara.

Outra queixa tem relação com o acesso ao Cemitério Parque da Saudade, hoje o mais utilizado em virtude da lotação do São Judas Tadeu. O projeto obriga os cortejos fúnebres a darem um balão bem a frente do cemitério e aumentarem o percurso, principalmente com veículos.

Nas redes sociais, circula o que seria o projeto ideal, com acessos prevendo o fluxo para quem adoece e quem parte dessa  para melhor. Mas, nomes já ouvidos pelo blog eu acompanham a obra afirmam que adaptações só poderão ser feitas no futuro, após a entrega da duplicação, sob a ótica de que o projeto original não pode ser alterado, sob pena de sofrer sanção dos órgãos de controle.

O projeto foi autorizado pelo Governador Paulo Câmara em julho de 2015. A duplicação da entrada de Afogados da Ingazeira que vai da Ponte Dom Francisco até o trevo de saída para Carnaíba.

Humberto aposta em consenso entre prefeitos e Governo Federal‏

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, disse acreditar num consenso entre o Governo Federal e os gestores municipais brasileiros sobre o aumento do repasse para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os prefeitos esperam que a presidenta Dilma Rousseff elevem em 0.5 ponto percentual o FPM de 2015 e preparam uma agenda […]

Humberto Guga Lins e trabalhadores da obra da Transposição, em Sertânia.
Humberto Guga Lins e trabalhadores da obra da Transposição, em Sertânia.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, disse acreditar num consenso entre o Governo Federal e os gestores municipais brasileiros sobre o aumento do repasse para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os prefeitos esperam que a presidenta Dilma Rousseff elevem em 0.5 ponto percentual o FPM de 2015 e preparam uma agenda de mobilização para o mês de agosto. O assunto foi debatido durante reunião do Cimpajeú, o Consórcio de Prefeitos do Pajeú, que aconteceu no município de Sertânia.

O encontro teve a presença de prefeitos e representantes dos municípios integrantes do Consórcio, que reúne 22 municípios da Região. “Sabemos que Dilma já garantiu uma parcela pequena deste aumento, mas ainda não chegou naquilo que foi combinado com os prefeitos, que era esse aumento de 0.5 ponto percentual este ano. Mas acredito que a mobilização dos gestores e o diálogo vão resolver esse problema”, disse o senador.

Prefeitos falam em dificuldade para pagar o 13º salário em Pernambuco

Assim como nos Estados, as prefeituras de Pernambuco também terão dificuldade para pagar os benefícios de seus funcionários. O prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Associação dos Municipalista de Pernambuco, José Patriota (PSB), disse que 2018 deve ser um ano ainda mais duro para que os prefeitos cumpram com a obrigação do 13º […]

Assim como nos Estados, as prefeituras de Pernambuco também terão dificuldade para pagar os benefícios de seus funcionários.

O prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Associação dos Municipalista de Pernambuco, José Patriota (PSB), disse que 2018 deve ser um ano ainda mais duro para que os prefeitos cumpram com a obrigação do 13º salário.

“Eu acho que será mais difícil, está horrível a situação, mas teremos um balanço após a reunião do dia 26 de novembro. Houve queda (de arrecadação) recente, a pressão de demandas da sociedade aumenta a cada ano e o dinheiro não. Tudo isso deságua no município, os programas são sub-financiados e o recurso não chega nas cidades”, disse Patriota em referência ao Pacto Federativo. Os prefeitos defendem uma revisão do pacto alegando que os recursos ficam concentrados em Brasília e não chegam para Estados e municípios.

As prefeituras do Recife, Jaboatão e Olinda, no Grande Recife, e Caruaru e Petrolina, no Interior do Estado, confirmaram o pagamento do décimo. “A Prefeitura do Recife informa que o 13º salário de 2018 será pago normalmente, como acontece desde 2013. O calendário de pagamento será informado aos servidores em momento oportuno”, diz a PCR.

Jaboatão confirmou que os 13.200 servidores receberão a segunda parcela do décimo em 20 de dezembro. O valor corresponde a cerca de R$ 16,5 milhões. A primeira foi paga em 29 de junho. Já a prefeitura de Olinda afirma que apenas 564 servidores optaram por receber a primeira parcela do 13º no meio do ano, que somou cerca de R$ 1 milhão. A segunda parcela para quem já recebeu 50% e o valor total para quem não quis adiantamento sai no dia 14 de dezembro.

A Prefeitura de Petrolina disse que a 2ª parcela está estipulada em R$ 12,8 milhões para 1.285 segurados e 6.405 servidores ativos, mas não definiu data. Caruaru confirma o pagamento para 20 de dezembro, mas não declarou valores nem o total de servidores do município.