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Tuparetama: Diógenes, Vitalino, Valmir e Arlã firmam apoio a Waldemar Borges

Por André Luis

No sábado (19), na Câmara de Vereadores de Tuparetama, o deputado estadual Waldemar Borges, participou de uma reunião no Plenário Felipe de Souza Leite.

A reunião foi promovida pelo vice-prefeito Diógenes Patriota, por Arlã Markson – presidente da casa, o vereador Valmir Tunu, o ex-prefeito Vitalino Patriota e pela fomentadora cultural Fifita. Contou ainda com a presença de várias lideranças. As informações são do Blog do Marcello Patriota.

Na ocasião, o parlamentar  conversou sobre o momento político do país e do  estado de Pernambuco, assim também como debateu  sobre os potenciais turísticos-culturais do município que integra a região do Sertão do Pajeú.

Em seguida, ainda em Tuparetama, o parlamentar foi  entrevistado na Rádio Tupã FM pelo radialista Fabrício Ferreira, ao programa Tupã em Debate. 

”Agradeço a receptividade dos amigos e amigas tuparetamenses que estiveram presentes na Câmara de Vereadores e de todos e todas que nos receberam com generosidade em suas casas”, destacou Waldemar 

Em suas redes sociais Diógenes destacou a reunião. “Recebemos o deputado estadual, Waldemar Borges. Aproveitei o momento para falar o que o meu coração estava pedindo. Agradeci por atender nossos pedidos feitos para população em especial na área da saúde em Recife. E em especial o feito a minha mãe Vanilda no momento mais difícil da sua vida”,

Ao blog, o presidente da Câmaraa, Arlã Markson destacou: “É um nome importante que nos ajuda e vai fazer ainda mais por Tuparetama, é preparado e gosta do Pajeú e de sua cultura”.

Outras Notícias

Morador se revolta com falta d’água e é detido após quebrar vidros da Compesa em Afogados da Ingazeira

Nesta terça-feira (15), um homem de 52 anos, residente no bairro Sobreira, foi detido após se revoltar com a falta de abastecimento de água em sua casa. Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (BOPM), o indivíduo tentou forçar a entrada no prédio da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e chegou a ameaçar os […]

Nesta terça-feira (15), um homem de 52 anos, residente no bairro Sobreira, foi detido após se revoltar com a falta de abastecimento de água em sua casa. Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (BOPM), o indivíduo tentou forçar a entrada no prédio da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e chegou a ameaçar os funcionários do local.

De acordo com as informações repassadas pela polícia, o homem foi encontrado dentro das dependências da Compesa, forçando uma porta na tentativa de invadir o estabelecimento. Ao ser abordado pelo policiamento, o acusado não acatou as ordens e, durante a contenção, foi encontrada uma faca peixeira em sua cintura. Testemunhas afirmaram que ele chegou ao local de forma agressiva, reclamando da falta de água em sua rua, onde, segundo ele, o abastecimento estava interrompido há 20 dias.

Ainda conforme o relato das vítimas, o homem ameaçou os funcionários da companhia, afirmando que estava armado. Após sair do atendimento, ele sacou a faca, pegou pedras e arremessou contra a porta da unidade, quebrando os vidros. O acusado foi detido e levado à delegacia local para que as medidas cabíveis fossem adotadas. O relatório policial ainda destaca que o homem parecia desorientado e portava diversos medicamentos de uso controlado, o que ele próprio confirmou à polícia tomá-los.

A Compesa, por sua vez, informou que um novo problema mecânico foi identificado em um dos conjuntos motobombas da elevatória da Ponte, responsável pelo sistema de bombeamento de água. Desde a semana passada, a companhia tem sido alvo de diversas reclamações por parte dos moradores de Afogados da Ingazeira, que relatam problemas frequentes no abastecimento. Segundo a empresa, o problema já está sendo resolvido, mas a situação ainda tem gerado transtornos na cidade.

O caso reforça o clima de insatisfação da população com a falta de água, que tem atingido níveis recordes de queixas nos últimos dias.

Contraponto: advogada defende escolha de Palmeira para candidato a vice

Por Áurea Emanoella* É em meio ao lodo de uma tradição política, que jaz moribunda pelos vermes que a consomem, que recebemos pelas “ondas do rádio” a efervescente notícia de que teremos como futuro vice-prefeito um jovem e poético rapaz, de voz mansa, sorriso franco e olhar sincero. Quisera que a política, “imitasse” os enredos […]

IMG-20160805-WA0000Por Áurea Emanoella*

É em meio ao lodo de uma tradição política, que jaz moribunda pelos vermes que a consomem, que recebemos pelas “ondas do rádio” a efervescente notícia de que teremos como futuro vice-prefeito um jovem e poético rapaz, de voz mansa, sorriso franco e olhar sincero.

Quisera que a política, “imitasse” os enredos de novela, assim saberíamos, que ao final de uma série de capítulos, o desfecho seria feliz, e os mocinhos, “açoitados” no decorrer de toda a trama, prevaleceriam sobre os vilões.

Entretanto, alegro-me por saber que a vida não é uma novela, e que os “vilões” do cotidiano real, as vezes, são surpreendidos, mesmo antes do final da trama, pela ascensão dos mocinhos, que, à semelhança dos “folhetins novelísticos”, representam a maioria de um povo, que vive sob o jugo opressor de uma minoria que “respira interesses” e, quando contrariados em suas gananciosas vontades, inspira os piores e mais tenebrosos sentimentos que podem habitar a alma humana.

A sabedoria bíblica diz que o “a boca fala do que está cheio o coração”, o “ódio fluente”, por traz de palavras, aparentemente educadas, foi responsável pelas piores chagas que história revela e todas elas, impostas pelos que se enxergavam grandes, às camadas mais vulneráveis.

De análogo “àquele folhetim”, temos tão somente a antecipação do final, na qual o “Santo” vence as forças oligárquicas antes do último capítulo e o “deputado” tem que engolir, seu orgulho, seu ego e o “nosso mocinho”, que vem fazer história na política local, pois representa os anseios da sua terra, “do homem sem escola, homem sem vitória, do violeiro”.

*Áurea Emanoella é advogada

Valor do salário mínimo divide vereadores de Tuparetama

Anchieta Santos Esta semana a Câmara de Tuparetama, no Alto Pajeú, rejeitou a proposta da bancada de oposição, liderada pelo Presidente Danilo Augusto, onde através de emenda sugeria o salário mínimo de R$ 1.006,00 a ser pago pela municipalidade. Além do Presidente, defenderam o maior valor os parlamentares Orlando da Cacimbinha, Plécio e Priscila Filó. […]

Anchieta Santos

Esta semana a Câmara de Tuparetama, no Alto Pajeú, rejeitou a proposta da bancada de oposição, liderada pelo Presidente Danilo Augusto, onde através de emenda sugeria o salário mínimo de R$ 1.006,00 a ser pago pela municipalidade. Além do Presidente, defenderam o maior valor os parlamentares Orlando da Cacimbinha, Plécio e Priscila Filó.

Os governistas Diógenes Patriota, Idelbrando Valdevino, Valmir Tunú e Vandinha da Saúde foram contrários à emenda. Assim permaneceu o valor instituído pelo governo federal de R$ 998,00 e a oposição deu publicidade ao fato colocando a culpa nos vereadores aliados do prefeito Sávio Torres.

Ontem o governista Diógenes Patriota não deixou barato e rebateu. “Não é competência do legislativo e sim do executivo encaminhar o projeto de reajuste salarial para Câmara”. Acrescentou ainda: “Não podemos colocar emenda ao projeto que onere despesa ao poder executivo, é inconstitucional”, disse Diógenes.

Tuparetama: Prefeitura oferece oficinas aos idosos

A Secretaria de Assistência Social do município de Tuparetama está oferecendo oficinas de ponto cruz, crochê e pintura para os idosos, jovens e adultos inseridas no Cadastro Único. Estas oficinas têm duração de 2 meses sendo oferecidas uma vez por semana aos idosos. Todas as oficinas fazem parte do Programa de Serviço de Convivência e […]

A Secretaria de Assistência Social do município de Tuparetama está oferecendo oficinas de ponto cruz, crochê e pintura para os idosos, jovens e adultos inseridas no Cadastro Único. Estas oficinas têm duração de 2 meses sendo oferecidas uma vez por semana aos idosos.

Todas as oficinas fazem parte do Programa de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Secretaria de Assistência Social de Tuparetama.

Estas são oferecidas no polo de Tuparetama, na quinta-feira, na Casa da Terceira Idade, no polo do Bairro Bom Jesus, no Centro de Convivência José Severino da Silva (Zé Pretão), na terça-feira, e no polo do distrito de Santa Rira, no Centro Social de Santa Rita, na sexta-feira. “Os alunos receberão certificado ao final de cada oficina”, disse Maysa Lima, Coordenadora do Programa de SCFV da Secretaria de Assistência Social de Tuparetama.

Segundo Maysa, o idoso que não pretende realizar as oficinas pode participar das atividades extras desenvolvidas nas aulas das oficinas. Entre estas estão momentos com música, dança e jogos de dama, baralho e dominó.

Estas oficinas estão sendo desenvolvidas por a autônoma Irenilda de França com acompanhamento de um orientador do Programa de SCFV da Secretaria de Assistência Social de Tuparetama. “As aulas têm que ser acompanhadas por o orientador de cada polo”, disse Maysa.

As inscrições para as oficinas são realizadas com Maysa Lima, Coordenadora do SCFV da Secretaria de Assistência Social de Tuparetama. Estas são realizadas no Centro de Referência de Assistência Social na Rua Farmacêutico Aleixinho, nº 5, no Bairro do Centro, em Tuparetama.

Biometria não garante segurança das eleições, dizem especialistas

A urna biométrica, que identifica o eleitor pela impressão digital e foi implantada para evitar que pessoas votem no lugar outros eleitores, não está imune a fraudes, segundo especialistas ouvidos pelo UOL. Como qualquer máquina, a urna biométrica está sujeita a falhas técnicas. A leitura de impressão digital do eleitor pode ter problemas na hora […]

simulacao-de-uso-da-urna-biometrica-no-tre-go-1411056058615_300x300A urna biométrica, que identifica o eleitor pela impressão digital e foi implantada para evitar que pessoas votem no lugar outros eleitores, não está imune a fraudes, segundo especialistas ouvidos pelo UOL.

Como qualquer máquina, a urna biométrica está sujeita a falhas técnicas. A leitura de impressão digital do eleitor pode ter problemas na hora da identificação, o chamado “falso negativo”, mas a Justiça Eleitoral não pode impedir eleitores legítimos de votar por falhas técnicas.

Para que o cidadão possa votar mesmo em caso de falha, o equipamento tem um dispositivo que permite que o mesário libere o voto após a utilização de uma senha. A fraude é possível se um mesário mal intencionado votar no lugar de eleitores que faltaram.Nas últimas eleições, antes da aplicação da biometria, especialistas afirmaram que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que a taxa de liberação do voto por senha do mesário era menor que 1%, mas o índice de erro chegou a 7%, de acordo com o Fórum do Voto Seguro, um grupo de discussão de especialistas em segurança eletrônica que apontam fragilidades do sistema eletrônico de votação brasileiro e recomendam alternativas mais seguras.

“Não é possível afirmar que quando o voto não  identificado é uma fraude do mesário, mas não é possível confirmar que não seja”, afirmou o engenheiro Amilcar Brunazo, especialista em segurança digital. “O problema é a que o TSE afirma que a biometria melhora a segurança das urnas eletrônicas, mas ela não garante que o equipamento não estará suscetível a fraudes.”

Boletins de urnas de 2010 obtidos pelo UOL mostram que em uma seção eleitoral de Maribondo (AL), que usou urna biométrica, 65% dos eleitores que votaram não foram identificados por biometria. Em outra de Quebrangulo (AL), o índice é 59,3% e seu sistema foi encerrado ás 19h59 –mais tarde que a média do encerramento das urnas.