O prefeito Gilson Bento anunciou que irá apoiar o nome de Ricardo Teobaldo para deputado federal. A informação foi confirmada pelo deputado federal Silvio Costa Filho, que destacou que a decisão aconteceu através de um acordo político construído entre as lideranças.
Segundo Silvio Costa Filho, a parceria representa “a continuidade de um trabalho político voltado para o desenvolvimento de Brejinho e de toda a região”. E seguiu: “O parlamentar ressaltou ainda a importância da união entre as lideranças para fortalecer os investimentos e ações em benefício da população”.
Ricardo Teobaldo agradeceu o apoio recebido e afirmou que, caso seja eleito deputado federal, dará continuidade ao trabalho que vem sendo realizado por Silvio Costa Filho em favor do município de Brejinho. O pré-candidato destacou o compromisso de manter a parceria política e buscar novos recursos para ampliar as ações no município.
Já o prefeito Gilson Bento enfatizou a relação de amizade construída ao longo da vida pública com Silvio Costa Filho. Gilson afirmou que o pedido feito pelo deputado representa uma missão a ser cumprida.
“Silvio Costa é um amigo que construí na vida pública, uma pessoa que sempre esteve ao lado de Brejinho. Um pedido vindo dele representa para mim uma missão a ser cumprida”, destacou o prefeito.
Em evento marcado pela presença de mais de 60 lideranças políticas o pré-candidato a Deputado Estadual Paulo Jucá (PSB) foi apresentado em Amaraji. O apoio dado a Paulo na cidade da Mata Sul foi articulado pelo líder das oposições no município, Fláucio Araújo, do AVANTE, que pode disputar a próxima eleição para prefeito contra o […]
Em evento marcado pela presença de mais de 60 lideranças políticas o pré-candidato a Deputado Estadual Paulo Jucá (PSB) foi apresentado em Amaraji.
O apoio dado a Paulo na cidade da Mata Sul foi articulado pelo líder das oposições no município, Fláucio Araújo, do AVANTE, que pode disputar a próxima eleição para prefeito contra o grupo da gestora Aline Gouveia.
Nas últimas semanas, Paulo também fechou o apoio de Ary Sérgio, vereador de segundo mandato pelo PSB de Sanharó e do ex-vereador do Recife e Jaboatão Edmar de Oliveira.
A presidente da República, Dilma Rousseff, respondeu hoje críticas feitas por seus dois principais adversários na corrida presidencial – Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) – e considerou um “escândalo” a proposta deles de diminuição no número de ministérios. “Tem gente querendo reduzir ministérios, um deles o da igualdade racial, outro o que luta […]
A presidente da República, Dilma Rousseff, respondeu hoje críticas feitas por seus dois principais adversários na corrida presidencial – Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) – e considerou um “escândalo” a proposta deles de diminuição no número de ministérios.
“Tem gente querendo reduzir ministérios, um deles o da igualdade racial, outro o que luta em defesa das mulheres. Outro ministério que eles não gostam muito é o do direitos humanos, eles querem acabar com o ministério do empreendedorismo, da micro e pequena empresa”, disse a presidente, em discurso durante visita a Central Única das Favelas (CUFA), no Rio.
Em uma resposta direta à candidata Marina Silva (PSB), que promete, se eleita, convidar “os melhores nomes” de cada partido político para seu governo, Dilma Rousseff afirmou: “Não acredito em governo dos bons, mas em governo referendado pelo voto popular.” A presidente também disse que supor uma democracia sem partidos políticos é uma “invenção”.
Dilma reagiu ainda à declaração de Marina de que o ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa foi indicado para o cargo “para assaltar os cofres” da estatal. “É uma fala que não é de muito alto nível, lamento aquela fala. De 12 anos (da gestão do PT), ela esteve oito anos no governo, como eu e outros ministros. Em qualquer lugar, em qualquer empresa, pode haver pessoas que fazem malfeitos e o que se tem que fazer é investigar”, disse.
A decisão de não determinar Lei Seca tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) continua gerando polêmica. O Tribunal decidiu que não baixará portaria para proibir a comercialização e consumo de bebida alcóolica durante a eleição, cujo primeiro turno acontece no próximo dia 5 de outubro. Muitos interpretam que isso pode afetar a segurança […]
A decisão de não determinar Lei Seca tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) continua gerando polêmica. O Tribunal decidiu que não baixará portaria para proibir a comercialização e consumo de bebida alcóolica durante a eleição, cujo primeiro turno acontece no próximo dia 5 de outubro. Muitos interpretam que isso pode afetar a segurança das eleições, principalmente onde há clima de acirramento e municipalização da disputa.
De acordo com a assessoria do Tribunal, caso alguém chegue a um local de votação alcoolizado, os responsáveis pelas seções eleitorais deverão orientar o eleitor, informando que ele só poderá votar quando estiver sóbrio.
Em Arcoverde, o Juiz Drauternani Melo Pantaleão definiu Lei Seca no dia da eleição
A decisão foi tomada após reunião do TRE-PE com a Secretaria de Defesa Social. A medida deverá ser aplicada no segundo turno, se houver. Porém, caso as autoridades observem algum tipo de comportamento que exija a aplicação da lei seca, o Tribunal poderá baixar uma nova portaria, proibindo a venda de bebida alcóolica na segunda etapa da eleição.
Só que em algumas cidades, a Justiça Eleitoral pode, ainda que em primeira instância, determinar a proibição de venda de bebidas alcoólicas. Foi o que fez o Juiz Eleitoral Drauternani Melo Pantaleão. Na cidade, o Juiz entende que é necessária a Lei Seca, para evitar os excessos nos locais de votação. No Portal do Sertão, a venda e consumo estarão proibidos das 5 da manhã às 18 horas do dia 5 de outubro. Até agora, foi a ´´única cidade a adotar a medida no Sertão.
Eficácia geral da vacina foi de 50,38%, segundo anúncio de pesquisadores do Instituto Butantan. O número mínimo recomendado pela OMS e pela Anvisa é de 50%. Por Mariana Garcia, Thaís Matos e Lara Pinheiro, G1 A vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, segundo informou o Instituto Butantan, que desenvolve […]
Eficácia geral da vacina foi de 50,38%, segundo anúncio de pesquisadores do Instituto Butantan. O número mínimo recomendado pela OMS e pela Anvisa é de 50%.
Por Mariana Garcia, Thaís Matos e Lara Pinheiro, G1
A vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, segundo informou o Instituto Butantan, que desenvolve a vacina contra a Covid-19 em parceria com o laboratório chinês Sinovac, em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (12).
O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.
Chamado de eficácia global, o índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O Butantan também afirmou que a vacina não apresentou reações alérgicas.
Para especialistas, apesar desse número estar abaixo do índice divulgado na semana passada sobre casos leves (leia mais abaixo), a vacina é boa e vai ajudar a frear a pandemia do coronavírus no Brasil sobretudo pelos seguintes motivos: é compatível com a nossa capacidade de produção local; pode ser armazenada em temperaturas normais de refrigeração, de 2ºC a 8ºC; tem eficácia geral dentro do esperado; foi testada de forma adequada e dentro do padrão de maior rigor de testes clínicos e não teve casos graves nos vacinados que tiveram a Covid-19.
“A gente nunca falou desde o início ‘eu quero uma vacina perfeita’. A gente falou ‘eu quero uma vacina para sair dessa situação pandêmica’. E isso a CoronaVac permite fazer”, avaliou a microbiologista Natália Pasternak, que participou da coletiva de imprensa do governo de São Paulo para anunciar os dados.
“[A CoronaVac] não vai pôr fim à pandemia instantaneamente. Vai ser o começo do fim. Não significa que não vai poder ver outras vacinas, melhores. É uma vacina possível para o Brasil, adequada para o Brasil, compatível com a nossa capacidade de produção local”, continuou.
A CoronaVac pode ser armazenada em temperaturas normais de refrigeração, de 2ºC a 8ºC, que são as utilizadas na rede de refrigeração do país.
A cientista lembrou que é necessário que muitas pessoas tomem a vacina, qualquer que seja, para que ela funcione na contenção da pandemia. “Uma vacina só é tão boa quanto a sua cobertura vacinal. A efetividade dessa vacina no mundo real vai depender da vacinação”, disse Pasternak.
A pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, idealizadora da Rede Análise Covid-19 e pós-doutoranda em bioquímica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ressalta a necessidade de uma boa campanha de vacinação para acabar com a pandemia.
“É a nossa vacina. Ela vai nos ajudar, vai salvar vidas e, junto de outras vacinas, campanhas de vacinação, medidas de enfrentamento e adesão da sociedade, iniciaremos nossa saída da pandemia”, avaliou.
“É uma vacina boa, que foi testada de forma adequada e do padrão de maior rigor de testes clínicos, num estudo com protocolo pré-publicado”, acrescentou.
O imunologista e pesquisador da USP Gustavo Cabral disse que a eficácia geral era a esperada, já que a tecnologia utilizada é a mesma da vacina da gripe, cuja eficácia fica em torno de 40% a 60%.
Ele considera importante reforçar que o Brasil não teve casos graves nos vacinados que tiveram a Covid-19. “Isso é muito bom. Não ter casos graves, pra mim, é maravilhoso”.
“Também não tivemos nenhuma reação adversa grave. Para nós, cientistas, isso traz uma confiança muito boa. É uma vacina boa, que não tem efeito adverso, que não gerou efeito grave, que não levou a hospitalização”, completou Cabral.
Para o epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a eficácia alta para casos graves e mortes é particularmente importante.
“Na prática, me parece, pelo gráfico, que essa eficácia global de 50,4% é menos relevante do que a eficácia altíssima que tem pra casos graves e mortes. Porque, na prática, o que a gente quer é evitar internação e óbito. Antes de ler todo o resultado, eu não criticaria e descartaria a vacina pelo fato desse número”, disse.
Hallal explicou que, pensando em imunidade coletiva, o índice pode ser considerado baixo. Mas utilizar uma vacina com eficácia de 50% é “infinitamente melhor” do que não usar nada. “Sem dúvidas, a vacina é capaz de reduzir a circulação do vírus”, completou.
O professor ressalta que suas considerações são preliminares e ainda aguarda a publicação completa dos resultados para aprofundamento da análise.
Eficácia em casos leves
Na semana passada, o instituto – que é vinculado ao governo de São Paulo – anunciou que de cada cem voluntários vacinados com a CoronaVac que contraíram o vírus, 22 tiveram apenas sintomas leves, sem a necessidade de internação hospitalar (índice apresentado como de 78% de eficácia para casos leves).
Segundo o governo, houve 7 casos graves no grupo que não foi vacinado e nenhum no que foi. Esses números, entretanto, não têm significância estatística, explicou o diretor de pesquisa do instituto, Ricardo Palacios, na coletiva desta terça (12).
Isso significa dizer que esses resultados, por enquanto, podem ter ocorrido por acaso – sem ter, necessariamente, a ver ou não com a vacina. Quando os estudos terminarem, pode ser que haja novos números com significância estatística.
“O que a gente tem que começar a interpretar é a tendência. Há uma tendência da vacina de diminuir a intensidade clínica da doença”, explicou Palacios.
“Eu acho que nenhuma das pessoas que trabalha na área biomédica ousaria fazer uma afirmação absoluta. Sempre pode ter um caso ou outro que escapa por diferentes causas. Isso é importante entender. É um dado que sempre temos que ver com cautela”, pontuou.
Na opinião da infectologista Rosana Richtmann, do Instituto Emílio RIbas, em São Paulo, “o número mais importante continua sendo os 78%, porque ele consegue ter um impacto muito grande na carga da doença no nosso país e na sobrecarga do trabalho dos profissionais de saúde. Num primeiro momento não ficaremos livre desse vírus, não é o momento de relaxar, mas é o momento que vemos, de fato, uma luz no fim do túnel. A melhor vacina é a que estará disponível para a nossa população”.
Testes com profissionais de saúde
A CoronaVac foi testada com profissionais de saúde. Palacios explicou que os ensaios foram feitos assim porque essa população tem a maior exposição ao vírus – muito maior que a das outras pessoas no geral.
“[O teste] não é a vida real exatamente. É um teste artificial, no qual selecionamos dentro das populações possíveis, selecionamos aquela população que a vacina poderia ser testada com a barra mais alta”, afirmou Palacios.
“A gente quer comparar os diferentes estudos, mas é o mesmo que comparar uma pessoa que faz uma corrida de 1km em um trecho plano e uma pessoa que faz uma corrida de 1 km em um trecho íngreme e cheio de obstáculos. Fizemos deliberadamente para colocar o teste mais difícil para essa vacina, porque se a vacina resistir a esse teste, iria se comportar infinitamente melhor em níveis comunitários”, completou o diretor de pesquisa do instituto.
Iniciativa integra o Plano Retomada da economia e foi anunciada pelo governador Paulo Câmara em sua passagem pelo Agreste Meridional O Governo do Estado publicou no Diário Oficial, deste sábado (20), o edital para a contratação de duas ações voltadas a reforçar a malha viária do Agreste Meridional. A primeira é referente às obras de […]
Iniciativa integra o Plano Retomada da economia e foi anunciada pelo governador Paulo Câmara em sua passagem pelo Agreste Meridional
O Governo do Estado publicou no Diário Oficial, deste sábado (20), o edital para a contratação de duas ações voltadas a reforçar a malha viária do Agreste Meridional.
A primeira é referente às obras de restauração da Rodovia PE-203, no acesso a Lagoa do Ouro; e a outra, a restauração do acesso ao município de Saloá. As iniciativas, que fazem parte do Plano Retomada e do Programa Caminhos de Pernambuco, foram anunciadas recentemente pelo governador Paulo Câmara durante agenda na região.
Coordenada pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seinfra), as ações visam facilitar o deslocamento dos moradores dessas localidades e levar mais fluidez para o escoamento da produção econômica local. Para a Rodovia PE-203 serão contemplados 6,8 quilômetros da estrada, entre o entroncamento da BR-424 e o da PE-214. Os serviços vão incluir a requalificação do sistema de drenagem, pavimentação e implantação de sinalização vertical e horizontal da pista. O investimento aceitável é de até R$ 8.991.134,77.
Já as intervenções no acesso a Saloá vão abranger o trecho de 6 quilômetros, a partir da entrada da BR-423 até o entroncamento da PE-233, com o aporte máximo de R$ 4.543.750,13. Após a conclusão dessa etapa, os trabalhos nas vias serão executados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
A secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, destaca que as obras em Lagoa do Ouro e Saloá, vão proporcionar um trânsito mais seguro, bem como gerar emprego e renda na região neste momento importante de retomada econômica. A previsão é que os trabalhos sejam iniciados ainda no primeiro semestre de 2022.
A abertura da sessão inicial para a Rodovia PE-203 vai acontecer no dia 23 de dezembro e a do acesso a Saloá no dia 27, ambas às 10h, na sede da Seinfra, localizada na Av. Cruz Cabugá, nº1111, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Os interessados podem conferir os detalhes no site: www.licitacoes.pe.gov.br.
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