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Tuparetama discutiu propostas para a saúde com a população

Por Nill Júnior

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A Secretaria de Saúde de Tuparetama, juntamente com o Conselho Municipal de Saúde do município, promoveram nesta quinta-feira (09), a V Conferência Municipal de Saúde, com o tema “Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro”.

O evento aconteceu no Centro Recreativo Professor José Rabelo e contou com participação de aproximadamente cem pessoas, entre elas representantes de conselhos municipais, associações rurais, sindicatos, profissionais de saúde, representantes e residentes da X geres vereadores, coordenadores de programas e equipe de governo. Na oportunidade a população pode opinar e sugerir propostas que irão compor as políticas públicas voltadas para a área da saúde município, contribuindo para o planejamento da gestão.

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A conferência foi aberta pela secretária de saúde e presidente do conselho Vanda Lúcia Cavalcante, que deu boas vindas ao público. Em seguida falaram o prefeito Dêva Pessoa e o vice-prefeito Ivai Cavalcante que destacaram a importância de um atendimento de qualidade e acolhimento humanizado. Após a abertura teve palestra sobre o tema da conferência com o sanitarista Wilson Rodrigues, coordenador do programa Mãe Coruja.

Na sequência foram formados oito grupos de trabalho para discutir oito eixos temáticos e apresentar propostas que deverão compor as políticas de saúde no município. As propostas foram apresentadas em plenária. Por fim foram eleitos quatro delegados (sendo dois titulares e dois suplentes) para participarem da etapa estadual.

Outras Notícias

Revolução pernambucana de 1817: pensando os lugares das memórias na história

Edson Silva* O historiador Pierre Nora publicou reflexões no período em que se preparavam as comemorações dos 200 anos da Revolução Francesa em 1989, discutindo sobre as relações entre memórias, “lugares da memória”, as comemorações com a “monumentalização” e “patrimonialização” da História. Ou seja, como as leituras de determinadas situações históricas são transformadas em um […]

Edson Silva*

O historiador Pierre Nora publicou reflexões no período em que se preparavam as comemorações dos 200 anos da Revolução Francesa em 1989, discutindo sobre as relações entre memórias, “lugares da memória”, as comemorações com a “monumentalização” e “patrimonialização” da História. Ou seja, como as leituras de determinadas situações históricas são transformadas em um suposto patrimônio coletivo, são (re)construídas como monumentos!

O historiador negro jamaicano Stuart Hall, que por muitos anos lecionou na Inglaterra, escreveu sobre a construção das identidades coletivas pelos Estados nacionais, que ocorre por meio de narrativas, mitos fundadores, símbolos atendendo aos interesses de fixar a ideia de uma identidade nacional, que nega, omite, despreza os conflitos sociais, as diferenças e as desigualdade socioculturais.

Afirma-se que a Revolução Pernambucana de 1817 foi influenciada pelos ideais iluministas, que fomentaram a Revolução Francesa baseada na “liberdade, igualdade e fraternidade”, como crítica ao poder e as formas de governo da monarquia absolutista.

Registros históricos informam que no período da Revolução Pernambucana de 1817 uma grande seca ocorria em nossa região, provocando muita fome e miséria para os empobrecidos. Afora as condições climáticas desfavoráveis, diminuíra a exportação do açúcar e com isso os lucros dos senhores de engenho, da elite agrária, em uma economia fundada no grande latifúndio, monocultura e a escravidão negra.

Somava-se a situação de “crise socioeconômica”, os descontentamentos com Corte portuguesa que fugindo de Napoleão estava no Rio de Janeiro desde o 1808, pois para manutenção da Corte e os funcionários reais, era cobrados altos impostos por ordem de D. João VI o Rei de Portugal no Brasil.

Na Capitania de Pernambuco insatisfeitos revoltaram-se pregando a independência, proclamaram um regime republicano e elaboraram uma constituição com o apoio de padres, maçons, militares, comerciantes, proprietários de terras e de escravizados, lideranças políticas e o povo pobre principalmente nos centros urbanos.

O movimento teve adesões na Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, todavia as lideranças revolucionárias, apesar de determinarem impostos menores e a extinção de outros, pregarem a igualdade entre os “cidadãos” e o sentimento “patriota”, não afirmaram o fim da escravidão negra e uma reforma agrária destinando terras para o trabalho de centenas de escravizados negros moradores nos engenhos.

As reflexões do historiador francês e do historiador jamaicano, provocam indagações dentre as quais: o que está sendo comemorando? Quem está comemorando? Porque está sendo comemorando? Como está sendo comemorado? Quais os sentidos das comemorações?

Se memórias não são História, e que esta não é imprescindível sem aquelas, qual História, 200 anos depois, estamos vivenciando/construindo sobre a Revolução Pernambucana de 1817?!

As questões suscitadas pelas reflexões de Nora e Hall são pertinentes para também pensarmos as comemorações realizadas e previstas sobre a Revolução Pernambucana de 1817?!

Afinal, o que é a História? A História tem um sentido ou vários significados?!

*Doutor em História Social pela UNICAMP. É professor de História no CENTRO DE EDUCAÇÃO/Col. de Aplicação-UFPE/Campi Recife. Leciona no Programa de Pós-Graduação em História/UFCG (Campina Grande-PB) e no Curso de Licenciatura Intercultural Indígena na UFPE/Campus Caruaru, destinado a formação de professores/as indígenas

Morre Dejinha de Monteiro

Morreu na manhã deste domingo (22), em João Pessoa, o cantor e compositor José Djair Bispo Lourenço, popularmente conhecido como “Dejinha de Monteiro”. Ele tinha 67 anos e tratava um câncer de intestino. Dejinha, que nasceu e viveu em Monteiro, município do Cariri da Paraíba, foi referência na composição de músicas de forró, interpretadas por […]

Morreu na manhã deste domingo (22), em João Pessoa, o cantor e compositor José Djair Bispo Lourenço, popularmente conhecido como “Dejinha de Monteiro”. Ele tinha 67 anos e tratava um câncer de intestino.

Dejinha, que nasceu e viveu em Monteiro, município do Cariri da Paraíba, foi referência na composição de músicas de forró, interpretadas por cantores como Flávio José.

O corpo de Dejinha deve chegar em Monteiro esta tarde  e será velado na casa onde o artista morava. Por volta das 21h, o corpo deve ser encaminhado para a Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores para a continuação do velório.

Na manhã da segunda-feira (23) haverá uma missa de corpo presente na Igreja Nossa Senhora das Dores, em Monteiro. O horário da celebração ainda não foi definido.

Já o sepultamento vai acontecer no cemitério municipal de Monteiro às 8h30 da segunda-feira. O horário também ainda não foi definido.

“Deus me resgatou da morte”, diz guarda municipal após vencer a covid-19

Marcelo José ficou 34 dias internado na UTI e passou por duas intubações Por André Luis O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, contou, nesta quinta-feira (25), a história de superação do guarda municipal da cidade de Carpina, município da Mata Norte do Estado, Marcelo José, 48 anos. Marcelo foi infectado em junho […]

Marcelo José ficou 34 dias internado na UTI e passou por duas intubações

Por André Luis

O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, contou, nesta quinta-feira (25), a história de superação do guarda municipal da cidade de Carpina, município da Mata Norte do Estado, Marcelo José, 48 anos.

Marcelo foi infectado em junho de 2020, provavelmente, devido a sua atividade profissional. Como comandante da Guarda Municipal, estava sempre visitando pontos críticos com aglomerações de pessoas durante a fiscalização dos protocolos sanitários.

Marcelo ficou internado durante 34 dias em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), do Hospital Alfa. Neste período, passou por duas intubações. A primeira aconteceu no dia 20 de junho. Foi extubado no dia 8 de julho, mas não conseguiu ficar sem o tubo. 

Marcelo, então, foi reintubado. Após cinco dias, em 13 de julho, foi feita nova extubação e aí sim, ele estava apto a respirar novamente por conta própria.

No dia 28 de julho, 35 kg mais magro, Marcelo recebeu alta hospitalar e pode ir para casa. Detalhe: ele saiu andando do hospital. “Ao sair do hospital estava com o corpo muito debilitado, perdi muita massa muscular. Sai sendo guiado por Deus, porque forças nas pernas não tinha”, relatou.

Falando ao programa nesta quinta-feira, por telefone, Marcelo relatou que viveu um milagre de Deus. “Para eu estar aqui hoje falando com vocês, foi um milagre muito grande”.

Ele informou que aos primeiros sintomas procurou o hospital da cidade e que foi medicado por diversas horas, depois voltou para casa, mas sentido a situação piorar pediu a esposa para chamar uma ambulância para levá-lo ao hospital novamente. Lá ele ficou mais três dias. A equipe médica vendo piorar o seu quadro de saúde o transferiu para o Hospital Alfa, no Recife.

Ele disse que ao ser socorrido para a unidade hospitalar estava com febre de 40,8º, pressão 23×12 e glicose a 475 mg/dl. “Tava pra morrer, mas Deus não deixou”.

“Ao chegar no Alfa, fiquei ainda um tempo na máscara venturi, mas os médicos vendo que a oxigenação não melhorava acharam melhor intubar. Não vi mais nada. O mundo acaba pra pessoa”, relatou.

Hoje, 8 meses depois, Marcelo ainda sofre com as sequelas da Covid-19. “Ainda sinto os pés dormentes, quando o tempo está preparando para chover doí, sinto uma dor de cabeça, de vez em quando muito forte”, revelou.

O guarda municipal, que já voltou ao trabalho, diz ficar triste quando vê que as pessoas não acreditam na gravidade da doença. “Vejo gente sem máscara, se aglomerando. Só vão levar a sério quando pegarem e ficarem em estado grave, como eu fiquei”.

Ele agradeceu a equipe médica e as correntes de orações que foram feitas por familiares e amigos. Disse que o sentido da vida pra ele é “gratidão a Deus” e pediu para que as pessoas se conscientizem que a doença é séria. “Quem está na linha de frente é que sabe o que está passando. Médicos, enfermeiros, maqueiros… Para que isso pare, você tem que tomar todas as precauções, usar máscara, usar o álcool em gel e tudo que for necessário para que a situação não se agrave ainda mais”, pontuou.

Aline e Chico realizam arrastão em Itapetim

Na noite desta quarta-feira (2), a candidata a prefeita de Itapetim, Aline e seu vice, Chico promoveram um arrastão na cidade. A concentração começou no Bairro Paulo VI, onde apoiadores se reuniram e seguiram até a Praça Poeta Rogaciano Leite. Aline reafirmou seu compromisso de continuar o trabalho realizado por Adelmo e afirmou que vai […]

Na noite desta quarta-feira (2), a candidata a prefeita de Itapetim, Aline e seu vice, Chico promoveram um arrastão na cidade. A concentração começou no Bairro Paulo VI, onde apoiadores se reuniram e seguiram até a Praça Poeta Rogaciano Leite.

Aline reafirmou seu compromisso de continuar o trabalho realizado por Adelmo e afirmou que vai fazer ainda mais, implementando novas ações em prol da continuidade do progresso e de um município cada vez melhor para todos. “Daremos continuidade ao grandioso trabalho de Adelmo e vamos fazer ainda mais, garantindo que Itapetim continue avançando e sendo um lugar cada vez melhor para todos,” declarou Aline.

O prefeito Adelmo falou sobre o seu trabalho e reforçou seu apoio à candidatura de Aline e Chico: “Aline vai dar sequência ao que fizemos até aqui, com dedicação e responsabilidade. Ela e Chico vão levar Itapetim ainda mais longe, mantendo o compromisso com o povo e o progresso da nossa terra.”

O evento contou com a presença do presidente da Câmara, Júnior de Diógenes, do ex-prefeito Arquimedes Machado, candidatos a vereador e outras lideranças locais. A energia da multidão refletiu o clima de apoio à chapa da Frente Popular de Itapetim.

Galo da Travessa fez o pré-carnaval em São José do Egito

O bloco Galo da Travessa fez seu carnaval de dez anos em São José do Egito. Muito frevo e marchinhas arrastaram segundo a PM 13 mil pessoas pelas ruas da cidade no último sábado (7). Este ano o bloco reuniu carnavalescos de cidades do Pajeú e Cariri Paraibano. O prefeito Romério Guimarães, um dos fundadores […]

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Fotos: Marcelo Patriota

O bloco Galo da Travessa fez seu carnaval de dez anos em São José do Egito. Muito frevo e marchinhas arrastaram segundo a PM 13 mil pessoas pelas ruas da cidade no último sábado (7).

Este ano o bloco reuniu carnavalescos de cidades do Pajeú e Cariri Paraibano. O prefeito Romério Guimarães, um dos fundadores do bloco participou da festa. O bloco teve seu primeiro desfile em fevereiro de 2006.

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Dentre os foliões,  os deputados Rogério Leão(PR), Kayo Maniçoba (PHS) ,os ex-prefeitos Zé Marcos de Lima, Marcos César Crispim, o presidente da Câmara Doido de Zé Vicente além de vereadores. Os Cavaleiros  da Rosa Mística  também abrilhantaram o carnaval do Galo.

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