Drones chegaram ao Pajeú. E podem ter várias aplicações para prefeituras e iniciativa privada.
Por Nill Júnior
Lindas imagens aéreas de Afogados da Ingazeira. Drones chegaram à região
As imagens são do radialista Evandro Lira, O Secretário do Povo, e mostram Afogados da Ingazeira de um jeito que nunca viu. Evandro, que em parceria com a NR Estúdio Multimídia, que nós gerenciamos, captou as imagens através de um drone, do mesmo porte dos mais modernos do mercado.
A imagem começa a ser registrada na Praça Arruda Câmara, principal cartão postal da cidade. Só uma imagem congelada do vídeo já rendeu grande repercussão nas redes sociais. Imagine o vídeo, onde há imagens a partir da Praça Arruda Câmara, da Rio Branco, de uma área de loteamento e noturnas da Princesa do Pajeú.
Eles já foram usados para espionar, matar terroristas e até entregar champanhe, mas os chamados drones podem ganhar uma aplicação bem mais trivial.
Os drones podem ter várias aplicações aqui na região: para prefeituras, registrar imagens aéreas de eventos festivos, de ações institucionais e de vídeos para “vender investimentos” para as cidades.
Na saúde, pode mapear imóveis com focos de dengue cujos proprietários não residem ou não permitem acesso. Na área comercial, investimentos como loteamentos e outros investimentos podem ter um outro plano com imagens sensacionais.
Para contratar o serviço inédito, você pode contatar pelos fones (87) 9996-4246, 9619-5562, 9606-3542.
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%) Folha de S. Paulo O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem […]
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%)
Folha de S. Paulo
O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum nele em 2022.
É o que revela levantamento feito com 3.666 pessoas acima de 16 anos pelo Datafolha de 13 a 16 de dezembro. A pesquisa, encomendada pela Folha, tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.
No levantamento anterior, feito nos dias 13 a 15 de setembro, a situação de Bolsonaro era semelhante, com 59% de rejeição. No período, ele colecionou mais más notícias na área econômica, como a inflação em alta e a subida dos juros prometendo um período recessivo mais longo.
O presidente conta com o impacto do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda, para tentar melhorar sua posição no quesito.
Na política, ele também sacramentou seu casamento com o centrão ao filiar-se ao PL, rompendo uma de suas últimas promessas de campanha em 2018 —a de não associar-se justamente ao grupo.
Já o líder na pesquisa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), viu sua rejeição cair quatro pontos, de 38% para 34%. Em movimento descendente, dentro da margem de erro, o governador João Doria (PSDB-SP) foi de 37% para 34% também.
Recém-chegado à disputa pelo Podemos, o ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Sergio Moro marcou 30% de rejeição, patamar de político conhecido.
Por sua vez, o ex-governador Ciro Gomes (PDT) viu o índice daqueles que não votariam nele cair de 30% para 26%, apesar de ele ter protagonizado episódio negativo nos dois últimos dias do campo desta pesquisa.
Ele e seu irmão Cid são investigados em um suposto esquema de desvios de verbas que Ciro acusa ser perseguição política da Polícia Federal sob Bolsonaro.
Os outros candidatos a nome da chamada terceira via se beneficiam do baixo conhecimento do público para marcar uma rejeição bastante baixa.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem 17% de eleitores que nunca votariam nele. Já o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido) registra 16%, enquanto o cientista político Felipe d’Ávila (Novo) e os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) têm 15%.
Não votariam em ninguém 3%, enquanto 1% não rejeitariam nenhum nome e 1%, não sabem dizer.
Os números, é claro, exprimem o momento atual da campanha. O time de Bolsonaro considera que a rejeição ao chefe já está precificada e pode ser reduzida com o poder de sua caneta, enquanto Lula sabe que nem começou a receber a artilharia dos adversários, por exemplo.
O grau de conhecimento é um dos elementos avaliados pelas campanhas para estipular o potencial de voto de um candidato. Quanto menos conhecido, teoricamente menos rejeitado e, se bem trabalhado, o nome pode crescer.
Quem já governou ou governa, por óbvio, não tem essa vantagem comparativa. Segundo o Datafolha, 99% dos ouvidos conhecem Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010. Destes, 65% dizem o conhecer muito bem.
Na mesma linha, 97% dizem conhecer o presidente atual, Bolsonaro. Entre esses, 50% afirmam que o fazem muito bem.
Outro chefe de Executivo exposto às intempéries do noticiário, Doria, é um pouco menos conhecido: 77% sabem quem ele é, e só 23% dizem que o conhecem muito bem.
Ele é menos conhecido do que figuras sem mandato, mas que já tiveram destaque na política. O estreante nessa edição das pesquisas do Datafolha como pré-candidato para 2022, Moro, é conhecido por 88% —fruto dos seus anos de Lava Jato e no governo. Mas apenas 27% dos ouvidos dizem o conhecer muito bem.
O ex-governador e ex-ministro Ciro, por sua vez, marca 86% de conhecimento, mas também com apenas 26% do grau “muito bem” dos eleitores.
No grupamento dos candidatos a candidato da terceira via, que por óbvio têm baixa rejeição, o desconhecimento impera: 64% nunca ouviram falar de Pacheco, 69% de Aldo, 79% de Tebet, 78% de d’Ávila e 85%, de Vieira.
No caso de Tebet e Vieira, a curiosidade fica no fato de que o lançamento de seus nomes na praça decorreu da crença na exposição de ambos na CPI da Covid, na qual tiveram trabalho destacado e horas de cobertura televisiva nos canais fechados.
A Prefeitura de Arcoverde respondeu em nota a provocação da vereadora Zirleide Monteiro e de setores da oposição que cobraram o fim da suspensão dos contratos dos trabalhadores em educação. Segundo a gestão Madalena Britto em nota ao blog, “diante da pandemia do Coronavírus, alguns contratos de colaboradores foram suspensos devido a interrupção temporária de diversas […]
A Prefeitura de Arcoverde respondeu em nota a provocação da vereadora Zirleide Monteiro e de setores da oposição que cobraram o fim da suspensão dos contratos dos trabalhadores em educação.
Segundo a gestão Madalena Britto em nota ao blog, “diante da pandemia do Coronavírus, alguns contratos de colaboradores foram suspensos devido a interrupção temporária de diversas atividades no cidade”.
“Sensibilizada com esta situação, a Prefeitura de Arcoverde comunica a todos que está estudando, junto ao setor jurídico do município, uma forma de reparar ou amenizar as perdas ocasionadas”, segue.
E conclui: “é muito importante ressaltar, que existe toda intenção de encontrar a melhor solução possível, dentro da legalidade, de amparar esses servidores. Em breve estaremos anunciando a nova decisão nas redes oficias do município”.
José de Andrade Lucas teve os direitos políticos suspensos em razão de duas condenações criminais que transitaram em julgado nos meses de agosto e novembro de 2021. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), através da Promotoria de Justiça local, expediu recomendação ao presidente da Câmara de Vereadores de São José do Belmonte, Cícero de Moura, […]
José de Andrade Lucas teve os direitos políticos suspensos em razão de duas condenações criminais que transitaram em julgado nos meses de agosto e novembro de 2021.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), através da Promotoria de Justiça local, expediu recomendação ao presidente da Câmara de Vereadores de São José do Belmonte, Cícero de Moura, e aos demais integrantes da Mesa Diretora do Legislativo municipal para que a Câmara declare, em cumprimento à legislação, a perda do mandato eletivo do vereador José de Andrade Lucas. O parlamentar teve os direitos políticos suspensos em razão de duas condenações criminais que transitaram em julgado nos meses de agosto e novembro de 2021.
Conforme apontou a promotora de Justiça Gabriela de Almeida no texto da recomendação, a Lei Orgânica do município de São José do Belmonte e os entendimentos do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral estabelecem a perda do mandato eletivo como consequência automática da suspensão dos direitos políticos em razão de sentença criminal transitada em julgado.
O MPPE alertou ainda, em conformidade com seu papel de defensor da ordem jurídica, que cabe ao chefe do Poder Legislativo municipal declarar a perda de mandato do vereador e substituí-lo imediatamente pelo(a) próximo(a) suplente da chapa proporcional. Caso não cumpram esse procedimento, o presidente e demais integrantes da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores podem incidir em ato de improbidade administrativa.
Os parlamentares devem informar ao MPPE, no prazo de 48 horas após o recebimento da recomendação, sobre o acatamento ou não das medidas recomendadas pelo MPPE. Caso seja declarada a perda de mandato, o Legislativo municipal deve ainda apresentar cópia dos atos de perda do mandato e de posse do(a) suplente.
A recomendação foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPPE da segunda-feira (30/05).
A Comissão de Justiça da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, hoje, o projeto de lei que autoriza o Governo do Estado a pegar empréstimo no valor de R$ 3,4 bilhões. A matéria, contudo, foi aprovada com quatro emendas. Uma delas é a propositura número 4 é a que veda a aplicação dos recursos com […]
A Comissão de Justiça da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, hoje, o projeto de lei que autoriza o Governo do Estado a pegar empréstimo no valor de R$ 3,4 bilhões.
A matéria, contudo, foi aprovada com quatro emendas. Uma delas é a propositura número 4 é a que veda a aplicação dos recursos com despesa de pessoal. Outra é emenda número 5 permite que o governo somente comunique a Casa Legislativa em caso de contratação dos recursos e não dependa de nova autorização. Já a emenda número 6, também avalizada, é que autoriza o Governo do Estado a abrir crédito suplementar.
A emenda mais polêmica aprovada, no entanto, é de autoria do deputado estadual Romero Albuquerque (UB). A proposta destina 0,5% do recurso arrecadado com a operação de crédito para a causa animal.
A emenda teve parecer desfavorável do relator Joaozinho Tenório (Patritota), mas, ainda assim, foi aprovada.
Durante a sessão, três emendas foram rejeitadas. O projeto de lei ainda precisa ser votado nas comissões de Finanças e Administração antes de ir para o plenário da Assembleia. As informações são do Blog da Folha.
A derrota do Petrolina para o Jaguar por 2×1 nos Aflitos rebaixou matematicamente o Afogados Futebol Clube. A equipe vai voltar a disputar a Série A2 para tentar voltar à elite do futebol pernambucano. E merecidamente. Em oito jogos, foram cinco empates e três derrotas. A equipe só não foi pior que o próprio Petrolina, […]
A derrota do Petrolina para o Jaguar por 2×1 nos Aflitos rebaixou matematicamente o Afogados Futebol Clube.
A equipe vai voltar a disputar a Série A2 para tentar voltar à elite do futebol pernambucano.
E merecidamente. Em oito jogos, foram cinco empates e três derrotas. A equipe só não foi pior que o próprio Petrolina, lanterna da competição. Outro pendurado pelo pincel é o Central de Caruaru, que perdeu ontem para o Santa Cruz.
Sábado, 16h30, a equipe joga contra o Jaguar só pra cobrir tabela, no “jogo da tristeza”.
Do Sertão, só o Decisão Sertânia fez seu papel, com chances de ir à fase final da competição.
Em definição curta e objetiva, que lapa de time ruim…
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