Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (18) mostra que 68% dos brasileiros são a favor do fim da escala 6×1 de trabalho. Outros 22% se dizem contra a proposta.
Veja os números: 68% são a favor do fim da escala 6×1; eram 72% em dezembro e 69% em julho; 22% são contra; eram 24% em dezembro e 26% em julho; 7% não são nem a favor nem contra; eram 2% em dezembro e 3% em julho; 3% não sabem ou não responderam; eram 2% em dezembro e 3% em julho.
Entre os entrevistados que se identificam como lulistas, 76% são favoráveis ao fim da escala 6×1 (17% contra). Entre os bolsonaristas, o índice é de 44% (42% contra) e entre os que se classificam como independentes 70% é a favor (16% contra).
A proposta é uma das bandeiras de pré-candidatura de Lula, que encaminhou um projeto sobre o tema para o Congresso.
O levantamento também mostra que 43% afirmam ter acompanhado de perto a discussão sobre o assunto. Veja os números: 43% têm acompanhado de perto; 29% têm acompanhado pouco, só de ouvir falar; 27% não têm acompanhado; 1% não sabe ou não respondeu.
Números de casos recuperados tem superado casos ativos da doença. Nas últimas 24 horas somente Flores confirmou um óbito. Por André Luis Nesta terça-feira (22), foram notificados no Sertão do Pajeú, mais 100 novos casos positivos de Covid-19, 186 recuperados e 1 novo óbito, nas últimas 24 horas. Agora o Sertão do Pajeú conta com […]
Números de casos recuperados tem superado casos ativos da doença. Nas últimas 24 horas somente Flores confirmou um óbito.
Por André Luis
Nesta terça-feira (22), foram notificados no Sertão do Pajeú, mais 100 novos casos positivos de Covid-19, 186 recuperados e 1 novo óbito, nas últimas 24 horas.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 30.260 casos confirmados, 28.882 recuperados (95,44%), 575 óbitos e 803 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 72 horas:
Afogados da Ingazeira registrou 18 novos casos positivos e 69 recuperados. O município conta com 5.259 casos confirmados, 5.023 recuperados, 67 óbitos e 169 casos ativos.
Brejinho não registrou novos casos positivos e nem recuperados. O município conta com 718 casos confirmados, 690 recuperados, 21 óbitos e 7 casos ativos.
Calumbi registrou 5 novos casos positivos e 8 recuperados. O município conta com 630 casos confirmados, 587 recuperados, 4 óbitos e 39 casos ativos da doença.
Carnaíba registrou 4 novos casos positivos. O município conta com 1.854 casos confirmados, 1.706 recuperados, 35 óbitos e 113 casos ativos da doença.
Flores registrou 9 casos recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 942 casos confirmados, 866 recuperados, 34 óbitos e 42 casos ativos. A Secretaria de Saúde não divulgou detalhes sobre o óbito.
Iguaracy registrou 1 caso recuperado. O município conta com 737 casos confirmados, 707 recuperados, 27 óbitos e 3 casos ativos.
Ingazeira registrou 2 novos casos positivos e 1 recuperado. O município conta com 412 casos confirmados, 404 recuperados, 6 óbitos e 2 caso ativo.
Itapetim registrou 1 novo caso positivo e 20 recuperados. O município conta com 1.178 casos confirmados, 1.139 recuperados, 28 óbitos e 11 casos ativos.
Quixaba registou 9 casos recuperados. O município conta com 473 casos confirmados, 448 recuperados, 14 óbitos e 11 casos ativos.
Santa Cruz da Baixa Verde registrou 1 caso recuperado. O município conta com 590 casos confirmados, 559 recuperados, 18 óbitos e 13 casos ativos.
Santa Terezinha registrou 2 novos casos positivos e 2 recuperados. O município conta com 981 casos confirmados, 952 recuperados, 26 óbitos e 3 casos ativos.
São José do Egito registrou 8 novos casos positivos. O município conta com 2.372 casos confirmados, 2.287 recuperados, 47 óbitos e 38 casos ativos.
Serra Talhada registrou 43 novos casos positivos e 34 recuperados. O município conta com 9.451 casos confirmados, 9.125 recuperados, 156 óbitos e 70 casos ativos da doença.
Solidão registrou 2 novos casos positivos e 1 recuperado. O município conta com 641 casos confirmados, 595 recuperados, 3 óbitos e 43 casos ativos.
Tabira registrou 14 novos casos positivos e 27 recuperados. O município conta com 2.668 casos confirmados, 2.521 recuperados, 38 óbitos e 109 casos ativos.
Triunfo registrou 1 novo caso positivo e 4 recuperados. O município conta com 874 casos confirmados, 835 recuperados, 26 óbitos e 13 casos ativos.
Tuparetama não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 480 casos confirmados, 438 recuperados, 25 óbitos e 17 casos ativos da doença.
Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho foi escolhido em lista tríplice Por André Luis A governadora Raquel Lyra (PSDB), nomeou o Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho como o novo procurador-geral de Justiça para o biênio 2023/205. A nomeação foi divulgado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (3). Marcos Antônio […]
Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho foi escolhido em lista tríplice
Por André Luis
A governadora Raquel Lyra (PSDB), nomeou o Promotor de Justiça Marcos Antônio Matos de Carvalho como o novo procurador-geral de Justiça para o biênio 2023/205. A nomeação foi divulgado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (3).
Marcos Antônio foi escolhido a partir de uma lista tríplice entregue ontem ao secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, para que a governadora fizesse a escolha. O prazo máximo era de 15 dias, mas a governadora fez a escolha ainda na noite desta segunda-feira (2).
Além de Marcos Antônio, estavam na lista Antônio Fernandes Oliveira Matos Júnior, e Maviael de Souza Silva.
Nº 027 – Nomear, nos termos dos artigos 37, inciso XII, e 70 da Constituição Estadual, o Promotor de Justiça MARCOS ANTÔNIO MATOS DE CARVALHO, para o cargo de Procurador Geral de Justiça, biênio 2023/2025, tendo em vista a lista tríplice constante do Ofício GPJ nº 001/2023, de 02 de janeiro de 2023, do Colégio de Procuradores de Justiça.
Marcos Antônio Matos de Carvalho tem 54 anos, sendo 23 deles dedicados a carreira no MPPE. Natural do Recife (PE), é atualmente titular da 5ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e Procurador-Geral de Justiça, tendo iniciado sua carreira como Promotor de Justiça de Caruaru. Foi assessor da Corregedoria-Geral de março de 2021 a novembro de 2022.
Em visita ao Presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, Odacy Amorim, o deputado Sivaldo Albino fez uma série de reivindicações, todas elas voltadas para o desenvolvimento rural de Garanhuns e do agreste meridional de Pernambuco. Dentre elas destacam-se a solicitação de capacitações e assistência técnica para agricultores familiares – voltadas ao desenvolvimento da […]
Em visita ao Presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, Odacy Amorim, o deputado Sivaldo Albino fez uma série de reivindicações, todas elas voltadas para o desenvolvimento rural de Garanhuns e do agreste meridional de Pernambuco.
Dentre elas destacam-se a solicitação de capacitações e assistência técnica para agricultores familiares – voltadas ao desenvolvimento da agricultura orgânica na região – bem como pesquisa e estudos sobre a viabilidade de introdução de novas culturas agrícolas adequadas às condições da zona rural do agreste.
O parlamentar solicitou ainda a transformação do escritório do IPA, de Garanhuns, em ponto de coleta de água e de solo, para análise, como forma de reduzir os custos para os agricultores da região, que atualmente precisam se deslocar até o Recife para entregar suas amostras, ou a fazer suas análises em laboratórios privados.
Segundo Sivaldo, essa foi uma reunião preliminar com o Presidente do IPA, que teve o objetivo de alertar o estado para o declínio da produção agrícola do agreste meridional e para a necessidade de busca de alternativas econômicas que possam estimular, sobretudo os mais jovens, a se estabelecerem e a sobreviverem no campo.
“Além de apoiar e fortalecer as culturas tradicionais da região, como é o caso do feijão, do milho e da mandioca, os agricultores de Garanhuns e região precisam ter acesso a informação e conhecimento sobre a produção orgânica de hortaliças, sobre novas culturas adaptáveis à região, sobre novas práticas agroecológicas, enfim, o que queremos é colocar o desenvolvimento rural do agreste na pauta de todos os órgãos governamentais ligados à agricultura, no Estado”, disse Albino.
Do Jornal do Commercio Perto de finalizar o primeiro ano como governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) culpou a crise econômica por problemas em áreas estratégicas de sua gestão, como Saúde e Segurança. “Costumo dizer a minha equipe que não foi um ano perfeito, mas fizemos o que era possível”, sintetizou na entrevista concedida aos […]
Perto de finalizar o primeiro ano como governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) culpou a crise econômica por problemas em áreas estratégicas de sua gestão, como Saúde e Segurança. “Costumo dizer a minha equipe que não foi um ano perfeito, mas fizemos o que era possível”, sintetizou na entrevista concedida aos repórteres Felipe Viera, de Cidades, e Franco Benites, de Política. O socialista também cobrou mais diálogo por parte do governo federal e enfatizou que é necessário um esforço nacional para combater o mosquisto Aedes aegypti, transmissor da dengue, chicungunha e zika vírus, esse último associado a inúmeros casos de microcefalia.
JORNAL DO COMMERCIO: Pernambuco hoje está melhor do que como o senhor recebeu?
PAULO CÂMARA: Em termos fiscais, a gente vai terminar o ano melhor do que começamos 2015. Agora, não dá para dizer que está melhor tendo 70 mil desempregados como ocorreu este ano, tendo um PIB que até o terceiro trimestre está decrescendo dois pontos percentuais, com o País nesta confusão que está, sem a população acreditar e ter expectativa de futuro positiva, sem saber como vão estar funcionando as instituições em 2016, ou seja, com a falta de previsibilidade total. Tivemos um ano muito difícil pela falta de previsibilidade. Todas as previsões, todo o planejamento que foi feito em 2014 esbarrou nessa crise econômica sem precedentes que conjugou com a crise política que fazia muito tempo que não se via. Essa conjunção está sendo explosiva e fazendo muito mal ao País.
JORNAL DO COMMERCIO: Quais as principais dificuldades financeiras que o Estado teve?
PAULO CÂMARA: A gente começou o ano com uma projeção. Tivemos que rever com o carro andando, ajustar o nosso orçamento como todos os brasileiros tiveram que ajustar seus salários à nova realidade brasileira com inflação. O ICMS foi a grande frustração nossa. o ICMS nunca cresceu menos que a inflação nos últimos 20 anos. Só isso, o fato de não cobrir a inflação, já dá uma perda de R$ 900 milhões. Também houve uma baixa brutal nos convênios, muitos deles em parceria com o governo federal, e o item que mais caiu foram as próprias operações de crédito. Tivemos uma queda de R$ 86 milhões que afetou de maneira muito clara o investimento do Estado. Tínhamos o projeto de investir R$ 1 bilhão e, até novembro, investimos R$ 1,058 bi. Devemos fechar o ano com 1,1 bi. Costumo dizer a minha equipe que não foi um ano perfeito, mas fizemos o que era possível.
JORNAL DO COMMERCIO: Qual o maior desafio que o senhor deve enfrentar em 2016?
PAULO CÂMARA: O desafio é realmente oferecer serviços públicos dentro das estruturas que a gente tem e que atendam cada vez melhor, que possam dar resultado, que as pessoas vão a um posto de saúde e saibam que vão ser atendidas, que elas possam saber que o número de homicídios vai se reduzir. Esse é um desafio. A gente precisa reduzir o número de homicídios para o próximo ano. Para isso, a gente tem que fazer políticas preventivas, de combate às drogas, de desarmamento, políticas de prevenção para diminuirmos o número de crimes de proximidade, crimes banais, que são frutos de uma perda de cabeça momentânea. São desafios que não são diferentes do que tivemos em 2015. O desafio maior é o Brasil voltar a crescer, a funcionar. Isso vai nos dar possibilidade de também planejar de outra forma, de seguir outro caminho. A meta em 2016 é melhorar a qualidade do serviço oferecido.
JORNAL DO COMMERCIO: Em seu primeiro ano como governador o senhor carrega alguma frustração?
PAULO CÂMARA: A frustração que sinto é não poder contar com aquilo que a gente esperava minimamente. Principalmente no âmbito das receitas. Justamente, no primeiro ano de nosso governo estarmos enfrentando a maior crise econômica que os Estados da federação e os municípios enfrentaram pelo menos nos últimos 20 anos. Converso com os governadores. Alguns iguais a mim, começaram agora, outros foram reeleitos e outros já foram governadores e voltaram agora. Todos são unânimes em dizer que foi o ano mais difícil de se governar os seus Estados. A gente sabe que podia ter feito muito mais se a situação política e econômica tivesse com um mínimo de normalidade. Temos um programa de governo bem pensado, bem embasado, que dialoga com o futuro, que dialoga com a necessidade de Pernambuco e que está hoje sem poder avançar como a gente gostaria em virtude dessas frustrações. Tem a frustruação da Saúde. Com a crise, houve uma demanda de serviços, os municípios fecharam postos de saúde. Sei onde tenho que ampliar, o que tenho que fazer, nossas unidades estão praticamente prontas e poderiam estar funcionando como as UPAes e eu não posso colocar porquê? Preciso da garantia que a federação vai me passar recursos, que os serviços vão ser credenciados no SUS e essa garantia não está sendo dada. Quando abro uma UPAe o município tem que dar sua contrapartida também e o município não tem condições. Isso é uma frustração saber que a gente pode avançar no serviço de saúde e não tem como. Na segurança, a frustração é saber que a gente precisa contratar mais policiais militares e civis e não posso fazer. O concurso até que eu vou fazer, mas não vou poder contratar de imediato a quantidade de pessoas que gostaria porque estamos sem espaço fiscal para isso. Essas frustrações existem porque temos um planejamento bem-feito, sabemos onde devemos atacar, sabemos o foco dos desafios e estamos com a mão atada por falta de recursos.
JORNAL DO COMMERCIO: O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) atrapalhou a sua gestão?
PAULO CÂMARA: A situação econômica e política do País atrapalhou todas as gestões, não foi só a minha não. Atrapalhou os municípios, os Estados. Ficamos sem resolução de muitos desafios que foram colocados à mesa ao longo deste ano e ainda estamos sem porta de saída. A situação política do País qual é? Um processo de impeachment aberto, que não tem prazo de início e de finalização, conduzido por uma pessoa que não tem legitimidade para conduzir. Ou seja, qualquer resultado que der o processo de impeachment vai ser questionado pela forma de condução, se for essa pessoa (o presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro) que vai conduzir o processo. Está todo mundo esperando para ver o que vai acontecer, investidores principalmente, e o Brasil parado. Até quando parado? Em plena democracia, a gente está com tantos empecilhos de funcionamento das instituições. É justamente o que Eduardo Campos dizia: o estado do controle está funcioando, mas o estado do fazer não está funcionando. As instituições do fazer, tanto o Executivo quanto o Legislativo, estão sendo colocadas em xeque sem previsibilidade de saída.
JORNAL DO COMMERCIO: Diante da crise econômica, o senhor pensa em promover um corte de secretarias como foi cogitado anteriormente?
PAULO CÂMARA: Estamos sempre nos adaptamos. Quando iniciei o governo, peguei uma estrutura razoavelmente enxugada por Eduardo, estruturada, com diminuição de cargos comissionados, do número de secretarias. Pernambuco hoje, pode fazer esta pesquisa, é o Estado que deve ter menos cargos comissionado do Brasil. O valor desses cargos comissionados com certeza é o menor do Brasil, em termos de remuneração de secretários, diretores, gerentes. Nunca descarto fazer ajustes na máquina pública, mas hoje o que a gente vê é que precisa aperfeiçoar muita coisa ainda que ficou pelo meio do caminho por causa do dinheiro. A gente está precisando avançar muito em muitas áreas e em cada secretaria e para isso vai exigir ainda um esforço muito grande.
JORNAL DO COMMERCIO: Em relação à segurança pública, qual a meta do governo estadual para 2016?
PAULO CÂMARA: A gente tem que continuar o trabalho que iniciou. Acho que 2015 poderia ter sido melhor nesta área de segurança, poderíamos ter avançado mais diante do que fizemos. Começamos o ano com um aumento muito grande de violência. Janeiro e fevereiro foram os piores meses do número de homicídios em Pernambuco. Isso foi sendo reduzido. Chegamos a junho e julho, quando começaram as negociações salariais, e aí tivemos um pouco de desequilíbrio nas ações. Isso fez com que os meses de setembro e outubro fossem muito ruins. Outubro, principalmente quando ficou aquela discussão sobre o ciclo completo, uma discussão que não cabia ser feita aqui porque não tem governança no âmbito do Estado. Tivemos que fazer remanejamento de pessoas, mudança de equipe atá para dar um freio de arrumação porque a gente identificou que podia melhorar. O trabalho continua e é incansável. Vamos conseguir reduzir os homicídios, não tenho dúvidas disso. O Pacto pela Vida é uma política reconhecida, acertada, que ao longo da sua trajetória salvou mais de dez mil vidas. Esse momento de inflexão está acontecendo em todo o Brasil como já estava acontecendo antes. Pernambuco, na verdade, é um ponto fora da curva e agora ficou um ponto igual a todos. Mas a gente vai voltar a ser um ponto fora da curva ou voltar a cair junto com outros Estados brasileiros. Isso vai voltar a cair porque é uma situação que não se sustenta, que a gente não admite como governantes. Os policiais estão incomodados também.
JORNAL DO COMMERCIO: O ano de 2016 é de eleições. Como vai ser a postura do senhor onde houver mais de um candidato da base aliada?
PAULO CÂMARA: Tenho uma aliança muito grande, mas vou dar equilíbrio em 2016. Iremos apoiar quem nos ajudou. Se tiver lugar em que mais de uma força nos ajudou a gente vai saber dar o equilíbrio necessário para isso também. Agora, apesar de estarmos pertinho de 2016, está muito longe para começar a se discutir eleição municipal. Estamos em um momento em que se não se resolver o Brasil vamos ter as eleições municipais mais complicadas no âmbito político. O Brasil precisa ser resolvido. Esse processo de impeachment está aberto. Ninguém vai discutir eleição com o Brasil pegando fogo. O povo não quer nem discutir isso, quer que o Brasil volte a crescer, a gerar emprego, que os serviços públicos funcionem.
JORNAL DO COMMERCIO: O senhor sentiu de alguma forma a comparação com o ex-governador Eduardo Campos?
PAULO CÂMARA: Eduardo faz muita falta, não apenas para Pernambuco, mas para o Brasil no momento que nós vivemos. Eduardo, quando saiu do governo federal em 2013, e decidiu que era hora de encontrar um novo caminho, nuita gente questionou. Mas Eduardo estava certo. Tudo aquilo que ele dizia que ia acontecer com o Brasil está acontecendo agora. Acontecendo da maneira que ele pensou e previu, mas ele ainda foi conservador. Está acontecendo pior do que ele previu.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira recebeu esta semana reconhecimento do SEBRAE pela excelência da atuação da Sala do Empreendedor do município. Durante a semana global de empreendedorismo o SEBRAE promoveu a ação Sala + Empreendedora, que premiou as sete melhores salas de Pernambuco. Das 50 salas que disputaram, Afogados figurou entre as sete. A […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira recebeu esta semana reconhecimento do SEBRAE pela excelência da atuação da Sala do Empreendedor do município.
Durante a semana global de empreendedorismo o SEBRAE promoveu a ação Sala + Empreendedora, que premiou as sete melhores salas de Pernambuco. Das 50 salas que disputaram, Afogados figurou entre as sete. A lista contemplou ainda os municípios de Olinda, Bezerros, Riacho das Almas, Petrolina, Serra Talhada e Lagoa Grande.
A Sala do Empreendedor de Afogados da Ingazeira vem realizando ações de empreendedorismo e qualificação profissional, tanto para os jovens como para o público feminino, tais como os cursos de mecânica de carro, elétrica de motos, refrigeração e sistema de energia solar, manutenção de placas fotovoltaicas, maquiagem básica e design de sobrancelhas.
“Além disso, os números de atendimentos na sala do empreendedor e a facilidade de comunicação foram essenciais para a posição de destaque. O atendimento descomplicado, inclusive remoto através dos meios digitais, como pelo WhatsApp, são critérios importantes para o bom funcionamento e satisfação ao cidadão que buscam os serviços”, destacou o Secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ney Quidute.
Segundo Ney, a atenção, a desburocratização e a aproximação com o empreendedor local e com aqueles que vem de fora investir no município é parte da missão da Sala do Empreendedor de Afogados da Ingazeira.
A equipe da sala esteve reunida nesta segunda com o Prefeito Alessandro Palmeira, apresentando o resultado do Sala + Empreendedora. “Essa é uma política pública exitosa e que vamos buscar ampliar. Inclusive já na próxima segunda (17) estaremos entregando certificados de qualificação profissional para mais de 140 Afogadenses,” informou o Prefeito Alessandro Palmeira.
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